Referências
Mayne-Reid, T. (1881). I popoli selvaggi. I Mundurukus decapitatori. Giornale illustrato dei viaggi e delle avventure di terra e di mare. Milano, anno III, n.146, 16 giugno 1881. pp. 330-331. https://bit.ly/3Twbjkq.
Notes
1 (N.T.) Deve haver um erro na grafia; não consegui informações sobre os Washilis norte americanos, mas encontrei somente um sultanato na Grande Comore.
2 (N.T.) Sobre a chamada revolução dos cabanos, ver, entre outros, M. Ricci, Cabanagem, cidadaniae identidade revolucionária: o problema do patriotismo na Amazônia entre 1835 e 1840. Dossiê: Cidadania e Pobreza • Tempo 11 (22) • 2007. p.3-30.
https://doi.org/10.1590/S1413-77042007000100002
3 (N.T.) A qualidade da salsaparilha produzida pelos Mundurukus é atestada por Tavares em 1876, como citado em Henrique, 2021.
4 (N.T.) Novamente, foi impossível encontrar referências quanto à Simlex papugiacea.
5 (N.T.) Não encontrei o termo nem em italiano nem em português nem em inglês. Acredito que possa ser substituído, e foi isso que usei, por alucinógeno ou enteógeno, ambos vocábulos que não existiam à época da redação do texto.
7 (N.T.) Aqui Mayne Reid, ou quem esteve entre os Mundurukus, deve ter ouvido “niopo em língua geral”, e, não conhecendo a língua geral, entendeu que eram dois nomes diferentes.
9 (N.T.) Aqui Mayne Reid faz um evidente paralelismo com as tradições dos nativos americanos, que ele conhecia muito bem.
10 (N.T.) Chamada hoje de Lecythis lanceolata.
11 (N.T.) Socko não existe. Há o socó-boi (Tigrisoma lineatum), uma ave que existe na região, mas não se entende por qual razão ela impossibilitaria a criação de bovinos.
12 (N.T.) Não consegui encontrar nada a este respeito.
Author notes
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