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<p>Editor Científico</p>
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<p>Prezados leitores e leitoras da RAEP,</p>
<p>Iniciamos 2018 e começamos a primeira edição da RAEP com agradecimentos. Aos editores anteriores da revista em ordem cronológica: professores Antônio de Araujo Freitas Junior (FGV-EBAPE), Maria da Graça Pitiá Barreto (UFBA), Eliane Pereira Zamith Brito (FGV-EAESP), Manolita Correia Lima (ESPM) e Cláudia de Salles Stadtlober (UNISINOS) a nossa mais profunda gratidão pelo trabalho realizado. Além disso, reconhecemos o contribuição dos autores, avaliadores, colaboradores e parceiros. Em especial, agradecemos à nossa equipe editorial - Gabrielle Junqueira Hernandes e Luisa Guimarães - pelo empenho, profissionalismo e idealismo em sua atuação. As conquistas e realizações da RAEP são feitas em equipe e são frutos de esforços ao longo de sua existência.</p>
<p>Apenas para ilustrar como a RAEP tem evoluído, cito a volumetria da revista ao longo dos últimos dois anos: entre junho de 2015 à novembro de 2016 foram 190 artigos submetidos; entre agosto de 2016 e agosto de 2017 foram 248 trabalhos e, finalmente, apenas nos quatro últimos meses de 2017 foram 151 artigos. Se for mantido um ritmo semelhante, teremos algo em torno de 450 artigos entre agosto de 2017 e agosto 2018 (um aumento projetado de 81% em relação ao ano anterior). Mas acompanhado desse bom resultado de atração de autores, temos o índice de reprovação em torno de 50% pelo simples motivo de “estar fora do escopo da revista”. Ou seja, temos que continuar a atrair a atenção dos professores e pesquisadores, mas com publicações com mais aderência ao escopo da RAEP, envolvendo ensino e metodologias de pesquisa, a formação dos estudantes e a gestão acadêmica dos cursos de graduação em Administração.</p>
<p>Ainda sobre os resultados da revista, entre 2016 e 2017, a RAEP evoluiu do estrato B3 para o B1, de acordo com o Qualis CAPES-MEC, algo que indica o aumento da relevância acadêmica e científica da revista. Isso nos anima, mas também nos chamam a responsabilidade para que a RAEP mantenha, em primeiro lugar, esse patamar conquistado e, posteriormente, trabalhe para uma evolução. Somos a primeira publicação no país a ter como foco o ensino e a pesquisa em Administração. Ou seja, isso implica numa responsabilidade acadêmica junto aos professores de graduação e também perante aos pesquisadores da área de Administração. Diante disso, a RAEP tem o desafio de publicar algo que seja acessível e útil aos docentes que atuam nos cursos de graduação e que, ao mesmo tempo, sejam artigos que estejam de acordo com o estado da arte, com o rigor metodológico e com resultados que contribuam para o avanço do conhecimento e/ou das práticas no campo do ensino e da pesquisa em Administração. E isso não é uma tarefa trivial e nem tampouco simples de ser alcançado.</p>
<p>Ciente disso, estamos trabalhando num planejamento para os anos de 2018 e 2019, de tal forma a consolidarmos, ainda mais, a RAEP no mundo acadêmico nacional e também rumo ao início de uma inserção internacional. Começamos um diálogo com pesquisadores do Brasil e mesmo fora do país. Vamos estreitar, ainda mais, essas conversas. Muitas são as propostas e ideias para a RAEP. Por exemplo: implantaremos o software Kudos, o qual busca aumentar o alcance e impacto das pesquisas acadêmicas junto à um público que não seja necessariamente de pesquisadores. Os autores serão convidados a responderem três perguntas: O que é a sua pesquisa? Por que ela é importante? E quais são as contribuições? Numa linguagem simples e direta. Essa é apenas uma iniciativa que ilustra a linha que buscaremos seguir para que a revista continue a avançar em sua qualidade e impacto.</p>
<p>Nesta primeira edição de 2018 serão apresentados sete textos, dois deles convidados para a seção Perspectivas. O primeiro artigo “Desafios na Formação de Profissionais em Administração no Brasil” escrito por Patrícia Silva Monteiro Boaventura (FGV-EAESP), Lucas Lopes Ferreira de Souza e Felipe Gerhard (UFC) e Eliane Pereira Zamith Brito (FGV-EAESP) tem por objetivo a análise dos currículos de formação em Administração das instituições de ensino superiores brasileiras, assim como as competências trabalhadas para, finalmente, compará-los com a formação de escolas dos EUA. Essa pesquisa é interessante, especialmente porque as primeiras instituições de ensino superior no Brasil na área de Administração se inspiraram nas congêneres americanas.</p>
<p>O segundo artigo “Executar é preciso, planejar não é preciso: proposta de framework para projetos de pesquisa” de autoria de Alessandro Prudêncio Lukosevicius (UFF) trata de uma proposição baseada numa bordagem gráfica para projetos de pesquisa, a planejarem suas pesquisas, e dessa forma pode-se auxiliar pesquisadores, principalmente os que se encontram numa fase inicial da vida acadêmica. De fato, a falta de planejamento do design da pesquisa pode comprometer a investigação e o alcance dos resultados. Portanto, é um trabalho relevante, seja para os orientadores no incremento dos seu recursos de pesquisa, seja para os alunos de iniciação científica, mestrado e até mesmo doutorado a buscarem uma forma alternativa de planejamento acadêmico dos seus trabalhos.</p>
<p>Em seguida apresenta-se o artigo de autoria de Márcio Moutinho Abdalla (UFF), Leonel Gois Lima Oliveira (Unichristus), Carlos Eduardo Franco Azevedo (ESG) e Rafael Kuramoto Gonzalez (IFPR), cujo título é “Quality in Qualitative Organizational Research: types of triangulation as a methodological alternative” que tem por objetivo discutir a qualidade na pesquisa qualitativa, a partir da análise sistemática das tipologias de estratégia de triangulação, tendo as seguintes dimensões de qualidade na pesquisa: confiabilidade, credibilidade, transferibilidade e confirmabilidade. Trata-se de uma contribuição relevante aos pesquisadores que se utilizam das técnicas e métodos qualitativos no sentido de conferirem mais credibilidade às suas investigações.</p>
<p>O próximo artigo “O poder disciplinar enquanto uma dimensão da cultura organizacional: um estudo multicasos em instituições de ensino superior privadas” foi escrito por André Maurício Teixeira da Silva e Mariane Lemos Lourenço, ambos da UFPR, no qual buscam investigar universo dos docentes a partir das suas percepções, experiências e interpretações sobre o poder disciplinar mediante à cultura organizacional em instituições de ensino superior privadas. Essa pesquisa nos apresenta um recorte da realidade de um conjunto de docentes que atuam nas instituições privadas, num contexto de acirramento competitivo, o qual é permeado por inúmeros desafios.</p>
<p>Após o quarto artigo, temos um Caso de Ensino intitulado “Tal Pai, Tal Filho? Decisões Coletivas Tendo em Conta Relações Familiares” que foi desenvolvido por Ariádne Scalfoni Rigo (UFBA), Ives Romero Tavares do Nascimento (UFCA) e Pamela de Medeiros Brandão (UFRN), no qual se busca apresentar uma situação real em uma comunidade do interior da Bahia, especificamente a partir de um Banco Comunitário de Desenvolvimento. Os autores trabalharam num relato de uma experiência inovadora de finanças solidárias no mundo e no Brasil. Assim, esse Caso de Ensino é especialmente útil no sentido de se debater a influência das relações comunitárias nas finanças solidárias, assim como nas estruturas de gestão coletivas e, finalmente, na dinâmica dos Bancos Comunitários de Desenvolvimento.</p>
<p>Fechamos essa edição com os textos convidados para a seção Perspetivas o primeiro deles escrito pela autora Arilda Schmidt Godoy (UNESP) cujo título é “Refletindo a respeito das contribuições e limites da História de Vida na pesquisa em Administração” o qual pretende analisar a modalidade de pesquisa denominada História de Vida a partir do realce entre as principais contribuições e limites no contexto das pesquisas no campo da Administração. A autora apresenta um resgate histórico dessa modalidade de pesquisa, um debate em torno da sua conceituação e, em seguida, ressalta suas contribuições fundamentais. Sem dúvida, uma referência relevante aos pesquisadores e docentes interessados no aprofundamento das técnicas e métodos qualitativos de pesquisa.</p>
<p>Em seguida, a Professora Maria Inês Fini, Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), discorre sobre “Inovações no Ensino Superior - Metodologias inovadoras de aprendizagem e suas relações com o mundo do trabalho: desafios para a transformação de uma cultura”. Esse texto foi originalmente apresentado na abertura do jantar de gala do EnANGRAD 2017 em Brasília-DF e despertou a atenção dos Reitores, Diretores, Coordenadores e docentes presentes ao evento em função da profundidade e qualidade das reflexões apresentadas. Assim, consideramos que esse texto está alinhado aos objetivos estratégicos da RAEP e se constitui numa importante referência aos profissionais e acadêmicos que atuam nas Instituições de Ensino Superior no país.</p>
<p>Desejamos a todos um 2018 com muita felicidades e realizações! Esperamos que os artigos sejam úteis aos docentes e pesquisadores. Tenham uma excelente leitura!</p>
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