A MÚSICA NA LUPA DA PSICOLOGIA FACE À PANDEMIA: COVID19!
THE MUSIC IN THE MAGNIFYING GLASS OF PSYCHOLOGY IN THE FACE OF THE PANDEMIC: COVID19!
A MÚSICA NA LUPA DA PSICOLOGIA FACE À PANDEMIA: COVID19!
International Journal of Developmental and Educational Psychology, vol. 1, núm. 1, pp. 143-154, 2020
Asociación Nacional de Psicología Evolutiva y Educativa de la Infancia, Adolescencia y Mayores
Recepção: 13 Março 2020
Aprovação: 20 Abril 2020
Resumo: O mundo desafinou ao som de um vírus chamado Covid19, e se já era importante a música na nossa vida,maissignificativa se tornou, de extrema importância nesta quarentena obrigatória para milhões de habitantes doplaneta terra. A música surge como estratégia para uma boa saúde mental para aliviar o confronto com a reduçãode liberdade que se viram abruptamente a ter que aceitar. Assim surge este estudo exploratório não só para ana-lisarmos uma música na sua construção, planeamento, escolhas de tónicas (a nota que “manda”), como em quefrequência vibra, exemplo, a frequência 329Hz. Esta frequência está associada a melhorias na respiração, nogrounding (base/conhecimentos dos factos) e melhora o estado de fluxo (flow state: estado mental de operaçãona qual a pessoa está totalmente imersa no que está a fazer, caracterizado por um sentimento total de envolvi-mento e sucesso no processo de atividade). Assim procuraremos perscrutar como funciona a música, bem comocolocar a música na lupa da Psicologia ao serviço da comunidade face a esta pandemia!
Palavras-chave: música, pandemia, Covid19, comunidade, saúde pública, psicologia.
Abstract: The world went out of tune with the sound of a virus called Covid19, and if music was already important in our lives,it became more and more important in this mandatory quarantine for millions of habitants of planet Earth. Musicemerges as a strategy for good mental health to alleviate the confrontation with the reduction of freedom that theyabruptly found themselves having to accept. Thus, this exploratory study arises not only to analyze a song in itsconstruction, planning, choice of tonic (the note that “sends”), but in what frequency vibrates, for example, thefrequency 329Hz. This frequency is associated with improvements in breathing, in grounding (basis / knowledgeof the facts) and improves the state of flow (flow state: mental state of operation in which the person is totallyimmersed in what he is doing, characterized by a total feeling involvement and success in the activity process).In this way we will try to investigate how music works, as well as placing music in the lens of Psychology at theservice of the community in the face of this pandemic!
Keywords: music, pandemic, covid19, community, public health, psychology.
INTRODUÇÃO
O mundo desafinou ao som de um vírus chamado Covid19, e se já era importante a música na nossa vida,mais significativa se tornou, de extrema importância nesta quarentena obrigatória para milhões de habitantes do planeta terra. A música surge como estratégia para uma boa saúde mental para aliviar o confronto com a redução de liberdade que se viram abruptamente a ter que aceitar. Assim surge este estudo exploratório não só para analisarmos uma música na sua construção, planeamento, escolhas de tónicas (a nota que “manda”), como em quefrequência vibra, exemplo, a frequência de 329Hz. Esta frequência está associada a melhorias na respiração, nogrounding (base/conhecimentos dos factos) e melhora o estado de fluxo (flow state: estado mental de operaçãona qual a pessoa está totalmente imersa no que está a fazer, caracterizado por um sentimento total de envolvimento e sucesso no processo de atividade). Assim procuraremos perscrutar como funciona a música, bem como colocar a música na lupa da Psicologia ao serviço da comunidade face a esta pandemia!
DESENVOLVIMENTO
Segundo Longfellow (1866) “music is the universal language of mankind”, sendo utilizada como meio paraa expressão humana e associada a diversos contextos sociais e religiosos (Oliveira & Gomes, 2014).
Desde a pré-história que a música tem um impacto muito grande na vida do ser humano, sendo utilizadacomo um dos principais meios de comunicação, no entanto, esta função não deixou de existir sendo observadaem sessões de musicoterapia com clientes com patologias inibidoras da comunicação, (Oliveira & Gomes, 2014) como é por exemplo o caso de crianças com autismo (Bieleninik et al., 2017; Miller-Jones, 2017).
No entanto, como é que a música comunica? Segundo Charles Sanders Pierce (citado por Fernandes, 2006) a comunicação na música é alcançada por meio da ação dos signos, e é através destes que é possível haver umatransmissão de informação.
A música funciona como um instrumento de diálogo não-verbal, funcionando de uma forma inata e pode desencadear profundos processos de transformação pessoal (Weigsding & Barbosa, 2014), possuindo um poder que ultrapassa os níveis de escuta e oralidade, podendo influenciar o público ouvinte-recetor sendo utilizada porvezes pelos media como uma ferramenta persuasiva capaz de alterar o funcionamento psicológico do indivíduo (Fernandes, 2006).
A importância da música na vida do ser humano tem sido alvo de interesse pelas áreas da Filosofia comotambém pelas Ciências Naturais, (Santos, 2012) não só como fenómeno artístico, mas também como capaz deproduzir efeitos catárticos influenciando a parte fisiológica e mesmo produzir a cura (Oliveira & Gomes, 2014).
No entanto, qual é a música mais indicada para produzir a catarse? Existe algum tipo de música mais indicadodo que outro? Estas foram algumas das respostas que os filósofos gregos tentaram encontrar, como por exemplo,Platão e Aristóteles, diferindo em termos de opinião acerca de qual a música mais válida. Aristóteles possuía umavisão holística, acreditando que todos os instrumentos e todos os tipos de músicas são válidos desde que fosse mutilizados no contexto indicado (Oliveira & Gomes, 2014).
As discussões filosóficas sobre os efeitos da música no Homem continuaram, no entanto, apenas em mea-dos do século XIX é que a relação entre música e psicologia foi estabelecida com a publicação de um tratadodenominado Sobre as sensações dos tons como base fisiológica para a Teoria da Música em 1863 por Helmholtzrelacionando a música com a perceção sensorial (Santos, 2012; Avila, 2009).
Segundo Santos (2012), hoje, a investigação em psicologia da música e musicoterapia é vasta e, podemosdividir em quatro grandes temas:
1. A nível da cognição a investigação procura estabelecer a diferença entre a experiência musical de músicose não-músicos;
2. A investigação de determinadas características da prática de uma atividade musical e o efeito nos compor-tamentos dos músicos e resultado dos produtos musicais atingidos;
3. Procura-se perceber de que forma a música nos influencia a nível do desenvolvimento cognitivo, perceti-vo, (Falcão, 2016) e psicossocial;
4. Estudar as diferenças e semelhanças na cultura musical, procurando aspetos universais.
Diversos estudos têm sido realizados no sentido de compreender quais os efeitos da música, não só da prática como também da audição, na depressão, stress e ansiedade. Tem sido sugerido que ouvir música produzbenefícios à saúde e que tem efeitos redutores do stress, sendo uma ferramenta económica, não invasiva e comaceitação elevada (Thoma et al., 2013). O stress resulta da experiência do individuo ao receber determinado estímulo e este assume que não tem os recursos para responder e manter o equilíbrio (Thoma et al., 2013). Ao ouvirmúsica estamos a iniciar uma quantidade enorme de processos cognitivos no cérebro, assim, é passível de assumir que esta atividade pode influenciar os processos cognitivos relativos ao stress e como consequência influenciar a nossa resposta fisiológica (Thoma et al., 2013). Segundo Lepping et al. (2016) a audição musical é utilizada para a regulação emocional, pois, a música que dá prazer ao indivíduo ativando assim o sistema dopaminérgicodo cérebro.
A regulação emocional é uma capacidade crítica para a manter a saúde mental e o bem-estar. “Music is a” (Lepping et al., 2016).
INVESTIGAÇÂO
Metodologia No sentido de compreender a influência da música e a sua importância na regulação emocional da populaçãoportuguesa na pandemia foi realizado um questionário através da plataforma Google que foi divulgado através decontactos de email, da aplicação WhatsApp e das redes sociais como o Facebook. O questionário tinha a duraçãode 3 minutos e consistia em perguntas diretas de escolha múltipla, perguntas abertas e perguntas com a utilizaçãoda escala de Likert. Através deste questionário tentamos obter não só a visão dos adultos sobre a música e a suaimportânciano quotidiano face à pandemia, como também a visão das crianças e adolescentes, assim sendo,estabelecemos como limite inferior de idade os 6 anos, ou seja, o começo da idade escolar.
Participantes Os participantes são oriundos de contatos pessoais, extrapolados para contatos dos contatos, amigos,conhecidos, familiares. Uma amostra que se quis aleatória, heterogénea, quer de participantes feminino comomasculino, de diferentes idades, a partir dos 6 anos equivalente ao 1ºano escolar. A nossa amostra é constituídapor 122 participantes. Dos quais 70,5% da amostra é do género feminino e 29,5% do género masculino.

73% dos participantes tinham mais de 23 anos, 18,9% tinham entre 19 a 23 anos, 1,6% entre os 15 e 18anos, 4,9% entre os 11 e 14 e 1,6% entre 6 e 10 anos.

A nível da situação profissional 46,7% da amostra é trabalhador, 18% trabalhador-estudante e 35,2% é estu-dante.

A nível do estado civil 58,2% da amostra é solteiro, 26,2% casado, 5,7% divorciado e 9,8% encontra-se emunião de fato.

Questionamos os participantes relativamente ao número de dias em que se encontravam em isolamento eobtemos uma grande diversidade de respostas, sendo que 12 pessoas da amostra ainda não tinha estado em iso-lamento, 42 pessoas da amostra estão em casa entre 1 a 15 dias, e de 16 dias a 35 as restantes 68 pessoas.
Resultados Relativamente à audição da música durante a quarenta 95,1% afirma que tem ouvido música e apenas 4,9%afirma que não e 14,8% respondeu que a audição da música não ajuda a lidar com a pandemia e 85,2% afirmaque ouvir música é uma forma de lidar com a pandemia.


No entanto, de que forma pode a música ajudar a lidar com a pandemia? Na análise de conteúdo, os principais fatores enunciados pelos participantes afirmam que a música funciona como um escape e que permitee distrair dos problemas do mundo real, acalmando e sendo uma ferramenta importantetrazendo sentimentos de bem-estar, motivação, felicidade,esperança; funcionando assim como uma ferramenta de regulação emocional.
Pretendemos também perceber se os participantes sentiam um aumento da frequência com que ouve música,sendo que, como apresentado anteriormente, muitos encontram-se em casa, aferimos que 44,3% refere quehouve sim um aumento da audição musical e 55,7% afirma que não.

A quantidade de horas que os participantes dedicam diariamente é importante para perceber a importânciada música no seu quotidiano, nos resultados obtidos 45,9% dedicam mais de 2 horas diárias à audição musical,16,4% dedicam 2 horas, 23% ouvem uma hora diária por dia e 14,8% dos 122 participantes dedicam menos deuma hora diária.

Estando já estabelecido que 85,2% dos participantes afirmam que a música ajuda a lidar com apandemia através da regulação emocional, então, pretendemos perceber quais os principais sentimentosque a música transmitia a estes participantes dentro dos diversos sentimentos ou emoções identificados os sentimentos que foram referidos com mais frequência foram: alegria, felicidade, paz, calma, tranquilidade. No entanto, alguns participantes afirmaram que se conseguia sentir todos os sentimentos eemoções através da música dependendo da música que ouviam. De seguida, pretendemos perceber em quemedida os participantes sentiam que a música acalma e pedimos que identificasse numa escala de likert de 1 a5, sendo que 1 seria nada e 5 sempre.

Numa altura em que nos vemos obrigados a entrar em quarentena foram diversas as iniciativas a surgir nosentido de combater o isolamento social, sensibilizar para a importância de ficar em casa e ao mesmo tempo sensibilizar para o trabalho precário dos artistas (Correia, 2020; MadreMedia, 2020; Morais, 2020).
Assim, procuramos perceber que impacto provocaram estas iniciativas:

Para além da escuta, a prática musical tem muitos benefícios ao nível do sentimento de bem-estar (Pires,Galinha & Herédia, 2017), e, assim questionamos os participantes se tinham pratica instrumental e apenas 28,7%da amostra, ou seja 35 dos 122 participantes, toca algum instrumento musical em que a média de horas de práticaencontra-se entre 0 horas a 2 horas.
A nível do aumento da atividade 37,1% dos participantes afirma que não houve aumento da frequência comque pratica, 17,1% afirma que talvez tenha sentido um aumento da atividade e 45,7% dos participantes afirmaque tem praticado mais nestes dias de quarentena.

A nível dos motivos que potenciaram esse aumento da atividade 46,2% da amostra refere que é devido a termais tempo, 15,4% para manter a motivação, 15,4% afirma que quando toca não pensa na pandemia e 23,1%afirma ser outro motivo como por exemplo para aperfeiçoar a técnica ou todas as opções anteriores.

Analisando uma canção em pormenor “Não me deixes partir” dos HMB. A capacidade de a música influenciar o estado emocional do indivíduo deve-se ao facto de ela produzir reações fisiológicas cuja magnitude parece depender do seu conteúdo emocional. Assim sendo, a perceção musicaldepende de muitas variáveis, e envolve muitas áreas encefálicas, sendo a música a arte com uma grande repre-sentação neuropsicológica (Weigsding & Barbosa, 2014). Ouvir música é uma experiência motora para além deauditiva e emocional, existe a tendência de o indivíduo acompanhar a melodia e o ritmo da música, involuntaria-mente, mesmo quando a música existe apenas no nosso mundo interior (Sacks, 2008).
A música é definida pelo ritmo, pela melodia, pela harmonia, pelo timbre (amplitude), pela dinâmica, pelaforma, (Simões, 2012) pela altura (frequência) e ainda pela intensidade.
A música é composta de sons e, o som resulta de vibrações nas partículas de ar que variam na sua amplitudee frequência (Weigsding & Barbosa, 2014). As notas musicais resultam de uma classificação subjetiva de fre-quências sonoras ao longo do nosso espectro de audição, (Rodrigues, 2009) sendo que o nosso ouvido humanoconsegue captar frequências entre os 20 e 20000Hz (Henrique, 2014).
Ao longo dos séculos várias têm sido as tentativas e propostas de associação entre as cores e as notas musicais, ou seja, entre o mundo visível e o invisível (Macedo, 2009; Campos, 2014). A frequência 329 Hz, que cor-responde a nota Mi (E) que é a tónica da música apresentada e à volta da qual a música se desenvolve, é asso-ciada à cor violeta (Macedo, 2009) que a nível da psicologia é uma cor associada ao sentimento de esperança ea tranquilidade (Lacy, 2000). A dominante da escala de Mi (E) é Lá (A), que se encontra entre os 432 Hz ou 440Hz, é denominada como a frequência milagre, uma frequência de som puro que produz um efeito tranquilizante aquem a ouve e traz diversos benefícios a nível da saúde física (Nahas & IMD, 2017).


Assim estabelecidas as notas que “mandam” na música, podemos passar à letra e às mensagens destas.
Com mais ou menos consciência do grupo quando escreveu a letra de quão profunda é a mensagem e de quantopoderá ela transmitir a todos os seus fãs, foi com toda a certeza escrita com muito amor e dedicação, com umsentimento positivo de transmitir uma mensagem positiva incitando ao ouvinte uma reflexão e autoanálise.
Analisando quanto às notas dominantes e à mensagem podemos verificar que é uma música de esperança,logo no início começa com uma espécie de pedido ao ouvinte para imaginar-se a não viver mais, e como é queseria, o que é que importa ser louco e ser diferente dos outros?
Passa-nos também a mensagem que as coisas tem tempo e lugar, e que se não aconteceu ainda irá acontecera seu tempo, e se aconteceu isso levou a um amadurecimento e à pessoa que se é no momento presente.
Entenda-se “o não me deixes partir”, da pessoa para a vida, no sentido, “não me deixes morrer” sem que tenhapercebido o seu lugar no mundo e o seu propósito de viver, e pede uma mensagem ao mundo (a cada um quecanta) para compreender o que deve fazer (ou seja, ter esperança e confiança que se vai compreender e com-preender o seu propósito).
Poder-se-á ver num ângulo amoroso e quem a canta, poder cantar na ode ao seu par amoroso, “e não deixesque isto acabe sem que perceber a mesma”, aos olhos da psicologia e da psicanálise o desejo de saber o impactoque o próprio tem no outro.
Quer seja a tomada de consciência, intuitivamente; quer seja a interpretação individual, toda a música inspiraesperança e augura esperança.
CONCLUSÃO
A música possui inúmeros benefícios no ser humano, quer seja, a nível do seu desenvolvimento cognitivo,como também a nível do sentimento subjetivo de bem-estar.
A música, é para além de uma arte, uma forma de comunicar, como tal, está repleta de mensagens que têminfluência no nosso pensar, no nosso comportamento e nas várias esferas da nossa vida. Assim, é importanteperceber, para além do nosso gosto musical, que influencia possui a música, que emoções nos transmite e quais as suas mensagens descodificadas pelo público. Nem sempre a mensagem descodificada corresponde à mensa-gem pensada pelo seu emissor, no entanto, esse problema é geral a toda a comunicação.
A música pode ser utilizada das mais diversas formas, no entanto, tal como os nossos participantes enunciaram, a música pode ser um escape da realidade, um promotor de sentimentos de presença, tranquilidade eesperança, e, como tal, a sua importância nesta época de incerteza não pode ser ignorada.
INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA
Quis a Psicologia dar o seu contributo para a compreensão da utilização da música face a este quadro decrise mundial, de uma pandemia vinda de surpresa; por ser igualmente inesperada, desconhecida e de muito difí-cil de controlar à nossa comunidade científica, aos nossos governantes e à população geral; e gerar tanta ansie-dade, desconforto, stress, angústia. Sintomas que de forma alguma poderiam passar despercebidos aosPsicólogos.
À Psicologia cabe não só tratar dos transtornos psico-emocionais e mentais, como compreender o que podeser usado como uma ferramenta para aliviar todo o tipo de sintomatologia e proporcionar bem-estar físico, psi-cológico e mental neste período de quarentena.
Este estudo exploratório, do tipo descritivo, tem por objetivo ser um de mais e futuros estudos, para além detrazer à luz tantas outras parcerias que podem e devem ser usadas, como neste caso, a música.
Movimentos musicais surgiram com toda a espontaneidade, generosidade; de uma forma altruística poramadores e por músicos profissionais que se disponibilizaram logo no primeiro instante. A todos os que nos pro-porcionaram tantos e bons momentos musicais, o nosso GIGANTE BEM-HAJAM!
Verificou-se assim, que a MÚSICA pode e deve ser usada em situações de crise, de pandemia, em situaçõesde quarentena; sempre foi, será e hoje, é com toda a certeza, de uma extrema utilidade para se manter a lucideze o bem estar psicológico/mental, em qualquer idade.
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