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Correspondência cruzada de Roger Casement, cônsul-geral britânico no Brasil, com relato de suas investigações sobre os abusos contra súditos coloniais britânicos e indígenas na região do putumayo, 1911
Roger Casement; Maria Rita Drumond Viana; Mariana Bolfarine
Roger Casement; Maria Rita Drumond Viana; Mariana Bolfarine
Correspondência cruzada de Roger Casement, cônsul-geral britânico no Brasil, com relato de suas investigações sobre os abusos contra súditos coloniais britânicos e indígenas na região do putumayo, 1911
Cross-correspondence of Roger Casement, British general consul in Brazil, reporting his investigations about the abuses against colonial British subjects and the indigenous population in the region of Putumayo, 1911
Cadernos de Tradução, vol. 44, no. 4, Esp., e104326, 2024
Universidade Federal de Santa Catarina
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Correspondência cruzada de Roger Casement, cônsul-geral britânico no Brasil, com relato de suas investigações sobre os abusos contra súditos coloniais britânicos e indígenas na região do putumayo, 1911

Cross-correspondence of Roger Casement, British general consul in Brazil, reporting his investigations about the abuses against colonial British subjects and the indigenous population in the region of Putumayo, 1911

Roger Casement
Maria Rita Drumond Viana
Universidade Federal de Ouro Preto, Brasil
Mariana Bolfarine
Universidade Federal de Rondonópolis, Brasil
Cadernos de Tradução, vol. 44, no. 4, Esp., e104326, 2024
Universidade Federal de Santa Catarina










Supplementary material
Referência
Casement, R. (1912). Correspondence Respecting the Treatment of British Colonial Subjects and Native Indians Employed in the Collection of Rubber in the Putumayo District. Archives ungeneva.
Notes
Notes
1 (N.T.) Embora Casement utilize, em consonância com a prática de seus contemporâneos, o termo Indian tanto como substantivo (“índio” e “índia”) quanto como adjetivo, optamos por utilizar “indígena” em ambos os casos, inclusive porque, em muitos casos, Casement inclui as mulheres nativas, algo que se facilita com o uso sem marcação de gênero, “indígenas”.
2 Witoto, segundo a autodenominação registrada no programa Povos Indígenas no Brasil do Instituto Socioambiental, também são grafados uitoto em português.
3 (N.T.) Também conhecidos como andoque, estão listados como “andoke” mesmo na seção que trata da população indígena do censo populacional e habitacional do Governo da Colômbia. DANE_DCD CNPV 2018
4 (N.T.) Embora não se refira especificamente ao povo, a Resolução Ministerial No. 210-2020-MINIEDU da República do Peru normaliza como “resígaro” a língua originária falada na região.
5 (N.T.) Mantemos aqui o uso original de “índio” para marcar a posição dos “conquistadores”.
6 (N.T.) Embora anacrônico, o uso de “grileiro” busca apontar a continuidade da prática da invasão de terras indígenas nos dias atuais.
7 (N.T.) Embora Casement descreva aqui relações de troca de produtos entre indígenas e novos colonizadores no início do século XX, o uso de “escambo” também busca remeter às práticas coloniais portuguesas do século XVI.
8 The Peruvian sole is of the value of 2s 10 soles to the £ being the official rate of exchange which may vary somewhat m commercial quarters at Iquitos. (Nota de Casement)
9 (N.T.) O sole peruano tem o valor de 2 xelins e 10 soles para £ sendo a taxa de câmbio oficial que pode variar um pouco nos bairros comerciais de Iquitos.
Author notes

m.rita.viana@ufop.edu.brmarianabolfarine@gmail.com










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