Investigación

Os métodos de ensino utilizados para detectar e intervir nas dificuldades de aprendizagem nas turmas de5º ano da Escola Estadual Tomé Francisco da Silva, Quixaba-PE-Brasil

Vera Lúcia Maria Cavalcanti Maciel Modesto
Autarquía de Ensino Superior, Brasil

Os métodos de ensino utilizados para detectar e intervir nas dificuldades de aprendizagem nas turmas de5º ano da Escola Estadual Tomé Francisco da Silva, Quixaba-PE-Brasil

Revista Internacional de apoyo a la inclusión, logopedia, sociedad y multiculturalidad, vol. 4, núm. 1, pp. 1-15, 2018

Universidad de Jaén

Los nombres y las direcciones de correo electrónico introducidos en esta revista se usarán exclusivamente para los fines establecidos en ella y no se proporcionarán a terceros o para su uso con otros fines.

Recepção: 01 Novembro 2018

Aprovação: 01 Dezembro 2018

Resumo: Este estudo, recorte da dissertação de mestrado buscou, detectar e intervir nas dificuldades de aprendizagem, nas turmas do 5º ano da Escola Estadual Tomé Francisco da Silva, Quixaba/PE. Para tal faz-se necessário determinar as qualificações profissionais dos professores, identificar os métodos utilizados na escola para detectar as dificuldades de aprendizagem, bem como, reconhecer os procedimentos de intervenção aplicados às dificuldades de aprendizagem, detectadas e identificar quais são as metodologias de ensino da escola para solucionar as dificuldades de aprendizagem. A pesquisa do tipo Comparativa, método qualitativo, com paradigma descritivo. Os dados coletados se deu por meio da aplicação de entrevista a equipe gestora x professores. Conclui-se a existência de um trabalho excelente e diferenciado na escola, este só não chega a excelência pela inexistência de profissionais como psicopedagogos para poder lidar melhor com as dificuldades de aprendizagem. Palabas-chave: métodos; ensino; dificuldades; aprendizagem; intervenção

Abstract: This study, a cut of the master's dissertation, sought to detect and intervene in learning difficulties in the 5th grade classes of the Tomé Francisco da Silva State School, Quixaba / PE. To do this, it is necessary to determine the professional qualifications of the teachers, to identify the methods used in the school to detect the learning difficulties, as well as to recognize the intervention procedures applied to the learning difficulties detected and to identify the teaching methodologies of the school to solve learning difficulties. Comparative type research, qualitative method, with descriptive paradigm. The data collected was given through the application of an interview with the management team and teachers. It is concluded that there is an excellent and differentiated work in the school, this only does not reach excellence due to the inexistence of professionals as psych pedagogues in order to deal better with learning difficulties.

Keywords: methods, teaching, difficulties, learning, intervention.

Os métodos de ensino utilizados para detectar e intervir nas dificuldades de aprendizagem nas turmas de 5º ano da Escola Estadual Tomé Francisco da Silva, Quixaba-PE-Brasil.

1.-Introdução.

O presente estudo originou-se do interesse da pesquisadora pela compreensão das descobertas e intervenções que levam às resoluções das dificuldades de aprendizagem, que vem sendo um grande problema no cotidiano escolar, preocupante ao deparar-se com o Brasil no 39º lugar no mundo, ranking divulgado pela Pearson International em 2012, que mede os resultados de três testes internacionais aplicados a alunos do Ensino Fundamental.

Por outro lado, uma escola pública localizada no espaço rural de uma pequena cidade do sertão pernambucano, se consagra como a melhor de 2012, ganhando destaque em todos os jornais e telejornais brasileiros como Escola Referência Brasil, título disputado com outras 9.693 instituições de ensino de norte a sul do país.

Surgiu então, a curiosidade de identificar os métodos de ensino utilizados pela Escola Estadual Tomé Francisco da Silva para detectar as dificuldades dos educandos, e as intervenções feitas para resolver as mesmas. Uma vez que o fracasso escolar tem sido um dos mais graves problemas dos sistema educacional brasileiro. E é notório que uma das causas desse fadado fracasso são as formas como estão sendo vistos e trabalhados os métodos de ensino mediante ás dificuldades de aprendizagem apresentadas no cotidiano escolar.

Partindo desse pressuposto, o problema: Os métodos de ensino utilizados para detectar e intervir nas dificuldades de aprendizagem são adequados e em acordo para as turmas do 5º ano da Escola Estadual Tomé Francisco da Silva, Quixaba-PE Brasil? Da mesma forma elencou-se os objetivos, dividindo-os em geral e específicos a fim de facilitar o desenvolvimento do trabalho de pesquisa.

Geral: Analisar o método de ensino utilizado para detectar e intervir nas dificuldades de aprendizagem das turmas do 5º ano da Escola Estadual Tomé Francisco da Silva Quixaba-PE-Brasil. Os específicos: Determinar as qualificações profissionais dos professores inseridos no processo de ensino aprendizagem da escola; Identificar os métodos que utiliza a escola para detectar as dificuldades de aprendizagem; Reconhecer os procedimentos de intervenção aplicados às dificuldades de aprendizagem detectadas; identificar quais são as metodologias de ensino utilizadas pela escola para solucionar as dificuldades de aprendizagem.

Diante do pressuposto que cada educando é único, apresentando diferenças e aptidões mentais, nas reações emotivas, nas preferências por esta ou aquela atividade e especialmente na capacidade de aprender, a homogeneidade torna-se impossível, aumentando ainda mais a instigação para o andamento desta investigação. Enquanto educadora da educação infantil, ensino fundamental, médio, superior e EJAI, existe uma grande inquietação por parte da pesquisadora em não compreender o porquê dos educandos concluírem um ensino fundamental sem serem realmente alfabetizados.

2.-Métodos de Ensino.

Neste país, foi no final do século XIX que a alfabetização teve maior visibilidade e desde então se gera disputas de um modelo ideal de ensino, porém mesmo diante de tantos estudos ainda não se está conseguindo modificar as dificuldades que nossas crianças apresentam diante da aprendizagem da fluência na leitura e na eficácia da escrita, especialmente na escola pública.

Tal dificuldade é um problema que paralisa o educando diante do processo de aprendizagem, muitas vezes levando-o a sentir-se atormentado ou rotulado pela própria família ou pelos colegas da escola. É importante que todos os envolvidos no processo educativo estejam atentos a essas dificuldades, observando se são momentâneas ou se persistem há algum tempo; pois podem advir de fatores orgânicos ou mesmo emocionais, tornando-se necessário que sejam detectadas com muita brevidade para se estudar uma intervenção imediatista, a fim de que o educando não seja prejudicado no seu desenvolvimento.

Existem diversos métodos de ensino que foram criados com o intuito de facilitar a aprendizagem dos educandos, possibilitando um melhor aproveitamento do que o ensino e a educação têm a oferecer. Cada um desses métodos deve ser estudado e aplicado em um tipo específico de educando ou sala de aula e cada escola pode seguir um destes métodos de ensino ou a combinação de vários. Torna-se então importante o conhecimento de alguns métodos, especialmente do método de ensino seguido pela instituição de ensino.

Para Vazquéz “método significa literalmente o caminho que se percorre”. A autora afirma ainda que: didaticamente método quer dizer ‘caminho para alcançar os objetivos estabelecidos em um plano de ensino’, ou ‘caminho para chegar a um fim’. Representa a maneira em que o docente realiza a organização, condução e avaliação da aprendizagem (1998, p.7). Já Demarchi e Rodriguez afirmam que “método didático significa a maneira particular como o que é ensinado se desenvolve e é apresentado ao intelecto. É apenas a forma externa, enquanto o ensino é a substância, mas o último determina o primeiro: assim o método deve adaptar-se aquilo que consideramos constituir a educação” (2010, p. 28).

2.1.-Dificuldades de aprendizagem.

Segundo Moraes (2001, p. 29) “as questões educacionais que mais têm preocupado os profissionais ligados ao ensino, referem-se aos altos índices de evasão e reprovação escolar que têm sido registrados nas escolas municipais e estaduais e o grande número de criança que têm recorrido a tratamento psicopedagógico com dificuldade de aprendizagem. Já para (Feinstein 2006, p.193) “as dificuldades de aprendizagem constituem uma disfunção do sistema nervoso central que afeta um grupo heterogêneo de educandos no que respeita à sua capacidade de adquirirem proficiência nas áreas da leitura, da escrita, da matemática, da audição, da fala e da organização. Essas dificuldades prolongam-se por toda a vida”. Na vida humana a aprendizagem se inicia com, ou até antes, do nascimento e se prolonga até a morte. Logo que a criança nasce, começa a aprender e continua a fazê-lo durante toda a vida. Com poucos dias, aprende a chamar sua mãe com seu choro. No fim do primeiro ano, familiariza-se com muitos dos objetos que formam o seu novo mundo, adquire certo controle sobre suas mãos e pés e, ainda, torna-se perfeitamente iniciada no processo de aquisição da linguagem falada. Com quatro, cinco ou seis anos, vai para a escola, onde por meio de aprendizagem dirigida, adquire os hábitos, as habilidades, as informações, os conhecimentos e as atitudes que a sociedade considera essenciais ao bom cidadão.

As dificuldades de aprendizagem não são compreendidas, atendidas e superadas nos primeiros anos, as repercussões podem se refletir nos anos escolares seguintes. A maior parte das dificuldades de aprendizagem está relacionada à falta de motivação, pouco domínio das estratégias de aprendizagem, inadequação ao método de ensino e falta de afetividade com o educador, levando o educando ao insucesso do fracasso escolar. É muito comum o educador chegar à sala de aula, esperando que o educando já tenha um certo domínio de habilidades, mas enganase pois tais habilidades terão que ser construídas e desenvolvidas com o seu auxílio, para que o educando desenvolva a própria autonomia. E para solucionar as dificuldades, Candau (1999, p. 28) diz que “não se pode fazer educação sem

‘paixão’.

Neste caso, estar-se-ia trabalhando por um projeto exterior, que não fora forjado na prática dialética do dia-a-dia”. O educador tem que estar consciente do seu papel diante da sociedade, atribuindo à sua prática metodologias de ensino que exerçam um efeito positivo sobre os seus educandos. Quanto mais se sabe, mais se aprende; não pode-se ensinar sem levar em conta o que o aluno já sabe.

Os alunos portadores de DAE gastam uma quantidade incrível de energia ao tentarem compreender a informação. Devido aos problemas de processamento linguistico, têm dificuldades em colocar a informação nas memórias de trabalho e de longo prazo para posterior recuperação. Também têm dificuldades em processar múltiplos estímulos sensoriais, filtrar o ruído de fundo que acompanha as instruções verbais e separar as informações importantes das que não têm relevância. À medida que se reúne informações, as redes neuronais criam fortes ligações sinápticas para trabalharem com as informações importantes. Ao que parece, por trás dos problemas específicos de aprendizagem, existe sempre um fator biológico, hereditário, isto é, há uma tendência de a mesma dificuldade ocorrer em outros membros da família.

Dislexia. Segundo Lecours e Parente (1997, p. 123) “o termo dislexia engloba, ao mesmo tempo, diversos distúrbios de leitura e de escrita”. Dislalia: é um distúrbio da fala que se caracteriza pela dificuldade de articulação de palavras. A criança com dislalia pronuncia algumas palavras de forma incorreta, omitindo, trocando, distorcendo ou acrescentando fonemas ou sílabas às mesmas.

Disgrafia. Alteração da escrita que a afeta na forma ou no significado, sendo do tipo funcional. Perturbação na componente motora do ato de escrever, provocando compressão e cansaço muscular, que por sua vez são responsáveis por uma caligrafia deficiente, com letras pouco diferenciadas, mal elaboradas e mal proporcionadas.

Discalculia. Um problema causado por má formação neurológica que se manifesta como uma dificuldade no aprendizado dos números. Essa dificuldade de aprendizagem não é causada por deficiência mental, má escolarização, déficits visuais ou auditivos, e não tem nenhuma ligação com níveis de QI e inteligência.

TDA.H. O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é um problema de ordem neurológica, que traz consigo sinais evidentes de inquietude, desatenção, falta de concentração e impulsividade. Hoje em dia é muito comum vermos crianças e adolescentes sendo rotulados como DDA (Distúrbio de Déficit de Atenção), porque apresentam alguma agitação, nervosismo e inquietação, fatores que podem advir de causas emocionais. Cabe aos professores e profissionais da escola, além, é claro, dos familiares, acompanharem o crescimento e o desenvolvimento de suas crianças e jovens, ao menor sinal de problema de aprendizagem, procurar verificar as causas e consultar um profissional.

2.2.-Métodos de ensino.

Metodologia é o campo em que se estuda os melhores métodos praticados em determinada área para a produção do conhecimento, consiste em uma reflexão acerca do conjunto de métodos lógicos e científicos. No princípio foi concebida como uma parte da lógica que “graças às modernas metodologias de ensino, o educador desce de seu pedestal e deixa de ser onipotente.

Neste caso, o educando transforma-se protagonista do eixo educativo, reconhece os seus direitos, capacidade, interesses e oportunidades:

-Distingue as etapas de seu desenvolvimento do assunto a partir dela;

-Não se preocupa só com a memória do educando, mas também com os seus sentimentos, capacidade, habilidades, destrezas, atitudes e valores;

-Prevalece a autonomia, a autoaprendizagem, promove o exercício dos direitos da criança e do adolescente;

-Valoriza a importância dos materiais educativos;

-A escola se converte em um espaço acolhedor e agradável e o educando se ambienta à aula em função disso;

O jogo e as atividades substituem as letras;

-Propicia-se atividades variadas individuais e grupais.

Para (Peréz, 2007, p. 19). Para Visca (1987), “a aprendizagem depende de uma estrutura onde envolva o cognitivo, afetivo, social, nas quais estas sejam indissociavelmente ligadas a alguns aspectos desses três elementos”. Sendo assim, a inteligência vai se construindo a partir da interação do sujeito e as circunstâncias do meio social. Freire ((1996, p. 24) não teme em dizer que “inexiste validade no ensino de que não resulta um aprendizado em que o aprendiz não se tornou capaz de recriar ou refazer o ensinado, em que o ensinado que não foi apreendido não pode ser realmente aprendido pelo aprendiz”.

Coll, Marchesi e Palácios (2004, p.144) apresentam de forma resumida a perspectiva da motivação dos educandos: ensinar a pensar; facilitar que o educando compreenda o quê e o para quê da tarefa, assim como os objetivos e os critérios de avaliação; favorecer a participação e a autonomia dos educandos; propor tarefas que sejam interessantes para o educando; ajustar a tarefa às possibilidades do educando; favorecer a cooperação entre os colegas; propiciar atividades de êxito escolar; manifestar expectativas positivas em relação ao trabalho do educando; cuidar da autoestima dos educandos.

2.3.-Fracasso escolar.

Segundo o DSM-IV: Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, “a desmoralização e a baixa autoestima podem estar associadas às dificuldades de aprendizagem”. E acrescenta que, “cerca de 40% das crianças e adolescentes que apresentam dificuldades de aprendizagem acabam se evadindo do contexto escolar”. (Associação Americana de Psiquiatria, 1995). Tanto o ensinar quanto o aprender possuem um processo lento, totalmente individual e estruturado.

E quando esses processos não se completam, por alguma falha ou falta, interna ou externa, surgem as dificuldades de aprendizagem que levam a criança não só à desmotivação, mas ao desgaste e à reprovação social. Há quem credite o fracasso escolar apenas à falta de disposição do educando em aprender, esquecendo que o educador é o profissional qualificado para criar os momentos com potencial de possibilitar a construção do conhecimento. O fracasso escolar tem causas variadas, portanto o contexto deve também ser considerado. Segundo Munari “os resultados, quaisquer que sejam, tratem-se de vitória ou de fracassos, são escritos numa folha não assinada” (2010, p.55).

2.4.-Procedimentos de Intervenção Pedagógica.

Assim sendo há muito que avançar em relação à educação que é oferecida diariamente nas escolas. Os gestores educacionais em seus diferentes âmbitos de atuação têm que desenvolver e mostrar perspectivas quanto à “nova escola” e ao desafio da aprendizagem, priorizando ações estratégicas que permitam impulsionar as aprendizagens. Intervir tem como foco principal a ação pedagógica com objetivo de garantir aos educandos o direito de aprender.

Essa aprendizagem, embora seja um grande desafio, é um direito de todos, conforme preconiza a Constituição Federal. Martins, enfatiza que “prevalece a pedagogia do sacrifício, do aprender por aprender, sem se colocar o porquê, como e para quê, impossibilitando-o compreender verdadeiramente a função da leitura, o seu papel na vida do indivíduo e da sociedade” (1994, p. 23).

2.5.-Formação do educador.

Vale ressaltar que, quanto maior o interesse de aprender do educando, mais benéfica fica a sua própria aprendizagem, visto que, aprender nada mais é do que deixar-se ensinar. Zagury (2006, p. 203) descreve que, “pode-se mudar o método e as técnicas de ensino por outras mais modernas, sem que isso melhore a qualidade do ensino, porque não é o método que faz um bom professor; é o professor; é o professor que faz qualquer método tornar-se efetivo.

O que não anula nem desmente a necessidade, apenas reforça de jogarmos todas as nossas “cartas” na recuperação da qualidade docente”. É de fundamental importância a sala de aula, assim como o professor, que como maestro, deve saber contribuir para a organização de sua orquestra de forma que seus músicos não só possam seguir sua regência, mas também saibam tocar seus instrumentos de forma individual e coletiva.

Quanto mais qualificado for um profissional, maior deverá ser sua capacidade de enfrentar o imprevisível. Isso se aprende, e não é apenas na carreira de educador que é preciso improvisar. Como preparar as pessoas para isso? É necessário trabalhar a dimensão afetiva: a angústia, o medo de improvisar ou a resistência em abandonar uma estratégia habitual que se revela ineficaz. É uma tarefa que exige lutar contra toda espécie de perfeccionismo e que demanda tempo.

Lopes e Silva nos remete à responsabilidade da formação do educador: “Formar professor é muito mais do que prepará-lo competentemente, é, antes de tudo, formar a pessoa do profissional, vinculando a pessoa a uma profissão complexa, porque lida com pessoas (alunos, pais, professores…) e se defronta com situações diversas, imprevisíveis e inusitadas. (2001, p. 170). É comum deparar-se nas escolas com educadores que ‘dizem como fazer’ mas que em sua prática diária ‘não o fazem’.

Como cobrar excelência do educando, se constantemente se contradiz em suas ações? Há real necessidade de que a teoria repassada venha ser condizente com a prática em destaque. Freire não excita em afirmar que “não há docência sem os educandos, as duas se explicam e seus sujeitos, apesar das diferenças que os conotam, não se reduzem à condição de objeto, um dou outro” (Freire. 1996, p. 23).

O ponto mais delicado de qualquer processo de mudança qualitativa é a capacitação de professores. As experiências têm demonstrado que “os processos de capacitação mais rápidos, profundos e bem sucedidos parecem ser aqueles em que alguém acompanha o professor em serviço”. (Ferreiro, 1992, pp. 48-49). Já Codo comenta que “qualquer ser humano sonha, pelo menos por um momento, em escrever seu nome na história, em última instância, em não morrer, em ser lembrado depois que passou. O professor, o educador, tem essa chance”. (1999, p.10). A LDB no seu art. 22 afirma: “a educação básica tem por finalidade desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores”. A criança tem o espírito de observação, basta não matá-lo.

A criança associa abstrato, generalizado, basta lhe dar a ocasião de associar com elementos de ordem mais elevada, deixá-la abstrair e generalizar sobre dados mais extensos e mais numerosos. A criança age, cria, expressa; basta lhe dar os materiais e as ocasiões para que continue a desenvolver suas tendências ativas. (Dubreucq 2010, p. 41).

Gandin diz que “o conhecimento é o centro da atividade em uma escola. Problematizá-lo, discutir sua utilidade, sua constituição e a melhor forma de fazer com que os educandos construam seu próprio conhecimento, deveria ser a principal ação das escolas”. (1999, p. 67). Segundo Lerner, na prática: […] o necessário é fazer da escola uma comunidade de escritores que produzem seus próprios textos para mostrar suas ideias… em suma, preservar o sentido do objeto de ensino para o sujeito da aprendizagem, o necessário é preservar na escola o sentido que a leitura e a escrita tem como práticas sociais, para conseguir que os educandos se apropriem delas possibilitando que se incorporem à comunidade de leitores a fim de que consigam ser cidadãos da cultura escrita (2002, p. 18).

Todo educador deve ter em mente que não basta treinar os educandos para a apreensão da realidade: é preciso motivá-los, surpreendê-los. Pois só imersos em um clima de aventura e descoberta, estarão prontos para assimilar informações e sedimentar um conhecimento que não será apenas memorizado, mas que se tornará inesquecível. É papel do educador ajudar o educando a redimensionar a autoconfiança e valorizar mais a reflexão do que o resultado de cada trabalho.

2.6. Gestão e coordenação pedagógica.

O ECA de 1990, artigo 56º; aponta que são deveres dos dirigentes de estabelecimentos de ensino, comunicar ao Conselho Tutelar os seguintes casos: de maus tratos, reiteração de faltas injustificadas e de evasão escolar e elevados níveis de repetência; para tentar solucioná-los. Segundo Novoa, “a experiência não é nem formadora nem produtora. É a reflexão sobre a experiência que pode provocar a produção do saber e a formação” (2001, p.13).

Com esse pensamento, ainda é necessário destacar que o trabalho deve acontecer com a colaboração de todos, assim o gestor deve estar preparado para mudanças e sempre pronto a motivar sua equipe, pois “hoje, mais do que nunca, professores e alunos querem ser ouvidos, compreendidos, considerados querem uma relação de pessoa para pessoa” (Almeida & Placco. 2002, p. 6). Já referente à coordenação pedagógica, por ser uma nova atribuição, ainda enfrenta entraves em seu arrolar. Muitos educadores não veem a coordenação da escola como alguém em que se pode contar para solucionar problemas e indicar prováveis caminhos. Cabe a ele a construção da confiança entre as partes, permitindo a expressão de desejos, dúvidas e medos para que estes possam nortear as ações pedagógicas e ampliar a visão sobre a escola.

3.-Metodologia

A investigação se baseou em método científico, “[...] método significa a escolha de procedimentos sistemáticos para a descrição e explicação de fenômenos” Richardson (1989, p. 29). A pesquisa foi do tipo Comparativa, utilizou-se do método qualitativo, com paradigma descritivo.

Já os dados foram coletados por meio de aplicação de entrevista ao gestor e coordenadora x os (02) professores das turmas que atuam junto aos 5º ano do ensino fundamental. A escolha deu-se em virtude da necessidade presenciar estratégias eficazes para a resoluções das dificuldades de aprendizagem, que tanto afligem as escolas e o ensino a nível nacional.

A pesquisa surgiu quando, investigadora se deparou com uma reportagem na mídia dando destaque a uma escola havia conquistado destaque do ano com (ensino de qualidade) cidade pequena do sertão Pernambucano. Aguçada pela curiosidade, viajou quilômetros para coletar os dados da pesquisa no ano de 2013.

4.-Discussão dos resultados.

A investigação partiu das várias interrogações: O que instituição estaria fazendo de forma efetiva e diferente pela formação do aluno enquanto ser cidadão.

Entrevista Gestor e Coordenação Entrevista aos Professores O quadro docente da escola está preparado para as diversas situações que as dificuldades de aprendizagem apresentam? Justifique. Se considera capacitado (a) para lidar com educandos que apresentam dificuldades de aprendizagem? Gestor: Quem que não está preparado, nós buscamos preparar. Existe a formação continuada na escola, com preparação da coordenação, para suprir as necessidades dos docentes. Coordenadora: As professoras que atuam nesta instituição de ensino além de comprometidas com a aprendizagem, buscam estratégias de trabalho com as dificuldades de aprendizagem apresentadas pelos alunos. Professor A: Sim, me considero capacitado pois, quando temos dúvidas a escola propícia a capacitação Professor B: Com certeza, me considero a equipe gestora pedagógica está sempre muito atenta a qualidade do ensino Como, quando e por quem é acompanhado o planejamento das turmas do 5º ano? Você consegue contemplar com êxito todos os conteúdos curriculares propostos durante o ano letivo, mesmo tendo na sala educandos com dificuldades de aprendizagem? Gestor: Pela coordenadora pedagógica do Ensino Fundamental, que por sua vez, busca ajuda dos demais colegas, no que não possui habilidade para desenvolver, possibilitando assim um trabalho qualitativo. Coordenadora: A coordenação pedagógica é a principal responsável, mas confesso que nunca estou sozinha, pois conto com a ajuda de todos os colegas de trabalho. Professor A: com certeza, pois, aprendemos a trabalhar com o ritmo de aprendizagem de cada educando. Professor B: Consigo sim, pois, além do conhecimento adquirido nós fazemos o melhor possível, penso que está dando certo. Quais são os métodos didáticos que a escola Na sua sala de aula atual há presença de Importar tabla

utiliza para detectar e intervir as dificuldades de aprendizagem dos educandos? dificuldades de aprendizagem? Como você as classifica? Gestor: No dia-a-dia da sala de aula. Iniciamos o ano com um teste diagnóstico para detectar as dificuldades individuais e juntos traçamos como intervir nestas dificuldades de imediato. Coordenadora: Um teste diagnóstico para verificação do nível de aprendizagem e possíveis dificuldades é aplicado no início do ano letivo, depois disso nos reunimos para traçar soluções para as demandas. Professor A: Aluno com Disgrafia Professor B: sim, um aluno com Discalculia Diante do fato que não é suficiente um título profissional para garantir o uso de uma metodologia adequada, como gestor coordenador, também atua nesse processo de detectar e intervir nas dificuldades de aprendizagem dos alunos desta escola? Como? Você procura solucionar sozinho (a) as dificuldades de aprendizagem que identifica em sala? Gestor: Eu sou muito preocupado com a parte pedagógica. Acompanho, cobro e traço metas juntamente com a equipe pedagógica. O meu acompanhamento é essencial: o gestor tem que ser muito pedagógico. Coordenadora: Considero de essencial importância que o coordenador pedagógico esteja inteiramente envolvido nesse processo, pois só assim pode traçar estratégias de melhoria do ensino aprendizagem. Professor A: Se possível sim, mas na dificuldade busco ajuda da equipe pedagógica, porque a escola não dispõe de um psicopedagogo para tal. Professor B: Na medida do possível em casos mais complicador procuro a equipe para me ajudar e a equipe encaminha se precisar ao atendimento especializado. Dentro da escola, os educandos que apresentam dificuldades de aprendizagem recebem auxílio e apoio que os estimulem a atingir o nível de aprendizagem esperado? De que maneira? Considera que dentro desta escola, os educandos que apresentam dificuldades de aprendizagem recebem auxílio e apoio que os estimulem a atingir o nível de aprendizagem esperado? Gestor: Sim, há projetos de monitoramento: Projeto de Autoestima. Há progressão e melhoria na aprendizagem dos educandos, pois, envolve também os pais, os quais trabalhamos separadamente. Coordenadora: Sempre. Há uma busca incansável para que se sintam estimulados no cotidiano da vida escolar. Professor A: Sim, sempre Professor B: Sempre que necessita recebe auxílio Tendo salas de aula com educandos apresentando dificuldades de aprendizagem, os conteúdos curriculares propostos para o ano letivo são devidamente contemplados? Justifique. Consegue estabelecer relacionamento amigável com a família do educando, que apresenta dificuldades de aprendizagem? Gestor: Com certeza. O estado tem um sistema de monitoramento. Bolamos estratégias: aluno no contra turno, reforço amigo e outros. Nós buscamos mecanismos para suprir os desafios. Coordenadora: Tentamos. E na medida do possível os colocamos como prioridade. As adaptações são feitas obviamente, mas não deixamos de contemplar. Professor A: Sim, a gente mantém uma relação de interação muito produtiva Professor B: Sim, a comunidade é nossa parceira nos auxilia quando precisa, é muito presente A gestão coordenação da escola se preocupa com o bom desempenho dos educandos, possibilitando assim que você desenvolva um bom trabalho pedagógico? Costuma planejar as suas aulas baseando-se na dificuldade ou na facilidade de aprender que cada educando apresenta? Gestor: A meta da escola é uma educação de qualidade por isso nos preocupamos muito com o trabalho do professor Coordenadora: Nós nos preocupamos e auxiliamos o professor para uma boa prática pedagógica. Professor A: Nós costumamos planejar baseado nas dificuldades e nas possibilidades de cada um Professor B: A dificuldade deve ser sempre considerada para as ações possíveis para sanála Importar tabla

Fonte: Elaboração própria (2017).

4.1.-Resultado da entrevista equipe gestora.

Conforme tabela da entrevista (gestor coordenadora) percebe-se nítidamente que há envolvimento de toda a equipe gestora, para que haja um bom andamento escolar por direcionamientos e que sejam favoráveis no que diz respeito ao zelo para com o aprendizagem e a melhoria na qualidade educação.

A relevância se dá quando todos os membros da escola fazem o melhor desde o coordenador receptivo e disponível ao atendimento a interação da comunidade, buscando sempre acolher e transformar dados em ação. Subsidiando a aprendizagem dos educandos e dos educadores enquanto função de uma gestão democrática.

A coordenação pedagógica atuante, numa formação efetiva, fazendo uso de conhecimentos e experiências, para ensinar professores, proporcionando um estudo de qualidade e significativo para alunos, estimulando-os a alçarem os mais altos voos, a procura das conquistas que a vida lhes reserva.

4.2.-Resultados da entrevista junto aos professores.

Segundo dados levantados na entrevista dos professores o processo ensino aprendizagem da escola é muito bom, e bem planejado pelos professores e acompanhado pela coordenação pedagógica, que leva propostas para inovar e melhoraras práticas pedagógicas procurando juntamente com a gestão possibilitar formas diferenciadas de atendimento às ideias oriundas das professoras. As salas de aula são acompanhadas pela coordenação pedagógica e pela gestão, no intuito de estarem partilhando os conhecimentos e na busca de suprir as necessidades dos docentes, que ao apresentarem alguma dúvida, são assistidos individualmente, se necessário.

A equipe é compromissada e competente vive constantemente trilhando um trabalho qualitativo, contribuindo para que os educandos da escola tenham um futuro promissor. Assim sendo, a escola iniciar o ano letivo aplicando um teste diagnóstico previamente elaborado pela coordenação pedagógica, para detectar as dificuldades de aprendizagem individuais; passo dado para se começar a traçar metas e estratégias de inversão.

Os professores, neste processo são os constantes observadores e não se sentem sós neste processo, pois a instituição não mede esforços para colaborar com material pedagógico e propostas inovadoras. Após o teste diagnóstico, se dá início um trabalho voltado ao monitoramento de cada educando que apresentou dificuldades de aprendizagem, com utilização de metodologia aplicada e renovação constante na forma de ensino.

O gestor, por sua vez, acompanha, cobrando e traçando metas juntamente com toda a equipe pedagógica, pois considera que o seu acompanhamento seja de suma importância para a obtenção de resultados promissores. Altamente pedagógico, aproveita um pouco de cada método, utiliza as orientações recebidas da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco, estudando-as e aplicando.

A meta da escola é amenizar e ou sanar dificuldades de aprendizagem ora detectadas e, sempre no intuito de dividir, partilhar somar na responsabilidade, até os pais são assíduos e participam das explanação e intervenção em forma de parceria. Os profissionais da instituição unificam as forças em prol de acompanhar os educandos, por qualquer lugar da escola, visto que as 10 salas de aula ficam constantemente ocupadas, contanto que propicie um ambiente acolhedor para o ensino aprendizagem; além do Reforço Amigo que logo é acionado. Os resultados da escola apontam os avanços diários das intervenções de sucesso, na grande maioria das dificuldades de aprendizagem, detectadas no diagnóstico do início do ano letivo.

O embasamento nas teorias construtivista e interacionista; as OTM’s; os PCN’s; o monitoramento da Secretaria de Educação do Estado, as estratégias firmadas; o atendimento do educando no contra turno; o Reforço Amigo; o Projeto de Autoestima, para educandos e pais que são trabalhados individualmente; o Projeto Literarte; o Café Literário; o Prazer de Ler; as visitas semanais à Biblioteca, com a descrição posterior do entendimento; a inserção do educando que apresenta dificuldades de aprendizagem no contexto escolar, proporcionando prazer e fazendo com que se sinta numa extensão da sua casa; a afetividade educador/educando e o compromisso pedagógico, criam um clima harmonioso que subsidia a aprendizagem.

O planejamento adotado pela escola é semanal, acontecendo durante as aulas atividade, com planejamento adequado e voltado a um determinado sua respectiva sala de aula e suas especificidades, coletivo e ou individual, acompanhado pela coordenadora pedagógica. A participação das educadoras nas formações pedagógicas propostas pelo Estado ou pela própria Escola são ativas e constantes.

As aulas atividade acontecem toda terça-feira das 13h. às 17h30min, sendo portanto, no contra turno, acompanhadas pela coordenadora pedagógica que tira uma aula atividade do mês para tirar as dúvidas. Depois de uma sondagem com os próprios educadores e visitas às salas de aula, a mesma prepara uma formação focando sempre nas dificuldades que os educadores apresentam para juntas, intervirem em busca do alcance da resolução das mesmas. Segundo a coordenadora, são dúvidas consideradas simples por alguns outros educadores, mais para elas que fazem a equipe do 5º ano, são consideradas fundamentais para um melhor entendimento na mediação e desenvolvimento do educando.

5.-Conclusão.

A pesquisa buscou subsídios para fundamentar as análises sobre os métodos de ensino utilizados. No entanto, verificou-se que não há fórmula mágicas e os bons resultados nem vem de outro mundo, nem de especialista vindo de fora. A equipe como toda comunidade escolar é que faz a diferença neste processo, com isso considerada uma Referência Nacional em Gestão Escolar.

Verificou-se ainda, que a contribuição para o sucesso da aprendizagem escolar não se referente somente aos seus métodos de ensino, mas ao trabalho educativo desenvolvido por toda a Escola Tomé Francisco da Silva, orgulho no ensino público, demonstração de trabalho em equipe e de credibilidade no educando, que desde o primeiro momento que o aluno coloca os pés se sente acolhido num ambiente de aprendizagem, passando a sentir-se amado.

As regras são construídas no coletivo, por isso, o educando cumpre com boa vontade. O grande diferencial está no querer fazer, na criação de um clima harmonioso que subsidia o processo de ensino aprendizagem. A escola possui profissionais que não só dão as asas para que os educandos possam ir além das próprias possibilidades.

O mais importante dentro da educação é poder ensinar os alunos a voar, mas voar com responsabilidade, os levando a ver as mais altas nuvens no aprender a conhecer, a fazer e a ser, frente a interação do hoje na sala de aula e na busca por seus ideais, sempre alicerçados no conhecimento para que o futuro seja fruto do hoje usufruído com competência e na credibilidade de ser humano.

A utilização dos métodos construtivista e sócio-interacionistas fundamentam os trabalhos educacionais na detecção e intervenção das dificuldades de aprendizagem apresentadas e após análise minuciosa de todos os instrumentos que nortearam este estudo, atribui-se que o sucesso da escola está na equipe, centrada nos mesmos objetivos.

No entanto, não chega à excelência em relação ao trabalho pedagógico voltado às dificuldades de aprendizagem, por falta de um profissional especializado na área de psicopedagogia, para juntamente com a instituição e os pais travarem uma constante atuação nos procedimentos de intervenção, visto que alunos com algumas dificuldades apresentadas, necessitam de acompanhamento específico.

Referências

Almeida, (Org.). (2002). As relações interpessoais na formação de professores. São Paulo: Loyola.

Associação Americana de Psiquiatria. (1995). Manual de Estatística e Diagnóstico de Transtornos Mentais (DSM IV) 4ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas.

Candau, (Org.). (1983). A didática em questão. 17ª ed. Petrópolis: Vozes.

Codo, W. (Org.). (1999). Educação: carinho e trabalho. Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, UNB. Laboratório de Psicologia do Trabalho. Brasília: Vozes.

Coll, C., Marchesi, Á., Palácios, J. et al. (2004). Desenvolvimento psicológico e educação. Transtornos de desenvolvimento e necessidades educativas especiais. Vol. 3. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed.

Demarchi, M. & Rodriguez, H. (2010). José Pedro Varela. Fundação Joaquim Nabuco. Recife: Massangana.

Demo, P. (1987). Introdução à metodología da ciencia. 2ª ed. São Paulo: Atlas.

Dubreucq, F. (2010). Jean Ovide Decroly. Fundação Joaquim Nabuco. Recife: Massangana.

Estatuto da criança e do Adolescente. (2017). ECA. Lei 8069/90 | Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Brasília, DF: Congresso Nacional.

Feinstein, S. (2006). A aprendizagem e o cérebro. Lisboa: Instituto Piaget.

Ferreiro, E. (1992). Com todas as letras. São Paulo: Cortez.

Freire, P. (1996). Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra.

Gandin, D. ,Gandin, L.A. (1999). Temas para um projeto político pedagógico. Rio de Janeiro: Vozes.

Lei, nº 9.394. (2007). Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996, que establece as diretrizes e bases da educação nacional e legislação correlata. 4ª ed. Brasília: Câmara dos Deputados.

Lecours, A.R., Parente, M.A.M.P. (1997). Dislexia: implicações do sistema de escrita do português. Porto Alegre: Artes Médicas.

Lerner. D. (2002). Ler e escrever na escola: o real, o impossível e o necessário. Porto Alegre: Artmed.

Lopes, L., Silva, M. (2001). Entre leitores: alunos, professores. Arte e escrita. UNICAMP. São Paulo: Komed.

Martins, M.H. (1994). O que é leitura. São Paulo: Brasiliense.

Moraes, A.M.C. (2001). Distúrbios da aprendizagem. São Paulo: Edicon.

Munan, A. (2010). Jean Piaget. Fundação Joaquim Nabuco. Recife: Massangana.

Novoa, A. (2001). As minhas lições de escola. Lisboa: Livros Horizonte.

Pearson Internacional, G1. (2012). Ranking de qualidade da educação coloca Brasil em penúltimo . Recuperado de: G1.globo.com/.../2012/.../ranking-dequalidade-da-educacao-coloca-brasil-em-penulti...

Pérez, M. C. (2007). Metodología Educativa Moderna Mejores Formas Pedagógicas de Enseñar y Aprender. Primera Edición. Peru: Amex.

Piaget, J. (1994). Para onde vai a educação. Tradução de Ivete Braga. 12 ed. Rio de Janeiro: José Olímpio.

Richardson, R.J. (1989). Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo, São Paulo: Atlas.

Vazquéz, L. P. (1998). Metodologia de la Enseñanza Activa. Guía para el profesor. 2ª Edición. Asunción: Litocolor S.R.L.

Visca, J. (1987). Clínica Psicopedagógica: Epistemologia Convergente. Porto Alegre: Artes Médicas.

Zagury, T. (2006). O professor refém: para pais e professores entenderem porque fracassa a educação no Brasil. Rio de Janeiro: Record.

HMTL gerado a partir de XML JATS4R por