Estudo de caso sobre a aprendizagem cooperativa em uma Escola Estadual de Educação Profissional em Pentescoste - CE
Case study on cooperative learning in a State School of Professional Education in Pentescoste-CE
Estudio de caso sobre el aprendizaje cooperativo en una Escuela Estatal de Educación Profesional en Pentescoste-CE
Estudo de caso sobre a aprendizagem cooperativa em uma Escola Estadual de Educação Profissional em Pentescoste - CE
Research, Society and Development, vol. 8, núm. 8, pp. 01-10, 2019
Universidade Federal de Itajubá

Recepção: 03 Junho 2019
Revised: 05 Junho 2019
Aprovação: 06 Junho 2019
Publicado: 08 Junho 2019
Resumo: A aprendizagem colaborativa é um recurso na área de educação, que surge da necessidade de inserir metodologias interativas entre o aluno, ou usuário, em conjunto com o professor para que estabeleçam buscas, compreensão e interpretação da informação de assuntos determinados. Destaca-se aqui sua relevância na prática de uma metodologia que envolve e desperta o protagonismo juvenil na região. Para esta pesquisa, adotamos a metodologia de pesquisa em campo, em que se observa e se entrevista as pessoas com os comportamentos se desejam conhecer. Basicamente, procedeu-se à solicitação de informações a um grupo significativo de pessoas acerca do problema estudado para em seguida, mediante análise qualitativas, obter as conclusões correspondentes dos dados coletados. Pontuamos, portanto, que a aprendizagem cooperativa é um recurso na área de educação, que surge da necessidade de inserir metodologias interativas entre o aluno, ou usuário, em conjunto com o professor para que estabeleçam buscas, compreensão e interpretação da informação de assuntos determinados. Destaca-se aqui sua relevância na prática de uma metodologia na escola, que envolve e desperta o protagonismo juvenil na região.
Palavras-chave: s: Aprendizagem cooperativa, aprendizagem em grupo, metodologias interativas.
Abstract: Collaborative learning is a resource in the area of education, which arises from the need to introduce interactive methodologies between the student, or user, together with the teacher to establish searches, understanding and interpretation of information on specific subjects. Its relevance in the practice of a methodology that involves and awakens the youth protagonism in the region stands out here. For this research, we adopted the field survey, in which people are observed and questioned with the behavior if they want to know. Basically, we requested information from a significant group of people about the problem studied and then, through qualitative analysis, obtain the corresponding conclusions from the collected data. Thus, cooperative learning is a resource in the area of education, which arises from the need to introduce interactive methodologies between the student, or user, together with the teacher to establish searches, understanding and interpretation of information on specific subjects. Its relevance in the practice of a methodology in the school, that involves and awakens the youthful protagonism in the region stands out here.
Keywords: Cooperative learning, group learning, interactive methodologies.
Resumen: El aprendizaje colaborativo es un recurso en el área de educación, que surge de la necesidad de insertar metodologías interactivas entre el alumno, o usuario, en conjunto con el profesor para que establezcan búsquedas, comprensión e interpretación de la información de asuntos determinados. Se destaca aquí su relevancia en la práctica de una metodología que envuelve y despierta el protagonismo juvenil en la región. Para esta investigación, adoptamos el levantamiento de campo, en que se observa y se interroga a las personas con el comportamiento si desea conocer. Básicamente, se procedió a la solicitud de información a un grupo significativo de personas acerca del problema estudiado para luego, mediante análisis cualitativo, obtener las conclusiones correspondientes de los datos recolectados. Por lo tanto, puntuamos que el aprendizaje cooperativo es un recurso en el área de educación, que surge de la necesidad de insertar metodologías interactivas entre el alumno, o usuario, en conjunto con el profesor para que establezcan búsquedas, comprensión e interpretación de la información de asuntos determinados. Se destaca aquí su relevancia en la práctica de una metodología en la escuela, que envuelve y despierta el protagonismo juvenil en la región.
Palabras clave: Aprendizaje cooperativo, aprendizaje en grupo, metodologías interactivas.
Introdução
Este artigo tem como objetivo descrever o trabalho realizado por professores no município de Pentecoste, no Ceará, em uma escola estadual de Educação Profissional. O trabalho em questão é relacionado à aprendizagem cooperativa, em que os alunos são divididos em equipes, denominadas células cooperativas. Aqui, traz-se um resgate sobre as questões referentes ao trabalho em grupo.
Quando remetemos a ideia de atividade em grupos, podemos localizar na Pré-História que os “homens das cavernas” organizaram-se na elaboração de tarefas cotidianas. Para abater os grandes mamíferos, como mamutes, rinocerontes, alces, etc. Assim, como aponta Jaguaribe (2001) começaram a organizar-se em grupos e a estabelecer laços de cooperação e solidariedade, pois disso dependia a própria sobrevivência da espécie.
Na Grécia Antiga, diversos filósofos, tais como Sócrates, já despertavam para o estudo em grupos como um caminho de potencialização do aprendizado. Naquela época, uma das principais características das escolas de filosofia eram as discussões entre os participantes, nos trabalhos de oratória. Ainda na Idade Média, podemos identificar o envolvimento de grupos de aprendizes para compartilhando habilidades, como destaca Gomes (2012), que aponta como esse trabalho era realizado neste período.
Nesses períodos destacados, não havia uma sistematização formal dessa forma de ensinar e aprender em colaboração em grupo, ocorrendo de forma informal, devido a interdependência que era própria dos indivíduos.
As primeiras experiências com células cooperativas apareceram no final do século XVIII, por meio de estudos que desenvolveram o Método Lancasteriano ou Sistema Monitoral, em que os estudantes podiam contribuir com a prática pedagógica do educador pela inclusão de um estudante mais experiente, chamado de decurião, que orientava um grupo de dez alunos, denominado decúria, supervisionados por um inspetor (Neves, 2003). Ainda segundo o autor, a prática de ensino no Brasil foi referenciado por este método devido a falta de professores, sendo que muitas escolas possuíam apenas um educador. Desta forma, teve sua implementação oficial
Esse método referenciou a prática de ensino no Brasil, no início do século XIX, quando a deficiência de professores era evidente e as escolas em geral dispunham apenas de um educador. Foi implantado oficialmente no Brasil pela Lei de 15 de outubro de 1827, que trazia a definição, em linhas gerais, as diretrizes do ensino (Neves, 2003). Nos anos iniciais do século XIX esta proposta foi trazida ao continente americano e foi nos Estados Unidos, mais especificamente na Escola Lancaster, que aconteceram os primeiros trabalhos de sistematização e aplicação com abordagens baseadas em processos de grupo para o ensino de todas as áreas do conhecimento e seus respectivos níveis
No Brasil, o estudo com aprendizagem cooperativa tem como principal referência a cidade de Pentecostes, estado do Ceará. A referência na aplicação desta metodologia ocorreu a partir do desenvolvimento do Programa de Educação em Células Cooperativas (PRECE), que existe há mais de 15 anos nos distritos rurais, sede e cidades circunvizinhas de Pentecostes.
Este projeto está baseado no estudo em células cooperativas, objetivando proporcionar uma preparação para o ingresso no Ensino Superior, através do vestibular e exame nacional do ensino médio (ENEM). Esse movimento cooperativo contribuiu com o acesso ao ensino superior de mais de 500 jovens daquela região, inclusive no âmbito da pós-graduação, com mestres e doutores oriundos do projeto.
A aprendizagem cooperativa organiza o processo de aprendizagem de maneira alargar a possibilidade da troca de informações entre os estudantes em atividades grupais estruturadas nas quais estes se co-responsabilizam por sua aprendizagem, além de contribuírem com a dos outros em um processo interdependente, caracterizado pela parceria e ajuda mútua, objetivando a aquisição de conhecimentos acerca de um determinado tema. (Johnson; Johnson e Smith, 1998).
Metodologia: Cenário da pesquisa, percurso e instrumentos de avaliação
Pentecoste pertence à microrregião vale do Médio Curu. De acordo com o IBGE, foram realizadas 1.833 matrículas no ensino médio baseado no censo de 2018, tendo 90 docentes no ensino médio, compondo três estabelecimentos de ensino médio. Para esta pesquisa, adotamos a escolha por uma escola estadual de Educação Profissional que é referência no trabalho por meio das células cooperativas. A pesquisa foi realizada no dia
Para esta pesquisa, adotamos um levantamento de campo, em que se observa e se interroga as pessoas com o comportamento o qual se deseja conhecer. Basicamente, procede-se à solicitação de informações a um grupo significativo de pessoas acerca do problema estudado.
Quando o levantamento recolhe informações de todos os integrantes do universo pesquisado, tem-se um censo. Pelas dificuldades materiais que envolvem sua realização, os censos só podem ser desenvolvidos pelos governos ou por instituições de amplos recursos. São extremamente úteis, pois proporcionam informações gerais acerca das populações, que são indispensáveis em boa parte das investigações sociais. (Gil, 1999, p. 33).
Desta forma, por meio da pesquisa em campo, e utilizando-se de instrumentos como entrevista, diário de campo, pode-se observar as práticas pedagógicas na escola citada, de forma a compreender melhor como se dá a rotina, o trabalho docente e a relação discente nas células cooperativas.
A aprendizagem cooperativa em Pentecoste - CE
A aprendizagem colaborativa é um recurso na área de educação, que surge da necessidade de inserir metodologias interativas entre o aluno, ou usuário, em conjunto com o professor para que estabeleçam buscas, compreensão e interpretação da informação de assuntos determinados. Destaca-se aqui sua relevância na prática de uma metodologia que envolve e desperta o protagonismo juvenil na região.
O elemento essencial das comunidades de aprendizagem é a tendência a aprender trabalhando juntos, o professor e o estudante. Essa integração entre os atores possibilita ações para melhorar a educação. Seu processo tem como finalidade o compartilhamento de recursos, que promova um aumento de conhecimentos e saberes, bem como o sentimento de pertencimento e identidade nas pessoas que a experienciam.
Um ambiente em que todos tenham a oportunidade de crescer juntos, aprendendo e contribuindo com o aprendizado do próximo, é um ambiente em que ocorrem ganhos múltiplos e que precisa ser incentivado em todos os contextos e locais. Este é um dos principais aspectos da aprendizagem colaborativa.
Vygotsky (1989) é um dos autores que vêm embasando um grande número de estudos voltados para o trabalho colaborativo na escola. Ele argumenta que as atividades realizadas em grupo, de forma conjunta, oferecem enormes vantagens, que não estão disponíveis em ambientes de aprendizagem individualizada.
O autor explica que a constituição dos sujeitos, assim como seu aprendizado e seus processos de pensamento (intrapsicológicos), ocorrem mediados pela relação com outras pessoas (processos interpsicológicos). Elas produzem modelos referenciais que servem de base para nossos comportamentos e raciocínios, assim como para os significados que damos às coisas e pessoas. Foi a partir do entendimento do significado da aprendizagem colaborativa que se resolveu apresentar o relato de uma visita à uma escola que trabalha com essa metodologia com seus discentes.
No município de Pentecoste, no interior do Ceará, a 90 quilômetros de Fortaleza, foi criada, no ano de 2011 uma escola de educação profissional com uma filosofia diferente das demais. Nesse espaço os alunos aprendem de forma colaborativa. A ideia surgiu a partir do desejo de sete jovens moradores do distrito de Cipó de ingressarem em uma universidade pública. Esses jovens reuniam-se embaixo de um juazeiro, árvore típica da região, para estudarem as mais diversas matérias cobradas no vestibular da Universidade Federal do Ceará – UFC.
A metodologia empregada nas equipes da cooperação consistia em cada um dos sete jovens estudarem uma matéria que lhe fosse mais fácil de ensinar para os demais. A cada dia, estudavam matérias diferentes e cada um teria a sua vez de ensinar para os outros. A iniciativa apresentou um bom resultado e, já, no primeiro ano de estudos, um dos jovens conseguiu aprovação no curso de química da federal em primeiro lugar. Isso serviu de incentivo para os demais. No ano seguinte, mais dois conseguiram aprovação. Era muito improvável lograr êxito em uma universidade tão concorrida, que filhos de agricultores sem nenhuma ajuda externa conseguissem se sair tão bem no vestibular.
A história reverberou por outras localidades e os novos integrantes do grupo de estudos tiveram que se reunir em outros lugares. Segundo o diretor que recebeu os pesquisadores, foram criadas, nessa época as EPC - Escolas Populares Colaborativas. Primeiro, ocuparam uma casa abandonada, depois foram expandindo para outros locais da vizinhança e, o interessante, é que toda a comunidade participava do sonho dos garotos, pois aqueles que vinham para estudar e não tinham onde se alimentarem, os vizinhos doavam almoço e lanche para eles.
Nos anos seguintes, o número de aprovações na UFC foi aumentando consideravelmente e, a maioria dos alunos moradores da residência universitária eram oriundos do município de Pentecostes e adjacência. Houve um momento, ainda segundo o diretor, em que o reitor da Universidade resolveu negar vagas nas residências para os alunos vindos do Programa de Educação em Células Cooperativas - PRECE.
A princípio o projeto recebeu o nome de Projeto Coração de Estudante, por fazer referência a uma música do cantor e compositor Milton Nascimento e por descrever um pouco do que se passava no coração e mente daqueles que buscavam uma oportunidade de adentrar em uma universidade. Hoje o projeto se chama programa de Educação em Células Cooperativas.
Os alunos que conseguiam ingressar na universidade voltavam todos os finais de semana para ajudar àqueles jovens que continuavam estudando de forma colaborativa e assim o número de aprovações foi aumentando consideravelmente. Na escola profissionalizante visitada pelo grupo, é desenvolvida a aprendizagem colaborativa, ideia implantada pelo professor Andrade, um dos sete jovens que iniciaram seus estudos embaixo do pé de Juazeiro, que retornou para o município, a fim de ajudar outros jovens em sua formação.
Na referida escola, há vários projetos sendo desenvolvidos, tais como: letras solidárias, que consiste em estimular os alunos na leitura e na escrita, rodas de leitura, compartilhamento da impressão que tiveram ao ler os livros e socializar com os colegas; treinamento para alguns alunos do terceiro ano que desejarem trabalhar na correção de redações, dos textos dos alunos do segundo ano , proporcionando que estes tenham seus textos corrigidos semanalmente, além de haver corretores voluntários que se oferecem , dispondo o nome em um cartaz afixado no quadro de avisos para serem os corretores da semana; projeto DançArte, que utiliza a dança como meio de socialização entre os alunos e trabalho com artes cênicas.
Há também o projeto “clássico é ler”, campanha que consiste na coleta de livros doados pela comunidade para a biblioteca. Existe ainda uma plataforma virtual, na qual são postados, semanalmente, temas polêmicos para que os alunos produzam seus textos a partir desses temas; há células de estudo compostas de 3 alunos que se unem para estudarem os assuntos expostos pelos professores, em sua maioria, pessoas que participaram do PRECE.
O trabalho na célula se desenvolve da seguinte maneira: exposição inicial do professor, trabalho individual (autorresponsabilidade), trabalho coletivo, -produção coletiva, e conclui-se com avaliação individual.
Os alunos do 3° ano, além da formação profissional, recebem orientações para o ensino acadêmico, nome dado a uma das turmas de terceiro ano visitadas pelos pesquisadores. Eles, além de assistirem aulas, ministram cursos para ajudar àqueles que estão com dificuldades de aprendizagem, obedecendo ao lema “Nenhum garoto para trás”, proposta desenvolvida para aqueles que estão com dificuldades em acompanhar os demais. Existe ainda o curso de liderança cooperativa no qual os próprios estudantes se empenham na solução de conflitos, expediente comum, por estarem sempre juntos.
Esses conflitos surgem diariamente, os quais são suprimidos a partir do compartilhamento da história de vida dos alunos monitores para o grupo e assim ganhar a empatia dos colegas e trabalhar as relações afetivas. A construção de relacionamentos, segundo Vygotsky (1989), ajuda no ajustamento psicológico.
O objetivo da escola é possibilitar um bom relacionamento, formação ética e a felicidade. Acredita-se que se aprende com a experiência de vida um dos outros. A escola, no ano de 2019, possui o IDEB - Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico de 5,4; enquanto a média do Estado do Ceará é menos de 4,0. Os alunos matriculados são provenientes de vários distritos que circundam a cidade de Pentecostes, alguns distantes, cerca de 30 ou 49 quilômetros da sede do município.
Considerações Finais
Portanto, como pudemos compreender, a aprendizagem cooperativa é um recurso na área de educação que surge da necessidade de inserir metodologias interativas entre o aluno, ou usuário, em conjunto com o professor para que estabeleçam buscas, compreensão e interpretação da informação de assuntos determinados. O elemento essencial das comunidades de aprendizagem é a tendência a aprender trabalhando juntos, o professor e o estudante, para melhorar a educação. Seu processo tem como objetivo compartilhar recursos, que possam promover um aumento de conhecimentos e saberes, bem como o sentimento de pertencimento e identidade nas pessoas que a experienciam.
Um ambiente em que todos tenham a oportunidade de crescer juntos, aprendendo e contribuindo com o aprendizado do próximo, é um ambiente em que ocorrem ganhos múltiplos e que precisa ser incentivado em todos os contextos e locais. Este é um dos principais aspectos da aprendizagem cooperativa. Por fim, pontuamos que se destacou aqui sua relevância na prática de uma metodologia na escola pesquisada, que envolve e desperta o protagonismo juvenil na região cearense. Deixa-se de sugestão para trabalhos vindouros, uma pesquisa bibliográfica que aponte outras experiências exitosas de aprendizagem cooperativa, objetivando sistematizar ações e estratégias que possam ser socializadas a fim de melhorar o ensino nas escolas brasileiras.
Referências
Gil, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1999.
Gomes, M. C. S. Aprendizagem cooperativa como recurso metodológico e pedagógico dentro das aulas de educação física do ensino médio. 2012. Monografia (Especialização em Educação Física) - Curso de Especialização em Educação Física Escolar, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2012.
Jaguaribe, H. Um estudo crítico da História. São Paulo: Paz e Terra, 2001.
Johnson, D. W.; Johnson N, R. T.; Smith, K. A. A aprendizagem cooperativa retorna às faculdades: qual a evidência de que funciona? In: Change. v. 30, n. 4, issue 4. julho/ago1998, p. 91-102. Disponível em: . Acesso em: 01 de jun 2019.
Lopes, J; Santos, H. S. A aprendizagem cooperativa na sala de aula: um guia prático para o professor. 2. ed. Lisboa: LIDEL, 2009. 301 p.
Neves, F. M. O Método lancasteriano e o projeto de formação disciplinar do povo. 2003. Tese (Doutorado em história) – Departamento de pós-graduação em história, Universidade Estadual do Estado de São Paulo, São Paulo, 2003.
Vygostsky. L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
Porcentagem de contribuição de cada autor no manuscrito
Paulo César da Silva Rocha – 25%
Regina Nascimento Souto – 25%
Sandro César Silveira Jucá – 25%
Solonildo Almeida da Silva – 25%