Características físicas e químicas de morango ‘San Andreas’ submetido a diferentes posicionamentos de slab, densidades de plantio e meses de avaliação
PHYSICAL AND CHEMICAL CHARACTERISTICS OF 'SAN ANDREAS' STRAWBERRY SUBMITTED TO DIFFERENT SLAB POSITIONS, PLANT DENSITIES AND EVALUATION MONTHS
Características físicas e químicas de morango ‘San Andreas’ submetido a diferentes posicionamentos de slab, densidades de plantio e meses de avaliação
Revista Iberoamericana de Tecnología Postcosecha, vol. 18, núm. 2, pp. 115-120, 2017
Asociación Iberoamericana de Tecnología Postcosecha, S.C.
Resumo: As propriedades químicas e físicas de um produto agrícola são influenciadas por diversos fatores, entre eles, os sistemas de produção. Nesse sentido, têm crescido o interesse pelo cultivo de morangueiro em substrato, em virtude das várias vantagens proporcionadas pelo mesmo, sendo uma destas a qualidade das frutas. Objetivouse nesse trabalho verificar se o posicionamento dos slabs, densidades de plantio e meses de avaliação influenciam nas propriedades físico, químicas e fitoquímicas do morango. O experimento a campo foi realizado em propriedade rural particular, localizado no município de Laranjeiras do Sul - PR. O experimento foi realizado em sistema de cultivo em substrato utilizado túnel alto, com mudas da cultivar San Andreas oriundas de viveiro comercial. Avaliaram - se os atributos físicos e químicos (diâmetro, comprimento, massa, coloração pH, sólidos solúveis, acidez titulável, relação sólidos solúveis/acidez titulável) e quantificaram-se os compostos fenólicos e antocianinas. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado. Os dados foram submetidos à análise de variância no software Sisvar e as médias dos tratamentos foram comparadas entre si pelo teste de Tukey a 5% de significância. Conclui-se que as características físico, químicas e fitoquímicas das frutas de morangueiro cultivar San Andreas no posicionamento do slab na vertical e menor densidade de plantio (10 plantas por slab) proporcionou maiores atributos de qualidade. Os meses de avaliação, maio, agosto e setembro apresentaram frutas maiores.
Palavras-chave: Fragaria x ananassa Duch, físico – química, fitoquímicos.
Abstract: The chemical and physical properties of an agricultural product are influenced by several factors, including production systems. In this sense, the interest for the cultivation of strawberry in substrate has grown, due to the several advantages provided by the same, being one of these the quality of the fruits. The objective of this study was to verify if the positioning of slabs, planting densities and months of evaluation influenced the physical, chemical and phytochemical properties of the strawberry. The field experiment was carried out in private rural property, located in the municipality of Laranjeiras do Sul - PR. The experiment was carried out in a high tunnel substrate cultivation system, with seedlings of the cultivar San Andreas from commercial nursery. The physical and chemical attributes (diameter, length, mass, pH color, soluble solids, titratable acidity, soluble solids / titratable acidity) were evaluated and the phenolic compounds and anthocyanins quantified. The design was completely randomized. Data were submitted to analysis of variance in the Sisvar software and the means of the treatments were compared by the Tukey test at 5% of significance. It was concluded that the physical, chemical and phytochemical characteristics of the strawberry fruits cultivar San Andreas in the vertical slab positioning and lower planting density (10 plants per slab) provides higher quality attributes. The evaluation months, May, August and September presented larger fruits.
Keywords: Fragaria x ananassa Duch, physicochemical, phytochemicals.
INTRODUÇÃO
As frutas de morangueiro (Fragaria x ananassa Duch.) são apreciadas em diversos países em virtude da sua atraente coloração, aroma, sabor agradável e propriedades nutracêuticas (Giménez, Andriolo e Godoi 2008). Além disso, é amplamente cultivado devido às diversas possibilidades de comercialização e processamento, aliado da alta rentabilidade que proporciona aos produtores, mesmo em pequenas áreas (Fachinello et al., 2011).
No Brasil, tem crescido nos últimos anos o interesse pelos sistemas de cultivo sem solo (semi-hidropônico ou cultivo em substrato). Nesses sistemas de cultivo o fornecimento de água e nutrientes pode ser ajustado conforme as necessidades da planta, reduzindo as perdas por excessos, principalmente em se tratando de sistemas fechados. Fator importante a ser destacado é a possibilidade de cultivar as plantas em bancadas ou suportes acima do nível do solo, facilitando os tratos culturais (Godoi et al., 2008). Segundo Resende et al. (2010), pode se destacar como vantagens adicionais a maior produtividade e qualidade das frutas.
O conhecimento dos atributos de qualidade é de grande importância, uma vez que o valor comercial das frutas é determinado pelo conjunto das suas características físicoquímicas (Maro, 2011). Essas características do produto agrícola são influenciadas por diversos fatores, como a cultivar, as condições ambientais, as práticas culturais e os sistemas de produção (Camargo et al., 2009).
Dentre as práticas culturais, a densidade de plantio é um fator importante a ser considerado, pois com a maior da densidade de plantio espera-se melhor aproveitamento da área de exploração e aumento da produtividade. No entanto, as plantas podem competir por luz, água e nutrientes o, que influenciaria a produção por planta e a qualidade final das frutas (Portela et al., 2012). Outro fator que pode interferir nas características físico, químicas e fitoquímicas das frutas em sistema de cultivo em substrato é o posicionamento dos slab, seja horizontal ou vertical, por permitir ou restringir o crescimento do sistema radicular, na produção de hormônios, na absorção de água e nutrientes e consequentemente na qualidade das frutas (Freitas et al., 2013).
Em relação às condições ambientais, a temperatura, luminosidade, a umidade que modificam ao longo dos meses do ano, influenciam no crescimento e desenvolvimento das plantas e também nas características das frutas. Desta forma, haverá influencia da qualidade das frutas em função dos diferentes meses de colheita, pois, por exemplo, em períodos com alta temperatura ocorrerá aumento da taxa fotossintética, devido ao maior período com intensidade luminosa, propiciando maior acúmulo de fotoassimilados que influenciarão na qualidade do produto final.
Embora exista ampla bibliografia sobre a qualidade e o conteúdo nutricional do morangueiro, em sistemas de cultivo em substrato há poucos estudos, sendo necessários constantes pesquisas que avaliem as alterações nas características físicas, químicas e fitoquímicas, visando á adequação do melhor posicionamento de slab, densidade de plantio e meses de colheita, pois esse sistema de cultivo necessita de alto investimento inicial, exigência de qualificação dos produtores e custo com assistência técnica (Sanhueza, 2007).
Nesse contexto, o objetivo neste trabalho foi verificar se o posicionamento do slab, densidade de plantio e meses de avaliação influenciam nas propriedades físico, químicas e fitoquímicas do morango.
MATERIAL E MÉTODOS
O experimento a campo foi realizado em propriedade rural particular, denominado de Sítio Coqueiro Alto, localizado no município de Laranjeiras do Sul-PR (25º23’39,4”S, 52º23’41,7”W e altitude de 840 m). O clima da região é classificado como Cfb, clima temperado com verão ameno, segundo a classificação de Köeppen, com temperatura média anual entre 18 e 19ºC e precipitação de 1800 a 2000 mm/ano (Caviglione et al., 2000). Durante o período de execução do experimento as temperaturas médias ficaram entre 16 e 23°C. A precipitação acumulada nesse período foi de aproximadamente 834 mm (Figura 1) (IAPAR, 2017).

Como material vegetal utilizou-se mudas de morangueiro cultivar San Andreas, adquiridas em viveiro comercial e caracterizadas quanto à altura de plantas e comprimento de raízes, ambos verificados com régua milimetrada expressa em cm; número de folhas e diâmetro, medido com o auxilio de paquímetro digital, expresso em milímetro. As mudas apresentavam valores médios de 16,5 cm de altura, 4,5 cm de comprimento de raiz e 10,83 mm de diâmetro de caule.
As mudas foram transplantadas no mês de março de 2017, em sacos de polietileno denominados slabs, com coloração externa branca e interna preta, possuindo dimensões de 1,5 m x 0,3 m (comprimento x largura) e 250 micras, preenchido com aproximadamente 22 quilos de substrato comercial Turfa Fértil®, composto por: turfa, casca de arroz carbonizada aditivada e calcário calcítico (59%) com condutividade elétrica de 0,8 ± 0,3 (mS/cm) e pH 5,8 ± 0,5. Os slabs foram dispostos em bancadas de madeira construídas horizontalmente sobre palanques de sustentação instalados sob estrutura do tipo túnel alto, construída em madeira e plástico. A fertirrigação foi realizada por meio de fita gotejadora e a solução nutritiva (Ferti base e Ferti morango) foi igualmente distribuída entre todas as plantas, a qual foi monitorada por meio de condutivímetro e o pH através de peagâmetro. Utilizou-se o controle químico para problemas fitossanitário.
Os tratamentos experimentais foram três fatores: posicionamentos de slab (horizontal - 1,50 m de comprimento e 0,10 m de altura e vertical – 1,50 m de comprimento e 0,20 m de altura) nas bancadas, densidades de plantio (linha única com 10 plantas por slab e espaçamento entre plantas de 15 cm e de linha dupla de 7 plantas em cada linha com espaçamento de 20 cm x 15 cm, entre plantas e entre linhas, respectivamente) e meses de avaliação (maio, junho, julho, agosto e setembro).
As colheitas das frutas se iniciaram aproximadamente 48 dias após o plantio das mudas, sendo que as frutas foram colhidas quando atingiram 75 % da coloração vermelha conforme a metodologia descrita por Flores Cantillano (2010).
A caracterização físico-química e fitoquímica das frutas foram realizadas no laboratório de Análise de Alimentos da Universidade Federal da Fronteira Sul, campus Laranjeiras do Sul, PR, sendo estas, executadas imediatamente após a colheita, avaliando-se: massa média (g) com balança de precisão, diâmetro e comprimento das frutas (mm) com paquímetro digital verificado na região equatorial da fruta, coloração (Hue° e croma) determinada por meio de colorímetro marca Konica Minolta, modelo Chroma meter CR400, sólidos solúveis (ºBrix) com refrâtometro digital, acidez titulável por titulometria (% de ácido cítrico), ratio obtido através do cálculo da razão entre sólidos solúveis e a acidez titulável, pH por meio de peagâmetro de mesa, antocianinas com extração em metanol acidificado e leitura da absorbânica de 520 nm em espectrofotômetro (mg.100 g-1 de amostra), com base na metodologia de Lee e Francis (1972) e compostos fenólicos por meio do método de Folin-Ciocauteau, de acordo com Minussi et al. (2003), sendo que as leituras das amostras foram feitas em espectrofotômetro a 765 nm, após 2 horas de reação.
O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2x2x5 (posições de slabs, densidades de plantio e meses de avaliação). Para a determinação do diâmetro e coloração foram utilizadas três repetições, representadas por um morango cada. Para as análises químicas e fitoquímicas utilizou-se três repetições com dez frutas cada. Os dados foram submetidos à análise de variância no software Sisvar e as médias dos tratamentos foram comparadas entre si pelo teste de Tukey a 5% de sigificância (Ferreira, 2011).
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Para as variáveis, croma, pH, acidez titulável, ratio, os tratamentos não foram significativos ao nível de 5 % de significância.
Para as variáveis, diâmetro, comprimento e massa da fruta por planta somente os meses de avaliação influenciou significativamente (Tabela 1). Os meses com aumento de temperatura, como maio, agosto e setembro, resultaram em frutas com maior diâmetro, comprimento e massa. Isto se deve em virtude das condições propicias para uma maior produção de cultivar de dia neutro, ou seja, aumento de temperatura e fotoperíodo. Os menores valores de diâmetro, comprimento e massa média no mês de julho deve-se a diminuição da temperatura (16°C) e do fotoperíodo, que induzem a planta a diminuir o metabolismo e entrar em dormência, ocasionando menores produções (Figura 1) (Bosc, 2013). As cultivares de dia neutro, como a utilizada neste experimento, mesmo sendo insensíveis ao fotoperíodo, normalmente apresentam diminuição da produção de frutas durante os meses com baixas temperaturas e fotoperíodo.

Para diâmetro e comprimento de frutas os valores obtidos foram semelhantes aos encontrados por Guimarães et al. (2013), em pesquisa com cultivar Albion, obtiveram frutas com 26 mm de diâmetro e 30 mm de comprimento. Já Santos et al. (2015), verificaram frutas da cultivar San Andreas com diâmetro de 22 mm e comprimento de 26 mm. Já Santos et al. (2013), verificaram frutas com maior tamanho utilizando a mesma cultivar do presente trabalho, com frutas de 36,06 mm de diâmetro e comprimento de 49 mm.
O diâmetro das frutas de morango é um aspecto importante na classificação comercial, de acordo com o Programa Brasileiro para a Modernização da Horticultura (PBMH) e Produção Integrada de Morango (PIMo) (2009) as duas principais classes são 15 e 35, sendo a classe 15, que agrega frutas de 15 a 35 mm e classe 35, a que possui frutas com diâmetro acima de 35 mm. Desta forma, os resultados obtidos nesta pesquisa mostram que apenas as frutas colhidas no mês de julho não estariam agrupadas na classe 15, ou seja, inaptas à comercialização, entretanto, as frutas colhidas nos outros meses encontramse de acordo com o previsto pelas normas de classificação e aptas a comercialização e nenhumas das frutas obtiveram a classe 35.
Quanto à massa média das frutas, os valores obtidos são maiores que os verificados por Cavalho (2013), para cultivar San Andreas, em que o mesmo obteve 12,47 g.planta-1, em cultivo convencional, exceto para o mês de julho. Carpenedo (2010), em plantio de morangueiro no solo verificou 17,1 e 18,2 g.planta-1 , para as cultivares Albion e Camino real, respectivamente.
A menor densidade de plantio proporcionou frutas com maior teor de sólidos solúveis (Tabela 2). Os valores de sólidos solúveis variaram de 6,5 °Brix (14 plantas por slab), a 6,91 °Brix (10 plantas por slab). Os resultados obtidos são semelhantes ao verificados por Antunes (2013), de 6,57 em morangueiro cultivar San Andreas. Esse baixo teor de sólidos na maior densidade de plantio pode ser explicado pela menor radiação interceptada individualmente pela planta e consequentemente reduzindo taxa fotossintética, ocasionando menor acúmulo de açucares nas frutas. E ainda, apesar do fator meses de avaliação não ter sido significativo para esta variável, os dias nublados e chuvosos durante a produção, também ocasiona redução na intensidade da fotossíntese fazendo com que a planta produza menos carbono líquido (açúcares) (Figura 1). Em consequência disso, tem-se uma redução significativa no teor de sólidos solúveis nas frutas.

Para as variáveis coloração e antocianinas houve interação entre os fatores densidades de plantio e posicionamentos dos slabs (Tabela 3). Analisando a coloração expressa em ângulo Hue° que representa a tonalidade da cor da fruta, foram obtidas médias de 31,28 e 32,50, ou seja, tonalidade vermelha, para os tratamentos posicionamento vertical associado a maior e menor densidade, respectivamente. Esses valores encontrados para a coloração foram semelhantes aos encontrados por Alves (2015), em frutas de morango cultivar San Andreas que obteve em seu trabalho a tonalidade de 30,29. Segundo Guedes et al. (2013), a coloração da fruta é de extrema importância para a aceitação inicial pelo consumidor, seguida da firmeza e do sabor.

Quanto aos teores de antocianinas das frutas foram maiores no tratamento posicionamento vertical associado a menor densidade. As concentrações de antocianinas obtidas (entre 4,51 e 6,43 mg.100 g-1 para cultivar San Andreas) são inferiores aos resultado verificados por Chaves (2014), para a mesma cultivar, em cultivo no solo, de 18, 24 e 18,69 mg.100 g-1 pelo método pH diferencial e por CLAE/DAD, respectivamente. Calvete et al. (2008), encontraram valores variando de 21 a 56 mg.100 g-1 ; para diferentes cultivares de morangueiro testadas. A menor densidade de plantio expõe as frutas a maiores níveis de radiação solar, sendo este um dos fatores que proporcionam maior incremento na produção de compostos bioativos. Além disso, esse resultado pode ser explicado pelo maior crescimento radicular em função da profundidade do substrato, o que possibilitaria melhor absorção de água e nutrientes essenciais, esses fatores são determinantes crescimento e desenvolvimento de frutas e vegetais.
O maior espaço para crescimento radicular proporcionado pelo posicionamento na vertical também influenciou a maior concentração de compostos fenólicos totais (Tabela 4). Os valores obtidos entre 207,98 e 219,15 mg.100g-1 , para posicionamento vertical e horizontal, respectivamente, são inferiores aos observados nos estudos realizados por Carvalho (2013), de 239,14 mg.100 g-1 , para a cultivar San Andreas em sistema convencional. A produção de compostos fenólicos é uma resposta da planta quando é submetida a condições adversas, como ventos, chuvas, ataque de pragas ou patógenos. Durante a produção das frutas ocorreram muitas chuvas e temperaturas amenas, propiciando o ataque do fungo Botrytis cinerea. Dessa forma, pode-se inferir a concentração de compostos fenólicos pode ter sido influenciada também por esta doença fúngica.

CONCLUSÃO
As características físico, químicas e fitoquímicas das frutas de morangueiro cultivar San Andreas no posicionamento do slab na vertical e menor densidade de plantio (10 plantas por slab) proporcionou frutas com qualidade superior. Os meses de avaliação, maio, agosto e setembro apresentaram frutas maiores.
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