Diretrizes para autores
Horizontes
Antropológicos é um periódico comprometido com as boas práticas e a ética na
gestão dos manuscritos, expressas
nas orientações abaixo:
1
– Horizontes Antropológicos publica trabalhos originais/inéditos sob a forma de
artigos e entrevistas, em português, espanhol, francês ou inglês.
1.1
– As/os autoras/es que tiverem seus
trabalhos publicados devem
observar o intervalo de 18 meses, a contar da data da publicação,
antes de realizarem a submissão
de um novo artigo.
2
– O número máximo de autoras/es por artigo é quatro.
Aceitamos a submissão de somente
um trabalho por autor/a
para cada chamada de artigos.
2.1
– A submissão de trabalhos deve ser realizada na plataforma SEER
(https://seer.ufrgs.br/horizontesantropologicos) e as/os autoras/es devem obrigatoriamente informar: nome, ORCID, e-mail, afiliação
institucional (especificando cidade, estado e país da
instituição). Para assegurar
a integridade da avaliação às cegas pelos pares, as/os
autoras/es devem excluir qualquer
identificação de autoria
nos textos, inclusive em referências
e notas de rodapé. Em arquivos do Microsoft Office
e PDF (Adobe Acrobat), a identificação de autoria deve ser removida das propriedades do documento. Não
aceitamos a duplicação de publicação
ou tradução de artigo já publicado em outro periódico ou como capítulo
de livro.
2.2
– Caso haja interesse
das/dos autoras/es, os artigos podem
ser disponibilizados previamente na modalidade preprint em https://preprints.scielo.org/index.php/scielo/index.
Para isso, é necessário o
aceite das exigências de conformidade
com a Ciência Aberta (solicite o formulário
pelo e-mail horizontes@ufrgs.br). Neste formulário, as/os autoras/es informam:
(a) se o manuscrito é um preprint
e, em caso positivo, sua localização; (b) se dados, códigos de programas e outros materiais subjacentes ao texto do
manuscrito estão devidamente
citados e referenciados; e, (c) se aceitam opções de abertura no processo de
avaliação pelos pares.
2.3
– Como expressão de transparência
e reconhecimento do trabalho
de diferentes pesquisadores, o texto final, no caso
de aprovação para publicação,
deve informar ao fim, de modo preciso, as contribuições
específicas de cada autor(a). As/os autoras/es também
devem especificar formalmente se há
ou não possíveis
conflitos de interesse na realização e comunicação de suas pesquisas.
2.4
– Os artigos devem ter um título que represente de forma objetiva seu conteúdo, ser escritos em espaço duplo e ter até 10 mil palavras, incluindo referências e notas. Caso se trate de artigo sobre pesquisa
empírica, o texto pode chegar a 11 mil palavras e deve apresentar a metodologia empregada: como as observações foram coletadas; de onde e como as observações foram extraídas, quais documentos
e arquivos foram
consultados, em que local e data; quais
perguntas de quais surveys foram analisadas;
em que contexto, local e data/período foi realizado o trabalho de
campo; quantas pessoas foram entrevistadas; qual roteiro foi utilizado; qual técnica de observação foi empregada, etc. Deve ainda explicitar como as observações foram analisadas, quais foram os métodos e técnicas utilizadas na produção de cada gráfico, tabela,
figura, descrição e interpretações
defendidas.
2.5
– Os artigos devem vir acompanhados de um resumo escrito em espaço simples, no mesmo idioma, com até 150 palavras, e de mais quatro palavras-chaves,
bem como de uma versão em inglês
do resumo (Abstract), nos mesmos
padrões, com quatro palavras-chave (Keywords) e versão em inglês do título. No caso de originais em inglês,
essas informações devem, também, trazer a versão em espanhol.
3
– O padrão adotado pela
revista para citações e referências
segue as normas da ABNT, NBR 10520 e NBR 6023,
respectivamente.
3.1
– As notas explicativas devem vir
no rodapé da página e as referências
devem vir após o texto, ordenadas alfabeticamente.
3.2
– No corpo do texto, a indicação
de referência nas citações diretas deve trazer autor(es), ano de publicação e página(s); nas citações indiretas a indicação de página é opcional, conforme os modelos:
Segundo
Hassen (2002, p. 173): “Há uma grande carência de materiais didáticos nesse campo, principalmente se aliados à ludicidade.”
Sabemos
que há “[…] uma grande carência de materiais didáticos nesse campo […]” (Hassen, 2002, p. 173).
Sabemos
da grande carência de materiais
didáticos nesse campo (Hassen, 2002).
Sabemos
da grande carência de materiais
didáticos nesse campo,
segundo Hassen (2002).
ou
Sabemos
da grande carência de materiais
didáticos nesse campo,
segundo Hassen (2002, p. 173).
3.3
– As citações diretas com mais de três
linhas, no texto, devem ser
destacadas com recuo e corpo menor de letra, sem aspas, em espaço simples; transcrições das falas dos informantes seguem
a mesma norma, conforme o modelo:
[…]
regras de comportamento
explícitos às quais os indivíduos se referem
conscientemente, e que se fundam sobre justificações ou princípios filosóficos, ideológicos ou
políticos, ou sobre o surgimento
de novas aspirações individuais
ou coletivas. (Bozon, 1995, p. 124).
3.4
– As referências, no final do texto, devem seguir os modelos:
3.4.1
– Livro (e guias,
catálogos, dicionários, etc.) no todo: autor(es),
título (em itálico e separado por dois-pontos
do subtítulo, se houver), número da edição (se indicado), local, editora, ano de publicação:
DUMONT,
L. Homo hierarchichus: o sistema de castas e suas implicações. São Paulo:
EDUSP, 1992.
FORTES,
M.; EVANS-PRITCHARD, E. E. (Ed.). African political systems. Oxford: Oxford
University Press, 1966.
MINISTÉRIO
DE SALUD. Unidade Coordinadora Ejecutora VIH/SIDA y
ETS. Boletín de SIDA: programa nacional de lucha contra los retrovirus del
humano y SIDA. Buenos Aires, mayo 2001.
3.4.2
– Parte de livro (fragmento, artigo, capítulo em coletânea): autor(es), título
da parte seguido da expressão “In:”, autor(es) do livro, título (em itálico e
separado por dois-pontos do subtítulo, se houver), número da edição (se
indicado), local, editora, ano de publicação,
página(s) da parte referenciada:
VELHO,
O. Globalização: antropologia
e religião. In: ORO, A. P.; STEIL, C. A. (org.). Globalização e religião. Petrópolis: Vozes, 1997. p. 25-42.
3.4.3
– Artigo/matéria em
periódico (revista, boletim, etc.): autor(es), título
do artigo, nome do periódico (em
itálico), local, ano e/ou volume,
número, páginas inicial e final do artigo, data.
CORREA,
M. O espartilho de minha avó: linhagens femininas na antropologia.
Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, ano 3, n. 7,
p. 70-96, out. 1997.
3.4.4
– Artigo/matéria em jornal:
autor(es), título do artigo, nome do jornal (em itálico), local, data, seção ou caderno, página (se não houver seção
específica, a paginação precede a data):
TOURAINE,
A. O recuo do islamismo político. Folha
de S. Paulo, São Paulo, 23 set. 2001. Mais!, p. 13.
SOB
as bombas. Folha de S. Paulo, São Paulo, p. 2, 22
mar. 2003.
3.4.5
– Trabalhos acadêmicos: referência completa seguida do tipo de documento, grau, vinculação acadêmica, local e data da defesa conforme folha de aprovação (se houver):
GIACOMAZZI,
M. C. G. O cotidiano da Vila Jardim: um estudo de trajetórias,
narrativas biográficas e sociabilidade sob o prisma do medo na cidade.
1997. Tese (Doutorado em Antropologia Social) – Instituto de Filosofia
e Ciências Humanas, Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, Porto Alegre, 1997.
3.4.6
– Evento no todo: nome do evento, numeração
(se houver), ano e local (cidade)
de realização, título do documento (anais, atas, resumos, etc., em itálico), local de publicação,
editora e data de publicação:
REUNIÃO
DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANTROPOLOGIA, 21., 1998, Vitória. Resumos […] Vitória: Departamento de Ciências
Sociais/UFES, 1998.
3.4.7
– Trabalho apresentado em evento: autor(es), título do trabalho
apresentado seguido da expressão
“In:”, nome do evento, numeração
(se houver), ano e local (cidade)
de realização, título do documento (anais, atas, resumos, etc., em itálico), local de publicação,
editora, data de publicação e página inicial e final
da parte referenciada:
STOCKLE,
V. Brasil: uma nação através das imagens da raça. In: REUNIÃO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANTROPOLOGIA,
21., 1998, Vitória. Resumos […] Vitória: Departamento
de Ciências Sociais/UFES,
1998. p. 33.
3.4.8
– Documento em meio eletrônico: acrescenta-se à referência a descrição física do
suporte (CD-ROM, disquete, etc.); para documentos consultados on-line,
indica-se o endereço completo e a data de acesso (dia, mês
e ano):
CEISAL
– CONGRESO EUROPEO DE LATINOAMERICANISTAS, 3., 2002, Amsterdam.
Cruzando fronteras en América Latina. Amsterdam:
CEDLA: Radio Nederland Wereldomroep.
1 CD-ROM.
ALVES,
D. Notas sobre a condição do praticante
budista. Debates do NER, Porto Alegre, ano 7, n. 9,
p. 57-80, jan./jun. 2006. Disponível em:
http://seer.ufrgs.br/index.php/debatesdoner/article/view/2767/1382. Acesso em: 5 jun. 2013.
3.5
– Nos textos, evitar o uso de mais de uma fonte tipográfica; usar
inicial maiúscula somente quando imprescindível; os
recursos tipográficos devem ser utilizados
uniformemente:
a)
itálico: para palavras estrangeiras,
não dicionarizadas e ênfase;
b)
aspas duplas: citações diretas
com menos de três linhas, citações de palavras individuais ou palavras cuja conotação ou uso mereça destaque;
c)
negrito e sublinhado: devem
ser evitados.
4
– Imagens que façam parte
do artigo (figuras e gráficos, inclusive) devem ser
enviadas em formato TIFF (sem
compressão) e resolução de
300dpi no tamanho final pretendido para a impressão. Largura máxima: 11,6 cm; altura máxima: 16 cm (ou 1368 x 1890 pixels).
5
– A publicação dos artigos
será decidida pelos editores da revista e organizadoras/es do número temático,
levando em consideração
pareceres de consultores externos.
6
– Para alargar a captação de colaborações,
Horizontes Antropológicos faz ampla divulgação da temática de seus
números já programados e respectivos organizadores na
contracapa de seus números,
em seu website,
em redes sociais, em blogs especializados e em boletins de associações profissionais de ciências sociais.
Processo de Avaliação pelos Pares
Horizontes Antropológicos trabalha com números temáticos.
Os textos submetidos são
inicialmente avaliados pelos editores e pelos
organizadores de cada número para verificar se estão
de acordo com a temática proposta, se possuem suficiente densidade teórica e se estão em conformidade com as Orientações para Autores.
Os trabalhos aprovados nessa primeira fase são encaminhados a consultores da
área de conhecimento da pesquisa e com comprovada produção. As recomendações das avaliações pelos pares podem ser:
“aceitar”, “aceitar com modificações”
e “rejeitar”. Os avaliadores
observam os seguintes critérios:
1.
Relevância do tema abordado para a área da Antropologia;
2.
Adequação do título, resumo e palavras-chave ao conteúdo;
3.
Consistência da argumentação
teórica; clareza do tema, dos objetivos e dos argumentos; qualidade
da escrita;
4.
Integração entre o aporte teórico e os dados
de campo (no caso de trabalhos etnográficos);
5.
Consistência, atualização
e pertinência da bibliografia,
da metodologia e das referências
utilizadas;
6.
Adequação das ilustrações
e tabelas ao texto apresentado (quando for o caso).
Finalizada a avaliação
pelos pares, os artigos passam
pela decisão final dos editores e dos organizadores, embasada nos pareceres emitidos pelos especialistas.
Os resultados da avaliação
são encaminhados via e-mail aos autores ao final de cada etapa. Todo o processo
de avaliação, da recepção
do artigo até o resultado final, leva até seis meses. A taxa
média de rejeição por volume é de 65 a 75%. A publicação
dos artigos aprovados segue a periodicidade da revista:
janeiro, junho e setembro.
Revista de Acceso
Abierto