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Evidence about playing in the hospital from the perspective of the child's family: integrative review
Evidências acerca do brincar no hospital na perspectiva do familiar da criança: revisão integrativa
Evidencias sobre jugar en el hospital desde la perspectiva de la familia del niño: revisión integrativa
Revista de Pesquisa Cuidado é Fundamental Online, vol. 16, e-12206, 2024
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Revisão Integrativa de Literatura

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Recepción: 18 Noviembre 2022

Aprobación: 02 Octubre 2023

DOI: https://doi.org/10.9789/2175-5361.rpcfo.v16.12206

Abstract: Objective: to identify studies in the national and international literature about playing in the hospital from the perspective of the child's family. Method: integrative review carried out from March to May 2022, in the information sources: Scielo; LILACS and BDENF via VHL; MEDLINE via PUBMED; Scopus and Google Scholar as an additional strategy. Original articles in English, Portuguese and Spanish were included; no temporal clipping; and that had family members and/or companions of hospitalized children as participants. Results: families recognize playing as a promoter in reducing children's anxiety in the face of invasive procedures, as well as helping to cope with hospitalization and improving their mood and behavior. They also highlighted the hospital toy library as an important space that promotes distraction and continuity of development. Conclusion: from the perspective of family members about playing, the nursing team should encourage them to be a co-participant in this activity during the child's hospitalization

Keywords: Family, Play and playthings, Hospitalized child, Revision.

Resumo: Objetivo: identificar estudos na literatura nacional e internacional acerca do brincar no hospital na perspectiva do familiar da criança. Método: revisão Integrativa realizada no período de março a maio de 2022, nas fontes de informações: Scielo; LILACS e BDENF via BVS; MEDLINE via PUBMED; Scopus e o Google Scholar como estratégia adicional. Foram incluídos artigos originais, nos idiomas inglês, português e espanhol; sem recorte temporal; e que tivessem como participantes familiares e/ou acompanhantes de crianças hospitalizadas. Resultados: as famílias reconhecem o brincar como promotor na redução da ansiedade das crianças frente aos procedimentos invasivos, além de auxiliar no enfrentamento da hospitalização e na melhora do humor e comportamento delas. Também destacaram a brinquedoteca hospitalar como um importante espaço que promove distração e continuidade do desenvolvimento. Conclusão: a partir da perspectiva dos familiares acerca do brincar, a equipe de enfermagem deve incentiva-las serem coparticipante dessa atividade durante a hospitalização da criança.

Palavras-chave: Família, Jogos e brinquedos, Criança hospitalizada, Revisão.

Resumen: Objetivo: identificar estudios en la literatura nacional e internacional sobre el juego en el hospital desde la perspectiva de la familia del niño. Método: revisión integradora realizada de marzo a mayo de 2022, en las fuentes de información: Scielo; LILACS y BDENF vía BVS; MEDLINE vía PUBMED; Scopus y Google Scholar como estrategia adicional. Se incluyeron artículos originales en inglés, portugués y español; sin recorte temporal; y que tuvo como participantes a familiares y/o acompañantes de niños hospitalizados. Resultados: las familias reconocen jugar como un promotor en la reducción de la ansiedad de los niños frente a los procedimientos invasivos, además de ayudar a sobrellevar la hospitalización y mejorar su estado de ánimo y comportamiento. También destacaron la ludoteca del hospital como un espacio importante que promueve la distracción y la continuidad del desarrollo. Conclusión: desde la perspectiva de los familiares sobre el juego, el equipo de enfermería debe incentivarlos a ser copartícipes de esa actividad durante la hospitalización del niño.

Palabras clave: Familia, Juegos y juguetes, Niño hospitalizado, Revisión.

INTRODUÇÃO

A brincadeira é o meio natural em que as crianças expressam seus sentimentos, insatisfações e desejos, e quando inserida no ambiente hospitalar, auxilia a minimizar os impactos causados pela hospitalização, favorece o enfrentamento dessa experiência e proporciona bem-estar para elas e seus familiares.1 Além disso, facilita a socialização, imaginação e criatividade, bem como, uma melhor adaptação e criação de vínculo com os profissionais de saúde.2 Somado a isso, possibilita a compressão de situações que são atípicas e ameaçadoras, a exemplo dos procedimentos invasivos.3

Os dados supracitados corroboram com um estudo realizado com crianças que estavam hospitalizadas e em precaução. Nele, os seus resultados revelaram que, ao brincar elas se libertam e se sentem felizes. Além disso, relataram que valorizam a presença de um adulto que esteja disponível para participar da brincadeira. Contudo, elas relataram que seu pais não brincam e passam boa parte do tempo no celular ou dormindo.4

No hospital, a participação da família é um componente fundamental na adaptação das crianças. Desta forma, inserir a brincadeira durante a hospitalização, facilita no processo de enfrentamento frente à essas situações, além de atender uma necessidade da infância, promover o bem-estar e melhorar a comunicação entre elas, a família e os profissionais de saúde.5

A família é quem cuida da criança, sendo capaz de observar, compreender as condições de saúde, identificando problemas e propondo soluções junto a equipe. Ela é considerada a unidade básica de saúde de membros e precisa ser escutada e ter coparticipação nos processos de tomada de decisão em relação à saúde de seu filho dentro do hospital.6

É importante ressaltar que a família é capaz de agir em diversas situações e assumir modos de cuidar que envolvem ações de prevenção e tratamento de doenças específicas e de promoção de saúde7 dentre elas, a brincadeira. Assim, quando há necessidade de internação hospitalar para cuidados específicos, a família pode promover o brincar para a criança, tornando-se uma aliada na recuperação e bem-estar.

Assim, tendo em vista que a literatura sobre temática brincar no contexto da hospitalização infantil aborda majoritariamente as crianças.1-4 Assim, essa pesquisa, que tem como foco a família, pode subsidiar os profissionais de saúde a promover ações que incluam os familiares na coparticipação do brincar para as crianças no hospital.

Destaca-se ainda que, foi realizado uma busca prévia na Biblioteca Cochrane e na plataforma Open Science Framework (OSF) em que não foram encontrados registros de revisões estruturadas sendo realizadas sobre a temática deste estudo. Neste sentido, o objetivo foi identificar estudos na literatura nacional e internacional acerca do brincar no hospital na perspectiva do familiar da criança.

MÉTODOS

Estudo do tipo Revisão Integrativa que seguiu as seguintes etapas: elaboração da pergunta de busca; estabelecimento dos critérios de inclusão e exclusão; categorização dos estudos; interpretação dos resultados e síntese do conhecimento.8

A busca foi realizada entre os meses de março a maio de 2022 a partir da pergunta utilizando-se os acrônimos P (população), C (conceito) e C (contexto): O que os estudos abordam sobre do brincar no hospital na perspectiva do familiar da criança? Os Descritores em Saúde (DECS), Medical Subject Headings (MeSH) e termos que expressavam a temática foram os seguintes: família, famílias, cuidadores, family, families; criança, crianças, infância, child, children, childhood; jogos e brinquedos, brincar, brincadeiras, brincadeiras, play, play and playthings, plaything, playthings; hospital, hospitais, hospital e hospitals. Os booleanos OR e AND foram utilizados entre eles.

As fontes de informações acessadas foram: Scientific Electronic Library Online (Scielo); Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Banco de Dados da Enfermagem (BDENF) via Biblioteca Virtual em Saúde (BVS); Medical Literature Analysis and Retrievel System Online (MEDLINE) via PUBMED; Scopus e o Google Scholar como estratégia adicional. O quadro 1 ilustra a estratégia de busca utilizada em cada base de dados.

Quadro 1 - Palavras utilizadas para cada acrônimo do PCC e estratégia de busca de cada fonte de dados acessadas. Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 2022




Foram incluídos artigos originais, nos idiomas inglês, português e espanhol; sem recorte de tempo; que tivessem como participantes familiares e ou/acompanhantes de crianças hospitalizadas. Foram excluídos os que abordavam a ludoterapia por ser uma técnica psiquiátrica, devendo ser realizada apenas por psiquiatra, psicólogo ou enfermeiro psiquiatra, em consultório.9

Para organização dos estudos, utilizou-se o gerenciador de referências Endnote® a seleção dos estudos se deu por quatro revisores de forma independente por meio da ferramenta Rayyan® para avaliação às cegas.10 Tal fato de seu para minimizar o risco de viés e garantir de rigor metodológico da revisão.

RESULTADOS

Dos 5.959 artigos encontrados, 18 foram selecionados para a revisão por meio da metodologia Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses (PRISMA)11, conforme ilustra Figura 1.

Figura 1- Fluxograma da seleção de artigos nas bases de dados adaptado do Preferred Reporting Items for Systematic Review and Meta-Analyses (PRISMA). Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 2022

Quanto ao ano, 2007; 2008; 2009; 2017 e 2020, apresentaram um artigo para cada. Nos anos de 2010; 2012; 2015; 2016; e 2018, foram 2 artigos em cada um deles. Já no ano de 2014, obtiveram-se três artigos. Quanto ao país, Inglaterra, Alemanha e Áustria apresentaram um artigo cada. Os quinze artigos restantes são do Brasil.

Ainda foi analisado o nível de evidência dos estudos selecionados para revisão, a partir dos seguintes critérios: I- revisões sistemáticas e metanálise de ensaios clínicos randomizados; II-ensaio clínico randomizados; III-ensaio controlado não randomizado; IV-estudo de coorte ou caso-controle; V- revisões sistemáticas de estudos qualitativos ou descritivos; VI-estudos qualitativos e descritivos; VII-parecer de autoridades e/ou comitê de especialista. Destaca-se que essa hierarquia classifica os níveis da seguinte forma: I e II- fortes; III a V- moderados; VI e VII-fracos.12 Na análise do nível de evidência, os 18 estudos classificam-se como fracos pois são oriundos de pesquisas qualitativas e descritivas.

No quadro 2, os estudos encontrados foram organizados quanto aos autores/ano/país, nível de evidência/amostra e principais resultados acerca do brincar no hospital na perspectiva do familiar da criança.

Quadro 2- Identificação dos artigos quanto autores, ano/país, natureza do estudo e principais achados. Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 2022





Figura 1
Fluxograma da seleção de artigos nas bases de dados adaptado do Preferred Reporting Items for Systematic Review and Meta-Analyses (PRISMA). Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 2022

DISCUSSÃO

A hospitalização é uma experiência estressante e traumática na vida das crianças. Nesse contexto, a inclusão da brincadeira se ancora nos inúmeros benefícios2, a saber: a redução do estresse e ansiedade21; melhora do humor16,24 e aceitação dos procedimentos23; promoção de vínculo e comunicação com a equipe de saúde.20,21 A família também reconhece a importância do brincar e o enxerga como uma necessidade da infância, devendo fazer parte do cuidado no hospital.21

A brincadeira mediada pelos “Doutores da Alegria” foi vista pelos acompanhantes das crianças hospitalizadas como uma forma de deixá-las mais ativas, menos estressadas e colaborarem durante os procedimentos.14 Já, a presença do médico palhaço, fez elas sorrirem e ficarem mais comunicativas13 e o fantoche proporcionou tranquilidade para elas durante a punção venosa. Além disso, as mães relataram diminuição da resistência durante o mesmo.19

O Brinquedo Terapêutico Instrucional também foi visto pelas famílias como facilitador durante a execução dos procedimentos invasivos, pois as crianças permaneceram mais tranquilas e, mesmo aquelas que choraram, mudaram o comportamento agressivo, aceitando a situação e interagindo com a equipe de saúde.30 Para elas, o BT favorece a diminuição de intercorrências e medo durante os procedimentos, pois as crianças passam a compreender o que será feito com elas, bem como promove o vínculo com a equipe de saúde. 23,27

No hospital, estudo de revisão de escopo evidenciou em seus resultados que o BT tem se mostrado uma importante ferramenta de cuidado do enfermeiro durante as intervenções, em especial, nos procedimentos invasivos, sendo estes os mais temidos pelas crianças devido a dor. Somado a isso, as mães de crianças sentiram-se mais calmas quando seus filhos brincavam, pois eles se distraiam e esqueciam que estavam no hospital.31

Neste sentido, o brincar como cuidado de enfermagem, pode beneficiar tanto as crianças como seus familiares no hospital quanto aos impactos da hospitalização. Contudo, ressalta-se que os estudos não abordam a percepção quanto aos benefícios do envolvimentos dos familiares/acompanhantes na brincadeira.

A participação das famílias na brincadeira, promove a melhora do acolhimento e o compartilhamento dos sentimentos expressos durante a internação, além disso, fortalece e estreita o vínculo familiar que antes estava prejudicado pela falta de tempo oportuno durante a hospitalização.20 De acordo com relato de uma mãe, quando ela e sua filha brincaram juntas, houve melhora na relação de ambas e ressalta ainda que a criança ficou menos agressiva e mais animada.17

A equipe de enfermagem e as famílias devem compartilhar e se envolverem nas brincadeiras, além de participarem da elaboração dessas atividades visando a promoção e recuperação da saúde das crianças. Além disso, o brincar mostra-se como um importante momento para o enfermeiro analisar a satisfação e as necessidades das crianças e seus familiares, em como, o desempenho dessa família no processor de cuidar.6,7

Brincando, familiares e crianças se adaptam e enfrentam a hospitalização. Reconhecem nessa atividade, uma promoção do bem-estar e mental, além da melhora do sono e humor das crianças.16,22,23,26,29 Contudo, algumas famílias demonstram preocupação acerca da forma como a atividade da brincadeira seria conduzida, a fim de que esta não prejudique o tratamento e recuperação da criança .29

Durante a hospitalização, alguns pais sinalizaram que as crianças ficaram impossibilitadas de brincar devido sua condição de saúde instável ou por agravamento da doença. 28 Dessa forma, as famílias entendem a necessidade de esclarecimento por parte da equipe de saúde quantos as atividades lúdicas que podem ser realizadas para que as crianças continuem brincando13,22, além de sugerirem melhorias na condução das mesmas.21

Mesmo familiares e acompanhantes das crianças hospitalizadas entenderem a importância do brincar25-27,30, porém alguns preferem não participar e ficam apenas observando ou apontam não fazer diferença sua participação nas brincadeiras. Tal fato pode denotar a não valorização da brincadeira como uma necessidade na vida da criança.24

Quanto aos espaços para brincar, a brinquedoteca hospitalar foi descrita paras famílias como um aliado à recuperação das crianças, pois auxiliou no alívio da ansiedade e do estresse, promovendo uma sensação de melhora e deixando-as mais dispostas e cooperativas.15,28 Além disso, afirmaram que a permanência das crianças na brinquedoteca diminui significativamente o período de internação14 e deixou as crianças mais calmas para a realização dos procedimentos.20

Para as famílias, a brinquedoteca hospitalar exerce papel fundamental para a continuidade e acolhimento das necessidades das crianças durante a hospitalização, pois proporciona a interação com outras, auxilia na continuidade do desenvolvimento e na compreensão de seu estado de saúde.18,25 É importante ressaltar que, esse espaço para brincar, é obrigatório em instituições de saúde com regime de internação pediátrica de acordo com a lei nº 11.104/2005.32

Vale destacar que o brincar é um direito garantido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente33 e, sua inclusão nos cenários de cuidado à saúde, vai ao encontro do que se preconiza a Política Nacional de Humanização34 e Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança35 no que trata do atendimento humanizado e integral, com vistas a promoção do conforto e bem-estar. Assim, equipe de enfermagem e famílias devem garantir a brincadeira, independente do contexto os as crianças estejam inseridas.

CONCLUSÃO

Os resultados evidenciam que as famílias reconhecem os benefícios do brincar durante a hospitalização das crianças, sendo ferramenta efetiva de atenuação dos agentes estressores e alívio da ansiedade. Contudo, ainda existe uma invisibilidade quanto a importância da brincadeira como uma necessidade da infância. Além disso, a ausência de estudos que abordam os familiares como coparticipantes do brincar junto a criança no hospital, sendo esta uma limitação.

Na perspectiva das famílias, a brincadeira fortalece o vínculo entre criança-família-equipe de saúde, proporciona uma melhor adaptação e compreensão dos motivos que levaram à internação, bem como, dos procedimentos. É importante destacar que algumas delas se sentem inseguras quanto as brincadeiras que podem ser desempenhadas pelas crianças devido ao tratamento e sua condição de saúde.

Neste sentido, é importante que a equipe de enfermagem reconheça as famílias como unidade de saúde de suas crianças e as incluam nas tomadas de decisão a partir das suas percepções e sentimentos em relação brincar. Além disso, reforçarem seu papel como coparticipantes da brincadeira e assegurarem esse direito no ambiente hospitalar, tornando a assistência integral e humanizada.

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