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				<journal-title>Revista Interamericana de Psicología/Interamerican Journal of Psychology</journal-title>
				<abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Iteram. j. psychol.</abbrev-journal-title>
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			<issn pub-type="ppub">0034-9690</issn>
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				<publisher-name>Sociedad Interamericana de Psicología</publisher-name>
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					<subject>Artículos</subject>
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					<bold>Autoeficácia ocupacional e Qualidade de Vida no  Trabalho: o efeito mediador da Autoestima</bold>
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						<bold>Self-efficacy and Quality of Working Life: the mediating role of Self-esteem</bold>
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					<sup>a</sup> Correspondence about this article should be addressed Vítor Costa: 
					<email>vitormvc@ubi.pt</email>
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			<abstract>
				<title>Resumo</title>
				<p>A qualidade de vida no trabalho (QVT) apresenta-se como uma importante variável de estudo na atualidade, considerando o seu impacto no comportamento dos trabalhadores e no seu bem-estar. Procurando compreender os seus antecedentes, o presente trabalho apresenta uma investigação empírica com o objetivo de analisar as relações entre a autoeficácia ocupacional, a autoestima e a QVT. Com base na revisão de literatura, é apresentado um modelo teórico que considera a autoestima como uma variável mediadora entre a autoeficácia ocupacional e a QVT. Participaram no estudo 607 trabalhadores, com uma média de idades de 37.0 anos, tendo a recolha de dados sido realizada online. Os resultados demonstraram que a autoeficácia ocupacional e a autoestima têm uma relação positiva significativa com a QVT. Verificou-se ainda que a autoeficácia tem um efeito indireto sobre a QVT, mediado pela autoestima. As conclusões apontam para a importância do desenvolvimento de recursos pessoais, no sentido da promoção de resultados pessoais e organizacionais positivos, como a satisfação com o trabalho e o bem-estar geral, sendo apresentadas implicações para a prática psicológica e para a promoção da saúde em contexto ocupacional.</p>
			</abstract>
			<trans-abstract xml:lang="en">
				<title>Abstract</title>
				<p>Work-related quality of life (WRQoL) is an important variable to study nowadays, given its impact on workers' behavior and well-being. Seeking to understand its antecedents, this paper presents empirical research with the aim of analyzing the relationships between occupational self-efficacy, self-esteem and WRQoL. Based on the literature review, a theoretical model is presented, considering self-esteem as a mediating variable between occupational self-efficacy and WRQoL. Participants were 607 workers, with an average age of 37.0 years. The results showed that occupational self-efficacy and self-esteem have a significant positive relationship with WRQoL. It was also found that self-efficacy has an indirect effect on WRQoL, mediated by self-esteem. Conclusions point out to the importance of the development of personal resources, to promote positive personal and organizational outcomes, such as job satisfaction and general well-being, with implications for psychological practice and health promotion in an occupational context.</p>
			</trans-abstract>
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				<title>Palavras-chave</title>
				<kwd>Autoestima</kwd>
				<kwd>autoeficácia ocupacional</kwd>
				<kwd>QVT</kwd>
				<kwd>modelo de mediação</kwd>
			</kwd-group>
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				<title>Keywords</title>
				<kwd>Self-esteem</kwd>
				<kwd>occupational self-efficacy</kwd>
				<kwd>WRQoL</kwd>
				<kwd>mediation model</kwd>
			</kwd-group>
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			</counts>
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		<sec sec-type="intro">
			<title>
				<bold>Introdução</bold>
			</title>
			<p>Nas últimas décadas, as condições de empregabilidade e de trabalho nas economias avançadas mudaram profundamente, com implicações, potencialmente de longo alcance, para o bem-estar e qualidade de vida dos trabalhadores (
				<xref ref-type="bibr" rid="ref7">Benach et al., 2002</xref>; 
				<xref ref-type="bibr" rid="ref23">Koller, 2009</xref>; 
				<xref ref-type="bibr" rid="ref30">McGann et al., 2016</xref>). No que diz respeito às condições de trabalho, os riscos psicossociais presentes em contexto organizacional podem resultar em situações de stresse ocupacional, ansiedade e problemas de saúde física (
				<xref ref-type="bibr" rid="ref30">McGann et al., 2016</xref>) afetando assim a qualidade de vida no trabalho (QVT). Sendo o objetivo de qualquer organização ter trabalhadores satisfeitos, produtivos e com elevada QVT (Bašković et al., 2022), explorar o papel de variáveis que possam promover a QVT reveste-se da maior importância. De modo a contrariar os potenciais impactos negativos produzidos pelos contextos de trabalho, o modelo das exigências-recursos do trabalho (cf. 
				<xref ref-type="bibr" rid="ref12">Demerouti et al., 2001</xref>; 
				<xref ref-type="bibr" rid="ref4">Bakker &amp; Demerouti, 2007</xref>) postula que os recursos pessoais como a autoestima e a autoeficácia se apresentam como importantes promotores diretos do bem-estar e do envolvimento no trabalho, tendo ainda um efeito mediador entre as características do trabalho e o bem-estar (Schaufeli &amp; Taris, 2014). Nesse sentido, a investigação tem procurado explicar como certas construções pessoais de autoperceção ou de autoavaliação do sujeito (i.e., autoestima e autoeficácia) influenciam o bem-estar e o desempenho no trabalho, e como poderão constituir-se como elementos protetores face ao impacto negativo das exigências do trabalho (
				<xref ref-type="bibr" rid="ref24">Lin et al., 2018</xref>; 
				<xref ref-type="bibr" rid="ref29">Mccalister et al., 2006</xref>; 
				<xref ref-type="bibr" rid="ref39">Pérez-Fuentes et al., 2019</xref>) na saúde mental dos trabalhadores.
			</p>
			<p>O presente estudo, inserindo-se no referencial teórico do modelo das exigências-recursos do trabalho (
				<xref ref-type="bibr" rid="ref12">Demerouti et al., 2001</xref>), procura oferecer um contributo na exploração do papel dos recursos pessoais na relação com a QVT. Nesse sentido, o principal objetivo deste estudo passa por compreender o potencial papel mediador da autoestima entre a autoeficácia ocupacional e a QVT, procurando ainda analisar as relações entre as variáveis em estudo
				<sup>
					<sup>
						<xref ref-type="fn" rid="fn5">3</xref>
					</sup>
				</sup>.
			</p>
			<sec>
				<title>
					<bold>
						<italic>Revisão da Literatura</italic>
					</bold>
				</title>
				<p>A autoestima é um importante indicador de saúde e bem-estar, influenciando a performance e satisfação dos trabalhadores (Bašković et al., 2022; 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref15">Extremera &amp; Rey, 2018</xref>). De acordo com 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref40">Pierce e Gardner (2004)</xref>, diferentes estruturas organizacionais podem promover ou dificultar o desenvolvimento da autoestima dos trabalhadores. Os autores indicam que sistemas que privilegiam o controlo comportamental pressupõem uma incapacidade dos trabalhadores se autorregularem e autodirigirem. Nesse sentido, um maior controlo sobre a tarefa, por parte do trabalhador, e a possibilidade de expressão individual, promoverão uma atribuição causal interna aos eventos positivos, aumentando a autoestima profissional.
				</p>
				<p>Definida como uma atitude ou sentimento positivo ou negativo relativamente à pessoa, baseada na autoavaliação das suas características, a autoestima inclui sentimentos de satisfação ou insatisfação consigo mesmo (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref45">Sebastián et al., 2007</xref>). A literatura recente evidencia que a baixa autoestima se relaciona com problemas de saúde e perturbações psicológicas, como a depressão (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref35">Orth et al., 2016</xref>) e uma visão negativa do mundo (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref8">Cameron &amp; Granger, 2019</xref>), apresentando o sujeito maior risco de 
					<italic>burnout</italic> (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref1">Alharbi et al., 2016</xref>; 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref22">Jurado et al., 2018</xref>; 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref39">Pérez-Fuentes et al., 2019</xref>). Em sentido inverso, a elevada autoestima relaciona-se com emoções positivas e de bem-estar e satisfação (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref3">Bajaj et al., 2016</xref>; 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref15">Extremera &amp; Rey, 2018</xref>; 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref36">Orth et al., 2012</xref>), viabilizando a adoção de estratégias de 
					<italic>coping</italic> adequadas para lidar com situações de conflito, gestão de emoções negativas e stresse (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref3">Bajaj et al., 2016</xref>; 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref48">Yıldırım et al., 2017</xref>). A autoestima funciona assim como um elemento protetor contra sentimentos de ansiedade, promovendo a saúde física e mental (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref3">Bajaj et al., 2016</xref>;
					<xref ref-type="bibr" rid="ref20"> Greenberg et al., 1992</xref>; 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref46">Taylor &amp; Brown, 1988</xref>) e o ajustamento psicológico (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref25">Liu et al., 2014</xref>). O aumento da autoestima profissional parece ainda não só reduzir o conflito entre o trabalho e os domínios familiar e não profissionais, como também enriquecer os domínios extralaborais (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref18">Gordon &amp; Hood, 2021</xref>). 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref41">Pilarska (2018)</xref> considera ainda a autoestima como um importante fator de socialização e inclusão social.
				</p>
				<p>A autoeficácia, referência primária na literatura por Bandura (1977), pode ser vista como uma competência pessoal, agindo como fator protetor do stresse ocupacional (Grau et al., 2000 (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref43">Rigotti et al., 2008</xref>). Segundo 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref19">Grau et al. (2001)</xref> os stressores têm um impacto menor sobre os indivíduos quando estes têm perceções mais positivas sobre si mesmos e, mais especificamente, altos níveis de autoeficácia. Segundo os autores, maior autoeficácia ocupacional leva a maior satisfação no trabalho e a menor exaustão emocional, uma dimensão do burnout. Trabalhadores com maiores níveis de autoeficácia não vão perceber as exigências ocupacionais como ameaças, mas como oportunidades para superar e desenvolver as suas competências, esforçando-se para obter bons resultados, e as realizações serão interpretadas como o resultado do seu próprio esforço (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref27">Lorente et al., 2011</xref>; 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref47">Varghese &amp; Jayan, 2013</xref>). Altos níveis de autoeficácia ocupacional estão significativamente associados a altos níveis de comprometimento organizacional. Assim, os trabalhadores com elevados níveis de eficácia tenderão a proteger-se de fatores de stresse e a promover afetos positivos, a realização profissional e a competência (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref26">Llorens-Gumbau &amp; Salanova-Soria, 2014</xref>; 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref44">Salvador &amp; Ambiel, 2019</xref>), aumentando o compromisso com a organização (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref19">Grau et al., 2001</xref>; 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref49">Zeb &amp; Nawaz, 2016</xref>). A autoeficácia tem vindo a apresentar uma correlação positiva com dimensões positivas da QVT, como a satisfação no trabalho, sendo um preditor do compromisso com o trabalho (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref28">Louis 1998</xref>), e negativa com dimensões negativas da QVT, como o burnout e fadiga (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref11">Cicognani et al., 2009</xref>). Estudos mais recentes (e.g., 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref50">Zhang et al., 2022</xref>), com amostragem proporcional estratificada, observaram igualmente uma correlação positiva entre autoeficácia e QVT.
				</p>
				<p>Estudos longitudinais também têm demonstrado a existência de uma relação recíproca entre autoeficácia e autoestima. Quanto maior o nível de autoperceção, advindo da experiência, para lidar adequadamente com as suas emoções e as suas relações com outros, mais positiva será a avaliação de si mesmo, da vida e do futuro (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref9">Caprara et al., 2010</xref>). Segundo 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref10">Caprara et al. (2013)</xref>, a autoestima age como uma 'lente', através da qual os indivíduos veem e avaliam a sua experiência no mundo e, assim, o seu sentimento de competência.
				</p>
				<p>O conceito de qualidade de vida no trabalho (QVT) é definido como um constructo subjetivo (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref42">Rastogi et al., 2018</xref>) e multidimensional, que inclui variáveis mediadoras como a segurança no emprego, o reconhecimento pessoal, o salário, oportunidades de evolução na carreira, inclusão em grupos de trabalho participativos e autonomia nas funções, e que se refletem no comprometimento, satisfação e envolvimento no trabalho (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref47">Varghese &amp; Jayan, 2013</xref>). Estudos recentes demonstraram que uma maior QVT diminui o burnout dos trabalhadores, que por sua vez reduz sintomas psicopatológicos como a depressão, ansiedade e somatização (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref38">Pereira et al., 2021</xref>).  Nesse sentido, não surpreende que a promoção da QVT seja uma das preocupações centrais das organizações, devido ao reconhecido impacto sobre o comportamento dos trabalhadores e na avaliação de bem-estar (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref16">Ferreira &amp; Carvalho, 2017</xref>), influenciado pela experiência individual direta de trabalho e por fatores diretos e indiretos que afetam essa mesma experiência (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref14">Easton &amp; Laar, 2018</xref>). Não sendo consensual a definição de QVT, aceita-se que a essência do constructo se evidencia numa reação individual ao ambiente de trabalho e à experiência de trabalho, assentes em perceções de controlo sobre a tarefa, satisfação, envolvimento, comprometimento, equilíbrio trabalho-família e bem-estar em relação ao trabalho e à organização.
				</p>
				<p>Ao estudar algumas das dimensões de qualidade de vida no trabalho, concretamente a fadiga ocupacional e burnout, numa amostra de 764 trabalhadores em Itália, 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref11">Cicognani et al. (2009)</xref> verificaram que a autoperceção de eficácia é um fator protetor da saúde ocupacional. A autoperceção de eficácia tem impacto positivo no desempenho do trabalhador com um efeito consequente, e no mesmo sentido, na qualidade de vida no trabalho (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref31">Mensah &amp; Lebbaeus, 2013</xref>). Explorando os antecedentes da QVT, 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref34">Orgambídez et al. (2020)</xref> verificaram que a autoeficácia tem uma relação indireta (mediada pelo comprometimento), com dimensões da QVT (satisfação com o trabalho e comprometimento afetivo), mas também direta (com a satisfação com o trabalho), estatisticamente significativas.
				</p>
				<p>No que diz respeito à relação entre os recursos pessoais como a autoeficácia e a autoestima e o bem-estar e a saúde ocupacional, 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref33">Molero et al. (2018)</xref>, num estudo com 1307 profissionais de enfermagem, concluíram que existe uma relação positiva entre a autoeficácia e a autoestima, em que crenças positivas sobre a própria eficácia aumentam o sentido de autoestima, à medida que situações geradoras de stresse são superadas com sucesso. Em situações de elevada carga de trabalho, a autoeficácia e a autoestima funcionaram como variáveis mediadores entre a carga de trabalho e o burnout. As crenças sobre a autoeficácia influenciam a própria autoestima, aumentando a perceção de valor próprio à medida que situações potenciadoras de stresse são superadas com sucesso (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref10">Caprara et al., 2013</xref>; 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref33">Molero et al., 2018</xref>). Esta ideia acerca da relação entre autoeficácia e autoestima, bem como do papel mediador da autoestima profissional, corrobora investigação prévia sistematizada na revisão realizada por 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref40">Pierce e Gardner (2004)</xref>. De facto, quando os trabalhadores se sentem eficazes e competentes, fruto das suas experiências profissionais (i.e., têm elevadas crenças de autoeficácia), tal parece repercutir-se na valorização que fazem de si mesmos (i.e., autoestima).
				</p>
				<p>Face à revisão da literatura definem-se os seguintes objetivos: 1) avaliar o sentido da relação entre as variáveis de autoeficácia ocupacional, autoestima e QVT; e 2) avaliar o efeito direto e indireto (mediado pela autoestima) da autoeficácia ocupacional na QVT (
					<xref ref-type="fig" rid="gf1">Figura 1</xref>). Formulam-se assim as seguintes hipóteses de investigação:
				</p>
				<p>
					<list list-type="simple">
						<list-item>
							<p>H1. A autoeficácia ocupacional é um preditor da autoestima.</p>
						</list-item>
						<list-item>
							<p>H2. A autoestima é um preditor da QVT.</p>
						</list-item>
						<list-item>
							<p>H3. A autoeficácia ocupacional é um preditor da QVT, mediado pela autoestima.</p>
						</list-item>
					</list>
				</p>
				<p>
					<fig id="gf1">
						<label>Figura 1</label>
						<caption>
							<title>Modelo de Estudo: Modelo de mediação da autoestima com interações na autoeficácia ocupacional e QVT.</title>
							<p>
								<italic>Nota</italic>. Autoria própria.
							</p>
						</caption>
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					</fig>
				</p>
			</sec>
		</sec>
		<sec sec-type="methods">
			<title>
				<bold>Método</bold>
			</title>
			<sec>
				<title>
					<bold>
						<italic>Participantes</italic>
					</bold>
				</title>
				<p>A amostra do estudo é composta por 607 participantes, com uma média de idade de 37.0 anos (
					<italic>DP</italic> = 12.1), de nacionalidade portuguesa, pertencentes à população ativa e a desempenhar funções laborais em Portugal. A experiência de trabalho média era de 9.8 anos (
					<italic>DP</italic> = 10.6). De um total de 604 participantes, 17.9% (
					<italic>n</italic> = 108) trabalhavam por turnos e 82.1% (
					<italic>n</italic> = 496) em horário continuo, não rotativo. A carga horária semanal média era de 38.0 horas (
					<italic>DP</italic> = 8.6).
				</p>
			</sec>
			<sec>
				<title>
					<bold>
						<italic>Instrumentos</italic>
					</bold>
				</title>
				<p>Questionário Sociodemográfico. Foi aplicado um questionário sociodemográfico para caracterizar a amostra em função do género, idade, estado marital, habilitações académicas, estatuto socioeconómico, situação profissional atual, experiência profissional, tipo de vínculo laboral, tipo de organização, setor de atividade e dimensão da organização.</p>
				<p>Escala de autoestima de Rosenberg (RSES; Rosenberg, 1965) é uma medida breve constituída por 10 itens que avalia a autoestima em adolescentes e adultos. No estudo de validação para a população portuguesa, apresentou características psicométricas muito positivas, com valores de consistência interna superiores a .70 (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref37">Pechorro et al., 2011</xref>). A escala segue um modelo de avaliação unidimensional sendo que pontuações elevadas na escala indicam autoestima elevada e vice-versa, numa pontuação total que varia entre 10 e 40 pontos. Todos os itens são respondidos usando um formato de escala Likert de 4 pontos (de 1 = Concordo fortemente a 4 = Discordo fortemente). Da escala constam itens positivos e invertidos (Q2, Q5, Q6, Q8, Q9) dando ao investigador a visão sustentada da orientação da perceção individual e mantendo os níveis atencionais do sujeito. No presente estudo, a consistência interna, medida através do alfa de Cronbach, foi de .91.
				</p>
				<p>Escala de Autoeficácia Ocupacional – Versão Reduzida. 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref43">Rigotti et al. (2008)</xref> introduziram a Escala Reduzida de Autoeficácia Ocupacional composta por 8 itens. No presente estudo, foi utilizada a versão traduzida e reduzida a 6 itens que avalia as crenças de autoeficácia ocupacional e que demonstrou boa consistência interna em investigação prévia (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref44">Salvador &amp; Ambiel, 2019</xref>). As respostas estão em formato tipo-Likert de 5 pontos (de 1 = Nada verdadeiro a 5 = Totalmente verdadeiro). Valores elevados refletem alta autoeficácia ocupacional. Na presente investigação, a consistência interna foi α = .87.
				</p>
				<p>Escala de Qualidade de Vida Relacionada com o Trabalho (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref14">Easton &amp; Laar, 2018</xref>) traduzida e validada para português por 
					<xref ref-type="bibr" rid="ref17">Gomes et al. (2011)</xref>. Esta escala é composta por 24 itens, distribuídos em 6 subfactores psicossociais. As seis subescalas são: bem-estar geral (na versão original, GWB), interface casa-trabalho (na versão original, HWI), satisfação com o trabalho e carreira (na versão original, JCS), controlo no trabalho (na versão original, CAW), condições de trabalho (na versão original, WCS) e stresse no trabalho (na versão original, SAW). Os valores de consistência interna variam entre .75 e .88 (
					<xref ref-type="bibr" rid="ref14">Easton &amp; Laar, 2018</xref>). O 24º item (De forma geral, estou satisfeito/a com a qualidade da minha vida profissional) é incluído para aferição dos níveis de confiabilidade e validade dos itens. Os participantes respondem às perguntas numa escala Likert de 5 pontos (de 1= Discordo Totalmente a 5 = Concordo Totalmente). A cotação determina que pontuações mais altas indicam maior concordância. Existem no questionário 3 itens invertidos (Q7, Q9, Q19). Após a cotação total dos itens, pontuações mais altas indicam maior perceção de qualidade de vida no trabalho. A cotação das 6 subescalas é determinada encontrando a média dos itens que contribuem para cada fator. A pontuação total é calculada pela média dos 23 itens da escala, não incluindo o 24º item. A consistência interna obtida neste estudo, para QdVT_Total foi α = .92. Na 
					<xref ref-type="table" rid="gt5">Tabela 1</xref> apresentam-se os valores de consistência interna para as diferentes subescalas obtidos no presente estudo.
				</p>
				<p>
					<table-wrap id="gt5">
						<label>Tabela 1</label>
						<caption>
							<title>
								<italic>Níveis de consistência interna das subescalas e da Escala de Qualidade de Vida no Trabalho</italic>
							</title>
						</caption>
						<graphic xlink:href="2329-4795-rip-58-2-e1900-gt7.png"/>
						<table-wrap-foot>
							<fn-group>
								<fn id="TFN1">
									<p>
										<italic>Nota</italic>: JCS (Satisfação com o trabalho e carreira), GWB (Bem-estar geral), HWI (Interface Casa-Trabalho), SAW (Stresse no trabalho), CAW (Controlo no trabalho), WCS (Condições de trabalho)
									</p>
								</fn>
							</fn-group>
						</table-wrap-foot>
					</table-wrap>
				</p>
			</sec>
			<sec>
				<title>
					<bold>
						<italic>Procedimento</italic>
					</bold>
				</title>
				<p>Antecedendo a fase de resposta ao protocolo, os participantes tiveram acesso aos objetivos gerais da investigação e foram garantidos o anonimato das suas respostas e o cumprimento dos padrões éticos de confidencialidade no tratamento dos dados. Todos os participantes responderam voluntariamente, não recebendo qualquer tipo de recompensa pela participação, tendo assinalado o seu consentimento para participação no estudo.</p>
				<p>O presente trabalho insere-se num projeto mais amplo, o Projeto 
					<italic>Hephaestus</italic> - Saúde Ocupacional, Riscos Psicossociais e Fatores Preventivos em Organizações, aprovado pela Comissão de Ética da Universidade da Beira Interior (Referência n.º CE-UBI-Pj-2020-088). Os questionários utilizados para a recolha de dados foram acedidos e preenchidos 
					<italic>on-line</italic> a partir de uma plataforma Web entre outubro e dezembro de 2020, recorrendo à utilização do 
					<italic>e-mail</italic>. Para o presente estudo foram considerados os questionários preenchidos por adultos portugueses, a residir em Portugal e a exercer uma atividade profissional. Foram rejeitados todos os participantes que: 1) não indicaram a sua idade; 2) apresentaram valores omissos nos questionários utilizados superiores a 10%. Os dados relativos aos questionários considerados válidos foram inseridos e posteriormente tratados em IBM, SPSS v27. Foi utilizada estatística paramétrica, atendendo à análise do histograma e valores de assimetria e achatamento da variável dependente. Para explorar as relações entre as variáveis, foi realizada a análise de correlação para as variáveis quantitativas contínuas. O modelo hipotético de mediação simples, com um mediador, foi testado usando o Macro PROCESS desenvolvida para SPSS por Hayes (2016) Para o teste dos efeitos indiretos foi utilizado o procedimento de 
					<italic>bootstrapping</italic> com 5000 amostras.
				</p>
			</sec>
		</sec>
		<sec sec-type="results">
			<title>
				<bold>Resultados</bold>
			</title>
			<sec>
				<title>
					<bold>
						<italic>Caracterização da amostra</italic>
					</bold>
				</title>
				<p>Na 
					<xref ref-type="table" rid="gt6">Tabela 2</xref> descrevem-se as variáveis sociodemográficas dos participantes da amostra.
				</p>
				<p>A amostra é constituída maioritariamente por sujeitos de género feminino (62.50%), solteiros (47.10%) e com estatuto socioeconómico médio (60.96%). Em termos das suas habilitações académicas, 68.80% da amostra inquirida, possui formação universitária. Face à situação ocupacional atual, 75.91% são trabalhadores por conta de outrem, em regime de contrato de trabalho sem termo (55.37%) e a exercer funções em organizações privadas (56.29%).</p>
				<p>
					<table-wrap id="gt6">
						<label>Tabela 2</label>
						<caption>
							<title>
								<italic>Caracterização sociodemográfica dos participantes</italic>
							</title>
						</caption>
						<graphic xlink:href="2329-4795-rip-58-2-e1900-gt8.png"/>
					</table-wrap>
				</p>
			</sec>
			<sec>
				<title>
					<bold>
						<italic>Análise de Correlações entre Variáveis</italic>
					</bold>
				</title>
				<p>A 
					<xref ref-type="table" rid="gt7">Tabela 3</xref> apresenta a estatística de dispersão de cada uma das variáveis do estudo e as correlações bivariadas. Os coeficientes de correlação encontrados revelaram uma correlação positiva moderada entre as varáveis autoeficácia e autoestima (
					<italic>r</italic> = .51; 
					<italic>p</italic> &lt; .001), QdVT_Total e autoestima (
					<italic>r</italic> = .51; 
					<italic>p</italic> &lt; .001) e entre a QdVT_Total e a autoeficácia ocupacional (
					<italic>r</italic> = .45; 
					<italic>p</italic> &lt; .001). É possível verificar que esta correlação positiva estatisticamente significativa ocorre, tanto no caso da autoestima como da autoeficácia, com todas as subdimensões da QVT. Destaca-se a correlação moderada entre as subdimensões Satisfação com o Trabalho e a Carreira (
					<italic>r</italic> = .46; 
					<italic>p</italic> &lt; .001) e Bem-estar geral (
					<italic>r</italic> = .59; 
					<italic>p</italic> &lt; .001) com a autoestima. No mesmo sentido e intensidade, registou-se a correlação da Satisfação com o Trabalho e Carreira (
					<italic>r</italic> = .41; 
					<italic>p</italic> &lt; .001) e Bem-estar Geral (
					<italic>r</italic> = .40; 
					<italic>p</italic> &lt; .001) com a autoeficácia ocupacional.
				</p>
				<p>
					<table-wrap id="gt7">
						<label>Tabela 3</label>
						<caption>
							<title>
								<italic>Estatísticas de Dispersão e Correlações entre varáveis do estudo</italic>
							</title>
						</caption>
						<graphic xlink:href="2329-4795-rip-58-2-e1900-gt9.png"/>
						<table-wrap-foot>
							<fn-group>
								<fn id="TFN2">
									<p>
										<italic>Nota</italic>. EP (Experiência Profissional) * 
										<italic>p</italic> &lt; .05; **
										<italic>p</italic> &lt; .001
									</p>
								</fn>
							</fn-group>
						</table-wrap-foot>
					</table-wrap>
				</p>
			</sec>
			<sec>
				<title>
					<bold>
						<italic>Teste de Hipóteses</italic>
					</bold>
				</title>
				<p>Os resultados indicam que a autoeficácia ocupacional foi um preditor significativo da autoestima (
					<italic>b</italic> = .392, 
					<italic>SE</italic> = .027, IC95% [.339, .444]), o que vai ao encontro da H1. A autoestima apresenta-se como um preditor significativo da QVT (
					<italic>b</italic> = .441, 
					<italic>SE</italic> = .045, IC95% [.352,.531]), fornecendo elementos de suporte à H2. A autoeficácia ocupacional foi um preditor significativo da QVT (
					<italic>b</italic> = .223, 
					<italic>SE</italic> = .035, IC95% [.154, .292]). Assim, os resultados confirmam que maior autoeficácia ocupacional promove maior QVT. O efeito indireto da autoeficácia ocupacional na QVT (mediado pela autoestima) é de .173 (
					<italic>SE</italic> = .025, IC95% [.125, .223]), logo, rejeita-se a hipótese de que não existe mediação. A autoestima medeia assim a relação entre autoeficácia e QVT (H3). Os resultados do teste de mediação são apresentados na 
					<xref ref-type="table" rid="gt8">Tabela 4</xref>.
				</p>
				<p>
					<table-wrap id="gt8">
						<label>Tabela 4</label>
						<caption>
							<title>
								<italic>Efeito indireto da autoeficácia ocupacional na QVT com a autoestima como mediador</italic>
							</title>
						</caption>
						<graphic xlink:href="2329-4795-rip-58-2-e1900-gt10.png"/>
						<table-wrap-foot>
							<fn-group>
								<fn id="TFN3">
									<p>
										<italic>Nota</italic>. N = 607; amostras de 
										<italic>bootstrap</italic> = 5000
									</p>
								</fn>
							</fn-group>
						</table-wrap-foot>
					</table-wrap>
				</p>
			</sec>
		</sec>
		<sec sec-type="discussion">
			<title>
				<bold>Discussão dos resultados e conclusões</bold>
			</title>
			<p>O objetivo principal deste estudo foi avaliar o papel mediador da autoestima na relação entre a autoeficácia ocupacional e a QVT numa amostra de trabalhadores portugueses.</p>
			<p>Os resultados apresentados são consistentes com as referências da atual investigação (
				<xref ref-type="bibr" rid="ref10">Caprara et al., 2013</xref>; 
				<xref ref-type="bibr" rid="ref31">Mensah &amp; Lebbaeus, 2013</xref>; 
				<xref ref-type="bibr" rid="ref33">Molero et al., 2018</xref>; 
				<xref ref-type="bibr" rid="ref34">Orgambídez et al., 2020</xref>) na qual determinadas variáveis, como a autoeficácia ou a autoestima, podem apresentar um efeito sobre a autoperceção de QVT dos trabalhadores.
			</p>
			<p>No presente estudo, a autoeficácia foi um preditor positivo significativo da QVT, o que é concordante com as conclusões de 
				<xref ref-type="bibr" rid="ref34">Orgambídez et al. (2020)</xref>. Os resultados indicam ainda que a autoeficácia ocupacional foi um preditor significativo da autoestima, ou seja, maior autoeficácia relacionou-se de forma significativa com maior autoestima, corroborando as conclusões de 
				<xref ref-type="bibr" rid="ref5">Bandura (1997)</xref> e de 
				<xref ref-type="bibr" rid="ref10">Caprara et al. (2013)</xref>.
			</p>
			<p>A autoestima foi um preditor significativo da QVT o que reforça que a autoestima determina a forma como estes percebem a QVT nas suas organizações (
				<xref ref-type="bibr" rid="ref13">Devin &amp; Farbod, 2016</xref>). Os resultados obtidos confirmam ainda que a autoeficácia ocupacional tem um impacto estatisticamente significativo na QVT, por via da autoestima. Por outras palavras, níveis elevados de autoeficácia ocupacional levam ao aumento da autoavaliação global dos sujeitos (i.e., autoestima), que, por sua vez incrementa as autoperceções de QVT dos participantes da amostra, ao nível do bem-estar geral, da interface casa-trabalho, da satisfação com o trabalho e carreira, controlo do trabalho, condições de trabalho e stresse ocupacional. Assim, os participantes com maior autoeficácia apresentaram maior QVT, demonstrando os resultados que a autoeficácia também afeta a QVT através da autoestima (aumenta a autoestima que por sua vez aumenta a QVT).
			</p>
			<p>Os resultados mostram assim que a autoeficácia e a autoestima se interrelacionam, assumindo ambas um efeito positivo, estatisticamente significativo, sobre a QVT. Este efeito mediador observado, vai ao encontro de resultados de estudos anteriores (
				<xref ref-type="bibr" rid="ref33">Molero et al., 2018</xref>).
			</p>
			<p>Na análise da correlação das diferentes subdimensões da QVT, salienta-se que todas se correlacionaram de forma estatisticamente significativa com as variáveis autoestima e autoeficácia ocupacional. Assim, os resultados parecem indicar que quando a autoestima e a autoeficácia aumentam, o efeito na QVT não será apenas pelo reflexo de um aumento de uma das subdimensões em particular, mas devido a um efeito no conjunto das suas subdimensões. Os resultados indicaram ainda que à medida que a idade dos participantes aumenta, a QVT diminui. As subdimensões interface casa-trabalho, as condições de trabalho e satisfação com o trabalho e a carreira contribuíram para a correlação negativa entre a idade e a QVT. O defraudar de expetativas de carreira, aliada a uma perceção mais negativa das condições de trabalho e as maiores exigências no contexto familiar (decorrentes, por exemplo, da parentalidade) poderão explicar esta diminuição da QVT com o aumento da idade.</p>
			<p>As evidências deste estudo poderão apresentar implicações práticas relevantes. Por exemplo, deverão ser considerados os efeitos importantes que recursos pessoais como a autoeficácia ou a autoestima, entre outras varáveis, têm sobre a QVT. Com o objetivo de aumentar a QVT, e sabendo que a autoeficácia, através da autoestima, o podem promover, sugere-se a implementação de medidas com foco sobre estas duas variáveis. Concretamente, deve promover-se o investimento em formação, uma vez que níveis mais elevados de qualificação levam a que os sujeitos tenham uma maior perceção de autoeficácia numa determinada tarefa e maior experiência profissional (
				<xref ref-type="bibr" rid="ref44">Salvador &amp; Ambiel, 2019</xref>), levando a uma maior autoestima e indiretamente a uma melhor QVT. Nesse sentido, as organizações deverão planear ações orientadas para a promoção e desenvolvimento dos recursos pessoais dos trabalhadores através da implementação de atividades de formação e gestão eficaz dos recursos organizacionais (por exemplo, trabalho de equipa, rotatividade do posto de trabalho, promoção da qualificação através de atividades de formação profissional e da implementação de programas de desenvolvimento pessoal, nomeadamente de autoestima). Também a intervenção em 
				<italic>mindfulness</italic> tem demonstrado um efeito positivo sobre o conflito trabalho-família, promovendo a satisfação com o equilíbrio entre vida pessoal e profissional (
				<xref ref-type="bibr" rid="ref32">Michel et al., 2014</xref>), a satisfação no trabalho (
				<xref ref-type="bibr" rid="ref21">Hülsheger et al., 2013</xref>) e o bem-estar e balanço da vida no trabalho (
				<xref ref-type="bibr" rid="ref2">Althammer et al., 2021</xref>). O foco organizacional deverá caminhar no sentido da promoção da satisfação e do bem-estar dos colaboradores, na promoção de uma cultura organizacional que dê prioridade aos sujeitos e promova, por exemplo, o equilíbrio entre a vida pessoal e a vida profissional, em linha com os resultados das recentes investigações. No mesmo sentido, a atitude emocional positiva que um trabalhador tem face ao seu trabalho, manifestada na subdimensão de satisfação com a carreira e com o trabalho, revelou uma relação com variáveis individuais como a autoestima e a autoeficácia profissional. Assim, as organizações deverão incluir o desenvolvimento de políticas de gestão para identificar e erradicar as práticas de trabalho que motivem insatisfação como parte de qualquer tarefa, para assim melhorar a saúde física e psicológica dos trabalhadores (
				<xref ref-type="bibr" rid="ref14">Easton &amp; Laar, 2018</xref>).
			</p>
			<p>Os resultados do presente estudo devem ser interpretados tendo em consideração um conjunto de limitações. A primeira, tratando-se de uma amostra por conveniência, a generalização dos resultados fica limitada ao tipo de amostragem realizado, considerando-se que poderá não ser representativa da totalidade da população ativa portuguesa, nomeadamente pelo nível de escolaridade da amostra. A recolha de dados realizada 
				<italic>on-line</italic> com recurso à utilização de 
				<italic>e-mail</italic>, apresenta algumas limitações no controlo dos dados recolhidos pelo investigador. No entanto, assinalam-se como vantagens permitir chegar a amostras mais dispersas e de tamanho considerável, e com menores custos (Pinheiro &amp; Silva, 2004), reduzindo o tempo necessário para a fase de recolha de dados. Salienta-se que o processo de recolha de dados decorreu em período pandémico, não tendo sido controlados os eventuais efeitos desta situação nas respostas dadas pelos indivíduos da amostra.
			</p>
			<p>Ao nível da investigação futura, sugere-se incluir outras variáveis psicológicas (por exemplo, locus de controlo), em estudos de mediação em série que permitirão uma melhor compreensão dos determinantes da QVT. No mesmo sentido, seria interessante analisar se o efeito das variáveis sociodemográficas (como a idade, a experiência profissional, ou o tipo de vínculo laboral), influenciam os resultados das variáveis do estudo como a autoeficácia ocupacional e a autoestima. Sugere-se ainda a consideração de variáveis organizacionais, como o tipo de estrutura organizacional, que permitirá aos investigadores explorar diferenças entre os níveis de autoestima em função do tipo de estrutura, bem como compreender se as relações verificadas neste estudo entre autoeficácia, autoestima e QVT se mantêm estáveis em contextos organizacionais com diferentes estruturas.</p>
			<p>Apresentando-se o presente estudo do tipo correlacional de efeito transversal, sugere-se a continuidade dos estudos numa perspetiva longitudinal no sentido de investigar se os resultados obtidos face à QVT permanecem constantes ao longo do tempo, determinando-se assim a possível influência do tempo ou do efeito de outros constructos nas relações entre as variáveis consideradas.</p>
		</sec>
	</body>
	<back>
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			<title>
				<bold>Referências</bold>
			</title>
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				</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
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					<fpage>708</fpage>
					<lpage>717</lpage>
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						</name>
						<name>
							<surname>Liao</surname>
							<given-names>C.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title> Relationships between self-efficacy, coping style and
quality of work-life among nursing managers in China: A cross-sectional study</article-title>
					<source>Journal of nursing management</source>
					<year>2022</year>
					<volume>30</volume>
					<issue>7</issue>
					<fpage>3236</fpage>
					<lpage>3246</lpage>
					<comment>
						<ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://doi.org/10.1111/jonm.13753">https://doi.org/10.1111/jonm.13753</ext-link>
					</comment>
					<pub-id pub-id-type="doi">10.1111/jonm.13753</pub-id>
				</element-citation>
			</ref>
		</ref-list>
		<fn-group>
			<title><bold>
						<italic>Conflicts of Interest:</italic>
					</bold></title>
			<fn fn-type="other" id="fn6">
				<p>The authors declare
that the research was conducted in the absence of any commercial or financial
relationships that could be construed as a potential conflict of interest.</p>
			</fn>
		</fn-group>
		<fn-group>
			<fn fn-type="other" id="fn5">
				<label>
					<sup>3</sup>
				</label>
				<p>O presente artigo resulta da adaptação de uma dissertação de mestrado elaborada pela primeira autora, na Universidade da Beira Interior (Portugal), sob a orientação dos restantes autores e enquadrada num projeto de investigação mais amplo (
					<italic>Hephaestus</italic> – Saúde Ocupacional, Riscos Psicossociais e Fatores Preventivos em Organizações) no qual os restantes autores são investigadores.
				</p>
			</fn>
		</fn-group>
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