
Recepción: 25 Noviembre 2021
Aprobación: 30 Mayo 2022
Publicación: 15 Julio 2022
DOI: https://doi.org/10.37293/sapientiae81.06
Resumo: A criação de espaços, onde actores como pais, familiares, escolas, professores e profissionais de saúde possam interagir, é uma alternativa para se obterrespostas de superação, no que concerne à vulnerabilidade da gravidez precoce. O objectivodeste artigo é de caracterizar a gravidez precoce de acordoaonível de conhecimento que as adolescentes doColégio Baptista do Huambo – Angola, possuem. A investigação realizada é de naturezaqualitativa. Para o efeito, empregou-se o método da observação directa, da entrevista e do questionário. Esta abordagemaponta a gravidez precoce como consequência da limitada educação sexual entre as adolescentes. Os resultados obtidosindicam que a gravidez precoce está associada à insuficiente educação das famílias e suaestruturação, aodesenvolvimento sexual precoce e aonível económico.
Palavras-chave: Educação Sexual, Adolescência, Gravidez Precoce, Sexualidade, Huambo.
Abstract: The creation of spaces where actors such as parents, family members, schools, teachers, and health professionals can interact is an alternative to obtain answers to overcome the vulnerability to early pregnancy. This article aims to characterize early pregnancy according to the level of knowledge adolescents from Baptist College of Huambo – Angola possess. The investigation carried out is qualitative in nature. For this purpose, the method of direct observation, interview, and questionnaire was used. This approach points to early pregnancy due to limited sex education among adolescents. The results indicate that early pregnancy is associated with insufficient education of families and their structuring, early sexual development, and the economic level.
Keywords: Sexual Education, Adolescence, Early Pregnancy, Sexuality, Huambo.
Resumen: La creación de espacios donde puedan interactuar actores como padres, familiares, escuelas, docentes y profesionales de la salud es una alternativa para obtener respuestas para superar la vulnerabilidad ante el embarazo precoz. El objetivo de este artículo es caracterizar el embarazo precoz según el nivel de conocimiento que poseen las adolescentes del Colegio Bautista do Huambo – Angola. La investigación realizada es de carácter cualitativo. Para ello se utilizó el método de observación directa, entrevista y cuestionario. Este enfoque apunta al embarazo precoz como consecuencia de la escasa educación sexual de las adolescentes. Los resultados obtenidos indican que el embarazo precoz está asociado a la insuficiente educación de las familias y su estructuración, al desarrollo sexual precoz ya nivel económico.
Palabras clave: Educación Sexual, Adolescencia, Embarazo Temprano, Sexualidad, Huambo.
Introdução
A adolescência é uma das fases do ser humano que carece de atenção especial por parte dos pais e encarregados de educação, devido a factos característicos desta fase, onde as adolescentes são propensas a desvios comportamentais que induzem a gravidez precoce. Segundo Carvalho e Barros (2000), adolescência é o momento mais relevante para o reconhecimento da sexualidade e para uma aprendizagem do corpo que se encontra em transformação. De acordo com Freud (1905), é na puberdade onde se operam transformações corporais cruciais à maturidade sexual, em torno da função reprodutora. É uma fase de experimentações, de sonho, de preparação da imagem pessoal e de tomadas de decisões, para o desenvolvimento humano. Nunes e Silva (2000) afirmam que Freud foi o primeiro a considerar, com naturalidade, os actos e efeitos sexuais das crianças a erecção, masturbação e mesmo simulações sexuais. Actualmente, é aceite que a sexualidade começa e mantém-se durante toda a vida, tendo diferentes formas de expressão. O propósito deste estudo é caracterizar a gravidez precoce de acordo com o nível de conhecimento que possuem as adolescentes do Colégio Baptista do Huambo – Angola. Para o efeito, utilizou-se o método da observação directa, da entrevista e do questionário. Estes métodos permitiram que o investigador recolhesse dados e os analisasse, fazendo analogia da pesquisa, obtendo mais informações sobre a gravidez precoce e chegasse a conclusões. Os resultados encontrados demostram que a gravidez precoce está associada a insuficiente educação das famílias e a sua estruturação, ao desenvolvimento sexual precoce e ao nível económico, bem como ao uso incorrecto de anti – conceptivos, pelo facto de as adolescentes começarem a namorar cedo e não saberem, pelo menos, a idade apropriada para se ter relações sexuais responsáveis. (Bergamaschi e Praça 2008 citado por Chambata, 2015, p.3) referem-se à gravidez na adolescência como sendo uma crise que se pode sobrepor à crise na adolescência, caracterizando-se pelo desequilíbrio interno pertinente ao processo de desenvolvimento que direcciona a adolescente para a vida adulta.
Causas e riscos da gravidez precoce
A gravidez precoce como acontecimento social é causada por factores determinantes. Pereira (2001) fundamenta que, em condições socioeconómicas desfavorecidas, a gravidez na adolescência serve como recurso para obter apoio económico do namorado, transformando-o, muitas vezes, como fonte de subsistência da jovem e da família desta. O autor referencia que a gravidez precoce está associada ao uso de álcool, a perturbações de comportamentos e a dependência de substâncias psico – activas, bem como a factores de riscos e indicadores para a gravidez precoce tais como: ambiente familiar caracterizado por estresse, pressão e conflito, abuso físico, sexual, emocional e baixa qualidade afectiva entre pais e filhas. Rodrigues (2010) refere que a gravidez precoce pode motivar angústias e incertezas, mesmo que a adolescente sinta-se orgulhosa de ter filho, como um fenómeno gratificante e auto - compensador do ponto de vista afectivo. Assim, as causas e os riscos da gravidez precoce são inúmeras, portanto deve conhecer-se adequadamente este fenómeno para se poder precaver as adolescentes das consequências da referida gravidez. A gravidez na adolescência não é um assunto novo, conforme se pode ler em Nogueira e Santos (2009, p.49):
A gravidez na adolescência acontece desde os primórdios da civilização, a mulher começa a sua vida reprodutora muito próximo da puberdade e raras eram as que ultrapassavam a segunda década de vida em consequência de complicações advindas da gravidez e do parto, a mesma ocorria na Idade Média, quando meninas mal saídas da infância, ao primeiro sinal da menarca, eram casadas com homens cuja idade girava em torno dos 30 anos.

A insuficiência de educação sexual e de informação, tabus, perturbação de comportamento, início da actividade sexual precoce, entre outros, podem despertar a curiosidade das adolescentes que, por sua vez, tomam iniciativas, atitudes de experimentar os seus órgãos sexuais sem nenhum conhecimento dos riscos e consequências que podem resultar de uma relação sexual desprotegida, levando-as a contrair DTS (Doenças Transmissíveis Sexualmente) e ao surgimento de uma gravidez precoce. É importante que haja diálogo permanente para o reconhecimento da importância da integridade dos aspectos sociais, biológicos e psicológicos, no contexto familiar.
Família e escola na educação sexual para a prevenção da gravidez precoce
As famílias desempenham um papel fundamental na educação sexual e na prevenção da gravidez precoce. A família e a escola devem estar em sincronia no processo de educação sexual das adolescentes. Para Aquino e Martilli (2012), a escola possui um papel muito importante para diminuir a insuficiência de educação sexual e informação, pois cabe ao professor problematizá-la, questionar, criar condições para esclarecer aspectos relacionados com a sexualidade e contribuir para o desenvolvimento humano. Beraldo (2003) considera que tratar sobre educação sexual nas escolas ainda gera polémicas, pois a comunicação relativamente ao assunto ainda é um grande tabu no convívio familiar. Segundo o mesmo autor, os alunos possuem muitas dúvidas e curiosidades, sendo necessário educá-los acerca de assuntos relacionados com a sexualidade, uma vez que muitos dos pais também não acompanham o desenvolvimento dos filhos e são despreparados, para falar de sexualidade com eles. Muitos jovens narram sobre a dificuldade em dialogar com os pais, por desconfiança destes sobre a existência de uma suposta vida sexual precoce (Gaspar, Matos, Gonçalves, Ferreira e Linhares (2006). Neste sentido, existem resultados de estudos que descrevem que algumas adolescentes preferem falar com professores ou profissionais de saúde sobre dúvidas relacionadas com as DTS (Barroso, 2008). Cabe ao professor, durante as suas aulas, trabalhar com temas relacionadas com a sexualidade, envolvendo metodologias e técnicas que melhorem o processo de aprendizagem, interligando a escola e os demais espaços da vida do estudante (Joca, 2009). Para Godinho, Schelp, Rosália, Batista, Maria, Bertoncello, Marina (2000), há uma precocidade da iniciação sexual (de 14,7 anos) e da menarca (12,3 anos), indicando a ausência de programas de educação sexual, nas escolas e planeamento familiar, nos serviços públicos, como factores que podem favorecer a ocorrência de uma gravidez precoce.
O conhecimento sobre métodos anti - concepcionais previne não só uma gravidez precoce, como também evita que a adolescente se exponha às DTS e à SIDA (Síndrome de Imunodeficiência Adquirida). De acordo com Afonso (1997), é frequente as adolescentes saberem de nomes e métodos contraceptivos ou de DTS, sem que tenham conhecimento de como explicar o seu funcionamento em profundidade.
Metodologia
A análise documental de livros e artigos relacionados com o tema em causa foi determinante para consolidar a pertinência e actualidade da investigação realizada. Reuniu-se com 160 adolescentes participantes da investigação e comunicou-se o objectivo da investigação, para poderem colaborar activamente. Optou-se em realizar visitas ao estabelecimento escolar uma (1) vez por semana, o que correspondeu a quatro (4) dias por mês, acção que se realizou durante 6 meses, correspondendo a 24 (vinte quatro) dias, com vista a fazer-se uma caracterização real do nível de conhecimento que as adolescentes do colégio referenciado têm, acerca da gravidez precoce.
As informações desta investigação foram recolhidas através de questionários aplicados individualmente, durante os intervalos entre as aulas, nas turmas da 8ª e da 9ªclasses, nas primeiras 15 adolescentes seleccionadas aleatoriamente. Cada adolescente foi esclarecida sobre o objectivo da investigação e, caso concordasse em participar, lhe foi solicitado que assinasse um termo de consentimento, para a participação da investigação, o qual reiterava o carácter confidencial da investigação.
O questionário comportou 17 questões que serviram para medir as variáveis com perguntas directas, indirectas, fechadas e abertas, aplicadas às alunas do Colégio Baptista do Huambo - Angola. Entre os aspectos solicitados às adolescentes, destacam-se a idade, género, a caracterização da educação sexual que recebeu no seio familiar escolar, o nível de conhecimento da gravidez precoce, a importância da educação sexual; a idade que iniciou a vida sexual, os locais apropriados para falar de educação sexual, conhecimento dos métodos preventivos, o baixo rendimento escolar, responsabilidade dos pais, da família na prevenção da gravidez precoce e na contracção de doenças sexualmente transmissíveis.
Tipo de investigação, população e amostra
O tipo de investigação realizada enquadra-se no modelo qualitativo e o universo populacional foi constituído pelas alunas do Colégio Baptista da província do Huambo – Angola, num total de 456 alunas das 8ª e 9ª classes o que perfaz 100 %. A amostra foi constituída por 160 alunas o que totaliza “35,08%”, com idades compreendidas entre os 12 e 17 anos de idade.
Quanto aos professores, a população foi de 70, perfazendo (100%), cuja amostra foi composta por 45 professores, correspondendo a 64,28 %.
Caraterização da amostra
Distribuição da amostra por faixas etárias

Critério de amostragem
O critério de amostragem foi o de selecção aleatória simples, porque consistiu em enumerar as adolescentes e seleccionar aleatoriamente, conforme referido, as que integraram a amostra, uma vez que todas tinham a mesma possibilidade de serem escolhidas.
Caracterização do nível de conhecimento das adolescentes do Colégio Baptista do Huambo sobre a gravidez precoce
Conforme foi referido, na presente investigação participaram as adolescentes de um universo populacional de 456, cuja amostra é de 160 adolescentes, correspondentes a faixa etária dos 12 aos 17 anos de idade. Durante a investigação, as adolescentes que participaram com maior frequência são as que se encontravam na faixa etária dos 15 aos 17. Elas demostraram que precisam de informação sobre a gravidez precoce, uma vez que é encarada como negativa na sua idade.
Segundo Ribeiro, Barbieri, Marco, Bettiol, Heloisa e Sílva (2000); Fonseca e Melchiori (2010), a gravidez precoce gera uma sobrecarga de necessidades, tanto físicas, psicológicas e sociais, afectando uma série de acontecimentos que comprometem o desenvolvimento do indivíduo. Para as adolescentes que participaram na investigação, a gravidez precoce caracteriza-se pela insuficiente educação sexual, pela curiosidade e o não conhecimento sobre as causas e riscos que advêm dela. Portanto, cabe a escola a responsabilidade de entrar em contacto com os pais, e encarregados de educação, familiares, professores, profissionais de saúde e o governo, servindo-se destes como instrumento valioso, para juntos traçarem estratégias de prevenção da gravidez precoce, contribuindo com ideias para a implementação de programas de actividades concretas de educação sexual, para mudança de comportamento das adolescentes.
Análise dos resultados
Para a análise dos resultados, recorreu-se a fundamentação teórica e prática. A importância teórica consistiu em aprofundar conhecimentos sobre a gravidez precoce bem como os riscos e causas nas adolescentes e as suas repercussões no processo de ensino - aprendizagem. A importância prática consiste na divulgação dos métodos de prevenção da gravidez precoce, bem como oferecer um conjunto de sugestões que poderão auxiliar as adolescentes a conterem melhor a sua sexualidade.
Para tal, empregou-se o questionário aberto e fechado que foram dirigidos às adolescentes e aos respectivos professores. O questionário foi formulado por 17 questões que se basearam no estudo dos aspectos psicossociais relacionados com a gravidez precoce e na obtenção de respostas breves e concisas. Para a amostra deste estudo, selecionaram-se 160 alunas, das quais 61 da faixa etária dos 12 a 14 anos e 99 da faixa etária dos 15 aos 17 anos de idade. A selecção da amostragem foi aleatória simples, onde se começou por seleccionar em cada turma da 8ª e 9ªclasses, as primeiras 15 alunas. Após esse procedimento, reuniu-se numa das salas de aula e informou-se o porquê da participação delas nesta investigação, tendo em conta, o objectivo que é de caracterizar a gravidez precoce de acordo ao nível de conhecimento que elas possuem.
Em resposta as questões que componham o questionário, as adolescentes foram perenptórias em dizer que começar a namorar cedo, é a base para engravidar também cedo, e que os maus – tratos da madrasta ou padrasto, a falta de apoio financeiro por parte dos pais e encarregados de educação, namorar com adultos (senhores) por causa do dinheiro, tem sido motivos pelos quais engravidam muito cedo. As adolescentes são de opinião que o melhor lugar para falar de educação sexual é em casa com os pais. A família reage negativamente quando si apercebe que a sua filha está namorando ou esta grávida, facto que também as próprias adolescentes acham negativo já que não é próprio na sua idade. A esfera motivacional predominante das adolescentes que participaram da investigação que nunca engravidaram são os estudos, em comparação com as que estão gravidas ou as que já têm filhos, que apresentam como maior desejo o profissional.
A maneira de educar sexualmente as adolescentes, hoje é diferente, porque a sexualidade não é mais como foi no passado, somente sinónimo de reprodução, é uma componente indispensável nos programas de educação sexual que se inicia à preparação para a vida adulta, tendo em conta o seu desenvolvimento intelectual, o cultivo das suas emoções, a aprendizagem de convivência e a integração da sua personalidade. É fundamental que ambos, pai e mãe, possam assumir essa tarefa de educar sexualmente os seus filhos, não só pelo discurso mas, sobre tudo, pelos exemplos quotidianos, mediante a satisfação das curiosidades infantis na noção da dignidade sexo.
Assim, a gravidez precoce é considerada, desde as suas causas e riscos, como consequência da insuficiência de educação sexual, da curiosidade que desperta as adolescentes a começarem com a prática sexual muito cedo, isto é, entre os 10 e aos 12 anos de idade. A prevenção da gravidez precoce passa necessariamente pela importância da educação sexual que cada família enfatiza para com os seus filhos, facto que estas devem aprender, desde cedo, a educar sexualmente os seus filhos sem tabus nem preconceitos e que se previnam das doenças sexualmente transmissíveis, bem como da gravidez precoce. Portanto a prática precoce da actividade sexual é uma realidade nos dias de hoje.
As alunas da 8ª e 9ªclasses do Colégio Baptista do Huambo – Angola, foram informadas sobre a importância da educação sexual, causas e riscos da gravidez precoce, para que se reduza o elevado número de adolescentes grávidas, assim como os transtornos psicológicos que dificultam todo o processo de aprendizagem, sem descorar a baixa escolaridade, a imaturidade psicológica, a iniciação sexual, o desconhecimento sobre saúde reprodutiva e contracepção que leva a incidência de gravidez precoce. Os professores do Colégio Baptista são de opinião que a educação sexual deveria ser inserida no sistema de ensino angolano como uma disciplina independente e não como parte de uma unidade temática da disciplina de Educação Moral e Cívica. A escola deve aproveitar as actividades extra - escolares para debater sobre a sexualidade e a gravidez precoce, porque nestes ambientes as adolescentes sentem-se mais livres para falar sem limitação de expressão.
Conclusões
O nível de conhecimento que as adolescentes do Colégio Baptista do Huambo possuem sobre a gravidez precoce é insuficiente para si prevenirem de doenças sexualmente transmissíveis e de uma gravidez precoce, como consequência da insuficiente educação sexual, da baixa escolaridade, da imaturidade psicológica, da iniciação sexual precoce, do desconhecimento sobre saúde reprodutiva e contracepção, que levam a incidência de uma gravidez na adolescência.
Contudo, a presente investigação permitiu chegar as conclusões de fortalecer a educação sexual na infância como veículo de prevenção da gravidez precoce nas adolescentes, reforçar a abordagem, sem tabus, sobre as consequências da gravidez precoce, através da educação sexual contextualizada às adolescentes, fortalecer a educação sobre as consequências do consumo precoce do álcool, bem como de substâncias psico – activas, através de palestras, seminários, workshops e conferências, melhorar as condições económicas das famílias, visando garantir o acesso a formação de qualidade e informações contextualizadas sobre as medidas de prevenção da gravidez precoce, prevenir a gravidez precoce através da divulgação das causas e dos seus riscos, por parte das famílias e dos encarregados de educação, elevar o nível de conhecimento sobre a gravidez precoce das adolescentes do Colégio Baptista do Huambo – Angola, tendo em conta as implicações que esta traz no cumprimento do seu processo formativo e na assumpção de responsabilidades incompatíveis com a sua idade, envolver, cada vez mais, a escola e a família na luta contra a gravidez precoce, reforçando os valores, hábitos e costumes basilares das sociedades africanas e não só, envolver, ainda, a escola e a família na luta contra as Doenças Sexualmente transmissíveis, e divulgar o uso adequado de métodos de prevenção da gravidez precoce. Portanto, uma educação sexual positiva, ajuda a compreender e aumentar as capacidades de decisão, a auto – estima, a prevenir uma gravidez precoce e indesejada.
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