A importância do brincar para o desenvolvimento da criança com Síndrome Down

The importance of playing for child development with Down Syndrome

Beatriz Cristina Estevão Damasceno
Claretiano - Centro Universitário de Batatais, Brasil
Viveane da Silva Balbino Leandro
Claretiano - Centro Universitário de Batatais, Brasil
Renata Andrea Fernandes Fantacini
Claretiano / Universidade Federal de São Carlos, Brasil

A importância do brincar para o desenvolvimento da criança com Síndrome Down

Research, Society and Development, vol. 4, núm. 2, pp. 142-152, 2017

Universidade Federal de Itajubá

Recepção: 20 Dezembro 2016

Aprovação: 14 Janeiro 2017

Resumo: O presente estudo destacou a importância do lúdico para o desenvolvimento do aluno com Síndrome de Down. A principal justificativa para a realização deste estudo foi buscar e ampliar um conhecimento importante aos educadores, principalmente nos tempos atuais, na qual, se encontra o processo de inclusão escolar. O objetivo deste estudo foi compreender a importância do brincar para o desenvolvimento integral da criança com Síndrome de Down. A metodologia utilizada foi à revisão bibliográfica. Discutimos neste estudo sobre a Síndrome de Down e suas características, conforme foi abordado à relevância do brincar para todas as crianças e fechamos nossa discussão destacando sobre o quanto é importante o brincar para o desenvolvimento das crianças, principalmente para a criança com Síndrome de Down, no qual, ressaltou importantes contribuições para a estimulação das crianças com Síndrome de Down. Consideramos relevante ressaltar que o lúdico precisa ser um dos instrumentos presentes dentro da sala de aula, na prática docente, contribuindo para o desenvolvimento de todas as crianças, inclusive da criança com Síndrome de Down. Ao final do estudo, concluímos que que assim como o brincar é essencial para o desenvolvimento de todas as crianças sem deficiência, ele se torna também essencial, principalmente para aquelas com Síndrome de Down, que necessitam de estimulação precoce, de forma lúdica e prazerosa e contribuindo para o seu desenvolvimento integral e a sua inclusão.

Palavras-chave: Educação Especial, Síndrome de Down, Lúdico.

Abstract: The present study emphasized the importance of ludic playful for the development of the student with Down Syndrome. The main justification for this study was to seek and expand an important knowledge to educators, especially in the present times, in which the process of school inclusion is found. The objective of this study was to understand the importance of play for the integral development of children with Down Syndrome. The methodology used was the bibliographic review. We discussed, in this study, about Down Syndrome and its characteristics, as it was approached the relevance of playing for all children and we closed our discussion highlighting how important it is to play for the development of children, especially for the child with Down Syndrome. It was clear that playing brings important contributions to the stimulation of children with Down's Syndrome. We consider relevant to emphasize that the ludic needs to be one of the instruments present within the classroom, in the teaching practice, contributing to the development of all children, including children with Down Syndrome. At the end of this study, we conclude that just as playing is essential for the development of all children without disabilities, it also becomes essential, especially for those with Down Syndrome, who need early stimulation in a playful and pleasurable way and contributing to their integral development and inclusion.

Keywords: Special Education, Down's syndrome, Playful.

1. Introdução

De acordo com Gusso e Schuartz (2005) a brincadeira é considerada uma atividade universal que apresenta características peculiares no contexto social, histórico e cultural, sendo assim, o brincar é relevante para o desenvolvimento das crianças, na qual vai ser estimulada a sua autonomia e identidade.

Além disso, o brincar é umas das ferramentas mais relevantes para o desenvolvimento de qualquer criança, principalmente para crianças com Síndrome de Down, onde as crianças com Síndrome de Down são estimulas através das brincadeiras, com isso o trabalho da estimulação das crianças com a Síndrome de Down é desenvolvido desde seus primeiros dias de vidas, através da estimulação precoce.

Segundo Silva e Dessen (2002 p.1) “a Sindrome de Down é uma desordem de cromossômica, que se caracteriza pela trissomia do cromossomo 21”. A criança com Síndrome de Down tem uma aparência diferenciada de outras crianças, mas nem todas são tão diferentes, onde o seu único aspecto que caracteriza essa criança é a deficiência intelectual.

De acordo com informações disponibilizadas pelo Movimento Down (2015, p.1-4) a “Síndrome de Down não é uma doença”, mas sim uma alteração nas suas células, por isso ele pode desenvolver sua autonomia e suas capacidades pessoais, na qual, ele é capaz de sentir, aprender e amar.

O presente estudo tem como justificativa destacar a importância do brincar para o desenvolvimento da criança com Síndrome Down. Atualmente estamos passando por um processo de inclusão escolar, sendo assim, este tema pode ampliar um conhecimento importante aos educadores.

Outro fato importante é que se trabalhe desde os primeiros dias com a criança seu desenvolvimento integral. No caso da criança com Síndrome Down é a partir dos 15 dias de vida que já se pode estimular seu desenvolvimento motor, físico, fonoaudiólogo e etc. Isso é de suma importância que o educador tenha consciência desse trabalho, que se dá desde os primeiros momentos de vida. Nesse sentido o nosso tema pode contribuir para essa conscientização.

Visto isso, uma das formas de estimulação no desenvolvimento das crianças em seus primeiros momentos de vida é por meio do lúdico, ou seja, o brincar. Assim a criança pode ter seu desenvolvimento integral de maneira prazerosa e efetiva. Para a criança com Síndrome Down o brincar, é ainda mais relevante para o seu desenvolvimento, pois afeta diretamente o seu cotidiano ate mesmo a sua vida. Este tema é relevante, pois poderá contribuir para ampliar um conhecimento importante aos educadores, principalmente neste tempo atual que estamos passando por um processo de inclusão. Em suma, ele traz uma reflexão e conhecimento sobre a importância do brincar para o desenvolvimento da criança com Síndrome Down.

O objetivo deste estudo é compreender a importância do brincar para o desenvolvimento integral da criança com Síndrome de Down. E os objetivos específicos deste estudo são: definir e caracterizar a Síndrome de Down; definir e descrever a importância do brincar para qualquer criança; descrever a importância de se estimular a criança com Síndrome de Down por meio do brincar desde o nascimento.

2. Metodologia

A metodologia utilizada para a elaboração deste artigo será a pesquisa bibliográfica (revisão de literatura), por meio de livros e artigos científicos disponíveis em sites confiáveis.

A pesquisa bibliográfica é elaborada com base em material já publicado. Tradicionalmente, esta modalidade de pesquisa inclui material impresso, como livros, revistas, jornais, teses, dissertações e anais de eventos científicos. Todavia, em virtude da disseminação de novos formatos de informação, estas pesquisas passaram a incluir outros tipos de fonte, como discos, fitas magnéticas, CDs, bem como material disponibilizado pela Internet. (GIL, 2010, p.29).

Nesse sentido, esta pesquisa bibliográfica, encontra-se fundamentada teoricamente a partir das contribuições de pesquisadores renomados na área da Educação Especial, que abordam o tema Desenvolvimento na Educação Especial, tais como: Brasil (1990; 1998); Moyles (2002); Cebalos (2011); Movimento Down (2015).

Para fundamentação teórica, este artigo será dividido em três tópicos, sendo eles: Conhecendo e caracterizando a Síndrome de Down; Definindo o Brincar; A importância do brincar para todas as crianças, ainda mais para a criança com síndrome de down.

No primeiro momento, iremos abordar diversos métodos na Síndrome de Down, como ela é caracterizada, quais os meios de exames para diagnosticar a Síndrome de Down na gestação.

Em seguida iremos relatar um tema muito característico da Educação Infantil, que é o brincar, em que este tema poderá trazer uma reflexão sobre o lúdico, como sua visão e a sua aplicação influência no desenvolvimento integral das crianças.

Ao final deste estudo iremos explanar sobre o encontro do lúdico com a Síndrome de Down e suas contribuições para o seu desenvolvimento.

3. Desenvolvimento

3.1 Conhecendo e caracterizando a Síndrome de Down

De acordo com informações do Movimento Down (2015, p.1-4) a Síndrome de Down é “uma alteração de cromossomos, na qual se encontram- se três cromossomos 21 conhecido como trissomia 21, nas células da criança com Síndrome de Down”, essas células são compostas por 47 cromossomos, em vez de ser 46 que é o comum da população.

A Síndrome se caracteriza por um conjunto de malformação causadas no cromossomo 21 que altera a formação de vários órgãos desde o inicio da formação do feto, o que conseqüentemente determina a presença de anormalidade e característica muito semelhantes e comuns em pessoas com a síndrome. (SILVA; DESSEN, 2002, p.3).

A Síndrome de Down pode acontecer em qualquer ambiente familiar, independente de cor, raça, religião e entre outras. Segundo a Fundação da Síndrome de Down (2013, s/p) ”A ultrassonografia também pode colaborar para detectar a Síndrome de Down, através dos marcadores ecográficos, principalmente da prega nucal, que pode ser medida a partir da décima semana de gestação.”

De acordo com as orientações do Movimento Down (2015), a gestante deve avaliar juntamente com seu médico a necessidade da realização de outros exames para a confirmação do diagnóstico da Síndrome de Down.

Segundo informações disponibilizadas pelo Movimento Down (2015) o diagnóstico pode ser feito também após o nascimento da criança, observando as características da criança. As suas características são os olhos amendoados, hipotonia muscular, mãos largas e dedos curtos, orelhas de implantação baixas, baixa estrutura e a deficiência intelectual.

A maioria das crianças com Síndrome de Down é vulnerável às doenças, principalmente em doenças cardiológicas onde às vezes é preciso passar por cirurgias nos seus primeiros dias de vida. “As crianças com Síndrome de Down apresentam atrasos significativos de linguagem. As habilidades são adquiridas na mesma sequência observada em crianças normais, porém com defasagem cronológica.” (CICILIATO et.at, 2010, p.409)

Segundo ressalta o Movimento Down (2015) a criança com Síndrome de Down obtém um bom desenvolvimento de suas capacidades pessoais e avançará com crescentes níveis de realização e autonomia.

Conforme a Fundação da Síndrome de Down (2013) a criança com Síndrome de Down é capaz de amar, sentir, divertir e aprender, ele também poderá ter uma vida escolar normal, porém ele tem um nível de ensino mais lento devido o seu comprometimento intelectual. Além disso, a criança com Síndrome de Down pode também ingressar em uma missão de trabalho como qualquer outra pessoa.

A criança com Síndrome de Down vai criando a sua identidade através da sua própria percepção sobre si, como qualquer outra pessoa. Conforme a Fundação da Síndrome de Down (2013) existem três elementos relevantes na descoberta da sua identidade, primeiro é o reconhecimento da deficiência, logo após a criança com Síndrome de Down deduz as capacidades e a constatação das múltiplas diferenças existentes entre o coletivo de pessoas com Síndrome de Down.

A síndrome de Down é uma forma de vida, e não uma doença; as crianças com essa síndrome têm a capacidade de fazer tudo que as pessoas com desenvolvimento típico fazem, só levam um tempo um pouco maior para desenvolver algumas habilidades específicas, mas são totalmente capazes, o que faz com que a estimulação seja essencial em seu desenvolvimento desde os primeiros meses de vida. (CINTRA; OLIVEIRA, VEIGA, 2015, p.162)

Conforme orientações do Movimento Down (2015) estimular é ensinar, motivar e aproveitar objetivos para transformar em conhecimento e aprendizagem. O lúdico é um eixo que vai coligar à criança ao seu aprendizado.

A melhor forma para estimulação das crianças com Síndrome de Down é através das atividades diferenciadas, na qual se trabalha a dança, música e teatro, umas das mais importantes ações para estimulação da criança é a brincadeira, onde ela entra em um novo mundo e auxilia no seu desenvolvimento integral.

3.2 Definindo o brincar

Segundo Sarmento e Pinto Barbosa (2006, p. 73) a criança sempre existiu, entretanto esse sentimento de infância nem sempre esteve presente: “com efeito as crianças existiam desde sempre, desde o primeiro ser humano, e a infância como construção social”. Foi através dessa construção social, que depois de muito tempo, a criança foi reconhecida como sujeito histórico e social. Logo a educação infantil, passou a ser um direito da criança e obrigação do Governo.

A importância do brincar está vigente até mesmo na Legislação brasileira. Conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, o brincar proporciona à criança o direto há liberdade como direto de cidadão. Nesse documento, no capítulo II (Do direito à liberdade, ao respeito e à dignidade) do ECA, o artigo 16 inscreve em seu inciso IV, que em alguns dos aspectos que integram o direito à liberdade, estão o: "brincar, praticar esportes e divertir-se". (BRASIL, 1996, p. 3).

Conforme os documentos oficiais, o principal eixo da infância atribuído em crianças de 0 a 5 anos é: brincar, cuidar e educar. Esses eixos são pertinentes para criança obter um desenvolvimento integral favorável na sua infância. A Lei Federal n° 8069/90 (2004), relata que todas criança tem o direito de brincar, principalmente que tem direito a vida e saúde, liberdade e dignidade, convivência familiar e comunitária, a educação, cultura e ao lazer, a proteção ao trabalho.

[...] movimento da sociedade civil e de órgãos governamentais para que o atendimento às crianças de zero a seis anos fosse reconhecido na Constituição Federal de 1988. A partir de então a educação infantil em creches e pré-escolas passou a ser, ao menos do ponto de vista legal, um dever do Estado e um direito da criança (artigo 208, IV). O Estatuto da Criança e do Adolescente, de 1990, destaca também o direito da criança a este atendimento (BRASIL, 1998, p. 13).

Nos Referenciais Nacionais Curriculares para a Educação Infantil – RCNEI (BRASIL, 1988) há uma ênfase em sensibilizar os educadores sobre a importância do brincar e diversas situações, a brincadeira é definida como linguagem infantil que associa o simbólico e a realidade imediata da criança. No Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA (BRASIL, 1990) é mostrado o direito da criança ao lazer, à diversão e a serviços que respeitem a peculiaridade de cada criança e adolescente em desenvolvimento.

Segundo Moyles (2002) o brincar nas instituições educativas é muito importante, pois ele é um dos principais processos e atividade, que auxiliam na construção das capacidades e potencialidades da criança. A autora Moyles (2002), afirma que o brincar, trás uma contribuição às crianças em uma destas capacidades, cuja é a interação social com os adultos e com as próprias crianças.

Segundo Gusso e Schuartz (2013, p. 236) “o brincar é uma atividade que proporciona que a criança desenvolva habilidades sensoriais, motor, sociais, comunicativa e cognitiva”. Além disso, o ato de brincar contribui para o desenvolvimento integral das crianças, auxiliando ainda mais, o desenvolvimento de crianças com a Síndrome de Down.

O ato de brincar tem uma função social, cultural. No ato de brincar as crianças entram em contato com um mundo novo, novos objetos, novas possibilidades, sentimentos; o ato de brincar, apesar de parecer simples, é algo muito complexo, que exige muito da criança. Esse contato com outros indivíduos e com o mundo é fundamental para que a criança com síndrome de Down desenvolva sua identidade, sua autonomia e descubra o mundo a sua volta. (CINTRA; OLIVEIRA; VEIGA, 2015, p.163)

De acordo com Carvalho et.at (2005, p.218) o lúdico para crianças com Síndrome de Down é um conhecimento relevante, onde vai capacitar uma melhora na estimulação da criança com Síndrome de Down aprimorando as habilidades motoras da criança, através do manuseio de brinquedos de várias formas, tamanhos e cores.

3.3 A importância do brincar para todos ainda mais para a criança com Síndrome de Down

Segundo Cebalos et.at (2011) o brincar expressa de modo principal a infância, segundo uma das atividades mais importantes para a constituição do sujeito da cultura. O lúdico auxilia no desenvolvimento global do ser humano, de maneira significativa nos processos referentes à comunicação, socialização, expressão e na construção do pensamento.

É, pois, por meio do universo lúdico que a criança se satisfaz e realiza seus desejos e explora o mundo ao seu redor, e isso faz com que se torne importante proporcionar as crianças atividades que promovam e estimulem seu desenvolvimento, global, considerando os aspectos da linguagem, do cognitivo, afetivo, social e motor. (CEBALOS et.at, 2011, p. 78).

O lúdico é fundamental para o aprendizado e desenvolvimento das crianças, principalmente para crianças com Síndrome de Down.

A estimulação da criança com Síndrome de Down pode de dever ser propiciada através de brincadeiras, de acordo com as experiências vivenciadas pelo Movimento Down (2015) a estimulação é levar a criança, através da brincadeira, a aprender sempre mais. Assim o brincar traz diversas vantagens para a constituição da criança, contribuindo para o seu desenvolvimento futuro.

As crianças com síndrome de Down possuem um grande potencial a ser desenvolvido. Elas precisam, contudo, de mais tempo e estímulo da família, de especialista e de professores para adquirir e aprimorar suas habilidades. Aspectos físicos e médicos influenciam no desenvolvimento da capacidade motora e de comunicação dessas crianças. De forma geral, as pessoas com Síndrome de Down apresentam tendência à hipotonia e a uma flexibilidade exagerada nas articulações. [...] (MOVIMENTO DOWN, 2015, p. 10)

O brincar proporciona que as crianças conheçam regras, tome iniciativas e tenham um melhor convívio com outras pessoas, além de tudo, que explorem novas linguagens. Além disso, ele estimula a atenção, memória, organização, limites, curiosidade, autonomia e o desenvolvimento da linguagem, o pensamento e a concentração.

Para a criança com Síndrome de Down o brincar é muito importante, ele é usado principalmente na estimulação da Síndrome de Down. Conforme estudos do Movimento Down (2015) cita que o brincar estimula a Síndrome de Down em diversos aspectos, do desenvolvimento motor, cognitivo, até à comunicação.

A criança com Síndrome de Down é estimulada desde os seus quinze dias de vida, para poder ter mais tempo e mais estímulo de família, especialista e de professores, onde vai adquirir e aprimorar as suas habilidades.

4. Considerações Finais

O artigo em todo foi desenvolvido para relatar a importância do brincar para o desenvolvimento das crianças, principalmente no desenvolvimento integral da criança com Síndrome de Down. Sabemos que as crianças com Síndrome de Down precisam de um cuidado mais aprimorado no estimulo do seu desenvolvimento, para que ela obtenha um desenvolvimento adequado para interagir com o mundo.

Vimos que brincar é relevante para auxiliar o desenvolvimento integral de qualquer criança, inclusive da criança com Síndrome de Down, pois o lúdico em suas atividades constitui o sujeito de cultura, além disso, auxilia a criança com Síndrome de Down em diversos aspectos, em obter autonomia, no desenvolvimento da linguagem, limites e concentração, o que contribuirá em seu desenvolvimento futuro.

No primeiro momento, concluímos que a Síndrome de Down tem diversas características, ela se da através de uma alteração de cromossomos. Existem vários meios de diagnostica – lá antes ou após o nascimento. Também vimos que a criança com Síndrome de Down em seu desenvolvimento é capaz de amar, cuidar, sentir e além de tudo pode trabalhar como qualquer outra pessoa.

O lúdico é uns dos meios da estimulação da criança com Síndrome de Down. Esta estimulação pode e deve acontecer a partir dos 15 (quinze) dias de vida da criança com Síndrome de Down, ao passo que, o brincar trará diversas vantagens para a constituição da criança como sujeito, visando seu desenvolvimento futuro.

O artigo é relevante para a nossa formação, onde vamos obter um raciocínio amplo sobre o desenvolvimento das crianças através das brincadeiras. O brincar não é apenas um passatempo sem objetivos a serem atingidos, mas sim um ato com objetivo visando o desenvolvimento integral das crianças, principalmente para crianças com Síndrome de Down.

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