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<journal-title specific-use="original" xml:lang="pt">Mercator - Revista de Geografia da UFC</journal-title>
<abbrev-journal-title abbrev-type="publisher" xml:lang="pt">MERCATOR</abbrev-journal-title>
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<issn pub-type="epub">1984-2201</issn>
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<publisher-name>Universidade Federal do Ceará</publisher-name>
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<country>Brasil</country>
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<article-id pub-id-type="art-access-id" specific-use="redalyc">273674020010</article-id>
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<subject>Sin sección</subject>
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<article-title xml:lang="en">IDENTIFICAÇÃO DE CENTROS E SUBCENTROS DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE ATRAVÉS DO GOOGLE PLACES OF INTEREST</article-title>
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<surname>Dória Viana Cerqueira</surname>
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<surname>Magno Alves Diniz</surname>
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<season>Enero-Diciembre</season>
<year>2022</year>
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<volume>21</volume>
<issue>1</issue>
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<title>Abstract</title>
<p>Esta pesquisa oferece uma nova exploração da distribuição dos equipamentos urbanos na Região Metropolitana de Belo Horizonte, para identificar centralidades primárias e secundárias. As principais descobertas são baseadas em uma Densidade de Kernel, usando dados do Google Places of Interest. Centros metropolitanos primários e secundários são detectados nos maiores municípios da Região Metropolitana, bem como subcentros suburbanos menores em municípios periféricos. Além disso, a análise de cinco categorias de estabelecimentos ilustra diferentes centralidades, estruturas e desigualdades na distribuição dos diferentes tipos de atividades.</p>
</abstract>
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<title>Resumo</title>
<p>Esta pesquisa propõe uma nova exploração da distribuição de oportunidades urbanas na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), identificando centralidades urbanas primárias e secundárias. Os principais resultados baseiam-se em uma análise de densidade de Kernel a partir do uso do Google Places of Interest. Os resultados permitem identificar centralidades primárias e secundárias na RMBH, destacando o surgimento de centralidades em áreas periféricas que sofreram importante evolução nas últimas décadas. Dessa forma, a análise de cinco categorias de equipamentos ilustra as diferentes estruturas de centralidades e desigualdades na distribuição dos diferentes tipos de atividades.</p>
</trans-abstract>
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<title>Résumé</title>
<p>Cette recherche propõe uma nova exploração da distribuição dos recursos urbanos na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), com o identificador das centrais primárias e secundárias. Les principaux résultats sont basés sur une analyse de la densité de Kernel, à partir des données Google Places of Interest. Les résultats permettent d'identifier les centralités primaies et secondaires dans la RMBH et soulignent l'émergence de centralités secondaires dans des zones périphériques qui ont connues d'importantes évolutions ces dernières décennies. En outre, l'analyse de cinq catégories de ressources illustre différentes structures de centralités et des inégalités dans la répartition des différents types d'activités.</p>
</trans-abstract>
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<title>Keywords</title>
<kwd>Alastramento urbano</kwd>
<kwd>Pós-Subúrbio</kwd>
<kwd>Centralidades</kwd>
<kwd>Dados POI</kwd>
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<title>Palavras-chave</title>
<kwd>Espraiamento Urbano</kwd>
<kwd>Pós-Subúrbio</kwd>
<kwd>Centros</kwd>
<kwd>POI Dados</kwd>
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<title>Mots clés</title>
<kwd>Étalement Urbain</kwd>
<kwd>Pós-Subúrbio</kwd>
<kwd>Quadros</kwd>
<kwd>POI Dados</kwd>
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<sec>
<title>INTRODUÇÃO</title>
<p>Embora a pesquisa urbana há muito defenda uma forma urbana densa e monocêntrica, muito do que conta como urbanização hoje é uma questão de suburbanização generalizada. A literatura recente sobre o pós-subúrbio</p>
<p>(PHELPS; WU, 2011 ; PHELPS, 2018) enfatiza que, nas últimas décadas, a Era Periférico está muito presente como uma clássica subdivisão unifamiliar, dando origem a modelos mais complexos e funcionalmente diferenciados.</p>
<p>estruturas metropolitanas policêntricas, socioeconomicamente místicas e multifuncionais (KEIL, 2013). Áreas de baixa densidade ao redor do mundo experimentarão uma mudança do modelo suburbano tradicional, através do surgimento de policêntricos</p>
<p>e estruturas multifuncionais, novas tendências de mobilidade, aumento da autonomia e diversificação social. A pós-suburbanização inclui um processo de maturação do subúrbio clássico, dando lugar a um urbano mais complexo e fragmentado</p>
<p>Estruturas. Por isso, os pesquisadores atualmente defendem que a noção de áreas suburbana como meros appêndices dependentes dos centros das cidades deve ser descartada, uma vez que a era pós-suburbanização implica o surgimento de múltiplas centralidades</p>
<p>(KEIL, 2018).</p>
<p>Embora o desenvolvimento do pós-subúrbio tenha sido retratado principalmente no Norte Global, um corpo emergente de pesquisa também ilustrou o desenvolvimento de estruturas pós-suburbanas no Sul Global</p>
<p>(HEINRICHS et al., 2011; LUKAS; LÓPEZ-MORALES, 2018). As metrópoles dos países em desenvolvimento imitaram alguns desses processos amplos, tomando emprestado de suas contrapartes do Norte Global o modelo autocêntrico e a ênfase</p>
<p>sobre privacidade e exclusividade, sob a forma de enclaves verticais, fechados e megaprojetos que combinam complexos residenciais com shopping centers.</p>
<p>Utilizando a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) - Brasil como caso de estudo, objetivamos avaliar as centralidades existentes, delineando a identificação dos subcentros suburbanos. Belo Horizonte é</p>
<p>destacando-se como uma típica metrópole brasileira, apresentando uma estrutura sócio-ocupacional condizente com o conjunto do sistema metropolitano nacional (ANDRADE; MENDONÇA; DINIZ, 2015). Processos de espelhamento em curso no mercado nacional</p>
<p>Estudos recentes têm ilustrado algumas das principais transformações em curso nas áreas periféricas da Região Metropolitana de Belo Horizonte, delineando o processo simultâneo de consolidação da tradição de baixa renda</p>
<p>setores, ao lado da suburbanização das classes altas. A expansão do mercado imobiliário formal para áreas de baixa densidade produziu novas estruturas suburbanas diversificadas, marcadas pela multiplicação de condomínios fechados</p>
<p>e a expansão de estabelecimentos comerciais e de lazer. Sensível às diversas implicações desse rearranjo espacial, o último Plano Diretor Metropolitano (PDDI), publicado em 2011, destaca o desenvolvimento de novas centralidades</p>
<p>Dentro dessa periferia sempre diversa, onde os subcentros em ascensão podem desempenhar um papel potencialmente fundamental contrabalançando a estrutura metropolitana altamente monocêntrica.</p>
</sec>
<sec>
<title>ESPALHAMENTO URBANO E ESTRUTURAS POLICÊNTRICAS</title>
<p>Embora</p>
<p>Embora não haja uma definição amplamente aceita do conceito amplamente discutido de centralidade urbana (PEREIRA et al., 2014), é comumente aceito que a centralidade urbana é a característica de um lugar</p>
<p>sendo central para sua periferia. As características definidoras das centralidades urbanas estão geralmente associadas ao simbolismo, à acessibilidade e à concentração de atividades. Também pode ser sinônimo de atratividade e</p>
<p>fazer parte de um processo urbano espaço-funcional contínuo (MIRANDA; SILVA; DA COSTA, 2020).</p>
<p>Nas últimas duas décadas, a suburbanização, como sabemos, deu lugar a complexas estruturas metropolitanas mistas, que variam em escala, função e composição socioeconômica, contrapondo as bem estabelecidas</p>
<p>ideia da tradicional centralidade urbana única. Mais recentemente, uma crescente avenida de pesquisa tem argumentado que estamos entrando em uma era "pós-suburbana" (KEIL; JOVEM 2011; PHELPS; WU, 2011), caracterizado pela</p>
<p>processos de densificação, complexificação e diversificação do modelo suburbano que dominou ao longo da segunda metade do século 20. Um aspecto particular do pós-subúrbio é que ele contrapõe a noção de</p>
<p>As periferias urbanas como meros apêndices do centro da cidade, à medida que a suburbanização passa a tomar forma por meio de múltiplas centralizações e descentralizações. Keil (2018) argumenta que grande parte do desenvolvimento periférico contemporâneo não pode</p>
<p>mais tempo estar diretamente associado ao centro como elemento principal, mas deve ser entendido como uma dinâmica própria. Embora a densidade (ou a falta dela) tenha sido tradicionalmente apontada como um critério importante para identificar o subúrbio</p>
<p>áreas, na era pós-suburbana tornou-se um indicador insuficiente para definir a periferia urbana, pois, segundo Lefebvre, a periferia em explosão torna-se geradora de múltiplas centralidades (LEFEBVRE, 1970).</p>
<p>A policentricidade manufaturada tem sido promovida como estratégia de planejamento para contrabalançar a dependência do centro, espalhando-se das cidades-satélites de Paris (BERROIR et al., 2004) para os subúrbios</p>
<p>do Rio de Janeiro (HERZOG, 2015). Os subcentros suburbanos em ascensão são delineados como estruturas potencialmente autônomas que poderiam reduzir a dependência do núcleo da cidade, desenvolvendo um complexo sistema de padrões de viagem que</p>
<p>são locais e metropolitanos (BONNIN-OLIVEIRA 2012). Nos países recém-suburbanizados, o desenvolvimento suburbano toma a forma de constelações heterogêneas de urbanização, que contrapõem o monocêntrico tradicional</p>
<p>estrutura, particularmente nos países da América Latina. Nas últimas duas décadas, houve mudanças na expansão urbana e nas tendências de uso da terra, com a chegada de populações de classe alta nos subúrbios e a expansão do</p>
<p>mercado imobiliário. Assim, em um contexto pós-suburbano, novos empreendimentos residenciais de alta renda coexistem com as periferias tradicionalmente desfavorecidas, criando um verdadeiro mosaico de estruturas socioespaciais diversas. Infra-estruturas</p>
<p>que incluem apartamentos altos, casas unifamiliares, condomínios fechados e assentamentos ilegais são agora parte do tecido suburbano emergente no Sul Global, criando uma paisagem que combina elementos do globalizado</p>
<p>o capitalismo, como aeroportos e centros comerciais, e as formas informais de produção (RUFINO, 2016; FEBRES, 2019 ; PEREZ; PALMA, 2021).</p>
</sec>
<sec>
<title>A IDENTIFICAÇÃO DE CENTROS E SUBCENTROS EM CIDADES BRASILEIRAS</title>
<p>Neste artigo, optamos por aderir ao primeiro conjunto de estudos, trabalhando principalmente con uma medida de centralidade de densidade. Na seção seguinte, utilizamos a Região Metropolitana de Belo Horizonte (Brasil) como estudo de caso, com foco na identificação de centralidades primárias e suburbanas.</p>
<p>No contexto brasileiro, embora o padrão urbano monocêntrico ainda seja amplamente dominante, o surgimento de novas estruturas suburbanas nas últimas duas décadas implicou o surgimento de periféricos locais</p>
<p>subcentros. A difusão de megaprojetos satélites suburbanos, como o Alphaville, em São Paulo, e a Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, tem rendido a implantação de complexos comerciais e de lazer que mimetizam</p>
<p>o conhecido modelo de cidades de borda (HERZOG, 2015). Enquanto vários estudos descreveram qualitativamente o surgimento de estruturas policêntricas nas cidades brasileiras (PESCATORI, 2017), poucas investigações visaram quantitativamente</p>
<p>identificando centralidades urbanas e, mais particularmente, subcentros secundários nas cidades brasileiras.</p>
<p>Estudos recentes têm identificado centralidades urbanas nas cidades brasileiras por meio de estimativas de densidade para medir o nível de concentração dos equipamentos sobre o espaço urbano. Souza e Maraschin (2021)</p>
<p>avaliaram as centralidades do varejo em Porto Alegre combinando a Estimativa de Densidade de Kernel e aspectos de acessibilidade, como rede de ruas. Da mesma forma, Nadalin e colaboradores (2018) utilizaram a Estimativa de Densidade de Kernel para comparar a evolução</p>
<p>da distribuição espacial da população e das centralidades do emprego nas doze regiões metropolitanas brasileiras, demonstrando o surgimento de centralidades secundárias fora dos tradicionais Distritos Empresariais Centrais (CDB). Em um similar</p>
<p>(2014) propõem um índice para quantificar centralidades urbanas combinando Estimativa de Densidade de Kernel com Clusters Locais de Moran, que permite a identificação de hotspots de concentração de emprego</p>
<p>e a criação de um índice de centralidade urbana.</p>
<p>Além da medida da concentração de instalações, alguns conjuntos de estudos utilizaram a mobilidade espacial como critério para avaliar as centralidades urbanas no Brasil, uma vez que padrões individuais de deslocamento poderiam ajudar a identificar</p>
<p>áreas de interesse. (2020) combinaram dados de pesquisas de viagens domiciliares e da distribuição espacial de oportunidades de trabalho para estimar a atratividade territorial em Belo Horizonte. Os resultados sugerem um forte e</p>
<p>padrão espacial bem definido na CDB do município. Da mesma forma, Mello (2019) utilizou dados da pesquisa de viagens domiciliares do Rio de Janeiro para avaliar a policentralidade da metrópole.</p>
<p>Neste artigo, optamos por integrar o primeiro conjunto de estudos, trabalhando principalmente com uma medida de centralidade de densidade. Na seção seguinte, utilizamos a Região Metropolitana de Belo Horizonte (Brasil) como um</p>
<p>caso de estudo, com foco na identificação de centralidades primárias e suburbanas.</p>
</sec>
<sec>
<title>A REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE E SUAS RECENTES TRANSFORMAÇÕES</title>
<p>No Brasil, a heterogenização do espaço metropolitano tem produzido fragmentos urbanos disjuntos, pois o processo de implosão/explosão espelha as desigualdades socioespaciais que conformam o urbano contemporâneo</p>
<p>mercados de terras (HERZOG, 2015; ALMEIDA et al., 2017). Estudiosos argumentam que, nas últimas duas décadas, o modelo binário centro-periferia que marcou a urbanização no Brasil deu lugar a estruturas complexas com o aumento da</p>
<p>dispersão de atividades e surgimento de subcentros secundários em áreas periféricas (LIMONAD; COSTA, 2015).</p>
<p>Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, destaca-se como uma típica metrópole brasileira, apresentando uma estrutura sócio-ocupacional condizente com o sistema metropolitano nacional como um todo</p>
<p>(ANDRADE; MENDONÇA; DINIZ, 2015). Como a maioria das metrópoles brasileiras, a RMBH tem se caracterizado por um rápido e descontrolado processo de expansão urbana que resultou em gritantes desigualdades socioespaciais. Belo Horizonte</p>
<p>O crescimento urbano seguiu um padrão monocêntrico, com intensa concentração de serviços e equipamentos na área central. Por outro lado, as áreas periféricas têm sido caracterizadas pela falta de infraestrutura urbana e local</p>
<p>comodidades, como lojas e unidades de saúde. Nas últimas duas décadas, as áreas suburbanas, tradicionalmente retratadas como locus da irregularidade urbana, têm experimentado um crescente processo de diversificação, cedendo espaço</p>
<p>a padrões variados de uso da terra, mistura social e atividades econômicas complexas. Com um processo simultâneo de consolidação dos setores tradicionais de baixa renda, ao lado da suburbanização das classes altas, a expansão</p>
<p>do mercado imobiliário formal em direção a áreas de baixa densidade produziu novas estruturas suburbanas diversificadas, como condomínios fechados recém-desenvolvidos, instalações comerciais e de lazer. Assim, investigações anteriores</p>
<p>argumentou que a sobreposição do processo suburbano na RMBH contribui para uma reconfiguração gradual do padrão tradicional centro-periferia e para o surgimento de novos subcentros suburbanos que competem com o histórico</p>
<p>dominância do núcleo metropolitano (COSTA ; MENDONÇA, 2015; ALMEIDA et al., 2015).</p>
<p>Investigações anteriores demonstraram que municípios localizados na periferia sul da RMBH, como Nova Lima e Brumadinho, passaram por uma série de transformações socioespaciais</p>
<p>nas últimas duas décadas com o desenvolvimento de condomínios fechados e a consequente chegada de moradores de alta renda ( MENDONÇA et al., 2019). A multiplicação de novos empreendimentos residenciais tem contribuído para a</p>
<p>implantação gradual de equipamentos cotidianos, como varejo, lazer e serviços de saúde. Mais recentemente, alguns condomínios fechados incluíram instalações não residenciais em seu plano diretor, contribuindo para o aumento, mas fragmentado</p>
<p>acesso a serviços locais.</p>
<p>Likewise, over the past two decades, the northern suburban areas of the MRBH have received a series of investments in infrastructure by the government, which has contributed to significant changes in</p>
<p>uso do solo nos bairros circunvizinhos. A implantação da Cidade Administrativa, do Aeroporto Internacional, da Linha Verde1 , associada a uma série de investimentos privados (especialmente no varejo,</p>
<p>bem como as atividades industriais relacionadas ao projeto aeroportuário-indústria) alteraram consideravelmente a dinâmica local. Em um curto período, os referidos investimentos têm alimentado o mercado imobiliário local, atraindo uma série</p>
<p>de projetos de empreendimentos de alta renda e aumento considerável do valor da terra em bairros tradicionalmente marcados por assentamentos de baixa renda. Simultaneamente, as áreas periféricas norte e leste da RMBH também têm</p>
<p>experimentou um aumento na implantação de programas de habitação de interesse social e condomínios verticais (CAMPOS; DE MENDONÇA, 2013).</p>
<p>Para dar suporte à infinidade de processos que ocorrem nas periferias urbanas, o desenvolvimento e a consolidação das centralidades suburbanas foi uma das principais diretrizes de planejamento das mais recentes cidades de Belo Horizonte.</p>
<p>Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado (PDDI), publicado em 2011. O Plano Metropolitano visava promover uma descentralização seletiva das atividades e serviços urbanos, de modo a contrapor o padrão monocêntrico e fragmentado</p>
<p>que dominou o desenvolvimento urbano de Belo Horizonte. As diretrizes de planejamento propostas sugerem a criação de um tecido metropolitano mais compacto e coeso, por meio do desenvolvimento de áreas de maior densidade e maior</p>
<p>acessibilidade às amenidades urbanas (TONNUCI et al, 2019). Assim, parece capital identificar e compreender a estrutura dos centros primários e subcentros suburbanos na RMBH.</p>
</sec>
<sec>
<title>A COLETA DE DADOS POI</title>
<p>
<fig id="gf1">
<label>#fig1pt.jpg</label>
<caption>
<title>Figura 1- Comparação entre as bases de dados RAIS (2017) e Google POI (2020)</title>
</caption>
<alt-text>#fig1pt.jpg Figura 1- Comparação entre as bases de dados RAIS (2017) e Google POI (2020)</alt-text>
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</fig>
</p>
<p>Assim, investigamos o surgimento de subcentros suburbanos na RMBH a partir de dois dados de POI (ponto de interesse) do Google, que fornece a localização georreferenciada de diversos tipos de serviços e equipamentos como padarias, supermercados, postos de saúde, etc. Com o rápido desenvolvimento de informações baseadas na Web e das ferramentas para sua coleta, grandes quantidades de dados geográficos estão se tornando prontamente disponíveis.</p>
<p>Obtemos aproximadamente 30.000 serviços e atividades em RMBH, com atributos que incluem nomes de POI, tipo, coordenadas, retificação, horário de funcionamento, CEP e descrição. A coleta de dados foi realizada entre outubro e dezembro de 2020. Embora os dados POI do Google não possam ser considerados como uma base de código aberto, uma quantidade significativa de informações pode ser extraída usando o teste limitado do Google Cloud Platform, que permite que seus serviços sejam usados por meio de um número limitado de créditos gratuitos.</p>
<p>No entanto, os dados POI do Google e sua coleta apresentam algumas limitações notáveis. Primeiro, o Google estabelece um limite de 60 resultados por consulta, o que dificulta o processo de coleta de dados e pode resultar em perda de precisão quanto ao número de POIs detectados. As limitações dos resultados da consulta também levam a uma perda de automação no processo de coleta de dados.</p>
<p>Em comparação com a base de dados RAIS, uma das desvantagens mais marcantes do POI do Google é que todas entidades geralmente são consideradas igualmente, enquanto a primeira leva em consideração o tamanho e o peso de cada serviço por meio de informações como número de funcionários, número de alunos e pacientes (para instalações educacionais e de saúde) e o volume de vendas. Assim, investigações que utilizam a base de dados da RAIS podem atribuir maior peso a instalações maiores, como escolas e hospitais. No entanto, argumentamos que os dados do POI ainda podem oferecer informações valiosas sobre a distribuição espacial dos serviços ao medir as centralidades urbanas.</p>
<p>A estimativa das centralidades urbanas requer uma cartografia detalhada e precisa dos serviços e equipamentos urbanos. A disponibilidade desses dados varia enormemente de país para país. Alguns países</p>
<p>como a França, por exemplo, fornecem bases de dados georreferenciadas altamente atualizadas que levantam todas as instalações existentes em um determinado território. No Brasil, os dados oficiais da RAIS fornecidos pelo Ministério da Economia são os mais frequentes</p>
<p>utilizou banco de dados para mapeamento da localização dos serviços e do mercado formal de trabalho (PEREIRA et al., 2020; PINTO, 2020). Apesar de fornecer dados desagregados por setores econômicos e tipos de ocupação, a base de dados da RAIS é exclusivamente</p>
<p>disponíveis no nível municipal, deixando de divulgar prontamente as informações em unidades espaciais mais refinadas (NADALIN; FURTADO; RABETTI, 2018). Além disso, como a base de dados da RAIS é um registro administrativo alimentado pelos empregadores, ela sofre</p>
<p>de subnotificação e cobertura geograficamente desigual, pois negócios localizados em áreas periféricas tendem a estar sub-representados (Figura 1).</p>
<p>Thus, we investigate the upsurge of suburban subcenters in the MRBH using Google’s POI (point of interest) data, which provides the georeferenced location of different types of services and facilities</p>
<p>such as bakeries, supermarkets, health facilities etc. With the rapid development of web-based information and the tools for its collection, large amounts of geographic data are becoming promptly available.</p>
<p>POI data are described as “point data on real geographical entities, with spatial and attribute information, high levels of precision, frequent updates, and large data volumes” (DENG et al.,</p>
<p>2019, p.2). In recent years, such information has been vastly used in urban research to analyze the distribution of services and facilities, functional areas and urban centralities, as well as identifying spatiotemporal changes</p>
<p>(LIN et al., 2018; WANG et al., 2018).</p>
<p>We obtained approximately 30.000 services and activities in the MRBH, with attributes that include POI´s name, type, coordinates, address, opening hours, postal code and description. The collection</p>
<p>dos dados foi realizada entre outubro e dezembro de 2020. Embora os dados de POI do Google não possam ser considerados como uma base de código aberto, uma quantidade significativa de informações pode ser extraída usando o Google Cloud Platform</p>
<p>teste limitado, que permite que seus serviços sejam usados através de um número limitado de créditos gratuitos.</p>
<p>No entanto, os dados de POI do Google e sua coleta apresentam algumas limitações notáveis. Primeiro, o Google estabelece um limite de 60 resultados por consulta, o que complexifica o processo de coleta de dados e</p>
<p>pode resultar em uma perda de precisão em relação ao número de POIs detectados. As limitações dos resultados da consulta também levam a uma perda de automatização no processo de coleta de dados.</p>
<p>Em comparação com o banco de dados RAIS, uma das desvantagens mais notáveis do POI do Google é que todas as entidades são geralmente consideradas igualmente, enquanto o primeiro leva em conta o tamanho e o peso</p>
<p>de cada serviço por meio de informações como o número de funcionários, o número de alunos e pacientes (para estabelecimentos de ensino e saúde) e o volume de vendas. Assim, investigações utilizando a base de dados RAIS podem atribuir</p>
<p>maior peso para instalações maiores, como escolas e hospitais. No entanto, argumentamos que os dados de POI ainda podem oferecer informações valiosas sobre a distribuição espacial dos serviços ao medir as centralidades urbanas.</p>
<p>Embora o Google organize os dados de POI em 95 categorias com base em seus serviços comerciais, reclassificou os POIs em 35 categorias secundárias e 5 categorias primárias. O processo de reclassificação resultante</p>
<p>está representada na Tabela 1.</p>
</sec>
<sec>
<title>A IDENTIFICAÇÃO DE CENTROS E SUBCENTROS URBANOS</title>
<p>Embora vários métodos analíticos diferentes possam ser usados para identificar centralidades urbanas, o método mais tradicional baseia-se na medição da densidade de atividades comerciais e serviços. Assim</p>
<p>propomos uma abordagem em duas etapas para a identificação de centros e subcentros urbanos na RMBH que envolve: 1- a estimativa da densidade de distribuição espacial; 2- a construção de uma árvore de contorno. Este método foi aplicado</p>
<p>em estudos recentes para identificar centralidades urbanas em diferentes cidades (DENG et al., 2019; TER; CANÇÃO, 2020).</p>
</sec>
<sec>
<title>CALCULACIÓN DE DENSIDADE DE DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL - ESTIMATIVA DE DENSIDADE DE KERNEL</title>
<p>Primeiro, usamos um método de Estimativa de Densidade de Kernel (KDE) para estimar os centros e subcentros urbanos na RMBH. O KDE é um método probabilístico não paramétrico que realiza uma contagem de todos os pontos dentro</p>
<p>uma região de influência e considera seu impacto de decadência, ponderando-os pela distância até o local de interesse. Este método permite a transformação de um gráfico de dispersão simples em uma saída de superfície de densidade lisa e</p>
<p>tem sido amplamente utilizado em análise espacial para detectar a densidade de áreas de varejo e serviços, hotspots de instalações e centralidades urbanas (YANG et al., 2019). Um mapa de densidade de POI foi gerado a partir dos dados do KDE e POI usando</p>
<p>A função do kernel com um valor de largura de banda de 750 metros. Neste estudo, testamos diferentes raios de busca que variam de 500 a 1.500 metros, para avaliar precisamente os centros urbanos na área de estudo. Descobrimos que</p>
<p>a definição do raio de busca para 500 metros ou menos gerou muitas pequenas áreas de agregação de POI que não puderam ser identificadas como centros urbanos. Por outro lado, quando a largura de banda foi definida para raios maiores, ela ofuscou a menor</p>
<p>Subcentros Suburbanos.</p>
</sec>
<sec sec-type="discussion">
<title>GERANDO UMA ÁRVORE DE CONTORNO - ESBOÇO E ESTRUTURA DA DENSIDADE DE DISTRIBUIÇÃO DE POI</title>
<p>
<fig id="gf3">
<label>#fig2en.jpg</label>
<caption>
<title>
<xref ref-type="fig" rid="gf3">Figura 2</xref>- Simplificação da árvore de contorno.</title>
</caption>
<alt-text>#fig2en.jpg Figura 2- Simplificação da árvore de contorno.</alt-text>
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<attrib>Figura 2- Simplificação da árvore de contorno. Fonte: adaptado de Han e Song (2020)</attrib>
</fig>
</p>
<p>Neste estudo, os níveis de contorno foram determinados por um método de classificação de Jenks que permitiu criar níveis de árvore de contorno para cada tipo de instalação. O método de Jenks é um método de classificação de dados de quebras naturais, que usa um algoritmo iterativo que reduz a variância dentro dos grupos e maximiza a variância entre os diferentes grupos. A maior árvore de contorno simplificada tinha quatro níveis e cobria a região central de Belo Horizonte. Os demais subresidentes são apresentados na mídia em dois níveis e estão localizados nos municípios periféricos da RMBH</p>
<p>Em segundo lugar, uma árvore de contorno foi gerada a partir do mapa de densidade do POI. A construção da árvore de contorno consiste em dois processos principais: as curvas de nível vetoriais são geradas, simbolizando a distribuição espacial</p>
<p>de densidade de POI e identificação da relação topológica entre árvores de contorno adjacentes (HAN; CANÇÃO, 2020). No âmbito da distribuição espacial das funções urbanas, uma única estrutura concêntrica é a mais essencial</p>
<p>unidade constituinte e pode ser caracterizada por um valor máximo local e um grupo de linhas de contorno fechadas que o contenham. Depois de converter uma única estrutura concêntrica em uma árvore de contorno aninhada, a região contida em cada contorno</p>
<p>árvore representa uma área relativamente concentrada de distribuição de POI. No entanto, pode haver uma estrutura policêntrica na distribuição de várias indústrias, manifestada como uma estrutura concêntrica composta formada pelo aninhamento múltiplo</p>
<p>contornos fechados concêntricos únicos uma ou várias vezes. Por exemplo, na Figura 2, a curva de nível inicial é composta por 17 curvas de nível de a a l (Figura 5a), com dois nós radiculares (b e g) e uma função de composição</p>
<p>centro (a), como mostra a Figura 5b. Na árvore de contorno simplificada, cinco curvas de nível são utilizadas para representar os centros e subcentros (Figura 5c e 5d).</p>
</sec>
<sec sec-type="results">
<title>RESULTADOS</title>
<sec sec-type="results">
<title>CENTRALIDADES NA RMBH</title>
<p>
<xref ref-type="fig" rid="gf4">3</xref> representa os centros e subcentros urbanos identificados na região metropolitana de Belo Horizonte. A progressão de cores de vermelho para azul representa a variação nos níveis de densidade de POI. Os resultados mostram que o principal centro de Belo Horizonte é uma área de compostagem com alta densidade de POI, composto em Belo Horizonte e as sedes dos municípios de Contagem e Betim. O município de Belo Horizonte detecta um grande centro e três subcentros. O maior centro metropolitano está localizado na região central de Belo Horizonte e tem uma densidade significativamente maior de POIs. Os subcentros Barreiro e Venda Nova, respectivamente nas regiões norte e sudoeste do município de Belo Horizonte, estão localizados em áreas periféricas do baixo país. O terceiro subcentro identificado está localizado na área de Buritis/Belvedere.</p>
<p>
<fig id="gf4">
<label>#fig3en.jpg</label>
<caption>
<title>Figura 3 – Centros e subcentros da Região Metropolitana de Belo Horizonte em 2020</title>
</caption>
<alt-text>#fig3en.jpg Figura 3 – Centros e subcentros da Região Metropolitana de Belo Horizonte em 2020</alt-text>
<graphic xlink:href="273674020010_gf4.png" position="anchor" orientation="portrait"/>
</fig>
</p>
<p>Da mesma forma, as áreas centrais dos municípios de Contagãm e Betim apresentam alta concentração de POI e aparecem como os maiores centros da região metropolitana, alegando o principal centro de Belo Horizonte. Os municípios citados fazem parte do cinturão industrial, que contribuiu para o desenvolvimento da Região Metropolitana no segundo objetivo do século 21. Assim, a dominação monocêntrica da área central de Belo Horizonte é contraposta por duas centralidades periféricas que tomam conta da zona oeste da metrópole.</p>
<p>Além disso, detectamos uma série de subcentros localizados nos municípios periféricos que integram a RMBH. Estes são principalmente centros históricos e suburbanos menores que incorporam apenas um sub-nível de mapa de contorno. Os centros localizados em Nova Lima, Ribeirão das Neves, Lagoa Santa e Pedro Leopoldo apresentam maior densidade de POI em comparação com outros centros suburbanos e incorporam dois níveis de sub-arvore. Os centros identificados são, no entanto, muito distintos. Nova Lima e Lagoa Santa, localizadas, respectivamente, nas zonas sul e norte da metrópole, caracterizam-se pelo número de moradores de alta renda em condomínios que remontam às últimas décadas. Ribeirão das Neves é uma centralidade consolidada de baixa renda que atende a uma população de mais de 340 mil habitantes.</p>
<p>O mapa de contorno também descreve subcentros suburbanos menores na RMBH. É o caso da região do Jardim Canadá, bairro popular localizado no município de Nova Lima. Essa área de baixa renda, que circunda várias residências de alto padrão, experimentou um rápido desenvolvimento na última década, com a implantação de serviços variados destinados principalmente aos moradores dos condomínios datados em expansão (<xref ref-type="fig" rid="gf7">Figura 4</xref>). Embora as referidas alterações sejam ainda embrionárias, estes resultados sugerem que os dados de POI permitem a deteção de transformações urbanas muito recentes que não seriam necessariamente detetáveis através de conjuntos de dados tradicionais.</p>
<p>
<fig id="gf7">
<label>#fig4en.jpg</label>
<caption>
<title>Figura 4- Complexo comercial no Jardim Canadá (esquerda) e na Lagoa Santa (direita).</title>
</caption>
<alt-text>#fig4en.jpg Figura 4- Complexo comercial no Jardim Canadá (esquerda) e na Lagoa Santa (direita).</alt-text>
<graphic xlink:href="273674020010_gf5.png" position="anchor" orientation="portrait"/>
<attrib>Fonte: Tirada pelos Autores (2021) Veja Mais</attrib>
</fig>
</p>
<p>Também analisamos a distribuição dos serviços localizados em centros e subcentros com nível de contorno 3 e acima, que correspondem a mais da metade dos serviços disponíveis na RMBH. A área central de Belo Horizonte concentra mais de 60% dos POIs localizados nas principais centralidades identificadas na RMBH, mostrando que o padrão urbano monocêntrico predomina na distribuição espacial dos equipamentos. Por outro lado, centralidades periféricas mais densas, como os subcentros identificados em Contagem, Betim, bem como os bairros do Barreiro e Venda Nova, concentram mais de 25% dos equipamentos existentes na RMBH. Por outro lado, os resultados sugerem que a composição das unidades tende a ser semelhante à maioria das centralidades identificadas, sem centros e subcentros claramente especializados. São compostos por uma alta proporção de retalho e serviços,</p>
<p>)</p>
<p>
<fig id="gf11">
<label>#tab2en.jpg</label>
<caption>
<title>Tabela 2 - Quocientes locacionais.</title>
</caption>
<alt-text>#tab2en.jpg Tabela 2 - Quocientes locacionais.</alt-text>
<graphic xlink:href="273674020010_gf9.png" position="anchor" orientation="portrait"/>
<attrib>Tabela 2 - Localização Quocientes.</attrib>
</fig>
</p>
<p>Seguindo essa análise, na seção seguinte propomos analisar a estrutura das centralidades por tipo de serviços na RMBH, uma vez que diferentes tipos de equipamentos podem seguir lógicas de distribuição divers no território metropolitano.</p>
</sec>
</sec>
<sec sec-type="discussion">
<title>CENTRALIDADES POR TIPO EM MRBH</title>
<p>A categorização dos dados do POI por tipo é utilizada para identificar centralidades funcionais na RMBH. A distribuição de equipamentos em uma cidade segue diferentes padrões com base no tipo de atividade e é determinada por uma pluralidade de atores urbanos, privados e públicos. Certas categorias de instalações seguem padrões de aglomeração, enquanto outras são amplamente distribuídas no território. Essas áreas variadas podem levar a desigualdades significativas na acessibilidade dos equipamentos urbanos, particularmente nas áreas suburbanas. As estratégias utilizadas utilizadas para acessar um serviço local, como uma padaria ou um correio, não são as mesmas para acessar uma instalação de grande escala, como um hospital. Assim, defende-se a identificação de centros e subcentros usando as cinco categorias principais propostas na seção três.</p>
<p>Os resultados sugerem que diversos centros e subcentros de comércio/varejo são encontrados na RMBH (<xref ref-type="fig" rid="gf8">Figura 5</xref>). A área central de Belo Horizonte incorpora uma grande área de contorno de quatro e cinco níveis de densidade de POI. Além disso, uma série de centros menores são encontrados em Belo Horizonte, nos bairros do Barreiro, Venda, Belvedere e Vila da Serra. Os resultados também demonstram que a distribuição das instalações de serviços segue os mesmos padrões de varejo e lojas, criando áreas de centralidade semelhantes.</p>
<p>
<fig id="gf8">
<label>#fig5en.jpg</label>
<caption>
<title>
<xref ref-type="fig" rid="gf8">Figura 5</xref>- Varejista e de centros e subcentros de serviços na Região Metropolitana de Belo Horizonte em 2020</title>
</caption>
<alt-text>#fig5en.jpg Figura 5- Varejista e de centros e subcentros de serviços na Região Metropolitana de Belo Horizonte em 2020</alt-text>
<graphic xlink:href="273674020010_gf6.png" position="anchor" orientation="portrait"/>
</fig>
</p>
<p>A distribuição dos estabelecimentos de saúde está associada a uma estrutura de distribuição diferente da maioria das categorias de equipamentos (<xref ref-type="fig" rid="gf9">Figura 6</xref>). Os resultados mostram que as estruturas de saúde permanecem amplamente concentradas em Belo Horizonte e Contagem e que as centrais metropolitanas mais baixas estão identificadas em Betim e nos bairros de Venda Nova e Barreiro. A influência de Belo Horizonte é espalhada pelo bairro Vila da Serra, em Nova Lima. Além disso, pequenos subcentros foram encontrados nas áreas centrais da maioria dos municípios periféricos, mas estes incluem apenas um nível de contorno subárduo. É importante notar que a área de influência de cada centro é mais limitada do que aquela que diz respeitar os equipamentos de saúde das demais categorias de serviços analisadas, ou que indica uma dependência do núcleo urbano.</p>
<p>
<fig id="gf9">
<label>#fig6pt.jpg</label>
<caption>
<title>Figura 6- Centros e subcentros de saúde, lazer e educação na Região Metropolitana de Belo Horizonte em 2020</title>
</caption>
<alt-text>#fig6pt.jpg Figura 6- Centros e subcentros de saúde, lazer e educação na Região Metropolitana de Belo Horizonte em 2020</alt-text>
<graphic xlink:href="273674020010_gf7.png" position="anchor" orientation="portrait"/>
</fig>
</p>
<p>
<xref ref-type="fig" rid="gf9">6</xref> também ilustra que as centralidades do parque estão concentradas principalmente na área central de Belo Horizonte e suas áreas periféricas. O segundo maior centro incluiu bairros de alto padrão que se desenvolveram extensivamente nas últimas duas décadas, como a área do Buritis/Belvedere, em Belo Horizonte, e os bairros da Vila da Serra e Vale do Sereno, em Nova Lima. É importante notar que subcentros menores foram encontrados em Nova Lima e Brumadinho, circundando baías datadas, como Alphaville e Morro do Chapéu e Casa Branca. Na última década, essas áreas foram equipadas com clubes de lazer e instalações esportivas, voltadas principalmente para moradores de alta renda de condomínios antigos. Por fim, o modelo demonstra que uma série de centros e subcentros de equipamentos educacionais são encontrados na RMBH. Um grande centro principal está localizado no centro de Belo Horizonte, cercado por uma série de centros menores com altos níveis de densidade de POI. Além disso, a maioria dos subcentros suburbanos exibe três níveis de contorno, contrastando com as outras categorias de equipamentos.</p>
</sec>
<sec sec-type="conclusions">
<title>CONCLUSÃO</title>
<p>Este</p>
<p>Este</p>
<p>As conclusões deste estudo são dignas de nota para os formuladores de políticas, enquanto a estrutura monocêntrica que molda o desenvolvimento urbano de muitas cidades latino-americanas apresenta grandes desigualdades no acesso às instalações cotidianas. A discussão também lança luz sobre o desejo de investigar toda a gama de transformações que ocorrem em áreas suburbanas nas últimas duas décadas e de ampliar a agenda de pesquisa sobre a emergência de estruturas pós-suburbanas no Sul Global. Diante de dois resultados aqui encontrados, destaca-se que a crescente diversificação das estruturas suburbanas no Sul Global precisa ser levada em consideração no planejamento, formulação de políticas e pesquisas futuras.</p>
<p>Este artigo traz uma contribuição original para o estudo dos processos suburbanos em curso no Sul Global. Usando a Região Metropolitana de Belo Horizonte (Brasil) como exemplo, este artigo apresenta</p>
<p>uma exploração inédita da distribuição dos equipamentos urbanos na Região Metropolitana de Belo Horizonte, com a identificação de centros e subcentros urbanos. Os achados demonstram que, embora o padrão monocêntrico</p>
<p>ainda domina a distribuição espacial dos estabelecimentos na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a identificação de centralidades secundárias sugere que ela pode estar dando lugar a metrópoles mais complexas e heterogêneas</p>
<p>estruturas (LIMONAD; COSTA, 2015). A distribuição espacial dos recursos auxilia na identificação de centralidades periféricas, particularmente no eixo noroeste-sudoeste da metrópole, nos municípios de Contagem e Betim.</p>
<p>Além disso, concentrações menores de POIs também são identificadas em Nova Lima, Brumadinho e Lagoa Santa. Embora uma investigação temporal seja obrigatória para avaliar o surgimento e a consolidação de centros secundários no</p>
<p>MRBH, a análise do POI infere a existência de subcentros suburbanos, ecoando investigações anteriores (TONUCCI FILHO; MEDEIROS DE FREITAS, 2019). Uma perspectiva de pesquisa futura seria reavaliar a distribuição de POI no</p>
<p>MRBH nos próximos anos.</p>
<p>Disso</p>
<p>Além disso, uma das principais contribuições deste estudo é que ele leva em conta uma gama maior de facilidades do que a maioria dos estudos de centralidades, que geralmente se concentram em oportunidades de trabalho ou varejo. Resultados</p>
<p>mostram, por exemplo, que os estabelecimentos de saúde permanecem extremamente concentrados na área central de Belo Horizonte, enquanto os estabelecimentos educacionais estão amplamente distribuídos no território, criando uma série de centros e subcentros menores.</p>
<p>Esses resultados traduzem a lógica de como os serviços são prestados no Brasil. A atenção pública à saúde é organizada hierarquicamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde) e dividida em atenção primária, secundária e terciária. Esta distribuição</p>
<p>O padrão acarreta desigualdades significativas no acesso aos serviços de saúde, especialmente no que se refere aos serviços de atenção complexa, que tendem a se concentrar em áreas mais densas. Embora estudos anteriores tenham se concentrado principalmente nas desigualdades</p>
<p>no acesso à saúde em nível regional (RUIVO, 2012), os resultados expostos neste artigo destacam desigualdades também em escala metropolitana. Por outro lado, o setor público educacional está estruturado com responsabilidades variadas:</p>
<p>federal (ensino superior), estadual (ensino médio) e municipal (ensino fundamental). Assim, o ensino fundamental é fornecido pelos municípios como um serviço de proximidade, o que contribui para uma distribuição espacial mais homogênea</p>
<p>padrão.</p>
</sec>
<sec sec-type="conclusions">
<title>OBSERVAÇÃO</title>
<p>
<list list-type="simple">
<list-item>
<p>1- A Linha Verde é um projeto viário que visa melhorar a ligação entre a área central de Belo Horizonte e a zona norte da RMBH.</p>
</list-item>
</list>
</p>
</sec>
</body>
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<bold>REFERÊNCIAS</bold>
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<mixed-citation>SOUZA, J.; MARASCHIN, C. Centralide e distribuição espacial do comércio varejista em Porto Alegre, RS. Projectare - Revista de Arquitetura e Urbanismo, v. 12, p. 73–91, 2021.</mixed-citation>
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