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Avulsão em dentes permanentes: conhecimento de acadêmicos de odontologia

Avulsion of permanent teeth: the knowledge of odontology undergrads

Avulsión en dientes permanentes: conocimiento de académicos de odontología

Ricardo Liberalino Ferreira de Souza 1
Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ), , Brasil
Carlus Alberto Oliveira dos Santos 2
Unipê, Brasil
Aparecida Tharlla Leite de Caldas 3
Unipê, Brasil
Claudia Meira Ribeiro Salvian 4
Não informado, Brasil
Eliane Batista Medeiros Serpa 5
Universidade Federal da Paraíba, Brasil
Fernanda de Araújo Trigueiro Campo 6
Unipê, Brasil

Avulsão em dentes permanentes: conhecimento de acadêmicos de odontologia

Revista Família, Ciclos de Vida e Saúde no Contexto Social, vol. 6, núm. 2, pp. 199-205, 2018

Universidade Federal do Triângulo Mineiro

Resumo: Este é um estudo descritivo que tem como objetivo verificar o conhecimento de acadêmicos do 5º ao 10º período de Odontologia frente ao traumatismo do tipo avulsão em dentes permanentes. Foi utilizado como instrumento de coleta dos dados um questionário previamente validado, contendo 12 questões e aplicado a 215 acadêmicos do curso de Odontologia de uma instituição privada de ensino de João Pessoa, PB. O conhecimento dos acadêmicos de Odontologia frente a um traumatismo do tipo avulsão em dentes permanentes foi satisfatório. Embora, seja indicada a prática de palestras educativas, cursos de atualização, seminários, e aprimoramento das técnicas de ensino para uma melhor fixação do conteúdo, e com isso, aprimorar o aprendizado.

Palavras-chave: Estudantes de odontologia, Avulsão dentária, Traumatismos dentários.

Abstract: This is a descriptive study aiming to verify the knowledge of undergrads between the 5th and 10th semesters of an odontology course with regards to the avulsion of permanent teeth. The data collection instrument was a previously validated questionnaire with 12 questions, which was applied to 215 undergrads of the Odontology course of a private institution of João Pessoa, PB. The knowledge of Odontology undergrads regarding an injury classified as an avulsion in permanent teeth was deemed satisfactory. However, educational lectures are still recommended, as well as refreshing courses, seminaries and improvement of teaching techniques, so that the content is better memorized as to enhance learning.

Keywords: Students dental, Tooth avulsion, Tooth injuries.

Resumen: Este es un estudio descriptivo que tiene como objetivo verificar el conocimiento de académicos del 5º al 10º período de Odontología frente al traumatismo del tipo avulsión en dientes permanentes. Fue utilizado como instrumento de colecta de datos un cuestionario previamente validado, conteniendo 12 preguntas y aplicado a 215 académicos de la carrera de Odontología de una institución privada de enseñanza de João Pessoa, PB. El conocimiento de los académicos de Odontología frente a un traumatismo del tipo avulsión en dientes permanentes fue satisfactorio. Sin embargo, es indicada la práctica de conferencias educativas, cursos de actualización, seminarios, y mejoramiento de las técnicas de enseñanza para una mejor fijación del contenido, y con eso, mejorar el aprendizaje.

Palabras clave: Estudiantes de odontología, Avulsión de diente, Traumatismos de los dientes.

INTRODUÇÃO

A manutenção e a preservação do elemento dentário tem sido a busca incessante na Odontologia moderna e especializada. Até tempos atrás, a cavidade bucal era dissociada dos demais órgãos do corpo humano quando se referia à saúde geral do indivíduo¹.

Os diversos tipos de traumatismos dentoalveolares correspondem a uma gama variada de injúrias/impactos que afetam os elementos dentários, suas estruturas de suporte e mucosa. Nas últimas décadas tem se comprovado que o traumatismo dentário é o fator etiológico de destaque no que diz respeito à perda de grande número de dentes. Isso se torna mais crucial quando o atendimento adequado não é conduzido de forma a favorecer a permanência desse elemento².

As causas dos traumatismos dentoalveolares em dentes permanentes são vastamente conhecidas, sendo as principais quedas, colisões contra objetos, superfícies ou pessoas, acidentes automobilísticos, práticas esportivas, violência, brincadeiras agressivas³.

A avulsão dentária tem por característica o deslocamento total do elemento dentário para fora do seu alvéolo4. A conduta preconizada e mais praticada para os casos de avulsão dentária em dentes permanentes é o reimplante. Este procedimento deve ser realizado mesmo que as condições não sejam favoráveis, sempre com o intuito de salvar o elemento5,6.

Este estudo tem como objetivo verificar o conhecimento de acadêmicos do 5º ao 10º período de Odontologia frente ao traumatismo do tipo avulsão em dentes permanentes.

MÉTODOS

Seguindo as recomendações do Conselho Nacional de Saúde (CNS), o projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário de João Pessoa (UNIPE) com o CAAE44923015.7.0000.5176

Trata-se de um estudo transversal, descritivo e quantitativo. Envolve o uso de técnicas padronizadas de coleta de dados: questionário e observação sistemática; assim como a tradução em números, opiniões e informações, para classificá-las e analisá-las com o uso de recursos e técnicas estatísticas.

Esta pesquisa foi desenvolvida na Clínica Escola de Odontologia do UNIPÊ, com um universo constituído de 459 acadêmicos cursando do 5º ao 10º período, segundo dados obtidos na coordenação do curso, no ano de 2015.

Posteriormente foi realizado o cálculo amostral com nível de confiança de 95% e erro amostral de 5% e se obteve amostra de 210 acadêmicos. Entretanto, após aplicação dos questionários, houve adesão de 215 acadêmicos.

Terminada a coleta e a tabulação dos dados, os mesmos foram organizados em um banco de dados no programa Microsoft Excel 2010 e apresentados em gráficos e tabelas com sua distribuição absoluta e percentual.

RESULTADOS

O presente estudo contou com 164 participantes do sexo feminino (76%) e 51 participantes do sexo masculino (24%). Quanto aos períodos escolhidos, observou-se que o 5º período teve uma representatividade de 33,49%, com 72 acadêmicos, o 6º e o 7º períodos com 18 acadêmicos cada, apresentando menor representatividade (8,37%), e a turma concluinte com 43 acadêmicos, representando 20% dos pesquisados. As idades variaram dos 19 até os 46 anos.

No que se refere ao acadêmico ter recebido informações sobre traumatismos dentoalveolares, 89% afirmaram que sim e 11% que não.

Dos que afirmaram ter recebido informação, 185 (69,03%) acadêmicos afirmam que a receberam nas aulas da faculdade, 52 (19,4%) em algum livro ou revista e 18 (6,72%) com um dentista ou outro profissional.

No que refere à vivência com traumatismo dentário, apenas 38% a tiveram. Esses dados, assim, como o local da ocorrência estão na Tabela 1.

Acadêmicos conforme experiências
com traumas dentários e local de ocorrência, João Pessoa/PB, 2015.
Tabela 1
Acadêmicos conforme experiências com traumas dentários e local de ocorrência, João Pessoa/PB, 2015.

Questionados sobre qual procedimento teria maior importância para que se tenha um bom resultado no tratamento de um quadro de avulsão, a maioria dos 139 (60,97%) acadêmicos optou em procurar o dente avulsionado.

Questionados sobre qual procedimento teria maior importância para que se tenha um bom resultado no tratamento de um quadro de avulsão, a maioria dos 139 (60,97%) acadêmicos optou em procurar o dente avulsionado.

Outro dado importante foi o questionamento a respeito de quais profissionais devem ter o conhecimento e a ciência das condutas odontológicas frente a um trauma de avulsão: 116 (53,7%) acadêmicos afirmaram que todos os profissionais citados devem possuir essa informação.

Quanto ao conceito de avulsão, o 6º, 7º e 8º períodos obtiveram os melhores resultados, com 100% de acertos, embora todos tenham obtido resultado satisfatório. Quando perguntados qual procedimento seria mais importante frente a um quadro de avulsão, observou-se que o 7º período teve melhor desempenho.

Sabendo que nos casos de avulsão o preconizado é o reimplante imediato, torna-se necessário que não apenas outros profissionais tenham ciência da conduta adequada, mas toda população em geral.

Diante dessa importância, perguntou-se quais profissionais devem saber as condutas odontológicas frente a uma avulsão. O 6º período teve índice de maior acerto, com 66,67%.

Sobre à lavagem do elemento após a avulsão o 7º período obteve o índice maior de acertos com 38,88%, lavando o dente avulsionado sob água corrente.

No caso de não realizar o reimplante no local da avulsão, os acadêmicos foram questionados sobre como acondicionar o dente até chegar ao consultório odontológico. O 8º período teve o maior índice de acertos, com 91,66% — acondicionar o elemento avulsionado em leite, como na Tabela 2.

Os dois últimos anos do curso tiveram uma média de 82,13% de acertos, o 8º período teve o maior índice de acerto com 91,66% quando assegurou que a manipulação correta do elemento avulsionado se faz pela coroa.

Como o tempo é fator determinante do sucesso no reimplante, se observa na tabela 3 que o 8º período teve o maior índice de acertos com 75%, afirmando que o dente avulsionado deve ficar o menor tempo possível extra alveolar.

Notou-se que quanto ao manuseio do dente avulsionado e a como reimplantá-lo o 10º, 8º e 6º períodos obtiveram 100% de aproveitamento, manuseando pela coroa e alinhando aos dentes vizinhos durante reimplante.

Sabe-se que após a avulsão o dente mantém contato com meio externo e impuro, deve ser reimplantado e deve ter a cobertura antibiótica e antitetânica, para evitar infecções e contaminações. Observou-se que os dois últimos períodos obtiveram o mesmo percentual de acertos: 50%.

O último questionamento foi referente ao tempo de acompanhamento radiográfico após reimplante. É sabido que se deve acompanhar por no mínimo 5 anos, subentendendo-se que não há prazo para o término desse acompanhamento. O 6º período obteve maior percentual de acertos - 44,44%, como na Tabela 3.

Intervenção
na avulsão de acordo com período, João Pessoa/PB, 2015.
Tabela 2
Intervenção na avulsão de acordo com período, João Pessoa/PB, 2015.

Na tabela 3 verificou-se que o público feminino obteve média maior (61,55%) tendo melhor desempenho nos seguintes questionamentos (6 no total): conceito de avulsão, procedimento de maior importância, qual a estrutura que deve manipular o dente avulsionado, tempo extra alveolar sem danos, como reimplantar um elemento avulsionado e por quanto tempo se deve acompanhar radiograficamente. Já o público masculino obteve maior desempenho nos seguintes questionamentos (4 no total): todos os profissionais devem ter o conhecimento das condutas, como lavar o dente avulsionado, onde acondicionar o dente avulsionado e quanto à necessidade de proteção antibiótica e antitetânica.

Conhecimento
sobre avulsão conforme sexo, João Pessoa/PB, 2015.
Tabela 3
Conhecimento sobre avulsão conforme sexo, João Pessoa/PB, 2015.

Na Tabela 4 se mostram as variáveis de acordo com a faixa etária. No primeiro questionamento, quanto ao conceito de avulsão, apenas as faixas etárias de 35 a 46 anos acertaram. Já sobre o procedimento de maior importância, todas as faixas etárias acertaram, mas nenhuma em sua totalidade.

Na questão que se refere a quais profissionais devem saber das condutas odontológicas frente a uma avulsão, apenas os participantes de 39 a 42 anos em sua totalidade optaram pela resposta correta.

Na questão como lavar o dente avulsionado todos optaram , porém a questão não foi repsondida corretamente por nenhuma faixa etária em sua totalidade. Já quando perguntados sobre onde guardar o dente, e que estrutura deve ser utilizada para manusear o dente, os participantes de 31 a 46 anos responderam corretamente e em totalidade.

Quando questionados sobre quanto tempo o dente pode ficar fora do alvéolo sem danos, nenhuma das faixas etárias fizeram a escolha correta em sua totalidade, porém, nenhum dos participantes com idades entre 39 a 42 anos a fez.

Acerca do reimplante, apenas os participantes de 27 a 38 anos responderam corretamente e em sua totalidade. Quanto à indicação de medicamentos após reimplante, nenhuma faixa etária respondeu corretamente. Referente ao tempo de acompanhamento radiográfico após reimplante apenas os participantes de 19 a 38 anos responderam corretamente e em sua totalidade.

Conhecimentos conforme faixa etária, João Pessoa/PB, 2015
Tabela 4
Conhecimentos conforme faixa etária, João Pessoa/PB, 2015

Foi observada uma média geral de acertos dos acadêmicos de Odontologia nos últimos 5 períodos do curso de 6,11, ficando abaixo da média mínima preconizada pela instituição: 7. Apesar disto, o tema Avulsão é explorado nas disciplinas de Endodontia, Cirurgia Infantil e Epidemiologia.

O 10º período apresentou melhor desempenho, com média de 6,65. O 8º período vem em seguida com média 6,24. O 9º período teve média 6,20, o 6º período, 6,04, e o 7º, 5,94. Por último, o 5º período teve média 5,59.

No que se refere a sexo, o público feminino teve um percentual de acertos de 60%, enquanto que o masculino teve 40%.

Referente à faixa etária, o grupo que abrange de 31 a 34 anos e 35 a 38 anos obteve a maior participação nos acertos, estando presente nas 10 questões.

DISCUSSÃO

A avulsão dentária caracteriza-se como o deslocamento total do dente para fora de seu alvéolo7,8,9.

No presente estudo, 209 acadêmicos (97,21%) sabiam o conceito de avulsão dentária, percentual mais elevado quando comparado com outro estudo6, que avaliou o conhecimento dos acadêmicos de odontologia do 1º ao 10 º período da Universidade Federal de Santa Catarina, obtendo 71,3% quanto ao conceito de avulsão.

Um estudo10 demonstrou que o conhecimento sobre avulsão é deficitário durante a graduação, por acadêmicos de Educação Física e Enfermagem (51,1%)10.

Outra pesquisa11 verificou que 95,5% dos alunos de Educação Física não tiveram nenhum tipo de aula a respeito.

Um estudo que avaliou o conhecimento de professores de quatro escolas públicas em Ribeirão Preto — SP sobre traumatismos dentários verificou que, embora 40,4% desses professores tenham presenciado tal episódio, apenas 26,9% deles demonstravam algum tipo de conhecimento frente a uma avulsão12.

Uma pesquisa13 que avaliou o conhecimento dos cirurgiões dentistas e dos profissionais de saúde de emergência médica sobre avulsão dentária, no município de Fortaleza-CE, relatou que os profissionais de saúde de emergência médica (18,7% — médicos, enfermeiros e auxiliares) afirmaram ter recebido em algum momento de suas vidas profissionais informações sobre avulsão.

Quando questionados sobre como lavariam o dente avulsionado, 169 acadêmicos (78,9%) responderam que utilizariam jatos delicados de água ou soro, como de norma6,13.

Quando indagados, 138 acadêmicos (62,16%) responderam que utilizariam um recipiente com leite, apresentando um percentual maior de acerto se comparado a outro estudo6, que obteve 54,7% de acertos, indicando o leite como meio mais adequado para armazenar o dente avulsionado; já quando comparamos com cuidadores 26,1% disseram que lavariam o elemento rapidamente, e 21,7% guardariam em um guardanapo, lenço ou algodão até chegar ao dentista14.

Outro fator muito importante para que o reimplante tenha seu índice de sucesso elevado é o manuseio do elemento avulsionado, ou seja, nunca colocá-lo contato com a porção radicular e sempre manusear pela coroa do elemento15.

Os acadêmicos foram questionados quanto a esse manuseio, sendo que 169 deles (78,6%) afirmaram que só se deve manipular o dente pela coroa, em concordância com outra investigação6, na qual 68% dos acadêmicos afirmaram que a estrutura adequada para manuseio é a coroa do elemento.

O tempo de acompanhamento radiográfico perdura por no mínimo 5 anos (em diversos momentos, 7 dias, 15 dias, 30 dias, 90 dias, e anualmente), não tendo um prazo determinado para acabar e sim um período mínimo16. 25,12% responderam essa questão corretamente.

CONCLUSÃO

Quanto às variáveis de período, sexo e idade, os resultados, ainda que insatisfatórios, mostraram que acadêmicos de faixa etária mais elevada, sexo feminino, e concluintes do 10º período obtiveram os melhores resultados.

Assim, se faz necessário reforçar os conhecimentos, aprimorar técnicas, e abranger o aprendizado sobre o assunto avulsão, por meio de palestras, seminários e congressos, bem como por cursos de formação e atualização.

REFERÊNCIAS

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16. Welbury RR, Duggal MS, Hosey MT. Odontopediatria. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara; 2007.

Autor notes

1 Graduando em Odontologia pelo Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ), João Pessoa, PB, Brasil. ORCID: 0000-0003-4858-7034 E-mail: ricardo.liberalino@hotmail.com
2 Graduando em Odontologia pela UNIPÊ, João Pessoa, PB, Brasil. ORCID: 0000-0002-5988-1186 E-mail: carlusodonto@gmail.com
3 Graduanda em Odontologia, pela UNIPÊ, João Pessoa, PB, Brasil. ORCID: 0000-0002-2720-5853 E-mail: cida.tcharlla@gmail.com
4 Cirurgiã Dentista. João Pessoa, PB. Brasil. ORCID: 0000-0003-0137-2271 E-mail: cllaudiaodonto@gmail.com
5 Cirurgiã Dentista. Mestre e Doutora em Odontopediatria. Professora Titular do Curso de Odontologia da Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, PB, Brasil. ORCID: 0000-0002-9119-4079 E-mail: elibmedeiros@yahoo.com.br
6 Cirurgiã Dentista. Doutora em Odontopediatria. Professora Assistente do Curso de Odontologia da UNIPÊ, João Pessoa, PB, Brasil. ORCID: 0000-0002-5590-3085 E-mail: fe_trigueiro@hotmail.com
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