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<subject>Artigo Original</subject>
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<article-title xml:lang="pt">O brincar de crianças em situação de vulnerabilidade social: perspectiva da família</article-title>
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<trans-title xml:lang="en">The Playing of Children in Situation of Social Vulnerability: family perspective</trans-title>
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<title>Resumo</title>
<p>
<bold>Objetivo:</bold> compreender o brincar de crianças em vulnerabilidade social, na perspectiva da família. <bold>Método:</bold> trata-se de estudo qualitativo fundamentado na estrutura do fenômeno situado, que utilizou referencial teórico piagetiano, com 12 famílias de crianças que atingiram o score mínimo na Escala de Risco Familiar. A coleta dos dados ocorreu entre setembro de 2021 e maio de 2022. <bold>Resultados:</bold> emergiram três categorias temáticas, organizadas considerando o sistema ESAR para classificação de materiais lúdicos: atividades lúdicas, habilidades funcionais e atividades sociais. Os discursos evidenciaram que o brincar das crianças respeitou os estágios do desenvolvimento sensório-motor e pré-operacional. Os riscos social e de saúde não foram empecilhos para o brincar, embora a família seja apenas observadora. <bold>Conclusão:</bold> É preciso realizar educação em saúde, para informar às famílias, sobre a importância do brincar para o desenvolvimento saudável das crianças.</p>
</abstract>
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<title>Palavras-chave</title>
<kwd>Jogos e brinquedos</kwd>
<kwd>
<bold/>Família</kwd>
<kwd>Vulnerabilidade social</kwd>
<kwd>Enfermagem pediátrica</kwd>
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<title>Keywords</title>
<kwd>Play and playthings</kwd>
<kwd>Family</kwd>
<kwd>Social vulnerability</kwd>
<kwd>Pediatric nursing.<underline/>
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<title>Palabras clave</title>
<kwd>Juego e implementos de juego</kwd>
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<bold/>Familia</kwd>
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<bold/>Vulnerabilidad social</kwd>
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<bold/>Enfermería pediátrica</kwd>
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<p>
<bold>INTRODUÇÃO  </bold>
</p>
<p>Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA),<sup>1</sup> a infância vai do nascimento até doze anos de idade, incompletos. A primeira infância compreende o período do nascimento até os seis anos de idade e deve receber atenção especial pois, é fase de maior desenvolvimento cerebral ao longo da vida.<sup>2</sup>
</p>
<p>É na infância que são formados os circuitos neurais, que são fortalecidos por meio de relações e estímulos adequados. As conexões cerebrais possibilitam o desenvolvimento físico, motor, cognitivo, emocional, social, dentre outros.<sup>3</sup>
</p>
<p>Atividade que potencializa o desenvolvimento saudável da criança e representa necessidade básica da infância, é o brincar.<sup>4</sup> Winnicott, Vygotsky e Piaget concordam que a ludicidade é essencial no processo de apreensão de conhecimentos, sendo estimuladora do desenvolvimento global da criança.<sup> 5</sup>
</p>
<p>O brincar é direito da criança, assegurado pelo artigo 31 da Convenção dos Direitos da Criança, ratificada pelo ECA e, mais recentemente, pelo Marco Legal da Primeira infância.<sup>1,4</sup> Apesar disso, não são todas as crianças que têm acesso ao brincar. Isso ocorre em função da vulnerabilidade social, o que gera diversos prejuízos.<sup>6</sup>
</p>
<p>Fator relevante na transgressão do direito de brincar das crianças é a falta de participação dos pais no estabelecimento de oportunidades para a brincadeira, nem sempre por opção, mas por não compreenderem a relação entre aprendizado e brincar devido à baixa escolaridade.<sup>4-7,8</sup>
</p>
<p>Assim, a pergunta de pesquisa deste estudo é como familiares de crianças em vulnerabilidade social compreendem seu brincar? Esse estudo justifica-se considerando a importância de prover ações educativas com famílias de crianças em vulnerabilidade social no intuito de alcançar potencial máximo do desenvolvimento da criança. Desse modo, este estudo tem como objetivo compreender o brincar de crianças em vulnerabilidade social, na perspectiva da família.</p>
</sec>
<sec>
<title/>
<p>
<bold>METODOLOGIA  </bold>
</p>
<p>Trata-se de pesquisa qualitativa com referencial metodológico da análise da estrutura do fenômeno situado, que se inspira na Fenomenologia enquanto escola filosófica. Nessa modalidade de pesquisa, busca-se a compreensão do fenômeno sob a perspectiva do indivíduo que o vivencia, em seu contexto de vida.<sup>9,10</sup> Utilizou-se a ferramenta Consolidated Criteria for Reporting Qualitative Research (COREQ)<sup>11</sup> para garantir o rigor metodológico.</p>
<p>As famílias foram indicadas pelo enfermeiro responsável do plantão, sendo que os pesquisadores não tiveram contato prévio com os participantes, além da aplicação da Escala de Risco Familiar,<sup>12</sup> instrumento de estratificação que determina o risco social e de saúde de famílias. Como critérios de inclusão, as famílias precisavam conviver com a criança, em domicílio e atender ao escore mínimo da Escala de Risco Familiar.<sup>12</sup> O score de risco classifica a família em risco menor (5-6 pontos), risco médio (7-8 pontos) e risco máximo (acima de 9 pontos).</p>
<p>A partir dos resultados do instrumento, as famílias foram convidadas a participar do estudo. A coleta de dados ocorreu entre setembro/2021 e maio/2022. As entrevistas foram realizadas pela primeira e última autoras, face-a-face, ao lado do leito da criança, de acordo com o desejo dos participantes, a partir da questão norteadora: “Conte-me, em detalhes, como o seu filho brinca?” As entrevistas foram únicas, gravadas em áudio digital, totalizando 45 minutos. O diário de campo, preenchido após cada entrevista, fez parte dos dados do estudo.<bold/>
</p>
<p>O acesso às famílias ocorreu em um serviço de pediatria de um hospital público, do interior do estado de São Paulo, sendo que o brincar no ambiente hospitalar não foi o objeto desta investigação, mas sim o brincar no domicílio.</p>
<p>As participantes da pesquisa foram 12 mães com idade entre 18 e 42 anos, sendo os filhos com idade entre seis meses e seis anos. Duas convidadas recusaram participar justificando motivos pessoais. As entrevistas se encerraram quando os discursos obtidos atingiram a saturação teórica, isto é, apresentaram semelhanças, evidenciando consistência a partir de um processo contínuo de análise dos discursos, pelo pesquisador.<sup>13</sup>
</p>
<p>As entrevistas foram transcritas na íntegra pela primeira autora, para análise da estrutura do fenômeno situado, seguindo os passos: 1) leitura geral dos discursos buscando entender o que foi descrito; 2) releitura dos discursos, com o objetivo de determinar as unidades de significados, isto é, análise ideográfica; 3) síntese das unidades de significados, agrupando o que converge e o que diverge, originando as categorias temáticas, ou seja, análise nomotética; 4) elaboração de síntese descritiva, integrando as compreensões do fenômeno em questão.<sup>9</sup>
</p>
<p>Para organizar e analisar os dados, utilizamos o Sistema ESAR, classificação de materiais lúdicos composto pelo acrônimo <bold>E</bold>xercício, <bold>S</bold>imbólico, <bold>A</bold>coplagem, <bold>R</bold>egras simples ou complexas.<sup>14</sup> Assim, os achados foram dispostos em 16 codificadores que resultaram em três categorias temáticas segundo as facetas do saber-brincar: 1. Faceta A Atividades Lúdicas – jogos do exercício, simbólico e de regras simples; 2. Faceta C Habilidades Funcionais – imitação e criação; 3. Faceta D Atividades Sociais – atividade individual e participação coletiva.</p>
<p>A pesquisa seguiu as diretrizes e normas para pesquisas envolvendo seres humanos, estabelecidas na Resolução n. 466/12 do Conselho Nacional de Saúde e foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) sob o número do parecer 4.814.923, em junho de 2021. O objetivo da pesquisa e as informações sobre os pesquisadores, estavam disponíveis no Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), obtido por escrito de todos os participantes do estudo. Para garantir o anonimato, os participantes receberam nomes de especiarias, que são ingredientes que enriquecem o aroma e o sabor dos alimentos, fazendo uma alusão à família como essencial para o desenvolvimento da criança. Já as crianças, receberam nomes de brinquedos antigos.</p>
</sec>
<sec>
<title>
<bold>RESULTADOS </bold>
</title>
<p>Os participantes deste estudo foram 12 mães com idades entre 18 e 42 anos. A idade das crianças variou de seis meses a 6 anos, sendo que cinco crianças estavam hospitalizadas por eventos agudos e as demais tinham doenças crônicas, conforme é possível visualizar no Quadro 1.</p>
<p>
<bold>Quadro 1 -</bold> Participantes da Pesquisa. Campinas, São Paulo, Brasil, 2022</p>
<p>
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<tr style="display:none;">
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</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td style="width:120.5pt;border:solid black 1.0pt;   padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">
<bold>Nome do familiar e idade em anos</bold>
</td>
<td style="width:4.0cm;border:solid black 1.0pt;   border-left:none;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">
<bold>Nome do filho e idade em anos</bold>
</td>
<td style="width:103.45pt;border:solid black 1.0pt;   border-left:none;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">
<bold>Escore da Escala de Coelho-Savassi</bold>
</td>
<td style="width:123.35pt;border:solid black 1.0pt;   border-left:none;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">
<bold>Diagnóstico da Criança</bold>
</td>
</tr>
<tr style="height:8.5pt">
<td style="width:120.5pt;border:solid black 1.0pt;   border-top:none;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt;   height:8.5pt">Erva-Doce – 42  </td>
<td style="width:4.0cm;border-top:none;border-left:none;   border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt;   height:8.5pt">Pião – 3  </td>
<td style="width:103.45pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt;height:8.5pt">Risco menor – 6</td>
<td style="width:123.35pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt;height:8.5pt">Acidemia propiônica</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:120.5pt;border:solid black 1.0pt;   border-top:none;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Raiz-Forte - 32  </td>
<td style="width:4.0cm;border-top:none;border-left:none;   border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Pipa – 6  </td>
<td style="width:103.45pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Risco menor – 6</td>
<td style="width:123.35pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Endocardite</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:120.5pt;border:solid black 1.0pt;   border-top:none;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Baunilha – 23  </td>
<td style="width:4.0cm;border-top:none;border-left:none;   border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Carrossel – 2  </td>
<td style="width:103.45pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Risco médio – 8</td>
<td style="width:123.35pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Estenose Congênita de Esôfago</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:120.5pt;border:solid black 1.0pt;   border-top:none;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Bahar - 29  </td>
<td style="width:4.0cm;border-top:none;border-left:none;   border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Ioiô – 1  </td>
<td style="width:103.45pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Risco médio – 8</td>
<td style="width:123.35pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Cardiopatia Congênita</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:120.5pt;border:solid black 1.0pt;   border-top:none;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Hortelã – 31  </td>
<td style="width:4.0cm;border-top:none;border-left:none;   border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Bambolê – 4  </td>
<td style="width:103.45pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Risco menor – 5</td>
<td style="width:123.35pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Acidente Vascular Cerebral</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:120.5pt;border:solid black 1.0pt;   border-top:none;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Tomilho – 31  </td>
<td style="width:4.0cm;border-top:none;border-left:none;   border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Cata-Vento – 5  </td>
<td style="width:103.45pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Risco médio – 7</td>
<td style="width:123.35pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Insuficiência Respiratória Aguda</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:120.5pt;border:solid black 1.0pt;   border-top:none;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Sálvia – 40  </td>
<td style="width:4.0cm;border-top:none;border-left:none;   border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Caleidoscópio – 2  </td>
<td style="width:103.45pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Risco menor – 6</td>
<td style="width:123.35pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Epilepsia</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:120.5pt;border:solid black 1.0pt;   border-top:none;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Açafrão – 32  </td>
<td style="width:4.0cm;border-top:none;border-left:none;   border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Bilboquê – 1  </td>
<td style="width:103.45pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Risco máximo – 11</td>
<td style="width:123.35pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Insuficiência Respiratória Aguda</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:120.5pt;border:solid black 1.0pt;   border-top:none;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Alecrim – 45  </td>
<td style="width:4.0cm;border-top:none;border-left:none;   border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Bumerangue – 5  </td>
<td style="width:103.45pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Risco menor – 6</td>
<td style="width:123.35pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Glicogenose tipo 1B</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:120.5pt;border:solid black 1.0pt;   border-top:none;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Manjericão - 18  </td>
<td style="width:4.0cm;border-top:none;border-left:none;   border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Bolhas de Sabão - 1  </td>
<td style="width:103.45pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Risco menor – 6</td>
<td style="width:123.35pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Meningite Bacteriana</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:120.5pt;border:solid black 1.0pt;   border-top:none;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Aniz-Estrelado - 19  </td>
<td style="width:4.0cm;border-top:none;border-left:none;   border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Peteca - 6 meses  </td>
<td style="width:103.45pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Risco médio – 8</td>
<td style="width:123.35pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Insuficiência Respiratória Aguda</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:120.5pt;border:solid black 1.0pt;   border-top:none;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Gengibre – 31  </td>
<td style="width:4.0cm;border-top:none;border-left:none;   border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Amarelinha – 4  </td>
<td style="width:103.45pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Risco menor – 6</td>
<td style="width:123.35pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid black 1.0pt;border-right:solid black 1.0pt;      padding:5.0pt 5.0pt 5.0pt 5.0pt">Síndrome Hemolítica Urêmica</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</alternatives>
</table-wrap>
</p>
<p>Embora as participantes tenham discorrido sobre o brincar de seus filhos, não o fizeram de modo detalhado, inclusive demonstrando o quanto o brincar é exclusivo das crianças e, não dos adultos, que por vezes, explicitaram não acompanharem as crianças, nem mesmo observando-as.</p>
<p>
<bold>Atividades lúdicas</bold>
</p>
<p>
<bold/>As famílias descreveram o brincar das crianças a partir do engajamento em três tipos de atividades lúdicas: jogo do exercício, jogo simbólico e jogo de regra simples.</p>
<p>No jogo do exercício, as crianças necessitam do desenvolvimento de diversas habilidades sensoriais, como tátil, visual, sonora, além de habilidade motora e de manipulação e, embora as famílias tenham sido classificadas como tendo risco social e de saúde, as crianças, em especial, as que se encontravam no estágio sensório-motor, isto é, de zero a dois anos, desenvolviam brincadeiras compatíveis para a faixa etária.</p>
<p>
<italic>Ela gosta do pocket porque faz barulho, ela aperta, faz barulho e ela aperta de novo</italic> [...] <italic>levo ela lá fora, porque eu moro no sítio, mostro o gato</italic>. [...] <italic>Brinca de chocalho, ela pega, ouve o barulho, para, olha e chacoalha</italic>. (Aniz-Estrelado, 19 anos, mãe de Peteca, 6 meses)</p>
<p>
<italic>Ele bate palminha, brinca assim</italic> [...] <italic>ele brinca de bola</italic> [...]. (Açafrão, 32 anos, mãe de Bilboquê, 1 ano)</p>
<p>[...] <italic>às vezes com colher quando ele vai comer, dá a colher na mão dele e ele gosta</italic> [...]. (Bahar, 29 anos, mãe de Ioiô, 1 ano).</p>
<p>
<bold/>Além das habilidades sensoriais tátil e visual e habilidades sonora e motora, as famílias descreveram que o brincar dos seus filhos perpassavam a habilidade de manipulação, em especial, com carrinhos.</p>
<p>[...]<italic> ele brinca bastante de carrinho </italic>[...]. (Erva-Doce, 42 anos, mãe de Pião, 3 anos)</p>
<p>[...] <italic>Ele gosta muito de brincar de carrinho, rodando o carrinho, principalmente quando o carrinho fica de perna para o ar, ele fica rodando as rodinhas</italic>.(Sálvia, 40 anos, mãe de Caleidoscópio, 2 anos)</p>
<p>A partir dos dois anos, a criança inicia um novo estágio de desenvolvimento, segundo Piaget - pré-operacional. Embora os jogos de exercício estejam presentes por toda a infância, uma nova atividade emerge, os jogos simbólicos. As famílias relataram dois tipos de jogos simbólicos, o de faz-de-conta, quando a criança brinca de casinha e afins e o de representação, quando a criança imita a partir de alguma vivência.</p>
<p>[...] <italic>às vezes brincam de casinha</italic>. (Raiz-Forte, 32 anos, mãe de Pipa, 6 anos)</p>
<p>[...] <italic>de comidinha, casinha</italic> [...]. (Alecrim, 45 anos, mãe de Bumerangue, 5 anos) <bold/>
</p>
<p>[...] <italic>de boneca. Mais de boneca. Vai mais para o lado da boneca</italic>. (Hortelã, 31 anos, mãe de Bambolê, 4 anos)</p>
<p>[...] <italic>Ele gosta mesmo é de cantar, então ele tem o microfone dele, ele pega o microfone, inventado também né, e canta</italic> [...] <italic>dança</italic> [...]. (Tomilho, 31 anos, mãe de Cata-Vento, 5 anos)</p>
<p>Ainda no estágio pré-operacional, por terem já desenvolvido habilidades motoras, as crianças brincam de jogos de regras simples com estratégia elementar, como amarelinha, pega-pega e esconde-esconde.</p>
<p>
<italic>Ah, eles brincam de pique pega, esconde-esconde</italic> [...]. (Raiz-Forte, 32 anos, mãe de Pipa, 6 anos)</p>
<p>
<italic>Ela brinca de amarelinha e esconde-esconde, pega-pega</italic>. (Gengibre, 31 anos, mãe de Amarelinha, 4 anos) <bold/>
</p>
<p>
<bold>Habilidades funcionais </bold>
</p>
<p>Além das atividades lúdicas, o brincar das crianças também foi descrito pelas famílias a partir das habilidades funcionais. O Sistema ESAR, usado para a classificação dos discursos, divide essas habilidades em quatro tipos, porém, foram utilizados dois para classificar os discursos encontrados.</p>
<p>Com respeito às habilidades de imitação, os discursos demonstraram que as crianças são capazes de reproduzir ações a partir do que observa no cotidiano, além de utilizar o recurso coordenação olho-mão, ou seja, reproduzindo com as mãos o que vê com os olhos.</p>
<p>
<italic>Eles brincam, às vezes, de fazer vídeo, faz vídeo no Tik Tok contando a brincadeira</italic>. (Raiz-Forte, 32 anos, mãe de Pipa, 6 anos)</p>
<p>
<italic>Ela brinca de copiar as letras. Eu faço e ela copia. (</italic>Gengibre, 31 anos, mãe de Amarelinha, 4 anos)</p>
<p>Além das habilidades de imitação, as crianças utilizam da criatividade de expressão por meio de pinturas e da criação de desenhos.</p>
<p>
<italic>Pintar desenhos</italic>. (Alecrim, 45 anos, mãe de Bumerangue, 5 anos)</p>
<p>
<italic>Brinca de pintar e de desenhar</italic>. (Gengibre, 31 anos, mãe de Amarelinha, 4 anos)</p>
<p>
<bold>Atividades sociais</bold>
</p>
<p>Por fim, o brincar das crianças, descrito pelas famílias, foi classificado a partir da faceta D do Sistema ESAR, que se refere às atividades sociais, que classifica o jogo considerando a participação social e, não mais somente, a atividade lúdica individual, apesar da possibilidade do brincar solitário.</p>
<p>As famílias destacaram que o brincar de crianças menores, entre um e dois anos, se dá de forma solitária.</p>
<p>
<italic>Geralmente mesmo ele gosta de brincar sozinho, com os brinquedos dele em um canto. Não em um canto perto da gente</italic>. (Manjericão, 18 anos, mãe de Bolhas de Sabão, 1 ano)</p>
<p>[...] <italic>mas ele não gosta de dividir, ele toma os brinquedos da mão, então acho que ele não gosta de brincar com ninguém. Sempre é ele sozinho, se alguém pega, ele grita, ele quer tomar, quer tirar</italic>. (Baunilha, 23 anos, mãe de Carrossel, 2 anos)</p>
<p>Conforme a criança se desenvolve, a atividade individual é substituída pelo brincar coletivo, por meio de atividades cooperativas, principalmente entre criança e familiares – irmãos, primos, tios e avós.</p>
<p>
<italic>Eu tenho outro filho de 10 anos, eles brincam de tudo. Com o irmão, estar em casa e poder brincar com o irmão estimula bastante, ajuda ele no desenvolvimento dele</italic> [...] <italic>ele começou a passar mais tempo em casa e começou a ter mais tempo com o irmão e brincar bastante com ele, eu percebo que ele desenvolveu bastante</italic>. [...] <italic>às vezes até de lutinha. Então ele pega ele com todo carinho e brinca de lutinha. Ele adora, viu? </italic>[...]. (Erva-Doce, 42 anos, mãe de Pião, 3 anos)</p>
<p>[...] <italic>E brinca com a irmã e com toda a família. Ela chama os tios, os avós: ‘vem brincar comigo’</italic>. (Gengibre, 31 anos, mãe de Amarelinha, 4 anos)</p>
<p>[...] <italic>brinca com os primos</italic> [...]. (Hortelã, 31 anos, mãe de Bambolê, 4 anos)</p>
<p>
<italic>Eles brincam bastante... eles brincavam muito com o irmão deles. Eram três.</italic> [mãe se emociona ao lembrar do filho que morreu há 1 ano]. <italic>Quando está só os dois ali, dá certo. Se juntar outra criança, eles não dão certo</italic>. [...] <italic>Brincam, tem hora que brigam… aí no mesmo tempo que está bem, já está de briga, depois já volta de boa os dois. Mas ali é um cuidando do outro. Ele cuida dela e ela cuida dele. </italic>[...]. (Raiz-Forte, 32 anos, mãe de Pipa, 6 anos)</p>
</sec>
<sec>
<title/>
<p>
<bold>DISCUSSÃO  </bold>
</p>
<p>
<bold/>A preocupação central que motivou este estudo diz respeito ao brincar de crianças  em situação de vulnerabilidade social, pois o brincar é essencial para o desenvolvimento da criança<sup>4</sup> e, não ter a possibilidade de brincar pode afetar, negativamente, o desenvolvimento global, com impactos significativos no desenvolvimento intelectual, emocional e social. No entanto, os discursos das famílias evidenciaram que as crianças brincam e o brincar está intimamente relacionado ao desenvolvimento infantil, que nesse estudo, fundamenta-se em algumas ideias de Piaget.<sup>15</sup>
</p>
<p>Piaget formulou quatro estágios do desenvolvimento infantil, sendo dois relacionados às idades que compreendem a primeira infância. O sensório-motor, de zero a dois anos, é o primeiro. É o período anterior a fala, onde a criança conhece o mundo por meio do manuseio de objetos, de acordo com suas ações e percepções.<sup>16</sup>
</p>
<p>Os jogos acontecem no desenvolvimento infantil desde o início do estágio sensório-motor. Nesse contexto há três tipos, o jogo de exercício, o jogo simbólico e o jogo de regras. Na faixa etária de zero a dois anos, encontra-se o jogo de exercício. Grande parte das ações que a criança faz, transforma-se em jogo e este movimento traz prazer funcional.<sup>15</sup>
</p>
<p>Inicialmente, a criança conhece determinado objeto ou ação, absorve os novos elementos, assimila e acomoda as informações. Em seguida, a criança repete a ação diversas vezes, construindo determinado conhecimento. O prazer funcional é uma manifestação lúdica que acontece após a construção do conhecimento.<sup>15</sup>
</p>
<p>A construção do conhecimento e, consequentemente, o prazer funcional emergiu nos discursos das famílias, ao descreverem o manuseio de um objeto que faz som, o bater palmas, o brincar de bola, o chacoalhar o chocalho, o que não demanda acomodação mental, mas sensório-motora, sendo apenas diversão e prazer.<sup>16</sup>
</p>
<p>A assimilação acontece quando a criança experimenta sensações provocadas pelas experiências e a acomodação é um processo de ajuste. Ambos funcionam simultaneamente, possibilitando o desenvolvimento.<sup>17</sup> Piaget refere dois processos distintos de assimilação e acomodação. Um deles é assimilação/acomodação sensório motora, onde reside a imitação. O outro é assimilação/acomodação mental, característico da representação.<sup>15</sup>
</p>
<p>Ainda sobre o jogo do exercício, familiares descreveram o brincar das crianças por meio da manipulação de objetos, em especial, de carrinhos. As funções dessa brincadeira abarcam exploração, experimentação, ação e movimento.<sup>18</sup> Para Piaget, nesse estágio, o objeto é significativo para a construção do conhecimento, pois o conhecimento vem da ação e, não da percepção.<sup>19</sup> Portanto, o brincar por meio da manipulação dos carrinhos, revelou, de fato, que as crianças estão adquirindo conhecimentos sobre o objeto carrinho.</p>
<p>Com o fim do estágio sensório-motor, inicia-se uma nova fase – o estágio pré-operacional ou pré-operatório. Nessa fase, a criança adquire a capacidade de pensar sobre objetos e eventos que não estão presentes no ambiente. Assim, começa o brincar simbólico, ou seja, faz com que um objeto funcione como se fosse outra coisa.<sup>20</sup>
</p>
<p>Um dos tipos de jogo simbólico que emergiu nos discursos dos participantes foi o de faz-de-conta. O brincar de casinha é um jogo simbólico de faz-de-conta, pois a criança desempenha papéis, interiorizando imitações. É uma forma de autoexpressão que se dá pela assimilação do real. Assim, ao brincar de casinha, a criança exterioriza situações reais já vivenciadas.<sup>21</sup>
</p>
<p>Estudo realizado no Estado da Paraíba descreveu o brincar de crianças de 4 a 5 anos. Durante uma brincadeira de polícia/ladrão, a mesma criança que fazia o papel de polícia, quando outra criança chega e empunha uma arma, a primeira se torna refém. A mudança de papéis é imediata, não sendo necessário que alguém dite as regras, evidenciando que as crianças reproduzem e reinterpretam o que veem em suas relações sociais.<sup>22</sup>
</p>
<p>O brincar de boneca também é considerado um jogo de faz-de-conta. Pode ser relacionado a tendências familiares e instinto maternal, caso esse exista. Contudo, seria uma explicação muito simplista dessa brincadeira. Quando a criança brinca de boneca, há a possibilidade de reviver sua própria existência, tanto para assimilar o que é ser ela mesma, como para resolver conflitos e saciar desejos.<sup>15</sup>
</p>
<p>Outro tipo de jogo simbólico descrito foi o jogo de representação, como o brincar de ‘ser cantor’. Não se trata apenas de cantar, mas de representar alguém que canta. Para Piaget, quando a criança representa algo/alguém, durante o estágio pré-operacional, não é uma simples imitação, mas sim uma imitação figurada, ou seja, que permanece mesmo quando a brincadeira acaba, conformando uma imitação interiorizada, que acontece porque a criança experienciou o estágio sensório-motor.<sup>15</sup>
</p>
<p>Conforme a criança avança no estágio pré-operacional, emerge os jogos de regras, que são jogos que combinam habilidades sensório-motoras e intelectuais, com competição e organizados por um código,<sup>15</sup> com reciprocidade entre os participantes, pois trata-se de uma atividade coletiva e interdependente.<sup>23</sup>
</p>
<p>O jogo de regras traz desafios, seja pela competição e/ou pela necessidade de considerar as ideias dos outros jogadores, envolvendo exercícios, compreensão das ações do outro, antecipação, agilidade, condutas estratégicas, raciocínio lógico, concentração, atenção e memória.<sup>23</sup> Se iniciam na infância, mas perduram por toda a vida, pois é uma atividade lúdica do ser socializado.<sup>15</sup>
</p>
<p>Ainda na fase pré-operacional, para desenvolver qualquer ação da vida cotidiana, inclusive o brincar, a criança precisa adquirir diversas habilidades funcionais. A imitação e a criação representam dois tipos dessas habilidades.<sup>14</sup>
</p>
<p>A habilidade de copiar as letras demonstrou a habilidade funcional de imitação a partir da coordenação olho-mão, que corresponde à coordenação entre a percepção visual e o movimento das mãos e dedos ao desempenhar uma tarefa.<sup>24,25</sup>
</p>
<p>A habilidade funcional de criação, descrita por meio de desenhos e pinturas, representa atividade muito importante para a criança. Criar e pintar desenhos pode ser considerado linguagem específica da criança e, apesar das participantes do estudo não terem descrito os temas dos desenhos, a literatura aponta o quanto essa brincadeira tem valor para o desenvolvimento infantil.<sup>26</sup>
</p>
<p>Muitas vezes, a criança atribui significado ao desenho e por meio dele se expressa. O desenho infantil, por mais rústico ou bruto que possa parecer, pode falar muito sobre desejos, sentimentos, emoções, angústias da criança que o desenhou, além de representarem a realidade que a mesma vivência.27</p>
<p>As atividades sociais foram detalhadas por Mildred Parten, que descreveu o jogo/brincar por meio de categorias de participação social.<sup>28</sup> De acordo com sua teoria, a criança interage socialmente de maneiras diferentes, conforme o estágio de desenvolvimento que se encontra. São seis estágios consecutivos de brincadeiras: desocupada, solitária, observadora, paralela, associativa e cooperativa.<sup>28,29</sup>
</p>
<p>A brincadeira desocupada é observada em bebês e crianças bem pequenas por meio de movimentos aleatórios com o corpo, sem interação com outros ao seu redor, mas com exploração e observação do mundo que as cercam. Na brincadeira solitária o brincar é independente. A criança brinca sozinha, sem interação com outras crianças.<sup>28</sup>
</p>
<p>Já na brincadeira observadora, a criança observa outras crianças brincando, mas não se envolve na atividade propriamente dita; por outro lado, na brincadeira paralela, a criança brinca ao lado de outras crianças com brincadeiras/jogos semelhantes, porém sem interação. A brincadeira associativa surge quando as crianças se reconhecem como iguais, o que estimula a interação durante a brincadeira. Não se trata de realizar, necessariamente, uma mesma atividade em conjunto, mas brincam lado a lado.<sup>29</sup>
</p>
<p>Por fim, na brincadeira cooperativa, a criança brinca, de fato, com outras crianças e se engaja em jogos em comum. As atividades são organizadas e possuem objetivos específicos, o que demanda colaboração entre si e atribuição de papéis. Nesse estágio, as crianças podem experienciar conflitos porque as habilidades sociais ainda estão em desenvolvimento, o que pode dificultar o compartilhar, o negociar e o se revezar durante o jogo.<sup>28,29</sup>
</p>
<p>Nos resultados dessa pesquisa, os familiares relataram dois dos seis estágios da brincadeira que considera a participação social: brincadeira solitária e brincadeira cooperativa, explicitando que a primeira está, de fato, relacionada às crianças menores.</p>
<p>Já o segundo aparece nos discursos sobre o brincar de crianças com três, quatro e seis, anos, ou seja, no período pré-operacional. Enfatiza-se os conflitos entre irmãos, comportamento esperado na brincadeira cooperativa.</p>
<p>É importante destacar uma limitação em relação a este estudo, sua realização ocorreu com grupo limitado de familiares selecionado por meio de um único instrumento. Assim, não é possível afirmar que os riscos social e de saúde interferem no brincar de crianças, mas sim que as famílias participantes se envolvem pouco com o brincar dos filhos.</p>
<p>Este estudo evidencia os aspectos do brincar da criança em vulnerabilidade social e fornece subsídios para compreensão de como as famílias percebem, interagem e valorizam o brincar, o que pode auxiliar os profissionais de enfermagem em sua prática no cuidado à criança.</p>
</sec>
<sec>
<title/>
<p>
<bold>CONSIDERAÇÕES FINAIS  </bold>
</p>
<p>Este estudo buscou compreender o brincar de crianças em vulnerabilidade social, na perspectiva da família. Essas crianças brincam com brincadeiras adequadas para o estágio do desenvolvimento em que se encontram.</p>
<p>Os riscos social e de saúde apontados por meio do instrumento de estratificação de risco familiar, não representaram empecilhos para a brincadeira. Porém, ficou evidente que os familiares participam pouco desse brincar.</p>
<p>Os familiares não se colocam como agentes do brincar e, apesar de relatarem como os filhos brincam, os discursos são bastante pontuais. Para os familiares de crianças com até um ano de idade, foi ainda mais difícil detalhar as brincadeiras.</p>
<p>Há necessidade de, durante as consultas de enfermagem, principalmente na Atenção Primária, na abordagem dos futuros pais, desde o pré-natal e, posteriormente, nas consultas de puericultura, informar sobre a importância do brincar com a criança para o alcance do potencial máximo de desenvolvimento.</p>
<p>Novos estudos são necessários para compreender o motivo dos familiares não brincarem com os filhos e, também, não reconhecerem que as crianças brincam, desde que são bebês.</p>
</sec>
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<bold>REFERÊNCIAS </bold>
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<label>1.</label>
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