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<journal-title specific-use="original" xml:lang="pt">Mercator - Revista de Geografia da UFC</journal-title>
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<issn pub-type="epub">1984-2201</issn>
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<publisher-name>Universidade Federal do Ceará</publisher-name>
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<article-title xml:lang="es">CONTEXTO SOCIOAMBIENTAL DA PALMICULTURA EXTENSIVA NA COLÔMBIA</article-title>
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<institution content-type="original">Mestre em Desenvolvimento Rural. Universidad Austral de Chile, Valdivia, Los Rios, Colômbia. http://orcid.org/0000-0001-6973-5775 encurtador.com.br/oELP5</institution>
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<institution content-type="original">Doutor em Desenvolvimento Rural. Professor Associado da Pontifícia Universidade Javeriana. Bogotá, Colômbia. http://orcid.org/0000-0002-8957-1787 https://fear.javeriana.edu.co/profesores/-/asset_publisher/W53G1zdyJwaA/content/id/2605035</institution>
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<institution content-type="original">Doutoranda em Estudos Ambientais e Rurais. Pontificia Universidad Javeriana, Bogotá, Colômbia. http://orcid.org/0000-0001-7110-979X http://lattes.cnpq.br/3287567977038934</institution>
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<season>Enero-Diciembre</season>
<year>2022</year>
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<title>Resumen</title>
<p>A Colômbia é líder mundial no cultivo de palma. A predominância dessa monocultura tem gerado diversos impactos sociais e ambientais. Por essa razão, buscou-se investigar as inter-relações entre o estabelecimento e a consolidação do agronegócio de dendê no departamento de Cesar no período de 1960 a 2016. Para alcançar o objetivo proposto, optou-se por realizar análise qualitativa, com base em dados coletados por meio de fontes bibliográficas, com análise centrada no discurso e na inter-relação entre os atores. Foram identificados 14 atores, com destaque para o poder exercido pelo Estado colombiano, pela Indupalma e pela imprensa. Programas de financiamento e parcerias têm sido implementados com o objetivo de tornar o país mais competitivo. A relação estabelecida com os camponeses foi verticalizada e focada em aproximá-los como parceiros. No entanto, continuam inseridos em um sistema que lhes oferece empregos com más condições de trabalho e baixa remuneração.</p>
</abstract>
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<title>Abstract</title>
<p>A Colômbia é líder mundial no cultivo de palma. A predominância dessa monocultura tem gerado diversos impactos sociais e ambientais. Por essa razão, buscou-se analisar as relações entre a consolidação do agronegócio do dendezeiro no estado de Cesar, entre 1960 e 2016. Para alcançar o objetivo proposto, optou-se por uma análise qualitativa, baseada em dados coletados em fontes bibliográficas, com análise centrada no discurso e na relação entre os atores. Foram identificados 14 atores, destacando-se o poder exercido pelo Estado colombiano, pela Indupalma e pela mídia. Associações e programas de financiamento foram criados para tornar o país mais competitivo, no entanto, a relação com os pequenos agricultores era verticalizada e focada em inseri-los como parceiros. No entanto, eles estão em um sistema que oferece empregos mal remunerados e condições de trabalho precárias.</p>
</trans-abstract>
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<title>Resumo</title>
<p>A Colômbia é líder mundial no cultivo de óleo de dendê. O domínio da monocultura tem levado a diversos impactos sociais e ambientais. Por essa razão, busquei analisar as relações entre a consolidação da agroindústria de dendezeiros no estado de Cesar, entre 1960 e 2016. Para alcançar o objetivo proposto, optou-se por uma análise qualitativa, a partir de dados coletados em fontes bibliográficas, com análise focado no discurso e relação entre os atores. 14 atores foram identificados, com destaque para o poder exercido pelo Estado colombiano, Indupalma e a mídia. Parcerias e programas de financiamento foram criados para tornar o país mais competitivo, mas a relação com os pequenos agricultores foi verticalizada e focada em estabelecê-los como parceiros. Contudo, eles seguem em um sistema que oferta empregos mal pagos e com más condições de trabalho.</p>
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<title>Palabras clave</title>
<kwd>Monocultura</kwd>
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<title>Keywords</title>
<kwd>Monocultura</kwd>
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<title>Palavras-chave</title>
<kwd>Monocultura</kwd>
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<sec sec-type="intro">
<title>INTRODUÇÃO</title>
<p>A palmeira africana destaca-se pela produção e exportação de bens agrícolas, favorecida pelas condições edafoclimáticas, posição geográfica e busca pelo crescimento econômico colombiano.</p>
<p>A monocultura está presente em 21 departamentos e 152 municípios da Colômbia, o quarto maior produtor de óleo de palma do mundo (da Indonésia, Malásia e Tailândia) e o primeiro das Américas, atingindo uma produção de 3,8 toneladas de óleo por hectare. No entanto, durante o estabelecimento e manejo da palma africana, ocorrerão impactos sociais e ambientais, como destruição de florestas nativas, desmatamento, alteração dos solos e ciclos da água nas estações secas (LOPEZ et al., 2014).</p>
<p>No Departamento de Cesar, no município de San Alberto, na região caribenha colombiana, as populações camponesas e afrodescendentes vivem em um contexto territorial marcado pelo conflito armado que a Colômbia enfrenta, trazendo consigo violações de direitos humanos, desapropriação territorial, deslocamento forçado, compra maciça e acumulação de terras onde foram implantados grandes projetos agroindustriais apoiados e promovidos pelo Estado,  que se apresenta em favor de interesses exclusivos, expressos em decisões políticas em torno da ocupação do território e atribuição de direitos sobre ele (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref8">FAJARDO, 2015</xref>).</p>
<p>Desde 1945, o governo colombiano tem promovido o cultivo de plantas na monocultura do país como a principal fonte para atender à demanda por óleo vegetal, mas na última década seu impulso foi baseado em investimentos estrangeiros, considerando-o como uma das espécies mais promissoras para a produção de biodiesel (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref13">FRY, 2004</xref>). Deu motivação, tanto do governo quanto de investidores privados nacionais e internacionais, para implementar um modelo de desenvolvimento agroindustrial, apoiado em mudanças legislativas, benefícios e projetos fiscais (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref20">ÑÁÑEZ; CALLE, 2017</xref>).</p>
<p>Por outro lado, desde 2005, a Federação Nacional de Professores Colombianos (Fedepalma) lançou seu programa de Responsabilidade Social Corporativa. Por outro lado, motivado pela existência de relações heterodoxas entre dences, paramilitarismo, grilagem de terras e degradação ambiental, isso se deve a denúncias dirigidas contra os produtores de palma por organizações de direitos humanos e também por entidades governamentais, grupos armados paramilitares e áreas violentas para deslocar as comunidades e, eventualmente, dar origem a plantações de palmeiras (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref21">OCAMPO,  2009</xref>).</p>
<p>Para aprofundar a situação, conhecemos a Indupalma Agrária La Palma Ltda, localizada no município onde é cultivada a palmeira africana para fornecer matéria-prima para a indústria nacional de gordura, onde observamos Cooperativas de Trabalhadores Associadas aos moradores locais (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref17">INDUPALMA, 2016</xref>). Para ser considerado, esse modelo de produção "horizontal" é considerado crescimento econômico e igualdade, e pesquisas são realizadas para garantir que esses modelos incentivem a superexploração dos agricultores, sujeitos à volatilidade do preço do petróleo, ao pagamento de previsão social aos seus custos e aos lucros gerados pelo processo de extração do setor petrolífero (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref16">HURTADO; HERNÁNDEZ-SALAZAR, 2010</xref>).</p>
<p>Portanto, o objetivo deste artigo é analisar as inter-relações entre a consolidação da agroindústria do dendê com forte apoio governamental, constituindo um modelo extrativista de desenvolvimento local e seus efeitos sobre a deterioração ambiental, conflito armado e expropriação na Colômbia</p>
</sec>
<sec>
<title>ABORDAGEM METODOLÓGICA</title>
<p>A strategía metodológica para a análise foi o estudo de caso, que permite abordar a investigação de um problema específico em profundidade. Fontes secundárias que permitirão a coleta de informações, recorrendo a revisão bibliográfica e técnicas de análise, onde a análise dos dados incide sobre os sujeitos. O critério foi, portanto, do tipo holístico, baseado em um método qualitativo de pesquisa, onde o desenvolvimento da pesquisa busca extrair descrições de observações na forma de entrevistas, narrativas, reportagens na imprensa, artigos científicos, estudos de caso ou outros tipos de registros escritos (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref19">MONJE; 2011</xref>).</p>
<p>Como abordagem metodológica, considerou-se a hermenêutica como meio de abordagem desta pesquisa, devido à sua natureza multifacetada e baseada no discurso dos atores. Nesse sentido, a interpretação da literatura, ou do contexto, como motivações, como intenções, como expectativas, como motivos e a inter-relação entre estes será o instrumento de análise. O termo hermenêutica vem do grego hermeneuein, do latim interpretâri, ou seja, a arte de interpretar textos; é um termo relacionado ao latim sermo, que marca a eficiência da expressão linguística (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref24">POSADA, 2013</xref>).</p>
<p>Dois momentos foram levantados no processo de pesquisa: o primeiro correspondeu à compilação do arquivo de informações. A segunda correspondeu à análise das falas e interações entre os autores; o nível de poder na toma de decisões; e sua interação na solução dos problemas por meio do mapeamento dos atores, suas relações de poder e discursos.</p>
</sec>
<sec>
<title>PALMEIRA AFRICANA E INDUPALMAS</title>
<p>A palmeira africana também é conhecida como dendezeiro, palmeira-de-guiné, dendê ou dendezeiro, da espécie Elaeis guineensis - Jacq. Dentro das oleaginosas (soja, girassol, colza), o óleo de palma está presente no mercado em formas diversificadas, o óleo de palma, o óleo de palmiste e a torta de palmiste são os principais tipos produzidos na região de Cesar - Colômbia, (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref14">GÓMEZ, 2013</xref>), utilizados para os biocombustíveis, cosméticos e como razão para o produto, respectivamente.</p>
<p>A Colômbia começou a cultivar palma africana em 1960 e, em 2017, tornou-se o maior exportador de óleo de palma da América Latina e o quarto do mundo, com 500 mil hectares e 1,6 mil toneladas produzidas, com um valor de produção de US$ 3,3 bilhões. (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref9">FEDEPALMA, 2018</xref>).</p>
<p>No departamento de Cesar, existem 20 municípios em Palma, 10 centros de processamento de palma e 68.111 ha de produção, o que equivale a 15% do total nacional (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref10">FEDEPALMA, 2016</xref>).</p>
<p>Este censo foi promovido principalmente a partir de 1961 por uma empresa ucraniana que fundou a empresa Indupalma Agraria La Palma Ltda em São Alberto, município do departamento de Cesar - Colômbia, com o objetivo de cultivar e processar a fruta para fornecer matéria-prima para a indústria nacional de gordura, onde seis produtos (<xref ref-type="fig" rid="gf1">Figura 2</xref>) estão envolvidos no processo de produção (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref17">INDUPALMA, 2016</xref>).</p>
<p>
<fig id="gf1">
<label>#fig2en.jpg</label>
<caption>
<title>
<xref ref-type="fig" rid="gf1">Figura 2</xref>
</title>
<p>Portfólio de Negócios da Indupalma.</p>
</caption>
<alt-text>#fig2en.jpg Figura 2</alt-text>
<graphic xlink:href="273674020006_gf2.png" position="anchor" orientation="portrait"/>
<attrib>Fonte: Gómez (2013).</attrib>
</fig>
</p>
<p>A empresa presta serviços de banco de investimento e operação de projetos no setor agroindustrial de palma, em 2010, em uma área cultivada de 18.200 hectares. Sua produção é destinada à produção de produtos higiênicos, domésticos e balanceados do grupo Grisco, para os quais é extraída a maior parte da matéria-prima. A Indupalma promove, por meio do Banco e do Governo Nacional, empréstimos de 12 anos a pequenos produtores concedidos pelo Fundo de Financiamento do Setor Agropecuário (Finagro), com carência de 4 anos para compra de terras e constituição de lavouras. Nesse incentivo, o governo financia 40% do investimento, e o banco faz empréstimos sobre os fluxos futuros da venda da fruta para a empresa. Os agricultores devem celebrar um contrato que garanta a compra de sua safra pelos próximos 28 anos (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref17">INDUPALMA, 2010</xref>). Esse tipo de contrato se transforma inflexicionalmente no mercado de terras e a possibilidade de os camponeses signatários venderem suas propriedades sob contrato para otherros empreendimentos que não o dendê, o que significa que, na prática, os únicos interessados em vendê-los são os produtores de palma. Além disso, a empresa obtém matéria-prima sem ter enlace trabalhista com a mão de obra camponesa local (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref22">PERTUZ; SANTAMARÍA, 2014</xref>). o que significa que, na prática, os únicos interessados em vendê-los são as palmeiras. Além disso, a empresa obtém matéria-prima sem ter enlace trabalhista com a mão de obra camponesa local (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref22">PERTUZ; SANTAMARÍA, 2014</xref>). o que significa que, na prática, os únicos interessados em vendê-los são as palmeiras. Além disso, a empresa obtém matéria-prima sem ter enlace trabalhista com a mão de obra camponesa local (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref22">PERTUZ; SANTAMARÍA, 2014</xref>).</p>
</sec>
<sec sec-type="discussion">
<title>IMPACTOS AMBIENTAIS</title>
<p>A palmeira africana atinge sua primeira colheita após três anos e, chegando à fase de produção, frutifica durante todo o ano por até 50 anos, período em que ocupa recursos ecossistêmicos que também prestam serviços a diversas espécies, incluindo recursos hídricos e alimentares (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref15">HORTÚA, 2014</xref>).</p>
<p>O sistema de monocultura é reduzido à biodiversidade. Segundo <xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref1">Colômbia (1998),</xref> os principais problemas ambientais apresentados pela cultura da palmeira africana são o desmatamento; ou uso inadequado de agrotóxicos; poluição do ar por queimadas na erradicação de lavouras; ou consumo intensivo de água; a contaminação dos recursos hídricos devido à alta carga orgânica e perdas de óleo nos efluentes líquidos das plantas extratoras; o forte odor liberado no processo de tratamento de efluentes; erosão, acidificação e compactação do solo; Residuos solides residuais e proliferação de vetores de doenças.</p>
<p>Um exemplo da vulnerabilidade do ecossistema está na área central da Colômbia, onde há 137 mil hectares plantados com dendezeiros, dois quase 37 mil (27%) estão em uma explosão epidêmica da doença conhecida como podridão das gemas, localizada nas subzonas de Puerto Wilches, Santander e Cantagallo, Bolívar (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref9">FEDEPALMA, 2013</xref>). Essa doença é causa por um fungo que afeta a parte mais desejável da planta, a gema, deteriorando rapidamente o cultura. A Fedepalma também relata outros problemas fitossanitários como murcha letal, surpresa murcha, anel vermelho, podridão do caule e insetos-praga como Rhynchophorus palmarum e Strategus aloeus, que constituem falésias, que não controladas, podem causar fortes impactos fitossanitários e socioeconômicos (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref9">FEDEPALMA, 2013).</xref>
</p>
<p>Em 2015, o jornal El Pilón noticiou que os estudos da Universidade de Ciências Aplicadas (UDCA) foram realizados no departamento de Cesar como um dos mais danificados pela erosão, com 82% de sua área afetada, podendo gerar perdas de até 25 bilhões de pesos no país (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref7">EL PILÓN, 2015).</xref> As práticas agrícolas nos vales dos rios Cesar e Magdalena, caracterizadas pela agricultura industrial (dendie, sorgo, arroz e algodão), têm causado impactos ambientais que modificam significativamente suas condições naturais, tanto que os processos produtivos que se desenvolvem tendem a ser ambientalmente insustentáveis, devido à degradação e diminuição da oferta ambiental de serviços ecossistêmicos.</p>
<p>Outro fator de grande importância é o consumo intensivo de recursos hídricos nas lagoas, o que leva a uma diminuição quantitativa e qualitativa do recurso na região aflita, ou que afeta os habitantes principalmente em momentos de maior vulnerabilidade, como a seca. Esse fator pode ser reduzido através da irrigação por aspersão, devido ao menor consumo de água, por ser mais cara. Outro problema gerado para os recursos hídricos é a sua poluição devido à perda de petróleo nos efluentes das plantas extrativistas, onde é necessário controlar rigorosamente o processo de forma integral, desde a gestão produtiva até a gestão ambiental (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref1">COLÔMBIA, 1998</xref>).</p>
</sec>
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<title>RESULTADOS GOVERNANÇA DA MONOCULTURA DE PALMEIRA NA COLÔMBIA</title>
<p>O cultivo de palma africana para fins de produção na Colômbia iniciou-se em 1960 como medida governamental dentro das políticas de substituição de importações, devido à crescente demanda por óleos vegetativos e gordurosos registrada no mercado interno e permanece em reservas internacionais (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref18">MINGORANCE; MINELLI; LE DO, 2004</xref>). A partir de então, o conflito entre 1960 e 2000 foi contextualizado, temporariamente, (<xref ref-type="fig" rid="gf2">Figura 3</xref>).</p>
<p>Em 1961, nasceu a empresa Indupalma Agrária La Palma Ltda, no município de San Alberto, sul do Departamento de Cesar (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref14">GOMÉZ, 2013</xref>). Em 1963, surgiu a Associação Nacional dos Produtores de Dendê (FEDEPALMA), que mais tarde ficou conhecida como Federação Nacional dos Produtores de Dendê (FEDEPALMA). Em 1970, havia 2.000 trabalhadores e 5.000 hectares de palmeira africana (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref14">GOMÉZ, 2013).</xref>
</p>
<p>Em 1977, o gerente-geral da Indupalma foi sequestrado pelo M-19 (grupo guerrilheiro que existiu no país entre as décadas de 70 e 90) onde a liberdade seria grave antes de se chegar a um acordo para melhorias nas condições de trabalho da função, convertendo assim 84% de sua renda em remuneração do trabalho (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref14">GOMÉZ, 2013</xref>). De 1977 a 1991, a palmeira africana viu um grande aumento na área de produção dos municípios de El Copey, San Martín e San Alberto. Período coincidente com grandes investimentos e incentivos econômicos para o cultivo desta espécie (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref4">DUQUE; FERNANDEZ, 2014</xref>).</p>
<p>
<fig id="gf2">
<label>#fig3en.jpg</label>
<caption>
<title>
<xref ref-type="fig" rid="gf2">Figura 3</xref>
</title>
<p>Linha do tempo do contexto da palma africana na Colômbia, 1960 a 2000.</p>
</caption>
<alt-text>#fig3en.jpg Figura 3</alt-text>
<graphic xlink:href="273674020006_gf3.png" position="anchor" orientation="portrait"/>
<attrib>Fonte: Elaboração própria baseada em Goméz (2013), Duque e Fernández (2014).</attrib>
</fig>
</p>
<p>Em 1990, a FEDEPALMA administrou o Centro de Pesquisas de Dendê (CENIPALMA), que manteve um caráter científico e técnico para o cultivo e beneficiamento da palmeira africana. Posteriormente, em 1991, a FEDEPALMA gerenciou a Comercializadora de Aceite de Palma S/A, exportadora de petróleo. Na década de 90, o governo comprometeu-se com políticas nacionais de mistura de derivados de palma africanos, biocombustíveis e derivados refinados de petróleo, atendendo suas demandas, fortalecendo o mercado interno e minimizando a importação de derivados de petróleo.</p>
<p>Em 1994, a Indupalma decidiu reduzir custos por meio da constituição e estruturação de Cooperativas de Trabalho Associado para terceirizar processos que não agregavam valor aos processos de negócio da empresa (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref14">Goméz, 2013</xref>). Em 1995, a Indupalma criou o projeto "Unidades Autônomas de Negócios", onde as pessoas poderiam fazer uma aliança público-privada para se tornarem "parceiras" e se beneficiarem da compra de terras (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref14">GÓMEZ, 2013</xref>). Ou seja, as pessoas estão saindo das cooperativas para se tornarem "sócias" da Indupalma, diminuindo a influência das cooperativas e pondo em xeque o controle que a indústria exerce sobre os pequenos produtores.</p>
<p>Na outra direção, o presidente Andrés Pastrana, em sua visita às plantações na Indonésia em 2001, ofereceu 3 milhões de hectares a empresas malaias que quisessem investir no cultivo de palma na Colômbia como polo de desenvolvimento do país. Em 2002, a política foi seguida pelo governo de Álvaro Uribe, e em 2002 ele definiu uma nova política e estratégia de desenvolvimento, no caso, a produção de biocombustíveis, considerando que o maior desempenho do país foi dado à palma africana (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref22">PERTUZ; SANTAMARÍA, 2014</xref>).</p>
<p>No entanto, em 2009 o mercado internacional reduziu os preços das commodities agrícolas (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref23">PORTAFOLIO, 2014</xref>). Este é um momento que se fortalece ou conflita contra as multinacionais e a "Onda Agro", liderada pelo presidente Juan Manuel Santos. Nesse ínterim, o Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural anunciou em 2013, após sua reunião com representantes da Fedepalma, que trabalharia no desenvolvimento de uma política regional e regional que melhorasse a produtividade da palmicultura africana na Colômbia (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref23">PORTFOLIO, 2014</xref>), reafirmando a posição do setor econômico.</p>
<p>
<fig id="gf3">
<label>#fig4en.jpg</label>
<caption>
<title>
<xref ref-type="fig" rid="gf3">Figura 4</xref>
</title>
<p>Cronologia do contexto da palma africana na Colômbia após os anos 2000.</p>
</caption>
<alt-text>#fig4en.jpg Figura 4</alt-text>
<graphic xlink:href="273674020006_gf4.png" position="anchor" orientation="portrait"/>
<attrib>Fonte: Elaboração própria baseada em Pertuz e Santamaría (2014), Goméz (2013), Elheraldo (2016), Fedepalma (2016) e Portafolio (2014).</attrib>
</fig>
</p>
<p>Os preços do mercado internacional caíram 26% em 2014, afetando a renda da agroindústria de aceite de palma no país (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref23">PORTAFOLIO, 2014</xref>), que só secou em 2016 em El Cesar, o que deixou os pequenos produtores na ausência de falência (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref10">ELHERALDO, 2016; FEDEPALMA, 2016</xref>). Os dendê têm uma perda produtiva de aproximadamente 50% e a federação atribui o problema ao fenômeno El Niño, argumentando que o governo deveria adotar medidas de crédito aos produtores para compensar sua perda.</p>
</sec>
<sec sec-type="discussion">
<title>O PROGRESSO DA DENDEMIA NA COLÔMBIA</title>
<p>Iniciativas públicas com apoio e financiamento, ainda que parcial, de origem internacional como iniciativa para a paz, o desenvolvimento e a substituição de cultivos ilícitos. Um exemplo disso é o Projeto do Programa de Paz e Desenvolvimento do Médio Magdalena (PDPMM), que recebe contribuições da União Europeia e do Plano Colômbia (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref18">MINGORANCE; MINELLI; LE DU, 2004</xref>). Outro exemplo é a Resolução nº 0444, de 19 de fevereiro de 1963, que reconhece o quadro jurídico da Associação Nacional dos Produtores Finais (FEDEPALMA), posteriormente rebatizada de Federação Nacional dos Produtores Finais (FEDEPALMA) - que tem como objetivo representar os interesses dos produtores de palma e gerir ferramentas para o melhor desenvolvimento desse setor produtivo. Em 1990, a FEDEPALMA administrou o Centro de Pesquisas do Dendê (CENIPALMA), uma associação científica e técnica com fins lucrativos cujo objetivo é gerenciar, adaptar e transferir tecnologia no cultivo do dendê e seu processo; Em 1991, a Comercializadora de Aceite de Palma S/A, entidade que apoiava o objetivo de congregar produtores de óleo de palma e facilitar a comercialização através das exportações (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref1">COLÔMBIA, 1998</xref>).</p>
<p>O governo tem projetos privados, como as Unidades Autônomas de Negócios (UAE) da Indupalma, onde as pessoas podem fazer uma aliança público-privada para se tornarem "parceiras" do negócio da Indupalma, passando por um fluxo de processo (<xref ref-type="fig" rid="gf4">Figura 5</xref>) onde a primeira tem financiamento para a compra de terras (que funciona em duas partes: uma primeira que tem um empréstimo subsidiado de 40% do governo; e uma segunda que é obtida através de um empréstimo com um empréstimo com um empréstimo). Este é o banco que financia a compra de terras em grande parte) para um posterior vínculo com a empresa Indupalma através de um contrato de pelo menos 27 anos para a produção de frutos de palma (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref14">GÓMEZ, 2013</xref>).</p>
<p>
<fig id="gf4">
<label>#fig5en.jpg</label>
<caption>
<title>Figura 5</title>
<p>Esquema de Unidades de Negócios Autônomas (EAU).</p>
</caption>
<alt-text>#fig5en.jpg Figura 5</alt-text>
<graphic xlink:href="273674020006_gf5.png" position="anchor" orientation="portrait"/>
<attrib>Fonte: Gómez (2013).</attrib>
</fig>
</p>
</sec>
<sec>
<title>ATORES E RELAÇÕES DE PODER</title>
<p>É importante notar que a situação de vulnerabilidade social e conflito territorial é semelhante às características das nações onde o modelo de monocultura da palma está bem estabelecido, como acontece na Colômbia: países onde há uma democracia fracassada, degradação do ecossistema, falta de clareza sobre a propriedade da terra (especialmente quando pertencente a minorias), falta de proteção dos direitos dos trabalhadores,  presença de guerrilheiros e cultivos ilícitos (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref18">MINGORANCE; MINELLI; LE DU, 2004</xref>).</p>
<p>Por iniciativa do presidente Andrés Pastrana, Arango foi assumido pelo ex-presidente Álvaro Uribe Vélez, onde os Planos Nacionais de Desenvolvimento se voltaram para a monocultura em larga escala de palma e cana-de-açúcar como forma de recuperar territórios com a presença de grupos armados e a presença de cultivos ilícitos (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref15">HORTÚA, 2014</xref>;). Dessa forma, o governo defende a produção de óleo de palma em termos de progresso, crescimento econômico, empreendedorismo, aumento da eficiência e produtividade dos pequenos agricultores, enquanto o fortalecimento de um sistema produtivo torna-se uma alternativa que permite substituir e iniciar a expansão de cultivos ilícitos e ocupação de áreas em conflito armado.</p>
<p>Em 1995, a Indupalma buscou a constituição e estruturação de Cooperativas de Trabalho Associado, que, através das condições de associação com a empresa, prestariam diversos tipos de serviços agronômicos. Isso nos permitiu aumentar a produtividade e vincular o pessoal da empresa como um fator quando se trata de alcançar objetivos econômicos e sociais (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref14">GÓMEZ, 2013</xref>).</p>
<p>Quanto à organização do campesinato em Indupalma, conta com 30 Cooperativas de Trabalho Asociado, com 1,300 famílias aparentadas, das quais 500 são proprietárias de terras (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref3">CECODES, 2008</xref>). Para a Indupalma S.A., organização pertencente à Fedepalma, o exercício desde 2006 tem sido positivo, com os maiores impactos na contratação de mais trabalho, ou apoio a fornecedores e às Unidades Autônomas de Negócios, incluindo as Cooperativas de Trabalho (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref22">PERTUZ; SANTAMARÍA, 2004</xref>). É importante dizer que a conscientização do capital humano utilizado para a formação de cooperativas de Trabalho Associado busca gerar um dinamismo positivo e duradouro no ambiente econômico-financeiro do setor.</p>
<p>Segundo Gómez (2013), a Indupalma planeja um programa denominado Educação para Todos, que apoia os processos de aprendizagem dos trabalhadores, de suas famílias e, em alguns casos, da comunidade na área de atividade empresarial; Isso não demonstra, necessariamente, a preocupação da Indupalma com a comunidade, mas sim uma medida de responsabilidade social pensada especificamente para seus colaboradores e familiares.</p>
<p> A relação de poder entre os atores envolvidos no cenário do dendê na Colômbia está resumida na Figura 6 e na Tabela 1.</p>
<p>
<fig id="gf5">
<label>#fig6pt.jpg</label>
<caption>
<title>
<xref ref-type="fig" rid="gf5">Figura 6</xref>
</title>
<p>Apeamento dos atores da cena da palmeira africana.</p>
</caption>
<alt-text>#fig6pt.jpg Figura 6</alt-text>
<graphic xlink:href="273674020006_gf6.png" position="anchor" orientation="portrait"/>
<attrib>Fonte: Elaboração própria.</attrib>
</fig>
</p>
<p>Tabela 1Mapeamento dos atores e seus poderes. –  Fonte: Elaboração própria.</p>
</sec>
<sec>
<title>DISCURSO DOS ATORES</title>
<p>Não há contexto temporal com diferentes falas e ações de atores relevantes, como o do Governo, onde o discurso não seja voltado para o fortalecimento dos movimentos sociais, nem para a definição da modernidade latino-americana a partir de si mesma, mas para um ideal de competitividade no mercado mundial. O Governo assume um papel activo no reforço das multinacionais, onde o protagonismo não é o nível de externalização das acções e a criação de um problema "empresarial" que assume os custos (oscilações de preços no mercado), os riscos para a sua saúde ( baixo acesso a medidas de protecção), ao ecossistema (pragas, escassez de água,  erosão, baixa produção para autoconsumo e dificuldade de acesso a alimentos) em detrimento de medidas de proteção de grupos sociais negligentes no processo de "desenvolvimento".</p>
<p>Em 2013, o comunicado de imprensa foi direcionado à criação de um teste de valor sobre a crise socioeconômica do país, publicando que o crescimento do setor agrícola foi liberado pelo conflito armado na Colômbia, informações baseadas em uma entrevista ou uma pontuação na economia. A imprensa utiliza um meio acadêmico para racionalizar o conflito por meio de quantificadores econômicos para: a) centralizar o foco na baixa produtividade - "Não há conflito armado, foi produzido em mais de 110.000 hectares adicionais, gerando 700.000 toneladas de alimentos por ano", especificando que a referida produção é para exportação e não para autoconsumo; b) reduzir a situação social de baixo acesso à educação no meio rural - "em áreas afetadas pela guerra, tendendo a menor frequência escolar, ou que afetarão o futuro capital humano desses municípios"; e c) atribuir ou deslocar da terra para o conflito armado - "O conflito faz com que muitos produtores façam menos investimentos em suas terras para evitar serem vítimas de grupos armados ilegais" (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref5">EL ESPECTADOR, 2013</xref>).</p>
<p>Esse fato é confirmado por <xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref15">Hortúa (2014),</xref> onde se confirma uma análise crítica do discurso de 192 notícias dos principais dias de circulação na Colômbia no período de 2002 a 2012, identificando uma preponderância de elementos econômicos e políticos nas representações de palmeira, enquanto as baixas frequências de palavras referentes a questões sociais e econômicas indicam a possibilidade de ocultação de conflitos em nenhum nível discursivo.</p>
<p>Outro ator social, a academia, também foca na produtividade e no desenvolvimento econômico, mas minimiza esse efeito quando usa assuntos com adjectivos ao meio ambiente, um exemplo é o artigo de Vásquez (2016) - Uma visão sustentável: o cultura da palma - , que pode ser assimilado com o conceito de sustentabilidade ambiental. Esta publicação apresenta um Plano Nacional de Desenvolvimento Integral da Agroindústria do Governo da Colômbia, como estratégia que garante a sustentabilidade econômica e social do Estado, propondo a expansão da economia produtiva; aumento das indústrias intermediárias para penetrar em produtos de maior valor agregado; acordos com multinacionais; população rural marginalizada tornando-se coproprietária da plantação em que irá trabalhar; campeões pobres e deslocados,</p>
<p>O discurso gira em torno do mercado e da competitividade, afirmando o aspecto social quando se refere ao cumprimento das obrigações com os empregadores ou que significaria o sacrifício do negócio devido ao gasto de 84% do pessoal da empresa que não paga mais do que o trabalho da empresa, levando a empresa a uma década perdida que impediria o desenvolvimento normal do negócio na delicada situação de ordem pública da região.  da difícil realidade social e da queda do lo preço internacional do petróleo (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref14">GOMÉZ, 2013).</xref>
</p>
<p>Na comunidade, o discurso social baseado na naturalização, ou seja, anula a percepção de dois eventos históricos e sociais, que teme com o propósito de preservar o tempo na ordem que se propõe como natural e, portanto, inquestionável. Os propósitos por trás da estratégia de naturalização são a passivação de pessoas e situações sociais; suas condições de vida são naturalizadas e são responsáveis por sua situação, ou que acaba justificando a intervenção de agentes externos (<xref ref-type="bibr" rid="redalyc_273674020005_ref15">HORTÚA, 2014</xref>).</p>
</sec>
<sec sec-type="conclusions">
<title>CONCLUSÕES</title>
<p>A partir da análise de dois discursos e interações entre os autores, para os quais foram levantados considerando os depoimentos de 14 fatores inter-relacionados de 1960 a 2016, foi possível concluir que o desenvolvimento da monocultura, no caso do estudo que ocorreu para atender aos interesses da competição de mercado, tem se justificado em um discurso de desenvolvimento social e redução da violência.</p>
<p>O Estado teve uma influência significativa durante a expansão do cultivo na Colômbia devido à criação de programas financeiros e parcerias que buscavam agregar pequenos produtores à atividade.</p>
<p>O governo e a Indupalma em todo o contexto investigado desenvolvam ações de forma verticalizada, ou seja, os agricultores familiares não participam do desenvolvimento do modelo de produção vigente. Por outro lado, são os mais afetados pela deterioração ambiental da monocultura, que reduz as oportunidades de trabalho rural no campo e pelo fato de que, muitas vezes, a única opção para os agricultores é serem submetidos a condições precárias e baixa remuneração.</p>
<p>Diante disso, percebe-se que os campeões estão oleando a situação como algo imutável, para que não se apresentem com resistência, fato que contribuiu para a manutenção e fortalecimento do poder exercido pela Indupalma.</p>
</sec>
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<bold>REFERÊNCIAS</bold>
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<collab>COLÔMBIA.</collab>
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<article-title>COLÔMBIA. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Relatório preliminar sobre a situação ambiental da cadeia oleaginosa (dendê) na Colômbia. 1998. Bogotá: Imprenta Nacional de Colombia, 1998, 112 págs.</article-title>
<source>COLÔMBIA. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Relatório preliminar sobre a situação ambiental da cadeia oleaginosa (dendê) na Colômbia. 1998. Bogotá: Imprenta Nacional de Colombia, 1998, 112 págs.</source>
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<source>DUQUE, A. L.; FERNÁNDEZ, V. B. Estimativa de conflitos de uso da terra devido à dinâmica do cultivo de palmeiras africanas usando sensoriamento remoto em Cesar, Colômbia. Dyna Medellín, v.81, n.186, p.65-72, 2014. Disponível em: https://revistas.unal.edu.co/index.php/dyna/article/view/38047/53874. Acesso em: out. 2018.</source>
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<source>O ESPECTADOR. As perspectivas no campo: o conflito desacelera a produção agrícola. Bogotá, 2013. Disponível em: http://www.elespectador.com/noticias/paz/el-conflicto-frena-produccion-agricola-articulo-446372. Acesso em: nov. 2018.</source>
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<article-title>FAJARDO, D. M. Estudo sobre as origens do conflito social armado, as razões de sua persistência e seus efeitos mais profundos na sociedade colombiana. Havana: Espaço Crítico, 2015.</article-title>
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<source>GÓMEZ, M. O. Caso de Sucesso da Indústria Agrícola La Palma INDUPALMA LTDA. 2013. 53 f. TCC (Bacharelado em Administração de Empresas) – Faculdade de Estudos Superiores em Administração (CESA), Bogotá, 2013. Disponível em: https://pdfs.semanticscholar.org/0811/b1458b8e3e1d3a0ff96a16031aa5d2c73857.pdf. Acesso em: nov. 2018.</source>
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<mixed-citation>POSADA, F. J. M. Compreensão de leitura, uma visão do estruturalismo e da sistémica. Revista Plumilla Educativa, Manizales, v. 12, n.2, p. 211-226, 2013. Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=4756797">https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=4756797</ext-link>. Acesso em: fev. 2019.</mixed-citation>
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<mixed-citation>VÁSQUEZ, S. Universidade dos Andes, Faculdade de Administração. Uma visão sustentável: palm cultivation. Bogotá, 19 de fevereiro de 2016. Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://agronegocios.uniandes.edu.co/2016/02/19/una-vision-sostenible-cultivo-de-palma">https://agronegocios.uniandes.edu.co/2016/02/19/una-vision-sostenible-cultivo-de-palma</ext-link>/. Acesso em: jan. 2019.</mixed-citation>
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