A importância da aprendizagem e autilização dos meios tecnologicos na formação dos professores na educação
A importância da aprendizagem e autilização dos meios tecnologicos na formação dos professores na educação
Revista Internacional de apoyo a la inclusión, logopedia, sociedad y multiculturalidad, vol. 2, núm. 3, pp. 141-148, 2016
Universidad de Jaén

Recepção: 01 Abril 2016
Aprovação: 30 Junho 2016
Resumo: Este trabalho reflete a importância dos meios tecnológicos na formação dos professores, como forma de aperfeiçoamento dos docentes, verificando a aceitação da informática educativa por parte dos docentes, frente, ás inovações tecnológicas e, ao mesmo tempo fazer um apontamento crítico nas vozes de alguns autores, no intuito, de facilitar à prática do ensino em sala de aula. A metodologia teve cunho qualitativo do tipo exploratório descritivo sobre a importância do uso das tecnologias na interação o ambiente escolar. Quanto a discussão dos resultados coloca que já não é mais possível ignorar os recursos tecnológicos enquanto inovação para a prática pedagógica levando em consideração que estes estão presentes nos mais variados aplicativos educativos dando ênfase as informações globalizadas e estão disponíveis para favorecer o professor enquanto ferramenta formativa dos novos conhecimentos. Na conclusão, pode-se considerar que os professores apesar de saberêm da importância, ainda, precisam de mais conhecimento (informações e formações) sobre os meios tecnológicos para poderem se apropriar deste recurso e colocar em pratica. Palavras - Chave: Aperfeiçoamento; tecnológico; educadores
Resumen: Este trabajo refleja la importancia de los medios tecnológicos en la formación de los maestros, como una forma de superación de los docentes mediante la comprobación de la aceptación de la informática educativa de los maestros, frente, las innovaciones tecnológicas y al mismo tiempo hacer una nota crítica en las voces de algunos autores, en orden, para facilitar la práctica de la enseñanza en el aula. La metodología fue cualitativa exploratoria y descriptiva acerca de la naturaleza de la importancia de la utilización de la tecnología en la interacción ambiente escolar. La discusión de los resultados indica que ya no es posible hacer caso omiso de los recursos tecnológicos como la innovación para la práctica de la enseñanza teniendo en cuenta que estos están presentes en diversas aplicaciones educativas, enfatizando información globalizada y están disponibles para fomentar el profesor como herramienta de formación para nuevos conocimientos. En conclusión, se puede considerar que, si bien los maestros conocen la importancia también necesitan más conocimiento (información y formación) de los medios tecnológicos para poder tomar posesión de este recurso y poner en práctica. Palabras - Clave: Perfeccionamiento; tecnologia; maestros 1.-INTRODUÇÃO.
A importância da aprendizagem e autilização dos meios tecnologicos na formação dos professores na educação.
1.-INTRODUÇÃO.
Este breve apontamento crítico vem legitimar a análise da teoria proposta e discutida por alguns autores, empenhados na questão do professor se apropriar, dominar os aparelhos para ensinar, conforme os avanços tecnológicos dos quais possuem em suas unidades escolares, os princípios que do qual se destaca é a forma de abordagem dos meios tecnológicos na formação dos professores na educção, são: O objetivo geral buscou; identificar de que forma esta ocorrendo o aperfeiçoamento desses docentes quanto ás inovações tecnológicas.
Os objetivos específicos foram de verificar como vem ocorrendo à aceitação da informática educativa por parte dos profissionais da educação frente ás inovações tecnológicas; Listar, o apontamento crítico de autores que julgamos fundamentais sobre ás inovações tecnológicas, para facilitar à prática do ensino em sala de aula, bem como, estimular a capacitação dos educandos na área cientifica de forma critica e criativa para que possam ocorrer transformações da realidade educacional.
Destacando o diálogo com os autores que colocam a informática como uma estratégia para auxiliar o professor, desta forma, os recursos tecnológicos não podem ser desprezados na abordagem das disciplinas que fazem parte da base curricular.
Percebe-se que ainda hoje os meios tecnológicos (TICs) ainda se apresentam como um desafio para os professores inserirem como novas estratégias de ensino. Neste sentido, baseamos nossas buscas nos fundamentos de Moraes (1995), o uso da informática como técnica ou recurso, caracterizando a modernidade. Ele ainda ressalta que este processo deve ser feito de forma critica, compreendendo as relações políticas entre a sociedade, a tecnologia e a educação.
2.-MEIOS TECNOLOGICOS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES.
Segundo Imbernón (2011), cada pessoa tem um modo de aprender, um estilo cognitivo de processar a informação que recebe. No entanto, aprender para pôr em prática uma inovação que supõe um processo complexo, mas, essa complexidade é superada quando a formação se adapta à realidade educativa da pessoa que aprende.
Percebe-se que nas concepções de Imbernón onde os professores precisam se apropriar e alunos precisam aprender para colocar em prática, por isso, ocorre o que chamamos de necessidade urgente que o professor conheça os meios tecnológicos de uso natural do aluno e, o que a escola disponibiliza para que a partir daí saibam manusear para utilizar estes instrumentos para uma aprendizagem significativa.
Ainda, Imbernón (2011) coloca que quanto maior a capacidade de adaptação mais facilmente será possível de se colocar em prática em sala de aula ou na escola, incorporando às praticas profissionais habituais. Percebe-se ainda que, cabe a cada professor buscar informações como de como obter experiências para melhor se apropriar para poder desenvolver na sua formação educativa.
Para Imbernón (2011) a formação do professor deve estar ligada a tarefas de desenvolvimento curricular, planejamento de programa se em geral, para a melhoria da Instituição educativa, simplificando, tratando-se de resolver situações problemas relacionadas ao ensino em seu contexto.
Entretanto, o professor ainda precisa adquirir conhecimento nas mais variadas fontes, para acompanhar seus alunos e a evolução tecnológica. É o papel de o docente ir além dos livros didáticos, fazer uso e atualizar-se cientificamente, pedagogicamente e didaticamente criando espaços para formação mutua com seus educandos trazendo, desta forma, transformação no desenvolvimento cognitivo.
O educador deve estar aberto para as mutações, inovar é a regra, estando constante em busca de novas concepções pedagógicas, terá possibilidade de informa-se e forma-se nos avanços científicos e tecnológicos e novos processos de produção, ou seja, formas de conhecimento e ação a que venham ampliar a aprendizagem do educador e do educando consequentemente.
Cabe ao professor interagir socialmente, politicamente, cientificamente para que haja uma intenção de busca de mudanças, criando novas possibilidades de transformação no espaço da qual contribua para uma melhor qualidade de ensino aos seus educando bem como de si próprio.
Segundo Alves (2008), foi preciso disciplinar os homens ensiná-los a trabalhar, fora de suas casas, com o passar dos tempos. Então se percebe que é de responsabilidade do professor buscar mudanças para sua profissão, deste modo, melhora e capacita o professor para poder transmitir ao aluno experiências profissionais e ter uma qualidade de vida.
Segundo descreve Pimenta (2012), pouco se perguntou o significado que esses conhecimentos têm para si próprios? Qual o significado desses conhecimentos na sociedade contemporânea? Qual a diferença entre conhecimentos e informações, até que ponto o conhecimento é poder? Qual o papel do conhecimento no mundo do trabalho? Qual a relação entre ciência e produção material, entre ciência e produção existencial, entre ciência e sociedade informática?
Percebendo que para o ato de ensinar se efetive realmente este deve ter um significado, para isso as escolas necessitam trabalhar conhecimentos diversificados, que é preciso informar para trabalhar as informações para que possamos ter cidadãos críticos e conscientes.
Ainda, averigua-se que a formação do educador é importante para que este reflita a melhor forma de valorizar o conhecimento e reproduzi-lo aos educandos, a construção de saberes sobre tecnológica, bem como, o domínio das ferramentas que contém em suas mãos para uma inovação nas decisões futuras segundo Pimenta (2012), trabalhar conhecimento na dinâmica da sociedade multimídia, da globalização, da multiculturalidade, das transformações em constante processo de transformação, entendida com o ressignificação da identidade do professor.
Contudo, sabe-se que o papel do professor na Informática Educacional deve ter uma formação pedagógica, uma experiência de sala de aula. Para que se tenha um envolvimento maior com processo pedagógico, sendo capaz de fazer uma ponte entre a ferramenta educativa com os conceitos a serem trabalhados pelos educandos.
Neste caso, o professor deve ser um facilitador como também um coordenador do processo, devendo perceber o momento de mudar de etapas para propiciar aos educandos recursos necessários para fazer entendendo a ferramenta que utiliza no momento. É neste contexto que estamos exemplificando que é necessária a formação desses professores, ficando desta forma, atento e envolvido com o planejamento curricular de sua disciplina, criando e sugerindo atividades pedagógicas que envolvem o laboratório de informática para os alunos.
Entretanto, sem o apoio da escola o professor não terá força para executar projeto na sala de informática, por isso, ele deve ter uma visão que abrange seu conteúdo, projeto, experiência de sala de aula, conhecimento na área da evolução tecnológica, ter visão das dificuldades e o potencial de seus alunos, instigando, desta forma, a pesquisa, compreendendo que o laboratório é uma extensão de sua sala de aula.
Por fim, o educador sempre deve manter em ordem e conhecer bem os equipamentos, como manter-se informado das novas atualizações. Não cabe ao educador utilizar ferramentas tecnológicas apenas para passar filmes e desenhos, mas sim, utilizá-los constantemente em situações de consolidar os novos saberes através de sua prática.
Segundo Vasconcellos (2002) “É um instrumento teórico metodológico para a intervenção e mudança da realidade. É um elemento de organização e integração da atividade prática da instituição neste processo de transformação”, ainda, que o trabalho pedagógico, por sua vez, deve ser entendido como o elemento que permite planejar, executar e avaliar as ações educativas.
“O trabalho pertence a quem se concebe, executa e avalia. Não se aceita que alguém planeje o que o outro irá realizar, pois se retirado executor suas possibilidades de domínio sobre o processo de trabalho [...]” (Villas Boas, 2005, p.181). Através do trabalho pedagógico organizado, pensado e refletido pelo coletivo da escola que se podem pensar mudanças necessárias no processo educativo. No entanto, nota-se que muitas ações no âmbito das escolas permanecem cristalizadas no “giz e saliva”, mesmo com aparecimento das novas tecnologias.
Observa-se que as novas tecnologias constituem como uma ferramenta para ser utilizada na escola e que, muitas vezes, não é utilizada adequadamente pela as ações, bem como, pelo conjunto dos profissionais da educação em suas aulas. A necessidade de rever as práticas educacionais, própria a realidade escolar pela inserção de tecnologias na educação depende muito dos profissionais conscientes do que fazem.
Os computadores, porém, foram enviados às escolas públicas antes que os professores fosse informado para utilizar esta tecnologia. O resultado foi que muitos dos laboratórios montados pelo Governo Estadual e Municipal permaneceram sem uso. Ou ainda, algumas vezes, ouso do computador ser um ia às aulas de desenho se filmes no laboratório de Informática.
Mas uma vez é importante esclarecer que a formação do Educador é de suma importância, para que haja uma aprendizagem de qualidade. Investimentos são realizados, laboratórios são equipados nas escolas, no entanto, não amparados de ações para sequência dessa política. Somado a isso, por não fazer parte da pauta de prioridades de muitas escolas, o computador não é entendido como ferramenta educacional que pode contribuir para a construção do conhecimento pelo aluno.
Os estudantes precisam ter noções elementares de tecnologia da informação e de ferramentas para uso de microcomputador, fazendo com que possa possibilitar aos estudantes que tenha pelo menos o elemento básico para o conhecimento da utilização do computador como ferramenta para auxiliar no seu trabalho escolar e mesmo profissional.
Neste caso, os professores devem proporcionar aos alunos construções teóricas sobre aspectos do desenvolvimento psicológico que permita uma reflexão sobre a importância do papel da escola e de todos os atores envolvidos na construção da cidadania. Refletindo sobre qual o papel da escola na formação do sujeito. Assim, tanto os alunos como os professores irão aprender o funcionamento e construção de um software utilizando as ferramentas da lógica de programação para auxiliar no aprendizado. A escola juntamente com os professores estuda como utilizar estruturas condicionais, criação de programas que automatizem a solução de problemas comuns na educação.
Segundo Lorenzo Tébar (2003) a formação humana garante uma educação de qualidade em todos os níveis de aprendizagem, desde a Educação Infantil ao Ensino Superior, ainda, que o professor é o mediador, tem a necessidade de dar continuidade na sua formação e que o papel do estudante é de protagonista. Dos professores é o de serem mediadores, organizadores do tempo e do espaço bem como, a interação social com as tecnologias, e que o professor precisa atualizar a sua metodologia, assumindo o papel de educador para facilitar as interações em sala de aula para o desenvolvimento de habilidades sócio-cognitivas, pois a informação é o meio mais indicado para a construção integral do ser humano.
Tébar (2003) destaca que o professor é um investigador e pode desenvolver suas atividades, do seu modo e no seu tempo, pois, “ninguém dá o que não tem. Ninguém ensina o que não sabe. Segundo ele o professor não está sendo formado para investigar. ”Mas é importante que o educador faça investigação, pois, exige análise sobre a sua própria prática.
Sabe-se que é importante unir a teoria e a prática, para que o professor possa assimilar nos campos e adquirir uma visão ampla. É pensando nesse novo modelo que acreditamos que os docentes devem estar preparados para contribuir aos seus alunos, facilitando seu desenvolvimento cognitivo, oferecendo assim aulas diferenciadas no laboratório de informática, diversas são as contribuições das tecnologias, pode transformar a vida de muitas pessoas mais fácil com essa evolução cientifica, no entanto se faz necessário saber lidar, se apropriar para atuem a nosso favor.
Segundo Kenski (2003) ensino com o uso computador (...) exige alterações significativas em toda a lógica de quem orienta o ensino e a ação do ensinar em qualquer nível de escolaridade (...) como ponto fundamental da lógica de ensinar (..) é a redefinição do papel do professor. Se todos que tem pensassem a tecnologia, como benéfica seria mais fácil aprimorar suas práticas cotidianas, bem como, pensar em uma aula mais dinâmica. A tecnologia é para ser usada a favor dos conhecimentos educativos, desde que seja para explorar temas na internet e produzir suas próprias ideias.
Segundo o professor Ailton, mais e mais escolas estão cada vez mais fazendo uso dos recursos computacionais. Na escola pública o incentivo do governo devido à introdução das tecnologias Digitais de Informação Comunicação no contexto escolar como ferramenta de apoio ao processo de ensino aprendizagem.
Assim, surge o computador como uma ferramenta de auxilio ao trabalho do professor, mas, para que isso ocorra há necessidade de um ambiente escolar com profissional qualificado tecnicamente e pedagogicamente e não apenas com um plano de aula ou metodologia que não irá servir para contextualizar com as demais disciplinas.
Jápara Cysneiros (2002) sem esses elementos a utilização do computador nas escolas era desvalorizada e este tornar á um objeto sem uso. É neste contexto que acreditamos que a formação do educador vem suprir esta necessidade, sem deixar ficarem monótona as aulas, trabalhando, interagindo com seus alunos, mas utilizando com segurança a internet e o computador como ferramenta para o ensinoaprendizagem dos educandos.
Tavares (2005) acrescenta que esta ferramenta se apresenta como uma animação interativa, possibilitada pelo uso do computador, um sistema físico em modelos complexos, porém, possíveis, pode facilitar a percepção da inter-relação das grandezas elencadas e suas variações temporais, podendo vir a se tornar uma atividade trivial, ficando claro que com uso do computador, professores bem preparado, com planejamento de aula, transformam as atividades abstratas em atividades concreta, fácil de interagir e interferir nos acontecimentos no decorrer da aula.
Ainda Tavares (2005) a informática Educativa pode se colocar como uma ferramenta inclusiva, ao estender para um maior número de pessoas a possibilidade de conseguir visualizar e compreender fenômenos naturais do quais antes seria reservado apenas para aqueles estudantes com uma grande capacidade de abstração. Vimos que o autor almeja um maior numero de pessoas tornando-se capazes de alcançar um letramento cientifico, podendo, dessa forma, exercer plenamente a sua cidadania com melhor entendimento dos fenômenos relevante da sociedade, ou seja, uma sociedade da informação globalizada, com acesso ao maior número possível de (TICs) desde os mais simples aos mais modernos.
3.-CONSIDERAÇÕES FINAIS.
A tecnologia veio para facilitar as atividades do professor, no entanto cabe ao professor aproveitar todos os recursos que embeleza seu trabalho, assim, pode contar com infinitas descobertas cientificas que chega até as suas mãos. Outro fator também relevante ao docente é a informática educativa podendo ser analisada como um domínio da ciência em seu próprio benefício basta acrescentar novos conceitos a ideia de interdisciplinaridade e desenvolver o intercambio crítico entre os “saberes”.
Cabe então ao professor se apropriar dessa tecnologia e utilizar a sala e o laboratório de informática para ensinar aos alunos e estes cabem a atualização permanente dos conhecimentos teóricos e práticos sobre a informática para oportunizar o apreender. Quando a internet cabe re-significar o seu uso uma vez que são variadas as maneiras a qual vem sendo utilizada, transpondo o foco a favor da educação, refletindo diretamente na qualidade do ensino no qual se torna uma ferramenta de apoio a qualidade educacional.
Por fim, é indispensável que os professores dêem continuidade a sua formação, buscando a opção de ensinar com computadores, data show, e outras multimídia, incluindo a lousa digital, quando da oferta por parte da escola para estimular mais seus educandos e gerar uma aprendizagem significativa.
Ainda, os educadores devem levar os alunos a refletir de forma crítica sobre o avanço tecnológico, mostrar que há possibilidades de ampliar seu conhecimento “formal” estabelecendo uma relação coerente da visão de mundo com o objetivo maior a aprendizagem. Cabendo ao professor selecionar muitas das informações que estão disponíveis e acessíveis na internet, na qual precisa ter formação de como utilizar essa potencialidade a seu favor, tornando, assim, uma aula atrativa e crítica aos nossos alunos que muitas vezes não tem esta ferramenta de apoio em casa.
Enfim, queremos deixar a frase do professor Lorenzo Tébar quando responde uma pergunta de Susana Sarmiento sobre como o professor pode incentivar a criança e o jovem incentivar os bons canais? Na sua humilde resposta ele coloca que: “Ninguém dá o que não tem”. Ninguém ensina o que não sabe. O problema é esse. “O professor não está sendo formado para investigar e a Universidade está bem longe da realidade escolar”.
Referências
Cysneiros, P.G. (2002). Novas tecnologias na sala de aula: melhoria do ensino ou inovação conservadora? Informática Educativa, Lidie Colômbia, v.12, n.1,p.1124.
Ibernón, F. (2011). Formação Docente e Profissional: formar-separa a mudança e a incerteza. São Paulo: Cortez, 9ª ed. Vol. 14.
Kenski, V.M. (2003). Tecnologias e ensino presencial e a distância. Campinas. São Paulo: Papirus.
Pimenta, S.G. (org.). (2012). Saberes Pedagógicos e Atividade Docente. São Paulo: Cortez, 8ª ed. 2012.
Tavares, R. (2006). Animações Interativas Conceituais e Mapas Conceituais. Simpósio Nacional de Ensino de Física, 16. 2005. Rio de Janeiro/RJ. Anais. Rio de Janeiro.
Tébar, L. (2003): O perfil do professor mediador. Pedagogia da mediação. Madrid: Santillana.
Vasconcellos, C.S. (2002). Coordenação do trabalho pedagógico: do projeto político pedagógico ao cotidiano da sala de aula. 4. Ed. São Paulo: Libertad.
Vasconcellos, C.S. (2002). Planejamento: Projeto de ensino aprendizagem e projeto político-pedagógico. 11. Ed. São Paulo: Libertad.