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CARACTERIZAÇAO DO FRUTO DE TRES DIFERENTES GRUPOS DE BANANAS (Musa spp.) CONSUMIDAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

CHARACTERIZATION OF THE FRUIT OF THREE DIFFERENT BANANA'S CULTIVARS (Musa spp.) CONSUMED IN THE STATE OF RIO GRANDE DO SUL

Léo Omar Duarte Marques
Universidade Federal de Pelotas, Brasil
Marinês Batalha Moreno
Universidade Federal de Pelotas, Brasil
Alan Yago Barbosa de Lima
Universidade Federal de Pelotas, Brasil
Paulo Celso de Mello Farias
Universidade Federal de Pelotas, Brasil
Marcelo Barbosa Malgarim
Universidade Federal de Pelotas, Brasil
Odair José da Veiga
Universidade Federal de Pelotas, Brasil
Rodrigo Fernandes dos Santos
Universidade Federal de Pelotas, Brasil

CARACTERIZAÇAO DO FRUTO DE TRES DIFERENTES GRUPOS DE BANANAS (Musa spp.) CONSUMIDAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

Revista Iberoamericana de Tecnología Postcosecha, vol. 18, núm. 1, pp. 17-22, 2017

Asociación Iberoamericana de Tecnología Postcosecha, S.C.

Resumo: O trabalho objetivou caracterizar frutos de três diferentes grupos de banana (Musa spp.) consumidas no estado do Rio Grande do Sul. Frutos do grupo Caipira foram colhidos em dezembro de 2016 no município de Camaquã-RS, frutos do grupo Prata e do grupo Nanica foram adquiridos em supermercados no município de Pelotas-RS. O delineamento foi inteiramente casualizado, com quatro repetições de dez frutos para cada grupo. As variáveis avaliadas foram: comprimento, diâmetro, peso total do fruto, peso total da polpa, percentual de polpa, firmeza de polpa, sólidos solúveis totais, cor da casca e cor da polpa. Frutos dos grupos Nanica e Prata apresentaram maior comprimento e maior diâmetro, enquanto frutos do grupo Caipira apresentaram maior percentual de polpa e maior firmeza. Os grupos Nanica e Caipira apresentaram maior teor de sólidos solúveis totais. O grupo Caipira apresentou coloração mais intensa tanto na casca quanto na polpa e o grupo Prata apresentou a coloração mais clara em ambas as variáveis.

Palavras-chave: Musa spp, preferências, consumo.

Abstract: The aim of this research was to characterize fruits of three banana's cultivars (Musa spp.), namely 'Caipira' banana, also known as 'Yangambi km5', Nanica or dwarf (dubbed Musa Cavendish) and 'Prata' banana (lady finger banana in the USA), all of them consumed in the state of Rio Grande do Sul, Brazil. The first banana’s cultivar was harvested in December 2016 in the city of Camaquã-RS, while the last two were acquired in the city of Pelotas, Brazil. In a completely randomized design (CRD), four replicates were used with ten fruits each. The variables evaluated were: length, diameter, total fruit weight, total pulp weight, percentage of pulp, pulp firmness, total soluble solids, bark color and pulp color. Nanica and Prata presented larger length and larger diameter, whereas Caipira presented higher percentage of pulp and greater firmness. Nanica and Caipira presented higher soluble solids content. Caipira presented more intense coloring both in the bark and in the pulp, and Prata showed the clearer coloration in both variables.

Keywords: Musa spp, preferences, consumption.

INTRODUÇÃO

A bananeira (Musa spp.) é uma planta da família Musaceae, sendo que a maioria das espécies tem como centro de origem o sudoeste asiático. O fruto produzido é a banana, que se origina das flores localizadas na inflorescência feminina. Caracteriza-se por ser o fruto in natura mais consumido no mundo (Lima Neto & Silva 2012).

O Brasil é o quarto maior produtor mundial de banana, possui uma área de 476 mil hectares de pomares de bananeira, com uma produção total de sete milhões de toneladas, com um rendimento médio de 14,8 mil toneladas/ha. Os principais estados produtores são: Bahia, com uma produção de 1,1 milhão de toneladas/ano representa 16,2% do mercado nacional; São Paulo, que produz um milhão de toneladas/ano responde por 14,6% do mercado nacional e em terceiro lugar Minas Gerais, com uma produção de 772 mil toneladas/ano representa 11,1% do mercado nacional. O Rio Grande do Sul ocupa o 14° lugar na produção nacional de banana com uma produção de 135 mil toneladas/ano, possuindo uma representatividade no mercado nacional de apenas 1,9% (IBGE, 2016).

O fruto de banana é rico em água, sendo que esta chega a representar 70% do volume total. O fruto, principalmente quando maduro, é muito rico em açúcares, aproximadamente 19%. O fruto ainda tem em sua composição amido, cálcio, ferro, cobre, zinco, iodo, manganês, cobalto, vitamina A, tiamina, riboflavina, niacina e vitamina C (SIMÃO, 1971). Como existe uma grande amplitude relacionada a genótipos de bananeiras é normal que haja variações entre frutos no que diz respeito a tamanho, diâmetro, cor, firmeza de polpa, sabor entre outras, o que gera dúvidas ao consumidor final na hora de escolher o produto e para a indústria quanto à aptidão dos diferentes grupos ao processamento (Silva et al., 2012).

No Brasil se produz diferentes grupos de bananeiras, havendo muito destaque no cenário nacional para as bananas do grupo Prata e também do grupo Nanica, esta também conhecida como banana Caturra. (SEBRAE, 2008). Outro grupo de banana a ser citado é o grupo Caipira, que está espalhado pelo território brasileiro e apesar de não ter um espaço tão significativo no mercado quanto aos outros grupos citados anteriormente, apresenta características interessantes como bom vigor, rusticidade e produtividade (Pereira et al., 2000).

A industrialização da banana surge como uma boa alternativa para a utilização do fruto já que sua vida de prateleira é considerada curta e estima-se que até 40% da produção pode ser perdida (Mascarenhas, 1999; Aguila et al., 2007). A cadeia industrial seleciona a matéria prima, para produção de banana passa e em calda, sendo assim muito importante a padronização do tamanho e a textura dos frutos por serem as características mais decisivas na seleção da matéria prima, enquanto que para a farinha e chips de banana o teor de amido é a variável mais importante. A indústria utiliza bananas maduras na maioria dos seus produtos e com sabor intenso, sendo que tradicionalmente a mais utilizada é a Nanica pelo fato de as indústrias estarem próximas às regiões produtoras (Folegatti & Matsuura, 2004).

O presente trabalho teve por objetivo caracterizar os frutos de três diferentes grupos de banana (Musa spp.) consumida no estado do Rio Grande do Sul.

MATERIAL E MÉTODOS

No mês de dezembro de 2016 foram coletados frutos maduros de banana do grupo Caipira em uma propriedade rural no município de Camaquã, estado do Rio Grande do Sul, coordenadas geográficas 30° 43’ 53’’S - 51° 51’ 20’’O e altitude 60 metros. Nesse mesmo mês, frutos maduros dos grupos Prata e Nanica foram adquiridos no comércio de Pelotas, estado do Rio Grande do Sul. Todos os frutos foram encaminhados para análises no Laboratório de Agronomia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com quatro repetições contendo dez frutos, passando por uma pré-seleção na qual se retiravam os frutos danificados e com injúrias mecânicas ou por pragas.

As variáveis analisadas foram:

Comprimento do fruto: Medido com o auxilio de uma fita métrica; media-se a curvatura externa de cada fruto. Resultado obtido expresso em centímetros;

Diâmetro do fruto: Medição realizada na região central do fruto íntegro com o auxílio de um paquímetro digital. Resultado obtido expresso em milímetros;

Cor da casca e da polpa: Medição realizada com calorímetro marca Minolta CR-300, com fonte de luz D65, em dois locais da casca e da polpa em todos os frutos das repetições. Utilizaram-se leituras das coordenadas L*, que indica luminosidade (variação de preto a branco), a* (indica variação de verde a vermelho) e b* (indica variação de azul a amarelo). Com os valores de a* e b* calculou-se o ângulo hue (h°= tan-1(b*/a*)) e croma ( C = ( a * ) 2 + ( b * ) 2 ), que definem a tonalidade e intensidade da cor respectivamente;

Firmeza da polpa: Variável obtida com o uso de penetrômetro manual, com ponteira de 06 mm. Medição realizada na região central do fruto descascado. Resultado obtido expresso em Newtons;

Peso médio dos frutos: Os frutos de cada repetição, enquanto ainda estavam com casca, foram pesados juntos em uma balança digital semi-analítica. Resultado obtido expresso em gramas;

Peso médio das polpas: Os frutos descascados de cada repetição foram pesados juntos em uma balança digital semi-analítca. Resultado obtido expresso em gramas. Essa variável serviu para determinar o percentual médio de polpa dos frutos;

Sólidos solúveis totais (SST): Variável obtida com o uso de um refratômetro digital marca Atago. Resultado obtido expresso em ºBrix do suco.

Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância e as diferenças entre médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade utilizando-se o programa Assistat 7.7.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os resultados obtidos quanto ao comprimento e diâmetro dos frutos mostram que o grupo Caipira é que apresenta maior diferença em relação aos demais grupos avaliados. O comprimento médio do grupo foi de 8,97 cm e o diâmetro médio de 35,94 mm, ficando bem abaixo dos grupos Nanica que apresentou 13,98 cm de média para comprimento e 25,94 mm de média para diâmetro e Prata que teve os valores médios de 13,25 cm para comprimento e 33,69 mm para diâmetro (Tabela 1). Silva et al. (2012) já havia observado que o grupo Caipira apresenta valores médios de comprimento inferiores em relação a outros grupos no estado do Sergipe.

Quanto à variável peso, os frutos do grupo Nanica apresentaram maiores valores médios tanto para peso total do fruto, 136 g, quanto para peso da polpa, 88,9 g e os frutos do grupo Caipira apresentaram os menores valores, 50,5 g para peso médio do fruto e 35,9 g para peso médio da polpa. Para rendimento de polpa, o grupo que apresentou melhor desempenho foi o Caipira, com rendimento médio de 70,92% e o grupo que apresentou menor rendimento foi o Prata, com 58,52% (Tabela 1). Em estudos realizados por Sousa et al. (2012) no estado da Paraíba, já se relatou a alta porcentagem de casca da banana Prata.

Em relação à firmeza de polpa, o grupo Caipira demonstrou elevada firmeza quando comparado aos demais grupos, alcançando 7,07 Newtons de resistência mecânica à penetração. Os grupos Prata e Nanica tiveram resultados semelhantes, 5,52 e 5,11 Newtons respectivamente (Tabela 2).

A variável de sólidos solúveis totais está diretamente ligada ao teor de açúcares totais dos frutos (Matsuura et al., 2002). Os grupos Caipira e Nanica apresentaram os valores mais elevados, com 24,88 e 24,05 °Brix respectivamente, enquanto que o grupo Prata apresentou uma média de 21,98 °Brix (Tabela 2).

Tabela 1
Valores médios de comprimento, diâmetro, peso do fruto e da polpa e totalidade de polpa de diferentes grupos de banana comercializados no Rio Grande do Sul. Universidade Federal de Pelotas, Pelotas-RS, 2016
Valores médios de comprimento, diâmetro, peso
do fruto e da polpa e totalidade de polpa de diferentes grupos de banana comercializados
no Rio Grande do Sul. Universidade Federal de Pelotas, Pelotas-RS, 2016
Médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Foi aplicado o Teste de Tukey ao nível de 5%.

Tabela 2
Valores médios de firmeza e sólidos solúveis totais da polpa de diferentes grupos de banana comercializados no Rio Grande do Sul. Universidade Federal de Pelotas, Pelotas-RS, 2016
Valores médios de firmeza e sólidos solúveis
totais da polpa de diferentes grupos de banana comercializados no Rio Grande do
Sul. Universidade Federal de Pelotas, Pelotas-RS, 2016
Médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Foi aplicado o Teste de Tukey ao nível de 5%.

As avaliações de cor feitas na casca dos frutos apontaram o grupo Prata como o de casca com coloração mais clara enquanto que o grupo Caipira apresentou coloração mais escura. A essas conclusões se chega a partir de análises e comparações dos valores de luminosidade (L*). A tonalidade indicada pelo ângulo hue (°h) ficou variando entre o amarelo e o amarelo-esverdeado, sendo que o grupo Caipira apresentou a tonalidade da casca mais amarelada e com leve variação em relação aos demais. Valores obtidos através do croma (C*) indicam que quanto mais alto o valor do croma mais homogênea é a cor (Fernandes et al., 2015), no que se destacaram os frutos do grupo Prata, apresentando a coloração da casca mais homogênea enquanto que frutos do grupo Caipira apresentaram menor homogeneidade nesse mesmo quesito (Tabela 3).

No que compete à cor da polpa a coloração clara predominou nos três grupos, sendo que o grupo Prata apresentou valores de L* mais altos. A tonalidade expressa pelo ângulo hue (°h) apresentou baixa variação, ficando entre o amarelo e o verde, os valores de croma indicaram uma menor homogeneidade em relação aos valores de Croma (C*) da casca. O grupo Prata apresentou uma menor homogeneidade na coloração da polpa quando comparado aos demais grupos (Tabela 4).

Tabela 3
Coloração da casca de diferentes grupos de banana comercializados no Rio Grande do Sul. Universidade Federal de Pelotas, Pelotas-RS, 2016
Coloração da casca de diferentes grupos de
banana comercializados no Rio Grande do Sul. Universidade Federal de Pelotas, Pelotas-RS,
2016
Médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Foi aplicado o Teste de Tukey ao nível de 5%.

Tabela 4
Coloração da polpa de diferentes grupos de banana comercializados no Rio Grande do Sul. Universidade Federal de Pelotas, Pelotas-RS, 2016
Coloração da polpa de diferentes grupos de
banana comercializados no Rio Grande do Sul. Universidade Federal de Pelotas, Pelotas-RS,
2016
Médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Foi aplicado o Teste de Tukey ao nível de 5%.

Conforme Matssura et al., (2004) a banana preferida pelos consumidores seria um fruto com tamanho variando entre 12 e 15 cm, diâmetro variando entre 26 e 35 mm, bom rendimento de polpa (casca fina), polpa firme, cor da casca amarelada tendendo ao amarelo mais forte, cor de polpa amarelo claro e sabor de intensidade media.

As preferências dos consumidores relacionadas às características dos frutos são atendidas em partes pelos grupos. Por exemplo: Comprimento e diâmetro, os grupos Prata e Nanica correspondem a essas expectativas, sendo que o grupo Nanica fica um pouco acima do que seria o diâmetro ideal. O grupo Caipira é o que mais atende às expectativas relacionadas a rendimento e firmeza de polpa. O grupo Nanica também apresenta bom rendimento de polpa.

A preferência do consumidor por frutos de intensidade média de sabor levanta a hipótese de que o grupo Prata poderia atender a essa exigência já que apresentou valores de sólidos solúveis totais menores que os outros grupos. Em relação à coloração, o grupo Caipira que possui a casca com uma tonalidade de amarelo mais intenso e o grupo Prata que possui a polpa com uma tonalidade amarela mais clara seriam os grupos que mais se aproximariam das preferências do consumidor, porém se ressalta que a variação de um grupo para o outro tanto na coloração da casca, como da polpa foi muito pequena.

CONCLUSÕES

Os grupos Nanica e Prata se destacam pelo comprimento e diâmetro dos frutos, sendo que a Nanica também se destaca pelo rendimento de polpa e o Prata pela menor intensidade no teor de sólidos solúveis totais. Já o grupo Caipira se destaca pelo alto rendimento de polpa e firmeza de seus frutos.

Referências

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Matsuura, F. C. A. U.; Costa, J. I. P.; Folegatti, M. I. S. Marketing de banana: preferências do consumidor quanto aos atributos de qualidade dos frutos. Revista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabal-SP, v. 26, n. 1, p.48-52, abr. 2008.

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Sousa, E. B. et al. Caracterização físico-química da Banana Prata (Musa sapientum) comercializada em quatro cidades do Sertão da Paraíba. VII Connepi - Congresso Norte Nordeste de Pesquisa e Inovação, Palmas-TO, p.1-4, out. 2012. Disponível em: http://propi.ifto.edu.br/ocs/index.php/connepi/vii/paper/viewFile/915/2828. Acesso em: 08 mar. 2017.

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