Reportes Verduras

ÁCIDO SALICÍLICO NA CONSERVAÇAO PÓS-COLHEITA DE FRUTOS DE Physalis peruviana L.

SALICYLIC ACID IN THE POST-HARVEST CONSERVATION OF FRUITS OF Physalis peruviana L.

Patrícia Milech Einhardt
Universidade Federal de Pelotas, Brasil
Cláudia Simone Madruga Lima
Universidade Federal da Fronteira Sul, Brasil
Suelen Braga de Andrade
Universidade Federal de Pelotas, Brasil

ÁCIDO SALICÍLICO NA CONSERVAÇAO PÓS-COLHEITA DE FRUTOS DE Physalis peruviana L.

Revista Iberoamericana de Tecnología Postcosecha, vol. 18, núm. 1, pp. 53-59, 2017

Asociación Iberoamericana de Tecnología Postcosecha, S.C.

Resumo: A physalis faz parte do grupo de pequenas frutas e atrai seus consumidores por apresentar excelentes propriedades nutracêuticas, sabor e aroma característico. Na pós-colheita o ácido salicílico (AS) surge como uma alternativa de baixo custo e fácil acesso na indução de resistência a patógenos e no retardo dos efeitos do hormônio etileno. O objetivo neste trabalho foi avaliar o efeito do composto (AS) na conservação pós-colheita de physalis. O experimento foi realizado na Universidade Federal de Pelotas e utilizadas frutas de um produtor comercial. Os cálices foram removidos, as frutas selecionadas por grau de maturação, tamanho e integridade física, higienizadas e separadas em bandejas plásticas, sobre as quais foi borrifado ácido salicílico em diferentes concentrações (0, 1, 2, 3 e 4 mM). Mantidas a temperatura ambiente (±20ºC) e avaliadas com 0, 5 e 10 dias de armazenamento. Após cada período de armazenamento, foram realizadas as avaliações físicas e químicas: sólidos solúveis; acidez titulável; relação SS/AT, pH, massa fresca e diâmetro. Os dados foram submetidos à análise de variância e, as médias comparadas pelo teste de Tukey. Houve interação para todas variáveis analisadas, menos para massa e diâmetro de frutas. Para SS e AT, os tratamentos com AS asseguraram maior manutenção nos valores quando comparados à testemunha. Para relação SS/AT a interação ocorreu com aumento dos valores conforme maior o período de armazenamento e concentração de AS. O pH das amostras variou de 3,20 a 3,61. Conclui-se que a aplicação de ácido salicílico em frutas de physalis é uma alternativa para a manutenção das características e conservação pós-colheita e que a qualidade da fruta, no que diz respeito ao diâmetro de fruta, é mantida quando conservadas em temperatura ambiente por até 10 dias, já a perda de massa afeta negativamente o aspecto fresco das mesmas já aos 5 dias pós-colheita.

Palavras-chave: Physalis peruviana, elicitor, pequenas frutas, armazenamento.

Abstract: Physalis is part of the small fruit group and attracts its consumers by presenting excellent nutraceutical properties, flavor and characteristic aroma. In post-harvest, salicylic acid (AS) appears as a low cost alternative and easy access in inducing resistance to pathogens and delaying the effects of ethylene hormone. The objective of this work was to evaluate the effect of the compound (AS) on post-harvest conservation of physalis. The experiment was conducted at the Federal University of Pelotas and used fruits from a commercial producer. The calyces were removed, the fruits selected by degree of maturation, size and physical integrity, sanitized and separated in plastic trays, on which salicylic acid was sprayed in different concentrations (0, 1, 2, 3 and 4 mM). Maintained at room temperature (± 20ºC) and evaluated with 0, 5 and 10 days of storage. After each storage period, physical and chemical evaluations were performed: soluble solids; Titratable acidity; SS/AT ratio, pH, fresh mass and diameter. Data were submitted to analysis of variance and the means were compared by the Tukey test. There was interaction for all analyzed variables, less for mass and fruit diameter. For SS and AT, the AS treatments ensured greater maintenance in the values when compared to the control. For SS/AT ratio the interaction occurred with increasing values as the storage period and AS concentration increased. The pH of the samples ranged from 3.20 to 3.61. It is concluded that the application of salicylic acid in fruits of physalis is an alternative for the maintenance of the characteristics and post-harvest conservation and that the quality of the fruit, with respect to fruit diameter, is maintained when stored at room temperature for Up to 10 days, the loss of mass negatively affects the fresh appearance of the same already at 5 days post-harvest.

Keywords: Physalis peruviana, elicitor, small fruit, storage.

INTRODUÇÃO

A physalis faz parte do grupo das pequenas frutas e atrai os seus consumidores por apresentar excelentes propriedades nutracêuticas, sabor e aroma característico. A maior parte dos genótipos utilizados no Brasil é proveniente de populações da espécie Physalis peruviana. As frutas podem ser consumidas in natura ou processadas (Colli, M. P., 2015) e são consideradas frutas climatéricas (Rufato et al., 2013), ou seja, frutos que podem amadurecer na planta ou fora dela se colhidos imaturos. Segundo Rodrigues et al. (2012), a fruta de physalis deve ser colhida quando o cálice apresentar coloração amarelo-esverdeado até amarelo-amarronzado, nessas fases os frutos apresentam maiores massas, diâmetros e acúmulos de sólidos solúveis totais.

Outro fator, característico da cultura é o extenso período de colheita (Lima et al., 2013) e a manutenção ou não do cálice para comercialização (Galvis; Fischer & Gordillo, 2005).

Um procedimento que tem tomado destaque no controle de fungos que atacam na pós-colheita, é uso de compostos naturais ou biodegradáveis, não tóxicos, derivados de animais ou plantas, que apresentem efeito fungistático ou induzam a resistência natural das plantas (Bautista-Baños et al., 2006). Essa indução de resistência é uma alternativa com potencial para uso nos alimentos, já que a produção de alimentos considerados saudáveis, livres de agrotóxicos e produtos químicos vem sendo cada vez mais procurada pelos consumidores no decorrer dos anos (Borsatti, F. C., 2014).

Os genes envolvidos na chamada resistência sistêmica adquirida (RSA) estão associados, principalmente, com o acúmulo do ácido salicílico (AS) (Jalali et al., 2006). O AS é um composto fenólico natural, além de endogenamente ser uma molécula sinalizadora, capaz de induzir a resistência contra o ataque de predadores (Borsatti, F. C., 2014), reduz a atividade da ACC oxidase, enzima precursora para a síntese de etileno das plantas, retardando os efeitos desse hormônio (Altvorst e Bovy, 1995).

Weber et al. (2012), trabalhando com maracujás, observaram que o AS apresentou efeito de indução de resistência e manutenção da qualidade pós-colheita. Resultados semelhantes foram obtidos por Salari et al. (2012), nos estudos com a cultura do morangueiro. Em pêssegos, Farias et al. (2013), concluíram que diâmetro das lesões causadas por fungos foi diminuído após tratamento com AS, enquanto que para Loy et al. (2016), a aplicação de AS mostrou-se eficaz na redução de perda de massa. Em jabuticabas a aplicação do AS conservou as características físico-químicas e bioquímicas pós-colheita e inibiu a incidência de doenças na pós-colheita, sem interferir nas suas características organolépticas (Sanches et al., 2015).

Várias pesquisas já foram realizadas na busca de conhecimento das condições de armazenamento para conservação das qualidades físicas e químicas de frutos de physalis, porém não com a utilização do AS nessa cultura. Visto isso, o objetivo neste trabalho foi avaliar o efeito do composto ácido salicílico (AS) na conservação pós-colheita de physalis.

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi realizado no Laboratório de Pós Colheita de Frutas da Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel (FAEM)/Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Pelotas, Rio Grande do Sul (RS). Localizado no município do Capão do Leão, RS, latitude 31°52'00" S, longitude 52° 21'24" W e altitude 13,24 metros. O clima da região caracteriza-se por ser temperado úmido com verões quentes conforme a classificação de Köppen, do tipo “Cfa”. A região possui temperatura e precipitação média anual de 17,9°C e 1500 mm, respectivamente.

Como material vegetal, foram utilizadas frutas maduras, oriundas de um produtor comercial. Os cálices das frutas foram removidos, os physalis selecionados por grau de maturação - amarelo-esverdeado (início da maturação) (Licodiedoff, Koslowski; Hibani, 2013 citado por Lima et al. 2009) -, tamanho e integridade física. Foram higienizadas e o excesso de água retirado por centrifugação manual. Após as frutas foram separados em bandejas plásticas contendo 100 gramas cada e sobre elas foi borrifado ácido salicílico em diferentes concentrações (0, 1, 2, 3 e 4 mM). As bandejas foram mantidas a temperatura ambiente (±20ºC) e avaliadas com e 0, 5 e 10 dias de armazenamento.

Após cada período de armazenamento, foram realizadas as seguintes avaliações físicas e químicas: sólidos solúveis (SS), por refratometria, com refratômetro de mesa Shimadzu, e correção de temperatura para 20 ºC, utilizando-se uma gota de suco puro de cada repetição e expressando-se os resultados em °Brix; acidez titulável (AT), avaliada por titulometria de neutralização, com diluição de 10 mL de suco puro em 90 mL de água destilada e titulação com solução de NaOH 0,1 N, até que o suco atingisse pH 8,1, expressando-se o resultado em percentagem de ácido cítrico; relação SS/AT e pH, determinado diretamente no suco dos frutos com o uso de um medidor de pH Digimed DMPH - 2, com correção automática de temperatura; massa fresca dos frutos, verificada em balança digital e valores expressos em gramas (g); e diâmetro, em paquímetro digital e valores expressos em milimetros (mm).

O delineamento experimental foi completamente casualizado, com esquema fatorial 5 x 3, (concentrações de AS x períodos de armazenamento). Cada uma destas combinações continha três repetições e cada repetição foi composta por 100g frutos, representando uma unidade experimental. Os dados foram submetidos à análise de variância (ANOVA) e, as médias foram comparadas pelo teste de Tukey (5% de probabilidade de erro) pelo programa estatístico Winstat 2.0 (Machado & Conceição, 2003).

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Houve interação para as variáveis SS, AT, SS/AT e pH em todos os fatores analisados, porém para massa e diâmetro de frutas, somente o tempo de armazenamento foi significativo (Tabela 1).

Tabela 1
Valores de Sólidos Solúveis, Acidez Titulável, Relação Sólidos Solúveis/ Acidez Titulável e pH em physalis avaliadas sob diferentes concentrações de ácido salicílico e períodos de armazenamento. UFPel. Capão do Leão – RS, 2017
Valores de Sólidos
Solúveis, Acidez Titulável, Relação Sólidos Solúveis/
Acidez Titulável e pH em physalis
avaliadas sob diferentes concentrações de ácido salicílico e períodos de armazenamento.
UFPel. Capão do Leão – RS, 2017
Médias seguidas pela mesma letra maiúscula na linha e minúscula na coluna não diferem entre si pelo teste de Tukey (p≤0,05).

Para sólidos solúveis, a manutenção dos valores foi maior nos tratamentos com AS do que na testemunha após 10 dias de armazenamento. Isso provavelmente ocorreu pelo fato do AS contribuir para uma redução na taxa de degradação de polissacarídeos. Já que frutos climatéricos (como é o caso da physalis), possuem elevada velocidade de respiração e com isso, uma maior disponibilidade de açúcares simples, substrato para o metabolismo respiratório (Alves et al., 1995). Ou ainda, ao retardamento da maturação com a aplicação do AS como diminuidor da produção e efeitos do etileno (Blankenship e Dole, 2003).

Segundo o Codex Alimentarius (2001), para serem comercializados, as frutas de physalis devem apresentar, no mínimo, 14,0 ºBrix. As frutas da testemunha e quando submetidas à aplicação de 1 mM, logo quando colhidas e decorridos 5 dias de armazenamento, não se enquadram nesses requisitos de comercialização. Provavelmente estas estavam num grau de maturação diferenciado das demais, não tendo sido possível essa visualização através da coloração, já que todas apresentavam a cor amarelo-esverdeado.

Os dados demonstraram que os tratamentos com AS asseguraram maior manutenção da acidez titulável de physalis quando comparados à testemunha. Mazaro et al. (2015) encontraram resultados semelhantes em acerola tratadas com AS na pós colheita. Provavelmente o AS auxilia na redução do consumo de ácidos orgânicos no processo respiratório. Como esses ácidos são substratos para a respiração via ciclo de Krebs, à medida que são mantidos, o processo natural de maturação das frutas é reduzido. Chitarra & Chitarra (1990) afirmam que a manutenção da acidez do fruto é muito importante para a garantia do sabor e odor ao produto.

Para relação SS/AT a interação ocorreu com aumento dos valores conforme maior o período de armazenamento e a concentração de AS. Entretanto, para concentração de 1 mM de AS, associado aos 0 e 5 dias de armazenamento os valores de rátio não diferiram. Esse aumento dos valores à medida que as frutas vão maturando, é um comportamento resultante do aumento de açúcares totais e da degradação dos ácidos orgânicos, já que o ratio expressa o índice de maturação/qualidade do fruto (Auler; Fiori-Tutida; Scholz, 2009). Além de representar o equilíbrio entre o teor de açúcares e ácidos (Licodiedoff, 2012) essa relação é utilizada para avaliar o grau de maturação dos frutos (Demartelaere et al., 2015). De acordo com as normas da ICONTEC NTC 4580 (1999), a razão SS/AT ≥ 6,0 para frutas de phyalis corresponde ao índice de maturação mínimo permitido para comercialização. Sendo assim os resultados obtidos são satisfatórios para todos os fatores analisados. Bolzan, Cuquel e Lavoranti (2011) encontraram valores médios de 14,67 para Physalis angulata na região de Quatro Barras/PR, frutas essas sem cálice, conservadas sob refrigeração a 10 °C e armazenadas por 60 dias.

O pH das amostras variou de 3,20 (com 3 mM de AS aos 10 dias de armazenamento) a 3,61 (com 4 mM de AS e 0 dias de armazenamento). Diferença significativa no período de armazenamento foi constatada somente na testemunha (0 dias) e com a aplicação de 3 mM (10 dias), assim como para concentrações de AS, somente a amostra com 4 mM aos 5 dias de armazenamento apresentou diferença. Esses valores foram inferiores aos encontrados por Silva (2015), onde o pH dos frutos sem cálice durante o armazenamento à temperatura ambiente variou entre 3,70 e 3,89. Contudo, estão de acordo com o intervalo de valores citado por Rufato et al. (2008).

Em relação à massa e diâmetro do fruto, houve diferença significativa para todos os períodos de armazenamento, diminuindo gradativamente de 10,0 g; 9,59 g; 8,70 g; e de 18,0 mm; 17,11 mm; 16 mm, respectivamente para 0, 5 e 10 dias (Tabela 2).

Tabela 2
Valores de Massa de fruto (g) e Diâmetro (mm) em função de diferentes períodos de armazenamento. UFPel. Capão do Leão – RS, 2017
Valores de Massa
de fruto (g) e Diâmetro (mm) em função de diferentes períodos de armazenamento.
UFPel. Capão do Leão – RS, 2017
Médias seguidas pela mesma letra minúscula na coluna não diferem entre si pelo teste de Tukey (p≤0,05).

A perda de massa das frutas em todos os períodos avaliados foi superior à citada por Burg (2004), quando afirma que quando as perdas superam 3-10% da massa dos frutos, o aspecto fresco dos produtos vegetais desaparece. Esses resultados contrariam os obtidos por Lima et al. (2013) em experimento analisando a massa de frutos de physalis aos 2, 4, 6 e 8 dias após a colheita e conservados em temperatura ambiente. Essa perda de massa em frutos é causada principalmente pela perda de água do fruto através dos processos de transpiração e respiração e implica tanto na perda de massa da matéria fresca comercializável, como também na perda de qualidade do produto (BRACKMANN et al., 2007).

Para diâmetro de physalis, existe uma norma oficial de qualidade (Codex Alimentarius, 2001), onde os frutos são classificados em quatro calibres (A: 15,1 - 18,0; B: 18,1 - 20,0; C: 20,1 - 22,0; e D: ≥ 22,1), sendo esses valores expressos em milímetros. Portanto, os valores de diâmetro observados neste trabalho para todos os períodos de armazenamento avaliados, se encontram dentro dos parâmetros oficiais de qualidade.

CONCLUSÕES

Conclui-se que a aplicação de ácido salicílico em frutas de physalis é uma alternativa para a manutenção das características de SS e AT na sua conservação pós-colheita.

A qualidade da fruta, no que diz respeito ao diâmetro de fruta, é mantida quando conservadas em temperatura ambiente por até 10 dias, já a perda de massa afeta negativamente o aspecto fresco das mesmas já aos 5 dias pós-colheita.

Referências

Altvorst, A.C.; Bovy, A.G. The role of ethylene in the senescence of carnation flowers: a review. Plant Growth Regulation, New York, v. 16, p. 45-53, 1995.

Alves, R.E.; Chitarra, A.B.; Chitarra, M.I.F. Postharvest physiology of acerola (Malpighia emarginata D.C.) fruits: Maturation changes, respiratory activity and refrigerated storage at ambient and modified atmospheres. Acta Horticulturae, v.370, p.223-229, 1995.

Auler, P. A. M.; Fiori-Tutida, A. C. G.; Scholz, M. B. S. Qualidade industrial e maturação de frutos de laranjeira ‘Valência’ sobre seis porta-enxertos. Revista Brasileira de Fruticultura, v. 31, p. 1158-1167, 2009.

Bautista-Baños, S.; et al. Chitosan as a potential natural compound to control pre and postharvest diseases of horticultural commodities. Crop Protection, London, v.25, p.108118, 2006.

Blankenship S. M.; Dole J.M. 1-Methylcyclopropene: a review. Postharvest Biology and Technology 28: 1-25, 2003.

Bolzan, R. P.; Cuquel, F. L.; Lavoranti, O. J. Armazenamento refrigerado de Physalis. Revista Brasileira de Fruticultura, v. especial, p. 577-583, 2011.

Borsatti, F. C.; Ácido salicílico na qualidade pós-colheita de frutos, hortaliças folhosas e flores. 81 f. Dissertação (Mestrado em Agronomia) – Programa de Pós-Graduação em Agronomia (Área de Concentração: Produção vegetal), Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Pato Branco, 2014.

Chitarra, M. I. F.; Chitarra, A. B. Pós-colheita de frutas e hortaliças: fisiologia e manuseio. Lavras: ESAL/Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão, 1990.

Codex Alimentarius. Codex standard for cape gooseberry. Codex Stan 226-2001. 1ªed. World Health Organization e Food and Agriculture Organization of the United Nations. Fresh fruits and vegs., 24-28, 2001.

Colli, M. P. Componentes de rendimento e características físico-químicas de fruto em genótipos de fisális submetidos a diferentes espaçamentos. 2015. 71 f. Dissertação (Mestrado em Produção Vegetal) – Universidade do Estado de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Ciências Agrárias, Lages, SC. 2015.

Demartelaere, A. C. F. et al . Extratos vegetais no controle da antracnose e na conservação da qualidade em frutos de mamoeiro. Rev. Bras. plantas med., Botucatu 17(4) supl. (3): 1041-1048. 2015.

Farias et al. Crescimento fúngico reduz com a aplicação de ácido salicílico na pós-colheita de pêssego ‘Chiripá. In: 13ª Jornada de Pós-Graduação e Pesquisa. Urcamp, 2016. Revista da Jornada de Pós-Graduação e Pesquisa. ISSN:1982-2960.

Galvis, J.A.; Fischer, G. & Gordillo, O. P. Cosecha y poscosecha de la uchuva. In: Fisher G, Miranda D, Piedrahita W & Romero J (Eds.) Avances en cultivo, poscosecha y exportación de la uchuva (Physalis peruviana L.) em Colombia. Bogotá, Unibiblos, Universidad Nacional de Colombia. p.165-190, 2005.

ICONTEC. Uchuva (Physalis peruviana), para el consumo fresco o destinado al procesamiento industrial. Colombia. Norma Técnica Colombiana NTC 4580, 1999.

Jalali, B.L.; Bhargava, S.; Kamble, A. Signal transduction and transcriptional regulation of plant defense responses. Journal of Phytopathology, v.154, p.65-74, 2006.

Lima, C. S. M. et al. Características físico-químicas de physalis em diferentes colorações do cálice e sistemas de condução. Rev. Bras. Frutic. [online]. 2009, vol.31, n.4, pp.1061-1068. ISSN 0100-2945.

Lima et al. Qualidade pós-colheita de Physalis sob temperatura ambiente e refrigeração. Rev. Ceres, Viçosa, 60(3):311-317, mai/jun, 2013.

Loy et al. Ácido salicílico e vida de prateleira de pêssegos Kampai. In: 13ª Jornada de Pós-Graduação e Pesquisa Urcamp, 2016. Revista da Jornada de Pós-Graduação e Pesquisa. ISSN: 1982-2960.

Machado, A.A.; Conceição, A.R. WinStat, sistema para análise estatística para Windows. Versão 2.0. UFPel/NIA. 2003.

Mazaro, S. M. et al. Qualidade pós-colheita de acerolas tratadas com ácido salicílico Revista Brasileira de Ciências Agrárias, Pernambuco, vol. 10(4):512-517, 2015.

Rodrigues, F. A. et al. Caracterização do ponto de colheita de Physalis peruviana L. na Região de Lavras, MG. Biosci. J., Uberlândia, 28(6):862-867, Nov./Dec.2012.

Rufato, A. de R. et al. A cultura da Physalis. Série Fruticultura–Pequenas Frutas, CNPUV, 2013.

Rufato, L. et al. Aspectos técnicos da cultura da physalis. Série Fruticultura – Pequenas Frutas Lages: CAV/UDESC; Pelotas: UFPel, 100p., 2008.

Salari, N. Effect of salicylic acid on post-harvest quantitative and qualitative traits of strawberry cultivars. Advances in Environmental Biology, v.7(1):94-99, 2012.

Sanches et al. Qualidade e resistência pós-colheita de jabuticabas tratadas com ácido salicílico. Acta Iguazu, Cascavel, v.4, n.4, p. 28-40, 2015.

Silva, C. M. F. Comportamento de Physalis peruviana L. em pós-colheita. 2015. 121 f. Dissertação (Mestrado em Biotecnologia e Qualidade Alimentar) - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Vila Real, Portugal. 2015.

Weber, D. et al. Ácido salicílico e refrigeração na conservação de maracujás. Rev. Iber. Tecnología Postcosecha Vol 13(2):123-129, 2012.

HMTL gerado a partir de XML JATS4R por