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                <journal-title>Em Questão</journal-title>
                <abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Em Quest.</abbrev-journal-title>
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			<article-id pub-id-type="doi">10.1590/1808-5245.29.129518</article-id>
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					<subject>Artigo</subject>
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				<article-title>Altmetria: uma análise de seus termos, expressões, conceitos e definições</article-title>
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					<trans-title>Altmetrics: an analysis of its terms, expressions, concepts, and definitions</trans-title>
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						<surname>Barcelos</surname>
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						<surname>Maricato</surname>
						<given-names>João de Melo</given-names>
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					<xref ref-type="aff" rid="aff2"><sup>2</sup></xref>
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				<label>1</label>
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				<label>2</label>
				<institution content-type="original">Universidade de Brasília, Brasília, DF, Brasil</institution>
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					<email>janinnesilva@ibict.br</email>
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				<license license-type="open-access" xlink:href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" xml:lang="pt">
					<license-p>Este é um artigo publicado em acesso aberto sob uma licença Creative Commons</license-p>
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			<abstract>
				<title>Resumo</title>
				<p>Investiga o desenvolvimento teórico-epistemológico da altmetria, a partir da análise de termos, expressões, definições e/ou conceitos observados na literatura científica. Com esse propósito, examinou a altmetria sob a ótica da abordagem qualiquantitativa, por meio de revisão integrativa da literatura, considerando os artigos publicados nos idiomas português, inglês e espanhol, e indexados nas bases: Brapci, LISA, WoS e Scopus e, desde o manifesto de Priem <italic>et al</italic>. em 2010 até o ano de 2020. Diante dos resultados confirmou-se que a altmetria ainda é imatura e difícil de definir. A partir da análise de 485 artigos (corpus), verificou-se que a altmetria é nomeada por termos e expressões que indicam significados diversos e que seus conceitos e definições são apresentados sob três perspectivas: pragmática, genealógica e epistemológica.</p>
			</abstract>
			<trans-abstract xml:lang="en">
				<title>Abstract</title>
				<p>This paper investigates the theoretical-epistemological development of altmetrics, based on the analysis of terms, expressions, definitions, and/or concepts presented in scientific literature. For this purpose, it analyzed altmetrics through a literature review, considering papers published in Portuguese, English, and Spanish, indexed in Brapci, LISA, WoS, and Scopus, since the manifesto by Priem <italic>et al</italic>. in 2010 until 2020. Given the results, it was confirmed that altmetrics is still immature and difficult to define. From the analysis of 485 papers (<italic>corpus</italic>), we found that altmetrics is named by terms and expressions that have different meanings and that its concepts and definitions are presented from three perspectives: pragmatic, genealogical, and epistemological.</p>
			</trans-abstract>
			<kwd-group xml:lang="en">
				<title>Keywords:</title>
				<kwd>Altmetrics</kwd>
				<kwd>social web</kwd>
				<kwd>social media</kwd>
				<kwd>informetrics</kwd>
			</kwd-group>
			<kwd-group xml:lang="pt">
				<title>Palavras-chave:</title>
				<kwd>Altmetria</kwd>
				<kwd>web social</kwd>
				<kwd>mídias sociais</kwd>
				<kwd>estudos métricos da informação</kwd>
			</kwd-group>
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				<equation-count count="0"/>
				<ref-count count="77"/>
			</counts>
		</article-meta>
	</front>
	<body>
		<sec sec-type="intro">
			<title>1 Introdução</title>
			<p>Em todos os campos do conhecimento as métricas apresentam-se como valiosos instrumentos para mensuração, análise e compreensão dos fenômenos. Ao discutir o assunto, <xref ref-type="bibr" rid="B23">Egghe e Rousseau (1990</xref>) chamam a atenção para o infinito espiral em curso nas mais diversas ciências, a partir do qual muitas teorias são testadas e melhoradas por refinados sistemas de medição e, sucessivamente, como estes sistemas são aprimorados por novas discussões teóricas. A própria história da ciência parece demonstrar, inclusive, que o avanço do conhecimento científico está ligado ao maior ou menor uso da medida.</p>
			<p>O uso cada vez mais frequente de indicadores, alinhado às limitações das métricas tradicionais, às mudanças da comunicação científica trazidas pela internet e à presença dos pesquisadores na Web 2.0 têm ampliado os debates sobre as metodologias de medição da produção científica. Tal afirmação baseia-se na análise diacrônica de diversos estudos publicados nos últimos anos, que confirmam a expansão dos estudos métricos na Ciência da Informação (CI) e a evolução das técnicas de medição das pesquisas, sendo alguns deles apreciados ao longo desta pesquisa.</p>
			<p>Diante das limitações das medidas de impacto tradicionais, pesquisas sugerem a criação de novas métricas de impacto com base na análise das mídias sociais. Bollen e colegas defendem “[...] que o impacto científico é uma construção multidimensional [...]” (<xref ref-type="bibr" rid="B11">Bollen <italic>et al</italic>., 2009</xref>, p. 10) e falam de uma variedade de medidas que podem ser calculadas a partir dos números de “cliques” e dos dados de log.</p>
			<p>Com raciocínio semelhante, <xref ref-type="bibr" rid="B55">Priem e Hemminger (2010</xref>) denunciaram os problemas dos métodos de avaliação baseados em citações e da filtragem de artigos por pares (devido ao crescente volume da produção). Em sua pesquisa, os autores sugerem a construção e a validação de métricas individuais (por artigo), baseadas no número de acessos, número de downloads, citações em diferentes bases e um tipo até então inédito de métricas: menções em blogs e compartilhamentos em redes sociais.</p>
			<p>Nesse mesmo ano, <xref ref-type="bibr" rid="B54">Priem <italic>et al</italic>. (2010</xref>) criaram o nome <italic>altmetrics</italic> (altmetria, na língua portuguesa). Segundo seus idealizadores a altmetria abre um novo universo para avaliação dos pesquisadores por meio do compartilhamento de links em redes sociais, citações na Wikipédia, menções em notícias de jornais e mídias variadas da Web 2.0. Em contrapartida, pelo fato de se utilizar de ferramentas ‘informais’ como fontes para medição, a altmetria tem gerado muitas questões quanto a sua legitimidade. Como afirma <xref ref-type="bibr" rid="B51">Nassi-Caló (2017</xref>), a comunidade científica ainda olha para a altmetria com certo ceticismo.</p>
			<p>Embora os trabalhos que investigaram a altmetria tenham colaborado para a demarcação da área, nota-se a ausência de um discurso expressivo e formalizado, de um entendimento consensual do conceito e até mesmo de conhecimentos técnicos para sua aplicação. Consonante mesmo parece ser o pensamento que define a altmetria como nova área dos Estudos Métricos da Informação (EMI), ainda com mais perguntas do que respostas.</p>
			<p>Nesse contexto emerge a problemática: como se configura o desenvolvimento teórico-epistemológico da altmetria nos artigos publicados entre os anos de 2010 e 2020, em justaposição aos estudos métricos da informação? Na busca por responder tal indagação, esta pesquisa mapeou e classificou conceitos, definições, termos e/ ou expressões utilizadas pelos pesquisadores para se endereçar ou explicar a altmetria. Busca-se, com tal esforço, contribuir para a complexa tarefa de esclarecer sobre seu(s) significado(s) e para melhor comunicação dos resultados publicados, evitando equívocos conceituais ou técnicos sobre a altmetria.</p>
		</sec>
		<sec sec-type="methods">
			<title>2 Metodologia</title>
			<p>Este é um estudo de caráter analítico diacrônico e descritivo, com dados analisados sob a ótica da abordagem qualiquantitativa. Em relação à fonte, é bibliográfica, pois buscou explicar e discutir a construção da altmetria com base em artigos publicados em periódicos científicos. O fio condutor para a realização do levantamento e análise dos artigos foi a revisão integrativa, um instrumento da Prática Baseada em Evidências (PBE), que envolve definição do problema, identificação das informações necessárias, condução da busca de estudos na literatura e sua avaliação crítica. <xref ref-type="bibr" rid="B30">Greyling (2018</xref>) e Anima Educação (<xref ref-type="bibr" rid="B2">2014</xref>) orientam que a busca da literatura seja ampla e diversificada e vá se afunilando na medida em que o pesquisador retorna à sua questão de pesquisa. A busca da literatura para análise seguiu preceitos previstos pelo PBE, conforme descrição do <xref ref-type="table" rid="t1">Quadro 1</xref>.</p>
			<p>
				<table-wrap id="t1">
					<label>Quadro 1 -</label>
					<caption>
						<title>Descrição da busca da literatura para análise</title>
					</caption>
					<table frame="hsides" rules="groups">
						<colgroup>
							<col/>
							<col/>
							<col/>
						</colgroup>
						<tbody>
							<tr>
								<td align="left"><bold>Bases de dados consultadas</bold></td>
								<td align="left">Base de Dados Referenciais de Artigos de Periódicos em CI (Brapci); <italic>Library and Information Science Abstracts</italic> (LISA); Scopus; Web of Science (WoS). Para a escolha das bases de dados considerou-se a abrangência, incluindo a cobertura de revistas científicas nacionais e internacionais. </td>
								<td align="left"> </td>
							</tr>
							<tr>
                                <td align="left"><bold>Período das publicações</bold></td>
								<td align="left">2010 a 2020</td>
								<td align="left"> </td>
							</tr>
							<tr>
                                <td align="left"><bold>Período das buscas</bold></td>
								<td align="left">1ª rodada, em maio de 2020; 2ª rodada, em maio de 2021. </td>
								<td align="left"> </td>
							</tr>
							<tr>
                                <td align="left"><bold>Termos de busca</bold></td>
								<td align="left">Utilizou-se o termo “Altmetr*”, por ser o radical comum entre os três idiomas: altmetrics (inglês), altmetria (português) e altmetría (espanhol). Ademais, o radical proposto também recupera os termos ‘altmétricos’, ‘altmétricas’ e ‘altmetrias’, entre outras variáveis. </td>
								<td align="left">Admite-se que a não adoção de outros termos pode incorrer em não captura de alguns artigos sobre o tema. Contudo, justifica-se que, após testagem nas bases, o termo ‘Altmetr*’ mostrou-se mais significativo para os propósitos desta pesquisa.</td>
							</tr>
							<tr>
                                <td align="left"><bold>Artigos recuperados</bold></td>
								<td align="left">3.679</td>
								<td align="left"> </td>
							</tr>
							<tr>
                                <td align="left" rowspan="2"><bold>Critérios de inclusão e exclusão</bold></td>
                                <td align="center"><bold>Foram incluídos</bold></td>
                                <td align="center"><bold>Foram excluídos</bold></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">- Artigos publicados que utilizam o termo “Altmetr*” no corpo do texto;<break/> - Artigos publicados em língua inglesa, espanhola e portuguesa;<break/> - Artigos publicados e indexados pela Brapci, LISA, WoS ou Scopus, entre os anos de 2010 e 2020;</td>
								<td align="left">- Publicações indexadas pelas bases como artigos, mas manualmente identificadas como outros tipos documentais (resenhas, livros, editoriais etc.):<break/> - Artigos cujos termo de busca ‘Altmetri*’ apareceu em outras partes dos artigos, mas não no corpo do texto, títulos e/ou palavras-chave (ex. lista de referências e banners de publicidade);<break/> - Artigos que não foram publicados em língua inglesa, espanhola ou portuguesa;<break/> - Artigos em que a altmetria foi tratada de maneira superficial/periférica (demonstrando baixa ou nenhuma relação com a temática).</td>
							</tr>
						</tbody>
					</table>
					<table-wrap-foot>
						<fn id="TFN1">
							<p>Fonte: Elaborado pelos autores.</p>
						</fn>
					</table-wrap-foot>
				</table-wrap>
			</p>
			<p>Após a aplicação dos procedimentos elencados, chegou-se ao <italic>corpus</italic> da pesquisa, composto por 485 artigos científicos, publicados entre outubro de 2010 e outubro de 2020, em português, espanhol e inglês. Com a intenção de favorecer uma análise diacrônica, os artigos foram organizados por ano de publicação (de 2010 a 2020). Importa ressaltar que o <italic>corpus</italic> contempla estudos que tratam a altmetria de maneiras diversas, em qualquer uma das seções do texto (introdução, referencial teórico, metodologia e/ou conclusões), seja como objeto da pesquisa, ferramenta metodológica ou abordagem conceitual.</p>
			<p>De acordo com <xref ref-type="bibr" rid="B17">Bufrem (2019</xref>), a análise da dimensão teórico-epistemológica de determinado fenômeno está relacionada aos fundamentos, aos conceitos e à construção racional do mesmo. Para a extração dos dados - isto é, informações sobre aspectos teórico-epistemológicos de altmetria - os 485 artigos foram lidos na íntegra. Com o apoio de uma matriz de síntese (<xref ref-type="bibr" rid="B16">Botelho; Cunha; Macedo, 2011</xref>), foi possível levantar repostas padronizadas sobre cada artigo, facilitando a comparação entre aspectos específicos da altmetria.</p>
			<p>Entre os pontos que podem ser abordados em uma análise de dimensão teórico-epistemológica (<xref ref-type="bibr" rid="B17">Bufrem, 2019</xref>), analisou-se: (1) <bold>termos e expressões</bold> que podem, por vezes, clarear ou esconder intenções teóricas, significados e características da altmetria; e (2) <bold>conceitos e definições</bold> usados pelos autores para transmitir um significado, uma interpretação possível e/ou completa de altmetria. </p>
			<p>Diante da impossibilidade de apresentar cada um dos 485 artigos na seção de resultados deste estudo, a escolha dos textos citados a seguir considerou aqueles que continham informações mais relevantes para os objetivos propostos. A lista completa dos artigos levantados pode ser consultada em <xref ref-type="bibr" rid="B9">Barcelos (2022</xref>).</p>
			<sec>
				<title>2.1 Limitações da pesquisa</title>
				<p>O objetivo de uma revisão integrativa é coletar dados, identificar estudos de alta qualidade e sintetizar os achados de maneira rigorosa e inclusiva para que uma imagem completa e atual do objeto de pesquisa seja fornecida (Greylin, 2018). Contudo, existem limitações. A primeira, está no fato da revisão se basear na perspectiva dos autores para formar sentido daquilo que leram e de sua habilidade (ou não) para realizar um estudo complexo de interpretação. Para dirimir vieses e evitar conclusões prematuras foram respeitados todos os procedimentos indicados por Greylin (<xref ref-type="bibr" rid="B30">2018</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B69">Souza, Silva e Carvalho (2010</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B62">Sampaio e Lycarião (2018</xref>).</p>
				<p>A segunda limitação diz respeito ao desafio de se analisar um fenômeno emergente, que continua a se desenvolver em resposta às novas mídias e tecnologias digitais. Mesmo se tratando de um estudo sistemático da literatura, que preza pelo rigor, a efervescência do fenômeno pode tornar qualquer caracterização/classificação proposta nesta pesquisa um tanto instável. Desse modo, os resultados apresentados a seguir objetivam avançar nas discussões sobre altmetria, sem a presunção de esgotar as possibilidades de análise, pois outros aspectos podem ser identificados e considerados em futuros estudos.</p>
			</sec>
		</sec>
		<sec sec-type="results">
			<title>3 Resultados</title>
			<p>Este estudo analisa como se configura o desenvolvimento teórico-epistemológico da altmetria em artigos publicados entre os anos de 2010 e 2020. Os resultados de tal análise estão apresentados e discutidos em dois subgrupos, ‘termos e expressões’ e ‘conceitos e definições’, seguidos de uma síntese integradora: um mapa conceitual dos aspectos teórico-epistemológicos da altmetria.</p>
			<sec>
				<title>3.1 Termos e expressões</title>
				<p>Na literatura, pesquisadores se utilizam de termos variados para nomear, distinguir ou aproximar a altmetria dos outros EMI. A começar por <italic>altmetrics</italic>, termo usado pela primeira vez no tuíte publicado, em 28 de setembro de 2010, por Jason Priem - mês antes do manifesto altmetrics ser lançado. A postagem dizia o seguinte: <italic>“I like the term #articlelevelmetrics, but it fails to imply *diversity* of measures. Lately, I'm liking #altmetrics”</italic> (em português: Eu gosto do termo #<italic>articlelevelmetrics</italic>, mas ele não implica *diversidade* de medidas. Ultimamente, estou gostando de #<italic>altmetrics</italic>) (<xref ref-type="bibr" rid="B53">Priem, 2010</xref>). </p>
				<p>Em 2010, a ideia de usar as mídias sociais para medir e analisar a produção científica não era exatamente nova, mas agora havia um termo em torno do qual o debate prosperou: <italic>altmetrics</italic> (em inglês), <italic>les altmetrics</italic> (em francês), <italic>altmetría</italic> (em espanhol) e altmetria (em português e polonês) são alguns exemplos de como as discussões passaram para nível mundial. Nos estudos sob análise, foi identificado uso predominante do termo <italic>altmetrics</italic>, e suas respectivas traduções em português e espanhol, mas outras nomenclaturas e expressões também foram empregadas para referir-se ao fenômeno (<xref ref-type="table" rid="t2">Quadro 2</xref>). Entretanto, para fins de conceituação da área, o que esses termos querem dizer?</p>
				<p>
					<table-wrap id="t2">
						<label>Quadro 2 -</label>
						<caption>
							<title>Termos e expressões empregadas como sinônimos de altmetria (2010- 2020)</title>
						</caption>
						<table frame="hsides" rules="groups">
							<colgroup>
								<col/>
								<col/>
								<col/>
							</colgroup>
							<thead>
								<tr>
									<th align="center">PORTUGUÊS</th>
									<th align="center">INGLÊS</th>
									<th align="center">ESPANHOL</th>
								</tr>
							</thead>
							<tbody>
								<tr>
									<td align="left">- Altmetria;<break/> - Altimetria (com ‘ti’ e não com ‘t’ mudo);<break/> - Altmetrias (no plural):<break/> - Altmetric (não em referência ao agregador, mas à altmetria em si) - Big Data acadêmico:<break/> - Cientometria 2.0:<break/> - Dados de mídias sociais:<break/> - Dados métricos alternativos:<break/> - Indicadores alternativos:<break/> - Indicadores bibliométricos:<break/> - Medida de impacto disseminativo:<break/> - Métricas alternativas:<break/> - Métricas alternativas de avaliação:<break/> - Métricas alternativas de citação:<break/> - Métricas alternativas de impacto:<break/> - Métricas complementares:<break/> - Métricas de publicação alternativas:<break/> - Métricas não tradicionais:<break/> - Novas métricas.</td>
									<td align="left">- Altmetrics:<break/> - Alternative assessment metrics:<break/> - Alternative citation metrics:<break/> - Alternative indicators:<break/> - Alternative impact metrics:<break/> - Alternative means of measuring:<break/> - Alternative metric data:<break/> - Alternative metric mentions:<break/> - Alternative metrics of research impact - Alternative metrics:<break/> - Alternative-level metrics:<break/> - Altmetric (não em referência ao agregador, mas à altmetria em si):<break/> - Altmetric Attention Score:<break/> - Article-level metrics:<break/> - Influmetrics:<break/> - New metrics:<break/> - Nontraditional alternative article-level metrics:<break/> - Novel bibliometric indexes:<break/> - Scholarly Big Data:<break/> - Scientometrics 2.0:<break/> - Social and usage metrics:<break/> - Social media and web-based metrics:<break/> - Social media data:<break/> - Social media engagement:<break/> - Social media metrics:<break/> - Social media metrics:<break/> - Social media-based metrics:<break/> - Social references:<break/> - Web-based metrics.</td>
									<td align="left">- Altmetría:<break/> - Altmetric (não em referência ao agregador, mas à altmetria em si):<break/> - Las altmétricas:<break/> - Una forma alternativa de medir.</td>
								</tr>
							</tbody>
						</table>
						<table-wrap-foot>
							<fn id="TFN2">
								<p>Fonte: Dados da pesquisa.</p>
							</fn>
						</table-wrap-foot>
					</table-wrap>
				</p>
				<p>Entre os termos utilizados nos artigos publicados de língua inglesa, em relações sinonímias com altmetria, está a expressão <italic>alternative metrics</italic> e seus derivados, como, por exemplo: <italic>alternative citation metrics</italic> (<xref ref-type="bibr" rid="B27">Galloway; Pease; Rauh, 2013</xref>), <italic>alternative online metrics</italic> (<xref ref-type="bibr" rid="B39">Knight, 2014</xref>), <italic>alternative means of measuring</italic> (<xref ref-type="bibr" rid="B36">Haustein <italic>et al.</italic>, 2014</xref>), <italic>alternative assessment metrics</italic> (<xref ref-type="bibr" rid="B12">Bornmann; Haunschild, 2015</xref>), <italic>alternative impact metrics</italic> (<xref ref-type="bibr" rid="B61">Salahshoori; Abedini, 2019</xref>) e <italic>alternative indicators</italic> (<xref ref-type="bibr" rid="B76">Zahedi; Costas; Wouters, 2014</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B52">Ortega, 2015</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B45">Miles, Pannabecker, Kuypers, 2020</xref>).</p>
				<p>De acordo com a literatura, <italic>altmetrics</italic> é o acrônimo de <italic>alternative metrics</italic> (<xref ref-type="bibr" rid="B32">Hammarfelt, 2014</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B74">Trueger <italic>et al.</italic>, 2015</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B14">Bornmann; Haunschild, 2016</xref>). O prefixo “alt” faz referência à <italic>alternative</italic>, associando a altmetria a ideia de que as métricas geridas nesse âmbito podem ser um substituto às métricas tradicionais. Em detrimento deste fato, os primeiros anos de pesquisa em altmetria trazem diversas ponderações que buscam conceituar a altmetria como complementar, e não como uma alternativa às demais métricas (<xref ref-type="bibr" rid="B36">Haustein <italic>et al.</italic>, 2014</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B76">Zahedi; Costas; Wouters, 2014</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B44">Melero, 2015</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B24">Erdt <italic>et al.</italic>, 2016</xref>) - o que, ao mesmo tempo, enriquece a complexidade e amplia as possibilidades de análise da comunicação científica. </p>
				<p><xref ref-type="bibr" rid="B44">Melero (2015</xref>, p. 154, tradução nossa), por exemplo, foi categórico: “[…] altmetria não é sinônimo de métricas alternativas. Portanto, as métricas emergentes baseadas no nível do artigo não excluem as métricas tradicionais baseadas em citações ao periódico, mas as complementam.”<xref ref-type="fn" rid="fn1"><sup>1</sup></xref> Pesquisadores como <xref ref-type="bibr" rid="B29">Gouveia (2013</xref>) e <xref ref-type="bibr" rid="B10">Barros (2015</xref>) se utilizam da expressão “métricas alternativas” como sinônimo de altmetria, mas advoga-se que “[...] as <italic>altmetrics</italic> se apresentam como complementos aos filtros baseados em citações, com potencial de contribuir na superação de algumas de suas deficiências [...]”, e não como alternativas a eles (<xref ref-type="bibr" rid="B5">Araújo; Caran; Souza, 2016</xref>, p. 185). <xref ref-type="bibr" rid="B24">Erdt <italic>et al.</italic> (2016</xref>) acrescentam que a altmetria deve ser usada apenas para apoiar tomadas de decisões na avaliação, como parte de um processo crítico de revisão por pares.</p>
				<p>Devido às confusões decorridas pelo nome designado por <xref ref-type="bibr" rid="B54">Priem <italic>et al.</italic> (2010</xref>), observou-se que outros dois termos foram citados na literatura analisada para substituir ‘<italic>altmetrics</italic>’: (1) <italic>influmetrics</italic>, sugerido por <xref ref-type="bibr" rid="B60">Rousseau e Fred (2013</xref>) e (2) <italic>complemetary metrics</italic>, por <xref ref-type="bibr" rid="B20">Cronin (2013</xref>). Entre essas duas proposições existe o consenso de que uma avaliação de impacto de artigos não pode depender apenas do número de publicações e citações, mas envolver outras medições multi-fontes e multidimensionais. A divergência está no nome a ser adotado para esse tipo de avaliação. </p>
				<p>Em relação à proposta de <xref ref-type="bibr" rid="B60">Rousseau e Fred (2013</xref>), argumenta-se que uma medida de influência (<italic>influmetrics</italic>) difere-se, por gênese, de uma medida de impacto. Enquanto esta última é um cálculo ponderado de frequência (a exemplo do Fator de Impacto), a medida de influência é uma razão capaz de expressar o quanto um fenômeno particular afeta algo/alguém, a ponto de alterar, de forma substancial, alguma de suas propriedades/características. Ou seja, o termo <italic>influmetrics</italic> denotaria significados e funções diferentes para altmetria, daqueles atribuídos pela literatura até o momento. Nesse contexto, nos restaria a proposta de <xref ref-type="bibr" rid="B20">Cronin (2013</xref>), <italic>complementary metrics</italic>. </p>
				<p>À princípio, tal solução parece viável. Assim, quem sabe, a altmetria passaria a se chamar <italic>métricas complementares de avaliação</italic>, por exemplo, visto que, um indicador, de qualquer natureza, deve ser usado como instrumento de medida complementar à uma decisão, e não como veredito absoluto. Logo, por definição, todos os indicadores seriam complementares em certa medida, nos devolvendo a questão inicial: que nome seria capaz de, ao mesmo tempo, sintetizar o significado desse novo tipo de avaliação e diferenciá-lo das demais métricas?</p>
				<p>Nos artigos de <xref ref-type="bibr" rid="B74">Trueger <italic>et al.</italic> (2015</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B77">Zhang e Wang (2018</xref>), o termo altmetria também aparece como acrônimo de ‘métricas em nível de artigo’ <italic>(article-level metrics),</italic> remetendo à possibilidade de se produzir indicadores independentes, em oposição à metodologia correntemente adotada nas avaliações de artigos feitas a partir das revistas nas quais foram publicados. Zhang e Wang (<xref ref-type="bibr" rid="B77">2018</xref>, p. 496, tradução nossa) afirmam que “[...] a altmetria, uma forma abreviada de “métricas em nível de artigo”, parece ser uma alternativa melhor. Ela foi desenvolvida para distinguir métricas em nível de artigo daquelas em nível de periódico.”<xref ref-type="fn" rid="fn2"><sup>2</sup></xref>
				</p>
				<p><xref ref-type="bibr" rid="B8">Barata (2019</xref>, p. 2) acredita que a altmetria “dá maior ênfase ao artigo em comparação à ênfase dada à revista”. Porém, como tuitou <xref ref-type="bibr" rid="B53">Priem, em 2010</xref>, o termo <italic>article-level metrics</italic> não implica diversidade de medidas. Assim, <xref ref-type="bibr" rid="B43">Maricato e Martins (2017</xref>) advertem que o termo <italic>article-level metrics</italic> não pode ser utilizado como sinônimo de altmetria, visto que as medidas altmétricas também permitem criar índices de outras naturezas, em “nível de revista”, por exemplo. Enquanto isso, para <xref ref-type="bibr" rid="B48">Mohan e Kumbar (2020</xref>, p. 17) <italic>altmetrics</italic> é a abreviação de <italic>alternative-level metrics</italic>.</p>
				<p><xref ref-type="bibr" rid="B66">Shintaku (2017</xref>) utilizou do termo ‘<bold>alti</bold>metria’ para endereçar indicadores que permitem visualizar, para cada artigo publicado, sua propagação via diferentes redes sociais. No estudo recente de Puerto-Sanabria, Díaz-Moreno e Gradis-Santos (<xref ref-type="bibr" rid="B56">2020</xref>), de língua espanhola, o termo também aparece no título do artigo:<bold><italic>Bibliometría o altimetría: desde las métricas tradicionales a las actuales. Revisión Bibliográfica,</italic> </bold> sendo traduzido no resumo em inglês para <italic>altimetry</italic> (ao invés de <italic>altmetrics</italic>). É oportuno esclarecer, no entanto, que não se deve confundir <bold>alti</bold>metria com <bold>alt</bold>metria. O termo altimetria (junção de “altitude” com “metria”) é empregado em estudos da Topografia para referir-se à medição e representação das elevações e variações de relevo do solo. </p>
				<p>De igual maneira, é errado grafar <italic>Altmetric</italic> ao invés de <italic>altmetrics</italic>, conforme observado nos artigos de Hammarfelt (<xref ref-type="bibr" rid="B32">2014</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B1">Akbulut (2015</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B15">Bornmann, Haunschild, Adams (2019</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B33">Hassan <italic>et al.</italic> (2020</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B61">Salahshoori e Abedini (2019</xref>). Numa perspectiva linear (do mais antigo, para o mais recente), verifica-se que o erro está sendo cometido mesmo em pesquisas mais atuais. Por isso, é oportuno esclarecer que <italic>Altmetric</italic> é uma das bases que monitora e disponibiliza dados altmétricos (dados coletados de fontes da Web Social).</p>
				<p>Por este mesmo motivo, é equivocado usar ‘dados altmetric’, ‘variáveis altmetric’, ‘indicadores altmetric’ ou ‘pontuação altmetric’ quando quer-se referir aos dados altmétricos como um todo, como fizeram <xref ref-type="bibr" rid="B33">Hassan <italic>et al.</italic> (2020</xref>) ao afirmar: “[...] uma vantagem de usar altmetric scores para fins de avaliação de pesquisas é que estes aparecem mais rapidamente do que as contagens de citações, que normalmente aparecem de um a três anos após a publicação de um artigo, ou mais para livros.”<xref ref-type="fn" rid="fn3"><sup>3</sup></xref> (<xref ref-type="bibr" rid="B33">Hassan, 2020</xref>, grifo nosso, p. 1.409, tradução nossa). Ou como fizeram McNamara e Usher (<xref ref-type="bibr" rid="B42">2019</xref>, p. 964, grifo nosso, tradução nossa) ao dizer: “Desde julho de 2014, a empresa que publica o IJMHN fez parceria com uma empresa chamada Altmetric (uma contração de ‘métricas alternativas’).”<xref ref-type="fn" rid="fn4"><sup>4</sup></xref> O acrônimo de <italic>Alternative metrics</italic> é ‘altmetrics’ e não de Altmetric.</p>
				<p>Deve-se estar atento também ao fato de que “<italic>Altmetric Scores”</italic> não é um conceito abrangente de métricas sociais baseadas na Web (altmetria), como disse <xref ref-type="bibr" rid="B31">Gruber (2014</xref>). Tampouco <italic>Altmetric Attention Score (AAS),</italic> como sugerem <xref ref-type="bibr" rid="B6">Bang, Lee e Baik (2020</xref>). O <italic>Altmetric Score</italic>, nomeado em 2016 de <italic>Altmetric Attention Score,</italic> é uma contagem ponderada das menções que a Altmetric rastreou para um resultado de pesquisa na Web e não uma pontuação altmétrica geral. Para evitar o equívoco, é pertinente observar que a palavra ‘<italic>Altmetric</italic>’ (note o “A” maiúsculo e a ausência do “s” no final) é a marca de uma empresa. </p>
				<p>Outros termos usados na literatura como se tivessem o mesmo significado de altmetria são: <italic>scientometrics 2.0</italic> (<xref ref-type="bibr" rid="B33">Hassan <italic>et al.</italic>, 2020</xref>); <italic>scholarly Big Data</italic> (<xref ref-type="bibr" rid="B40">Konkiel, 2016</xref>); <italic>measure of disseminative impact</italic> (<xref ref-type="bibr" rid="B74">Trueger <italic>et al.</italic>, 2015</xref>); <italic>novel bibliometric indexes</italic> (<xref ref-type="bibr" rid="B63">Scotti <italic>et al.</italic>, 2016</xref>); <italic>new metrics</italic> (<xref ref-type="bibr" rid="B32">Hammarfelt, 2014</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B49">Muñoz-Velandia <italic>et al.</italic>, 2019</xref>); <italic>alternative bibliometric indicators</italic> (<xref ref-type="bibr" rid="B41">Krauskopf, 2020</xref>). Além disso, identificou-se que autores tratam alternadamente como sinônimos de altmetrics as expressões: <italic>social network metrics</italic> (<xref ref-type="bibr" rid="B64">Shenavar; Doulani, 2020</xref>); e <italic>social media metrics</italic> (<xref ref-type="bibr" rid="B75">Zahedi; Costas, 2020</xref>). </p>
				<p>Em relação a esta última, <xref ref-type="bibr" rid="B19">Costas, Zahedi e Wouters (2015</xref>) arrazoam que <italic>social media metrics</italic> pode ser uma opção melhor do que <italic>altmetrics</italic> para nomear uma série de métricas tão diversas e complexas vindas de fontes incorporadas na Web Social. Mas, ao que parece, tal expressão englobaria todas as métricas derivadas de mídias sociais. Não trazendo qualquer luz ao fato de que, aos altmetricistas, interessam apenas as métricas que dizem respeito à comunicação científica e à comunicação sobre a ciência na Web Social. </p>
				<p>Nos artigos de língua latina (português e espanhol) de <xref ref-type="bibr" rid="B29">Gouveia (2013</xref>), Torres-Salinas e Milanés-Guisado (<xref ref-type="bibr" rid="B73">2014</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B5">Araújo, Caran e Souza (2016</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B67">Silva e Gouveia (2020</xref>), também foi observado o uso dos termos ‘as altmetrias’ ou ‘las altmetrías’ para referir-se aos indicadores altmétricos. Em trecho extraído dos estudos de Araújo, Caran e Souza (<xref ref-type="bibr" rid="B5">2016</xref>), é possível notar a relação sinonímia estabelecida entre <italic>altmetrias</italic> e <italic>indicadores altmétricos</italic>, na frase: “[...] se há uma relação entre duas variáveis (métricas tradicionais e altmetrias, neste caso) (<xref ref-type="bibr" rid="B5">Araujo; Caran; Souza, 2016</xref>, p. 185). Outro exemplo é o artigo de Silva e Gouveia (<xref ref-type="bibr" rid="B67">2020</xref>), que afirma “[...] as altmetrias vieram lançar um olhar para estas novas fronteiras de discussão sobre a ciência”. </p>
				<p>Porém, entende-se não ser adequado o uso de <italic>altmetrias</italic> (no plural) para nomear os indicadores derivados da altmetria, assim como não é adequado utilizar-se, analogamente, dos termos ‘bibliometrias’, ‘cientometrias’, ‘webometrias’, etc, provocando ambiguidades e/ou distorções no desenvolvimento teórico e metodológico das respectivas áreas.</p>
				<p>Por sua vez, <xref ref-type="bibr" rid="B52">Ortega (2015</xref>) atribui mesmo significado entre <italic>altmetrics</italic> e <italic>social and usage metrics</italic>, no trecho: “este estudo explora as conexões entre métricas sociais e de uso (altmetria) e indicadores bibliométricos no nível do autor”<xref ref-type="fn" rid="fn5"><sup>5</sup></xref> (<xref ref-type="bibr" rid="B52">Ortega, 2015</xref>, p. 39, tradução nossa). Contudo, no ano anterior, <xref ref-type="bibr" rid="B28">Glänzel e Gorraiz (2014</xref>) já haviam advertido que essa terminologia não é apropriada, podendo incorrer em confusão desnecessária e comunicação científica equivocada. Como discutido no referencial teórico também, ‘métricas de uso’ endereçam fenômenos de natureza histórica e metodológica distintas da altmetria. Como explicam Glänzel e Gorraiz, (<xref ref-type="bibr" rid="B28">2014</xref>, p. 2162, tradução nossa) “[...] as métricas de uso já existem há muito mais tempo que a altmetria. Na verdade, as métricas de uso são ainda mais antigas que as métricas de citação, porque os bibliotecários acompanham o uso desde o início de sua profissão.”<xref ref-type="fn" rid="fn6"><sup>6</sup></xref>
				</p>
				<p>Ademais, métricas de uso na internet têm os downloads e as visualizações como medidas, enquanto a altmetria é composta por uma diversidade de indicadores heterogêneos, que incluem menções, capturas de links, <italic>bookmarks</italic> e conversas entre usuários. Ainda que muitas mídias sociais também disponibilizem contagens de visualizações e downloads, elas são coletadas em níveis diferentes (por vezes apenas específicos daquela aplicação), não tendo a mesma dimensão, nem a mesma relevância dos dados globais de editores e provedores ou dos dados locais baseados em bibliotecas e arquivos eletrônicos licenciados (<xref ref-type="bibr" rid="B28">Glänzel; Gorraiz, 2014</xref>). </p>
			</sec>
			<sec>
				<title>3.2 Conceitos e definições</title>
				<p>Os conceitos e definições de altmetria identificados na literatura foram agrupados em três categorias: (1) pragmáticos - conceitos e/ou definições de altmetria sob uma perspectiva pragmática, que fazem relação com a sua aplicação ou utilidade; (2) genealógicos - conceitos e/ou definições que buscam explicar a altmetria em justaposição às métricas consideradas ascendentes, como webometria, bibliometria, informetria etc.; (3) epistemológicos - conceitos e/ou definições sob uma perspectiva epistêmica, delimitando o lugar que a altmetria ocupa no espaço do saber (se é uma área recente de estudos, uma nova disciplina, um novo campo etc.).</p>
				<p>3.2.1 Pragmáticos</p>
				<p>Sob a perspectiva pragmática, a altmetria levada a cabo pode operar tanto como indicador para a eventual contagem de menções como, também, técnica para despertar o interesse dos leitores em consultar e conhecer determinados trabalhos científicos, na medida em que são mencionados ou recomendados nas mídias sociais. Parte dos estudos analisados conceituam o fenômeno da altmetria com fundamento em noções sobre sua aplicação, seja como métrica, indicadores, análises da comunicação científica, subprodutos de plataformas de <italic>Relative Strength Index</italic> (RSI), ferramentas de <italic>harvesting</italic> ou um complemento de métricas tradicionais, a partir da Web Social.</p>
				<p>Tais conceitos propõem uma análise do fazer altmétrico, descrevendo os procedimentos adotados na pesquisa. Toma-se como exemplo a definição apresentada no Manifesto Altmétrico de <xref ref-type="bibr" rid="B54">Priem <italic>et al.</italic> (2010</xref>), que considera a altmetria como um grupo diversificado de atividades na Web, capaz de expandir não só a noção do que é o impacto no ecossistema acadêmico, como o que está causando o impacto. A partir do conceito adotado por Priem <italic>et al.</italic> (<xref ref-type="bibr" rid="B54">2010</xref>), a altmetria foi definida também como a criação e o uso de novas métricas para avaliação, com base na Web Social (<xref ref-type="bibr" rid="B44">Melero, 2015</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B24">Erdt <italic>et al.</italic>, 2016</xref>). </p>
				<p>Para <xref ref-type="bibr" rid="B70">Sud e Thelwall (2014</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B7">Banshal <italic>et al.</italic> (2019</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B61">Salahshoori e Abedini (2019</xref>), a altmetria trata-se de uma nova área de pesquisa, que investiga os efeitos das mídias sociais no compartilhamento de conhecimento científico. <xref ref-type="bibr" rid="B38">Karmakar, Banshal e Singh (2020</xref>) conceituam a altmetria como uma atividade de mensuração da interação de usuários com conteúdo acadêmico em mídias sociais. Enquanto Torres-Salinas e Milanés-Guisado (<xref ref-type="bibr" rid="B73">2014</xref>) a consideram uma maneira alternativa de medir o impacto dos resultados da pesquisa acadêmica, destinada a melhorar e complementar as formas mais tradicionais de avaliação, como a contagem de citações ou as estatísticas de uso.</p>
				<p>Outra definição proposta pelos pesquisadores é de que a altmetria é a métrica em si (<xref ref-type="bibr" rid="B10">Barros, 2015</xref>). Seja ela entendida como complementar ou como uma alternativa às métricas tradicionais, tal noção sugere que a altmetria é, por essência, as métricas que tentam indicar a quantidade de atenção e interação dos usuários de mídias sociais com um determinado produto de pesquisa.</p>
				<p>Torres-Salinas, Gorraiz e Robinson-Garcia (<xref ref-type="bibr" rid="B72">2018</xref>) explicam que, inicialmente, a altmetria era entendida como métricas que derivam da atividade em mídias sociais e fontes alternativas de informação fora do campo científico. Mas, com o tempo, passou a ser percebida como uma “cesta” que reúne diferentes métricas e fontes num mesmo indicador. Essa ideia de que altmetria é um termo guarda-chuva para métricas geridas a partir da Web Social também é compartilhada por um conjunto de autores (<xref ref-type="table" rid="t3">Quadro 3</xref>).</p>
				<p>
					<table-wrap id="t3">
						<label>Quadro 3 -</label>
						<caption>
							<title>Conceitos/definições que abordam ‘altmetria’ como um termo guarda-chuva para métricas geradas a partir da Web Social (2010-2020)</title>
						</caption>
						<table frame="hsides" rules="groups">
							<colgroup>
								<col/>
								<col/>
							</colgroup>
							<tbody>
								<tr>
									<td align="center">AUTORIA</td>
									<td align="center">CONCEITOS/DEFINIÇÕES</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(Haustein; <xref ref-type="bibr" rid="B35">Costas; Larivière, 2015</xref>).</td>
									<td align="left">More recently, with the advent of social media in scholarly communication, a spectrum of social media-based metrics - generally regrouped under the <bold>umbrella</bold> term “altmetrics” - have been proposed as alternatives to citation-based indicators. Embedded in the social web, this new family of indicators has the ambition, in the eyes of many, to estimate scientific impact much faster than citations, and to measure the impact of scientific discoveries outside the scientific community. </td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B47">Mohammadi <italic>et al.</italic>, 2015</xref>).</td>
									<td align="left">“In particular, social web mentions of scientific publications can be retrieved from various platforms and are often grouped under the <bold>umbrella</bold> term altmetrics [...].</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B72">Torres-Salinas; Gorraiz; Robinson-Garcia 2018</xref>, p. 692, grifo nosso).</td>
									<td align="left">The term “Altmetrics” was originally used to refer to metrics derived from social media activity and other alternative sources of information which go beyond the scientific realm (<xref ref-type="bibr" rid="B54">Priem <italic>et al.</italic>, 2010</xref>). <bold>But lately, the term seems to have become a “basket” concept</bold>, with very different metrics and sources included in the same mix [...].</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B57">Repiso; Castillo-Esparci; Torres-Salinas, 2019</xref>, p. 942).</td>
									<td align="left">Therefore, the use of social platforms for data logging that can subsequently be applied to scientific evaluation - namely, altmetrics - is an <bold>umbrella</bold> under which any social platform holding useful information to analyze academic studies has a place.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B33">Hassan <italic>et al.</italic>, 2020</xref>).</td>
									<td align="left">Altmetrics’ as a general <bold>‘umbrella’</bold> term refers to various social media platforms such as Twitter, Facebook, Medeley, CiteULike, Google+, QA, Weibo, LinkedIn. This includes policy documents and other document types that can be used to measure research impact at the article level (<xref ref-type="bibr" rid="B35">Haustein <italic>et al.</italic>, 2015</xref>). In connection to research, Altmetrics refers specifically to the “use of scholarly impact measures based on activity in online tools and environments’’ (Priem <italic>et al.</italic>, 2012), although what is exactly measured has been under debate [...].</td>
								</tr>
							</tbody>
						</table>
						<table-wrap-foot>
							<fn id="TFN3">
								<p>Fonte: Dados da pesquisa.</p>
							</fn>
						</table-wrap-foot>
					</table-wrap>
				</p>
				<p>A altmetria também é definida como a medição da comunicação científica na Web 2.0 (<xref ref-type="bibr" rid="B43">Maricato; Martins, 2017</xref>), como uma tecnologia bibliométrica que se baseia na Web Social para a análise de publicações científicas (<xref ref-type="bibr" rid="B26">Fernández-Villavicencio <italic>et al.</italic>, 2015</xref>), como um indicador alternativo (<xref ref-type="bibr" rid="B37">Hou; Yang; Chen, 2020</xref>), como dados disponibilizados por plataformas de mídia social (<xref ref-type="bibr" rid="B13">Bornmann, 2015</xref>) e como um método de pesquisa recém-lançado (<xref ref-type="bibr" rid="B58">Riahinia <italic>et al.</italic>, 2018</xref>). Até mesmo como uma cientometria alternativa (<xref ref-type="bibr" rid="B22">Ebrahimy <italic>et al.</italic>, 2016</xref>).</p>
				<p>Ainda sob uma perspectiva pragmática, pesquisadores conceituam a altmetria por sua finalidade, sua função na pesquisa científica. Sob tal perspectiva, defende-se que se trata de uma ferramenta para avaliar o impacto de um artigo ou, então, mensurar interações acadêmicas sobre eles. Ainda, como instrumento para coleta e análise de dados, coleta de métricas de redes sociais e engajamento, assim como destacar-se a imediaticidade de acesso aos dados. Tais acepções destacam os usos da altmetria e para quê é empregada na pesquisa. </p>
				<p>Há estudos que definem a altmetria por sua capacidade de rastrear, identificar, avaliar e/ou medir o impacto de uma pesquisa científica, em especial artigos, com base na atividade em mídias sociais (<xref ref-type="bibr" rid="B14">Bornmann; Haunschild, 2016</xref>). Assim como, pela possibilidade de fornecer uma avaliação quase que “em tempo real” (<xref ref-type="bibr" rid="B49">Muñoz-Velandia <italic>et al.</italic>, 2019</xref>), de resolver o problema de mensuração do impacto social da pesquisa científica (<xref ref-type="bibr" rid="B68">Sinha <italic>et al.</italic>, 2020</xref>).</p>
				<p>3.2.2 Genealógicos</p>
				<p>A partir da literatura, também foi possível identificar conceitos e definições de altmetria sob uma perspectiva genealógica, relacionando o desenvolvimento da altmetria em justaposição aos estudos métricos tidos como tradicionais. Isto é, conceitos e definições que buscam explicar a altmetria a partir de métricas consideradas ascendentes, como a bibliometria, a cientometria, a webometria, a infometria etc. (<xref ref-type="table" rid="t4">Quadro 4</xref>).</p>
				<p>
					<table-wrap id="t4">
						<label>Quadro 4 -</label>
						<caption>
							<title>Conceitos/definições de perspectiva genealógica sobre a altmetria, em justaposição aos estudos métricos tradicionais (2010-2020)</title>
						</caption>
						<table frame="hsides" rules="groups">
							<colgroup>
								<col/>
								<col/>
							</colgroup>
							<thead>
								<tr>
									<th align="center">AUTORIA</th>
									<th align="center">CONCEITOS/DEFINIÇÕES</th>
								</tr>
							</thead>
							<tbody>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B29">Gouveia, 2013</xref>, p. 2019 - 2020).</td>
									<td align="left">Seu manifesto defende que a altmetria não seria webometria ou cibermetria e sim um novo campo de estudo [...] apesar da argumentação de que a altmetria seria um campo de estudo a parte da cibermetria e webometria, se estas métricas alternativas permanecerem inseridas e, tendo como fonte bases de dados que estão disponíveis online via internet, não há como negar que este seria um subcampo específico de estudo, uma inclusão de novos objetivos e metodologias de estudo para uma ciência que já tem 15 anos e nasceu em conjunto com a abertura comercial da web e da internet.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B10">Barros, 2015</xref>).</td>
									<td align="left">As chamadas métricas alternativas ou altmetrics podem ser definidas como o estudo e uso de medidas de impacto acadêmico com base na atividade de ferramentas e ambientes online, e nesse sentido ser encaradas como um subconjunto da webometria e da cientometria.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B4">Araújo, 2015b</xref>, p. 46).</td>
									<td align="left">Por fim, temos a altmetria (‘alternative metrics’, ‘altmetrics’), um subcampo da cibermetria, de afinidade direta com os estudos cientométricos e bibliométricos, podendo se valer de dados webométricos e webmétricos, tendo como interesse de análise a comunicação científica (comunidades científicas ou assuntos científicos) no contexto da Web Social e dos recursos da web 2.0</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B65">Sheppard, 2016</xref>, p. 33).</td>
									<td align="left">It may be possible that altmetrics, a brand new subfield of bibliometrics, may provide a wider perspective on what is happening in the discipline of scholarly communication while avoiding some of the pitfalls of traditional citation metrics and publishing venues.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B34">Haunschild; Bornmann; Leydesdorff, 2015</xref>).</td>
									<td align="left">“In recent years, altmetrics has developed into a popular research field in bibliometrics.”</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B1">Akbulut, 2015</xref>, p. 276).</td>
									<td align="left">According to the studies of Procter and friends, 80% of academicians are estimated to have social media user accounts (2010). There are also some studies about how much altmetrics data we have and how they are distributed. Altmetric is basically a subset of webometric and scientometric.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B14">Bornmann; Haunschild, 2016</xref>, p. 529).</td>
									<td align="left">“In recent years, a new research field has been established in scientometrics which is known as altmetrics (abbreviation for alternative metrics) [...]”.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B43">Maricato; Martins, 2017</xref>, p. 55).</td>
									<td align="left">[...] área emergente do campo de Ciência da Informação [...] que se relaciona, transversalmente, às áreas de bibliometria, cientometria e webometria, havendo como núcleo integrador a comunicação científica, mas, com novos tipos de indicadores que medem um outro tipo, complementar, de citação, engajamento e impactos dos outputs acadêmicos.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B50">Na; Ye, 2017</xref>, p. 337).</td>
									<td align="left">Altmetrics are a type of scientometrics that measure the impact of scholarship on the social web based on how an individual research study is obtained, read, discussed, shared, and recommended on online platforms among a variety of audiences [...].</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B25">Erdt <italic>et al.</italic>, 2017</xref>).</td>
									<td align="left">Altmetrics can be described as new or alternative metrics based on activities on social media for measuring scholarly impact. However, in the literature, the term altmetrics is still very controversial, as it could also be seen as just a new form of informetrics, and the distinction between usage metrics and altmetrics is still unclear.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B21">Curty; Delbianco, 2020</xref>, p. 8).</td>
									<td align="left">“De acordo com a linha do tempo, o subcampo mais recente dos EMI é a Altmetria (Altmetrics), que no contexto da Web Social apareceu pela primeira vez em um tweet de Jason <xref ref-type="bibr" rid="B53">Priem, no ano de 2010</xref>”.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B45">Miles; Pannabecker; Kuypers, 2020</xref>). </td>
									<td align="left">Alternative indicators of research impact, once called ‘webometrics’ (Thelwall, 2008), are now commonly referred to as altmetrics (<xref ref-type="bibr" rid="B54">Priem <italic>et al.</italic>, 2010</xref>) and comprise a set of quantitative and qualitative data that provide insight into and context for the volume of online attention to research.</td>
								</tr>
							</tbody>
						</table>
						<table-wrap-foot>
							<fn id="TFN4">
								<p>Fonte: Dados da pesquisa.</p>
							</fn>
						</table-wrap-foot>
					</table-wrap>
				</p>
				<p><xref ref-type="bibr" rid="B29">Gouveia (2013</xref>), que publicou o primeiro estudo brasileiro sobre a temática, argumenta que a altmetria se situa dentro da interseção da cientometria com a cibermetria e a webometria, com sobreposições também da bibliometria. Para Gouveia (<xref ref-type="bibr" rid="B29">2013</xref>, p. 2020) “[...] não há como negar que este seria um subcampo específico de estudo [...]”, embora o Manifesto explicitamente afirme: “[...] altmetria não é citação, nem webometria; embora estas últimas abordagens estejam relacionadas à altmetria, elas são relativamente lentas, não estruturadas e fechadas”<xref ref-type="fn" rid="fn7"><sup>7</sup></xref> (<xref ref-type="bibr" rid="B54">Priem <italic>et al.</italic>, 2010</xref>, tradução nossa).</p>
				<p><xref ref-type="bibr" rid="B3">Araújo (2015a</xref>, p. 98), também conceitua a altmetria como “um subcampo da cibermetria, de afinidade direta com os estudos cientométricos e bibliométricos”. Por sua vez, <xref ref-type="bibr" rid="B65">Sheppard (2016</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B34">Haunschild, Bornmann e Leydesdorff (2015</xref>) definem a altmetria como um campo de pesquisa da bibliometria. <xref ref-type="bibr" rid="B1">Akbulut (2015</xref>) afirma que a altmetria é um subcampo da webometria e da cientometria. De igual forma, <xref ref-type="bibr" rid="B10">Barros (2015</xref>, p. 21), acredita que pode ser definida como “[...] estudo e uso de medidas de impacto acadêmico com base na atividade de ferramentas e ambientes online, e nesse sentido ser encaradas como um subconjunto da webometria e da cientometria.”. Enquanto para Bornmann e Haunschild (<xref ref-type="bibr" rid="B14">2016</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B50">Na e Ye (2017</xref>), a altmetria é um tipo da cientometria. <xref ref-type="bibr" rid="B43">Maricato e Martins (2017</xref>, p. 55), consideram que a altmetria “[...] se relaciona, transversalmente, às áreas de bibliometria, cientometria e webometria, havendo como núcleo integrador a comunicação científica [...]”.</p>
				<p>Na visão de <xref ref-type="bibr" rid="B50">Erdt <italic>et al.</italic> (2017</xref>), o controverso termo <italic>altmetrics</italic> poderia ser visto apenas como uma nova forma de informetria, mesmo que a distinção entre métricas de uso e altmetria ainda não seja clara para os pesquisadores. Em contrapartida, para <xref ref-type="bibr" rid="B45">Miles, Pannabecker e Kuypers (2020</xref>) altmetria é apenas um neologismo usado para nomear os indicadores alternativos de impacto de pesquisas, antes chamados de webometria. No entendimento de <xref ref-type="bibr" rid="B21">Curty e Delbianco (2020</xref>), a altmetria é o subcampo mais recente dos EMI, proposto como uma expansão da visão sobre o impacto acadêmico, que busca preencher a lacuna das métricas científicas tradicionais.</p>
				<p>Na genealogia proposta por <xref ref-type="bibr" rid="B21">Curty e Delbianco (2020</xref>), a altmetria, desenvolvida em 2010, se posiciona logo após a criação da cibermetria, em 1996, e da webometria, em 1997. Mas, os autores sugerem um modelo visual mais dinâmico, que relaciona os objetos de interesse e os objetivos de cada métrica a partir de três dimensões: (1) <italic>Locus</italic> - ambiente em que as métricas são capturadas; (2) <italic>Focus</italic> - relação entre as abordagens e os propósitos de análise dos seus indicadores; e (3) <italic>Fluxus</italic> - onde os indicadores utilizados fluem. </p>
				<p>Assim, a altmetria estaria posicionada no extremo do eixo social e num “[...] patamar de especialidade orientado à comunicação científica, visto que as métricas nessas abordagens têm o objetivo de avaliar os desdobramentos e impactos na produção e circulação da ciência.” (<xref ref-type="bibr" rid="B21">Curty; Delbianco, 2020</xref>, p. 16). Enquanto a webometria e a informetria (consideradas as métricas de relações mais estreitas com a altmetria) ocupariam uma posição central no eixo social, com <italic>Focus</italic> de natureza menos específica, uma vez que suas métricas de interesse fluem tanto no território científico quanto social. </p>
				<p>À luz do modelo de organização dos EMI de <xref ref-type="bibr" rid="B43">Maricato e Martins (2017</xref>), e da proposta de <xref ref-type="bibr" rid="B21">Curty e Delbianco (2020</xref>) parece mais adequada para expressar genealogicamente, o estabelecimento de vínculos e relações entre as métricas, diante das alterações provocadas pelos avanços tecnológicos na comunicação científica. Mais ainda, para situar a altmetria em justaposição às demais métricas, preservando sua individualidade e especificidade. Seguindo tal lógica, acredita-se que a altmetria, embora relacionada em certa medida às outras métricas, não seria subconjunto, mas independente e diferente delas. </p>
				<p>3.2.3 Epistemológicos</p>
				<p>As tentativas de conceituar/definir a altmetria na literatura também apresentam um ponto de vista epistemológico, apresentando-a em relação ao espaço que ocupa no campo do saber. Nesse sentido, “novo campo”, “campo emergente”, “nova área de estudos” e “frente de pesquisa com <italic>corpus</italic> próprio” são alguns exemplos das denominações utilizadas pelos pesquisadores para explicar a altmetria, seja ela dependente ou independente de outras disciplinas (<xref ref-type="table" rid="t5">Quadro 5</xref>).</p>
				<p>
					<table-wrap id="t5">
						<label>Quadro 5 -</label>
						<caption>
							<title>Conceitos/definições de perspectiva epistemológica sobre a altmetria (2010-2020)</title>
						</caption>
						<table frame="hsides" rules="groups">
							<colgroup>
								<col/>
								<col/>
							</colgroup>
							<tbody>
								<tr>
									<td align="center">AUTORIA</td>
									<td align="center">CONCEITOS/DEFINIÇÕES</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B71">Thelwall, <italic>et al.</italic>, 2013</xref>, grifo nosso).</td>
									<td align="left">From a wider perspective, <bold>the emerging field of altmetrics</bold> [...] is promoting and assessing the use of social web indicators for academic articles, such as counts of tweets, Facebook wall posts or blog mentions, and this may lead to a wider acceptance and uptake of social media indicators.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B70">Sud; Thelwall, 2014</xref>, grifo nosso).</td>
									<td align="left">“Observations such as these have led to a <bold>new research area, altmetrics</bold> [...], which is concerned with metrics for scholarly publications and activities derived from the social web”.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B59">Robinson-García <italic>et al.</italic>, 2014</xref>, p. 360, grifo nosso).</td>
									<td align="left">Altmetrics or the use of social media-based indicators to quantify the social impact of scholarly information was first proposed by <xref ref-type="bibr" rid="B54">Priem <italic>et al.</italic> (2010</xref>). Since then <bold>it has become a research front of itself producing its own scientific corpus</bold> as it has been received by the research community.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B46">Moed; Halevi, 2015</xref>, p. 13, grifo nosso).</td>
									<td align="left">“<bold>Altmetrics is a relatively new area in metrics development</bold>. It emerged from the increasing numbers of social media platforms and their prolific use by scientists and researchers [...]”.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B3">Araújo, 2015a</xref>, p. 68, grifo nosso).</td>
									<td align="left">“<bold>A altmetria se apresenta como campo emergente dos estudos métricos da informação científica</bold> nestes ambientes da web 2.0 que requer mais atenção da comunidade científica”.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B47">Mohammadi <italic>et al.</italic>, 2015</xref>, grifo nosso).</td>
									<td align="left">“Recently, with the advent of the social web, <bold>the new area of altmetrics</bold> began. Altmetrics focuses on social web sites like [...]”.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">
										<xref ref-type="bibr" rid="B5">Araújo; Caran; Souza, 2016</xref>, p. 185, grifo nosso).</td>
									<td align="left">“Em resposta a esta necessidade, um grupo de pesquisadores (<xref ref-type="bibr" rid="B54">Priem <italic>et al.</italic>, 2010</xref>) propôs a constituição de <bold>um novo campo dos estudos métricos</bold>, que tem sido chamado de Altmetrics ou Altmetria”.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">
										<xref ref-type="bibr" rid="B14">Bornmann; Haunschild, 2016</xref>, grifo nosso).</td>
									<td align="left">“In recent years, <bold>a new research field</bold> has been established in scientometrics which is <bold>known as altmetrics</bold> (abbreviation for alternative metrics) [...]”.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B43">Maricato; Martins, 2017</xref>, p. 55).</td>
									<td align="left">“[...] uma <bold>área emergente</bold> do campo de Ciência da Informação, que se ocupa do estudo, produção e uso de indicadores científicos e tecnológicos [...]”.</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B18">Coombs; Peters, 2017</xref>, grifo nosso).</td>
									<td align="left">Enthusiasts have embraced <bold>the field of altmetrics</bold> (<xref ref-type="bibr" rid="B54">Priem <italic>et al.</italic>, 2010</xref>) that assesses diverse research products and forms of engagement with them (e.g., pageviews, savings to a Mendeley profile, tweets; Piwowar, 2012).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">(<xref ref-type="bibr" rid="B7">Banshal <italic>et al.,</italic> 2019</xref>, grifo nosso).</td>
									<td align="left">Altmetrics is now an interesting area of study, where researchers analyse the social media coverage and consumption of scholarly articles, and sometimes even use them to predict the future citations of scholarly articles.</td>
								</tr>
							</tbody>
						</table>
						<table-wrap-foot>
							<fn id="TFN5">
								<p>Fonte: Dados da pesquisa.</p>
							</fn>
						</table-wrap-foot>
					</table-wrap>
				</p>
				<p>De acordo com <xref ref-type="bibr" rid="B71">Thelwall <italic>et al.</italic> (2013</xref>), Robinson-García <italic>et al.</italic> (<xref ref-type="bibr" rid="B59">2014</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B3">Araújo (2015a</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B14">Bornmann e Haunschild (2016</xref>), Araújo, Caran e Souza (<xref ref-type="bibr" rid="B5">2016</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B18">Coombs e Peters (2017</xref>) a altmetria é um novo campo de estudos. A afirmação de Robinson-García <italic>et al.</italic> (<xref ref-type="bibr" rid="B59">2014</xref>, p. 360, tradução nossa), “[...] altmetria [...] tornou-se uma frente de pesquisa produzindo seu próprio corpus científico [...]”<xref ref-type="fn" rid="fn8"><sup>8</sup></xref>, dá a entender que o “campo” da altmetria já teria, inclusive, um <italic>corpus</italic> delimitado, definido. </p>
				<p>Em contrapartida, no entendimento de <xref ref-type="bibr" rid="B70">Sud e Thelwall (2014</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B46">Moed e Halevi (2015</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B47">Mohammadi <italic>et al.</italic> (2015</xref>) e <xref ref-type="bibr" rid="B7">Banshal <italic>et al</italic> (2019</xref>), a altmetria seria uma nova área de estudos, na qual pesquisadores analisam a cobertura e o consumo de artigos acadêmicos em mídias sociais. Como os autores se utilizaram dos termos “campo” e “área” em um contexto que permite conotação extremamente ampla, não se sabe, ao certo, se tais termos se referem a um mesmo conceito, ou se possuem diferentes significados. Outros estudos, desenvolvidos dentro de uma lógica da sociologia da ciência, poderiam responder essa questão. </p>
				<p>Contudo, é possível inferir que o uso dos termos “campo” e “área” conota uma especificidade da altmetria frente a outras disciplinas, exigindo dos altmetricistas e pesquisadores interessados certo nível de institucionalização cognitiva, isto é, clareza dos componentes do sistema conceitual próprio da altmetria, incluindo teorias consensuais, definição dos problemas abordados, aceitabilidade das soluções, métodos, instrumentos, etc. Assim como, certo nível de institucionalização social, ou seja, de organização das estruturas que orientam e legitimam as atividades de um campo/área, tais quais a criação e formalização de cursos, de periódicos, de grupos de estudos e de eventos específicos. </p>
				<p>A <xref ref-type="fig" rid="f1">Figura 1</xref> traz, como síntese integradora dos resultados encontrados, uma representação esquemática dos aspectos teóricos-epistemológicos da altmetria percebidos na literatura (2010-2020), conforme discutido nas seções anteriores. A partir da análise de 485 artigos, verificou-se, em suma, que a altmetria é nomeada por termos e expressões que sugerem significados diversos e que seus conceitos e definições são apresentados sob pelo menos três perspectivas, caracterizadas neste estudo como: pragmática, genealógica e epistemológica.</p>
				<p>
					<fig id="f1">
						<label>Figura 1 -</label>
						<caption>
							<title>Aspectos teóricos-epistemológicos da altmetria (2010-2020)</title>
						</caption>
						<graphic xlink:href="1808-5245-emquestao-29-e-129518-gf1.jpg"/>
						<attrib>Fonte: Dados da pesquisa.</attrib>
					</fig>
				</p>
			</sec>
		</sec>
		<sec sec-type="conclusions">
			<title>4 Considerações finais</title>
			<p>Muitos pesquisadores ainda se utilizam de termos e expressões variadas para se referir a altmetria, dando ao nome do fenômeno um significado instável, por vezes orientado pelo tipo de dados, em vez de baseado em teorias. Às vezes é usado “métricas de nível de artigo”, outras “métricas alternativas”, “métricas de uso” e até mesmo “Altmetric” - nome de uma das empresas agregadoras de dados do gênero. Do ponto de vista da linguística, esse fato é problemático porque a marca existencial de uma área/campo/ciência é, justamente, o desenvolvimento de uma terminologia própria, capaz de denominar e de legitimar sua concepção teórica. </p>
			<p>Embora o nome pensado por <xref ref-type="bibr" rid="B54">Priem <italic>et al.</italic> (2010</xref>) tenha sido considerado controverso, a princípio, tem sido cada vez mais consensual a noção de que a altmetria não substitui as métricas tradicionais e deve ser usada como complemento nas avaliações. Característica que acompanha as recomendações de uso das métricas antecessoras, frente às diversas críticas feitas a respeito da aplicação equivocada de vários indicadores na avaliação da produção científica como um todo. Ademais, ao que indica a literatura, os demais nomes propostos, “<italic>influmetrics</italic>”, “<italic>complementary metrics</italic>” e “<italic>social media metrics”</italic>, não são amplamente utilizados (ou não foram aceitos) tanto quanto “<italic>altmetrics</italic>”. Outros estudos com termos de busca mais específicos podem elucidar essa questão.</p>
			<p>Quanto aos conceitos e definições, é evidente o esforço dos pesquisadores para explicar a altmetria, seja sob uma visada pragmática, genealógica e/ou epistemológica. Mas exaspera a falta de consenso sobre tais questões teóricas. Do ponto de vista pragmático, a altmetria pode ser tanto o indicador em si, quanto um conjunto de métricas, uma ferramenta de <italic>harvesting,</italic> ou um termo guarda-chuva para métricas geradas a partir da Web Social, entre outras definições. Sob a perspectiva genealógica, hora a altmetria é subcampo da cibermetria, hora da bibliometria, da webometria, da informetria etc, atribuindo a cada mudança de gênese um novo uso e, portanto, um novo significado para ela. E sob a perspectiva epistemológica, a altmetria é chamada de um novo campo, ou uma nova área de estudos.</p>
			<p>Certamente, a falta de consenso não representa por si só um problema. A disputa entre modelos e teorias alternativas é, com efeito, característica óbvia de toda aventura científica. O próprio surgimento de um novo campo/área/disciplina/teoria é a manifestação de uma lacuna no conhecimento que deve ser suprido por modelos mais apropriados. Porém, são necessárias discussões mais especializadas sobre os conceitos e as definições de altmetria, a fim de que a academia possa avançar para uma maior consistência teórica e, por consequência, para a identificação e o refinamento dos métodos e abordagens de análise a serem adotadas por um estudo deste gênero.</p>
		</sec>
	</body>
	<back>
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			<title>Referências</title>
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				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
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							<surname>AKBULUT</surname>
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						</name>
					</person-group>
					<article-title>Relationships between traditional metrics and altmerics: a case analysis of PLoS</article-title>
					<source>Bi̇lgi̇ Dünyasi</source>
					<publisher-loc>Turkei</publisher-loc>
					<volume>2</volume>
					<issue>16</issue>
					<fpage>275</fpage>
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					<year>2015</year>
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						<collab>ĂNIMA EDUCAÇÃO</collab>
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					<source>Manual de revisão bibliográfica sistemática integrativa: a pesquisa baseada em evidências</source>
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					<source>Informação &amp; Sociedade</source>
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					<article-title>Uso de identificadores persistentes e research blogging por blogues científicos em Língua Portuguesa e sua cobertura pela Altmetric Encontros</article-title>
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					<article-title>Revisão integrativa: o que é e como fazer</article-title>
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					<article-title>The insoluble problems of books: what does altmetric.com have to offer?</article-title>
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					<article-title>Presencia en redes sociales y altmétricas de los principales autores de la revista El profesional de la información</article-title>
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				<mixed-citation>ZHANG, L.; WANG, J. Why highly cited articles are not highly tweeted? A biology case. Scientometrics: An International Journal for all Quantitative Aspects of the Science of Science, Communication in Science and Science Policy, Budapest, v. 117, n. 1, p. 495-509, 2018. <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://doi.org/10.1007/s11192-018-2876-6">https://doi.org/10.1007/s11192-018-2876-6</ext-link>
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					<article-title>Why highly cited articles are not highly tweeted? A biology case</article-title>
					<source>Scientometrics: An International Journal for all Quantitative Aspects of the Science of Science, Communication in Science and Science Policy</source>
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					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2023-10-16">16 out. 2023</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
		</ref-list>
		<fn-group>
			<fn fn-type="other" id="fn1">
				<label>1</label>
				<p>“altmetrics are not synonymous with alternative metrics. Therefore, emerging metrics based on article-level and do not exclude traditional metrics based on citations to the journal but complement them.”</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn2">
				<label>2</label>
				<p>“altmetrics, a short form for “Article-Level Metrics”, appears to be a better alternative. It was developed to distinguish article level metrics from ones at the journal level.”</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn3">
				<label>3</label>
				<p>“one advantage to using altmetric scores for research assessment purposes is that they appear more quickly than citation counts, which normally appear 1-3 years following publication of an article, or longer for books.”</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn4">
				<label>4</label>
				<p>“Since July 2014, the company that publishes IJMHN, has partnered with a company called Altmetric (a contraction of ‘alternative metrics’).”</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn5">
				<label>5</label>
				<p>“This study explores the connections between social and usage metrics (altmetrics) and bibliometric indicators at the author leve.l”</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn6">
				<label>6</label>
				<p>“Usage metrics have already been around much longer than altmetrics. In fact, usage metrics are even older than citation metrics, because librarians have been tracking usage since the beginning of their profession.”</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn7">
				<label>7</label>
				<p>“altmetrics aren’t citations, nor are they webometrics; although these latter approaches are related to altmetrics, they are relatively slow, unstructured, and closed.”</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn8">
				<label>8</label>
				<p>“altmetrics [...] has become a research front of itself producing its own scientific corpus.”</p>
			</fn>
		</fn-group>
		
	</back>
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