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Este artigo é dedicado à discussão da relação entre desenvolvimento e meio ambiente, mas se considera a centralidade do território na interação entre as atividades produtivas e o meio físico. Um pressuposto mais geral de que se parte é que desenvolvimento é um processo complexo, que tem lugar num espaço social e natural e num tempo histórico. Outra conjectura é que as causas da crise ecológica, que podem ser buscadas na lógica que governa o processo de acumulação de capital, são filtradas pelo discurso da sustentabilidade. Finalmente, uma última hipótese é que um desenvolvimento territorial socialmente inclusivo e ambientalmente prudente de certas localidades/regiões pode depender não tanto de políticas específicas de inserção, mas da forma como elas se relacionam com as demais estruturas regionais, não só da respectiva formação socioeconômica nacional, mas também da economia mundializada. Ao tratar de objeto tão amplo corre-se diversos riscos. O mais grave, por certo, é que não se pode examiná-lo na devida profundidade sem recorrer a várias disciplinas do conhecimento: enquanto desenvolvimento é um conceito que remete à economia política, o de meio ambiente remete à ecologia política e o de território, à Geografia. Cumpre advertir aqui que as insuficiências que mais destacadamente se vão revelar serão as pertinentes a meio ambiente. Não custa, todavia, lembrar que o ponto de partida é desenvolvimento, que o ponto de vista é econômico e que – talvez para a surpresa de economistas, de biólogos e de geógrafos – se assume ser a atividade produtiva, em qualquer espaço e tempo, responsável pela referida crise ecológica.

Palabras clave: Desenvolvimento. Globalização. Meio Ambiente. Sustentabilidade. Território.
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Universidad Autónoma del Estado de México
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Versión 3.0 | 2018
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