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O objetivo da presente dissertação é discutir os limites da relação entre subjetividade e tempo na fenomenologia husserliana, procurando pensar o significado profundo desta relação originária no processo de fundamentação fenomenológica da filosofia. Com o objetivo de empreender uma análise genética acerca do tempo e da subjetividade, serão utilizados como textos-base as Lições para uma fenomenologia da consciência interna do tempo e as Meditações cartesianas. Será empreendido num primeiro momento, uma investigação acerca da origem do tempo, investigação que revela que o tempo é originado pelo fluxo absoluto subjetivo. Num segundo momento, faz-se necessário investigar a dinâmica mesma da constituição de tempo por parte da subjetividade. Tal investigação revela que a subjetividade é origem absoluta de toda constituição, e assim, que ela é origem de si mesma. Mas esta análise genética revela também que a subjetividade absoluta é intemporal (unzeitlich) e, no entanto, ela só se auto-constitui no seu exercício de desbobramento no tempo, na sua dispersão fluente no tempo. Deste modo, faz-se necessário discutir, em última instância, como no constante processo de constituição do tempo a subjetividade deriva daquilo que ela própria é origem.

Palabras clave: Husserl; Fenomenologia; Subjetividade; Tempo; Constituição.
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Universidad Autónoma del Estado de México
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Versión 3.0 | 2017
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