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ADAPTAÇÃO CULTURAL DO GROWING DISCIPLES INVENTORY (GDI) PARA A LÍNGUA PORTUGUESA DO BRASIL: PERSPECTIVA PARA A EDUCAÇÃO INTEGRAL
ADAPTACIÓN CULTURAL DEL GROWING DISCIPLES INVENTORY (GDI) PARA USAR EN PORTUGUÉS EN BRASIL: PERSPECTIVA PARA LA EDUCACIÓN INTEGRAL
CULTURAL ADAPTATION OF GROWING DISCIPLES INVENTORY (GDI) IN BRAZILIAN PORTUGUESE LANGUAGE: A PERSPECTIVE FOR AN INTEGRAL EDUCATION
Revista EntreLínguas, vol. 9, e023013, 2023
Araraquara SP: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Faculdade de Ciências e Letras Campus de Araraquara

Artigos


Recepção: 05 Fevereiro 2023

Revised: 18 Março 2023

Aprovação: 25 Abril 2023

Publicado: 08 Maio 2023

DOI: https://doi.org/10.29051/el.v9i00.18030

RESUMO: O objetivo desta pesquisa foi realizar a adaptação cultural e apresentar as evidências de validade do Growing Disciples Inventory (GDI) para a língua portuguesa no Brasil e para a cultura brasileira. Para esse trabalho, de abordagem quantitativa foi utilizada a Taxonomia de COSMIN para a adaptação cultural, seguida da avaliação de um comitê de especialistas e o pré-teste com aplicação do inventário com 42 adultos, universitários e pessoas da comunidade. O estudo prévio revelou a compreensão do inventário pelos respondentes e sua reprodutibilidade. Após a adequação do instrumento, este foi aplicado a 845 indivíduos. A confiabilidade da versão brasileira do instrumento foi obtida pelo alfa de Cronbach (0.971) e pelo ômega de McDonald (0.972). A análise fatorial confirmatória apresentou um ajustamento satisfatório, o que sugere a validade de construto do GDI, sendo o CFI = 0.986, TLI = 0.985, GFI = 0.975, RMSEA = 0.033 (90% IC = 0.032-0.034). Os resultados apresentados foram satisfatórios e servem como provas de que a versão brasileira do GDI é válida.

PALAVRAS-CHAVE: Estudos de Validação, Análise Fatorial, Espiritualidade, Educação.

RESUMEN: El objetivo de este estudio fue realizar una adaptación cultural y presentar evidencias de validez. presenta la adaptación cultural y la evidencia de validez del Growing Disciples Inventory (GDI) para el idioma portugués en Brasil y para la cultura brasileña. La taxonomía COSMIN se utilizó para este trabajo que tiene un enfoque cuantitativoy el inventario fue traducido del inglés original al portugués por dos traductores, luego fue traducido nuevamente al inglés por otros dos traductores, seguido de la evaluación de un comité de expertos y la preprueba de aplicación de inventario con 42 adultos, estudiantes universitarios y personas de la comunidad. La prueba preliminar reveló la comprensión de los encuestados sobre el inventario y su reproducibilidad. Después de ajustar el instrumento, se aplicó a 845 individuos. La confiabilidad de la versión brasileña del instrumento se obtuvo mediante el alfa de Cronbach (0,971) y el omega de McDonald (0,972). El análisis factorial confirmatorio reveló un ajuste satisfactorio, sugiriendo la validez de constructo del GDI, con CFI = 0.986, TLI = 0.985, GFI = 0.975, RMSEA = 0.033 (90% IC = 0.032-0.034). Estos resultados presentados fueron satisfactorios y sirven como evidencia de validez de la versión brasileña del GDI.

PALABRAS CLAVE: Estudio de Validación, Análisis Factorial, Espiritulidad, Educación.

ABSTRACT: The purpose of this study was to perform the cultural adaptation and present evidence of validity for the Growing Disciples Inventory (GDI) in the Brazilian Portuguese language and Brazilian culture, utilizing a quantitative approach. The COSMIN Taxonomy was used for the cultural adaptation, followed by evaluation by a committee of experts and a pre-test involving the administration of the inventory to 42 adults, including university students and community members. The pre-test assessed respondents' understanding of the inventory and its reproducibility. After making necessary adjustments, the instrument was administered to 845 individuals. The reliability of the Brazilian version of the instrument was assessed using Cronbach's alpha (0.971) and McDonald's omega (0.972). Confirmatory factor analysis revealed satisfactory adjustment, suggesting the construct validity of the GDI, with CFI = 0.986, TLI = 0.985, GFI = 0.975, RMSEA = 0.033 (90% CI = 0.032-0.034). The results presented were satisfactory and proved that the Brazilian version of the GDI is valid.

KEYWORDS: Validation Study, Factor Analysis, Spirituality, Education.

Introdução

Estudos sobre religião e espiritualidade vêm ganhando atenção científica na literatura psicológica (ALLEN; WANG, 2015; BENEFIEL; FRY; GEIGLE, 2014; DAVIS et al., 2016; EXLINE et al., 2014; MILLIMAN; GATLING; BRADLEY-GEIST, 2017; MOORE, 2016; MORTON; LEE; MARTIN, 2017). O número de periódicos científicos que tratam da temática espiritualidade e religiosidade é considerável e a discussão sobre as diferenças entre elas também vem crescendo (ZINNBAUER et al., 1997).

Contudo, estudar a espiritualidade requer um estudo separado da questão religiosa, pois o número de indivíduos que se identificam como "espirituais, mas não religiosos" tem aumentado nos últimos anos, e um quadro amplo de como os indivíduos não-religiosos experimentam e descrevem sua espiritualidade ainda não foi amplamente estudado (DAVIS et al., 2015; SAROGLOU; MUÑOZ-GARCÍA, 2008). A espiritualidade está surgindo como uma nova realidade psicológica, conceito e assunto de pesquisa, parcialmente diferente da religiosidade (HILL; PARGAMENT, 2003). Uma forma de avançar nessa discussão é investigar as diferenças e semelhanças entre os dois construtos, espiritualidade e religiosidade, e verificar como estes se relacionam com outras realidades psicológicas. A importância da espiritualidade na vida pode ser uma realidade distinta, mas ainda está relacionada com à importância da religião ou religiosidade (SAROGLOU; MUÑOZ-GARCÍA, 2008). O conceito de espiritualidade ultrapassa o universo religioso (BEHRENS; MACHADO, 2017; MARTINS TORQUATO, 2017; TESCAROLO; DARÓS, 2007).

Na literatura, os estudos sobre espiritualidade e religiosidade, termos que são distintos e com diferentes significados, ainda são confundidos ou tratados de forma ambígua, usando um dos termos em detrimento do outro (ZINNBAUER et al., 1997). Há também diferenças entre os estudiosos da área sobre a definição desses termos. A espiritualidade é definida de diversas formas pelos teóricos como "a resposta humana ao chamado de Deus para um relacionamento com Ele" (BENNER, 1989, p. 20 apudZINNBAUER et al., 2016) ou "uma experiência subjetiva do sagrado" (VAUGHAN, 1991, p. 105 apudZINNBAUER et al., 2016). Já a religiosidade aparece ligada à prática religiosa tradicional, afiliação com organizações ou denominações, e a adesão às doutrinas (GALL; MALETTE; GUIRGUIS-YOUNGER, 2011).

Os conceitos de espiritualidade e religião estão relacionados. A espiritualidade é a capacidade de uma pessoa compreender o seu mundo de forma mais ampla e abrangente, conectando-se com os elementos transcendentes e transpessoais da existência humana. Pode incluir a religião, mas essa não é estritamente necessária. Religião pode contribuir para a espiritualidade, e refere-se a uma expressão externa de crenças, exibida por comportamentos, práticas e rituais que se concentram em um sistema central de doutrinas, moral e normas (VANCE et al., 2011).

Essas ideias estão presentes em estudos sobre espiritualidade apresentados na literatura atual, que abordam sobre diferentes aspectos dessa temática, como, por exemplo, a importância da espiritualidade no ambiente de trabalho; a influência da espiritualidade sobre o bem-estar e a recuperação de doenças graves; a incidência de depressão e outras doenças que envolvem o sistema neurológico em pessoas espiritualizadas ou religiosas; a dimensão espiritual como componente indispensável para a assistência a pacientes sem possibilidades de recuperar a sua saúde por meio da terapêutica curativa, promover melhoria do bem-estar mediante o alívio da dor e de outros sintomas, entre outros (MORTON; LEE; MARTIN, 2017; LEMA-BLANCO, 2015; PIEDMONT; LEACH, 2002; ALLE; WANG, 2015; 2014; EVANGELISTA et al., 2016; MILLIMAN; GATLING; BRADLEY-GEIST, 2017).

Outro campo que tem buscado debater e compreender a espiritualidade é o educacional, que se concentra na educação integral, com a perspectiva de uma formação humana multidimensional, que objetiva o desenvolvimento completo do ser humano. Desde a Grécia antiga os educadores exercem um forte papel na execução da Paideia4 grega, onde buscavam a formação integral do homem, para que ele fosse um indivíduo virtuoso, ético e livre. Aristóteles, discípulo de Platão, via a Paideia como uma proposta de educação plena e integral do homem, incluindo inclusive os aspectos social, ético e político (BORTOLINI; NUNES, 2018). A educação integral da Paideia grega trata as ações do indivíduo como parte de uma comunidade, seja no aspecto físico ou espiritual (XAVIER, 2016; PESTANA, 2009). Dessa forma, a educação deve ser realizada ao longo de toda a vida e deve desenvolver tanto o corpo quanto a alma, com o objetivo de formar bons cidadãos e líderes que também sejam formados por esse processo educacional com essas características (LORENZON; JORGE, 2011).

As discussões e estudos sobre a educação integral, a cada dia, tem ganhado novos significados e apresenta uma diversidade de interpretações para esse tema. Sendo assim, educar integralmente seria considerar as diferentes facetas do desenvolvimento humano (CARVALHO, 2015). A educação integral tem sido apresentada na literatura como o objetivo da sua visão multidimensional, embora existam posicionamentos políticos-filosóficos com pressupostos divergentes (PATTARO; MACHADO, 2014). No Brasil, entre 1930 e 1960 do século XX, surgiu o movimento integralista, que defendia as bases da educação integral na espiritualidade, no nacionalismo cívico e na disciplina (BRASIL, 2009). A educação integral tem marcado presença na legislação educacional nacional. Dessa forma, é relevante destacar a iniciativa do “Programa Mais Educação” no âmbito do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) que se empenhou na construção de parcerias intersetoriais e intergovernamentais, no Fórum Mais Educação, que foi criado pelo Governo Federal, e no compromisso dos estados e municípios em melhorar a qualidade da educação pública com vistas à diversidade de experiências que tornam a Educação Integral uma experiência inovadora e sustentável ao longo do tempo (BRASIL, 2009).

Na educação, a espiritualidade significa reconhecer a importância dos domínios sociais e afetivos, além do desenvolvimento cognitivo. A sensibilidade espiritual é composta por dimensões de percepção da consciência, de valores sociais e individuais, muitos educadores concordam com a importância de desenvolver a sensibilidade espiritual de nossos estudantes. Os estudos sobre espiritualidade e a influência desta no desenvolvimento integral dos alunos, tem sido cada vez mais alvos de pesquisadores na área educacional (ROWLAND 2019; SOUSA et al. 2019; STYLIANOU; ZEMBYLAS 2019; TIRRI 2009; VOAS 2014).

Portanto, avaliar o crescimento espiritual e a espiritualidade, independente da religião a que um indivíduo está inserido, é muito importante. As avaliações sobre espiritualidade têm se mostrado bastante aprofundadas no campo científico, demonstrando as diversas relações entre espiritualidade e comportamento, bem-estar, atitudes e outras variáveis que têm sido estudadas (COHEN et al., 2012; HILL; PARGAMENT, 2003; RICKHI et al., 2015; ALLEN; WANG, 2015; MILLIMAN; GATLING; BRADLEY-GEIST, 2017; MOORE, 2016).

Os estudos devem ser direcionados para compreender a relação entre alta religiosidade intrínseca e espiritualidade, a fim de entender melhor essas duas construções para fins educacionais e de pesquisa. O comportamento empático que ultrapassa as fronteiras religiosas é descrito como "espiritualidade intrínseca" e deve ser diferenciado da "religiosidade intrínseca" (RAMAKRISHNAN et al., 2018, p. 1346). Espiritualidade envolve uma sensação de inteireza, conexão com o ambiente em que se está inserido, e valores mais profundos (RAJAPPAN et al., 2017).

Embora existam algumas escalas validadas para avaliar a espiritualidade (DAVIS et al., 2015; DAVIS; TISDALE, 2016; DELANEY, 2005; GREENFIELD et al., 2015; HODGE, 2003; HODGE; ZIDAN; HUSAIN, 2015), o “The Growing Disciples Inventory (GDI)” foi criado e validado para analisar o crescimento espiritual no contexto protestante, uma vez que ainda havia essa lacuna na literatura. Apesar de termos outras escalas que avaliem a espiritualidade em língua portuguesa do Brasil (CORREIA et al., 2015; MARTINS et al., 2015), nenhuma delas é para uso específico no contexto protestante ou com o objetivo de avaliar o crescimento espiritual.

O objetivo geral é a adaptação do inventário do Growing Disciples Inventory (GDI) de Bradfield (2011) para a população brasileira. Os objetivos específicos foram: apresentar a validade do conteúdo através da análise do comitê de especialistas; avaliar a consistência interna do instrumento, analisando os valores da confiabilidade composta, através do alfa de Cronbach e ômega de McDonald; e realizar a Análise Fatorial Exploratória e Confirmatória para verificar o ajuste do modelo da versão brasileira. Sendo assim, consideramos que o estudo desta temática é relevante para fundamentar novos estudos, além de refletir sobre a necessidade de atender à dimensão espiritual na formação humana, uma vez que essa dimensão se torna um componente indispensável para compreender a sua própria existência.

Nas próximas sessões, serão apresentados os procedimentos utilizados para a adaptação cultural do instrumento Growing Disciples Inventory (GDI), para a língua portuguesa do Brasil e sua cultura, bem como os resultados da avaliação psicométrica do mesmo.

Procedimentos metodológicos

Para o procedimento metodológico de tradução e adaptação cultural, seguiram-se as etapas da metodologia COSMIN5, que são: A) duas traduções do inventário da língua original para a língua portuguesa; B) uma síntese das duas traduções; C) retrotraduções do inventário de volta para o idioma de origem; D) avaliação da versão traduzida pelo comitê de especialistas; e E) Pré-teste (BEATON et al., 2000; VIANA; BRITO GUIRARDELLO; MADRUGA, 2010). Destaca-se que antes da realização do estudo, obteve-se a autorização formal da autora para o procedimento de tradução e adaptação cultural. Trata-se uma pesquisa de quantitativa.

A primeira etapa foi a tradução da versão original do GDI para a língua portuguesa por dois tradutores bilíngues independentes, que tinham como língua materna a língua portuguesa do Brasil. Um deles conhecia a temática do inventário, mas o outro não foi informado sobre os objetivos dele. Após as traduções, uma terceira pessoa bilíngue, com domínio da cultura e da língua brasileira e da língua inglesa, analisou as duas versões e elaborou uma síntese. As traduções foram comparadas e, neste momento, as diferenças foram consultando os próprios tradutores.

Após essa etapa, a síntese das duas versões foi traduzida para o inglês por outros dois tradutores independentes, nativos de países de língua inglesa e que possuem domínio linguístico e cultural do idioma original e da língua portuguesa do Brasil. As retro traduções foram comparadas ao instrumento original pelo pesquisador para verificar a manutenção do sentido de todas as questões do instrumento original.

A terceira etapa consistiu na avaliação do inventário por um comitê de especialistas composto por seis membros, sendo um dos tradutores que participou do processo inicial de tradução; dois linguistas; duas profissionais com experiência em validação de instrumentos de medida e um especialista em espiritualidade.

Os avaliadores receberam um material contendo todas as versões traduzidas do GDI, a versão do instrumento original, bem como a versão síntese em português. Foram solicitados a avaliar o GDI quanto às equivalências semântica, idiomática, conceitual e cultural. Na reunião, o comitê produziu uma versão para ser utilizada no pré-teste.

O pré-teste tem como objetivo verificar a compreensão que o público-alvo terá do inventário adaptado e, a literatura preconiza que a amostra do pré-teste deve ser composta por um grupo entre 30 e 40 pessoas (BEATON et al., 2000; VIANA et al., 2012; VIZZOTTO; MACKEDANZ, 2018).

O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do UNASP-SP (Parecer n.º 2.012.419) e todos os sujeitos que participaram do estudo foram convidados a assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

Participantes

Participaram do pré-teste 42 indivíduos adultos, sendo 22 mulheres e 20 homens, e entre estes 20 eram universitários, alunos de um curso de pós-graduação em Gestão Estratégica de Negócios e 22 pessoas da comunidade. Dentre os membros da comunidade, tivemos 10 com nível superior completo e 8 com ensino médio completo e 4 com superior incompleto.

A amostra final seguiu a recomendação da literatura, que indica a aplicação da escala em 10 sujeitos por item no processo de adaptação cultural (KERMARREC et al., 2006). Dessa forma, para essa etapa, o instrumento foi aplicado em 845 indivíduos, uma vez que o instrumento possui 84 questões. Os participantes possuíam entre 30 à 47 anos com um desvio padrão de 10 à 32 anos, sendo 17 a menor idade e 81 a maior. Dos entrevistados, 688 eram mulheres e 152 homens, 2 preferiram não responder e 3 deixaram em branco. Na amostra havia 13 com ensino fundamental completo e 3 incompletos, 27 com ensino médio completo e 2 profissionalizantes, 554 com ensino superior completo e 68 incompleto, 17 com mestrado, 2 com doutorado, 157 com lato-sensu (especialização) e 2 não responderam.

Instrumento original

O instrumento original (GDI) é composto por 84 questões, e este foi aplicado aos professores e estudantes de escolas nos Estados Unidos, África do Sul e Austrália. Os valores do Alpha de Cronbach dos farores variaram entre 0,85 e 0,94. (BRADFIELD, 2011). A análise fatorial exploratória e confirmatória do instrumento original, apontou para 4 fatores presentes na escala, que a autora denominou de 1. Connecting, 2. Understanding, 3. Ministering e 4.Equipping.

Resultados

As primeiras etapas do processo de adaptação cultural composto pelas traduções, sínteses e retro-traduções foram realizadas sem problemas, uma vez que não houve necessidade de modificações significativas. Para avaliar a versão síntese do inventário, foram necessárias duas reuniões, devido ao grande número de itens contidos no documento. O tempo de cada reunião foi de aproximadamente três horas.

Análise do comitê de especialistas

Os membros do comitê receberam um documento explicativo, no qual apontavam que, para cada questão do inventário, deveriam ser avaliadas as questões semânticas, idiomáticas e culturais. A primeira alteração discutida foi o título do inventário, que, no original, é GDI - Growing Disciples Inventory. A sigla GDI foi mantida antes do título da versão em português, e ficou assim: GDI - Inventário de Crescimento de Discipulos. Outra alteração realizada no instrumento, em geral, foi a valorização da questão do gênero, sempre colocando os dois gêneros, o(a), por exemplo, na questão três, a versão pós-análise do comitê ficou assim: “Sinto-me mais próximo(a) de Deus quando estou em contato com a natureza ou estudando Sua criação”. As modificações mais relevantes sugeridas pelo comitê de especialistas serão apresentadas no quadro 1. As questões serão apresentadas sempre nessa ordem: questão original, versão síntese das duas traduções T12.

Quadro 1
Sugestões de alterações dadas pelo comitê de especialistas ao analisar a versão síntese (T12)

Fonte: Elaborado pelos autores

Outra recomendação dos linguistas presentes na reunião de especialistas foi evitar o gerundismo, que estava bastante presente no instrumento original em inglês. Então, a forma de conjugação do verbo foi modificada nas questões 79, 80, 82, 83 e 84 do instrumento, do gerúndio para o presente.

Resultados do pré-teste

Os respondestes fizeram as seguintes observações: Na questão 10, onde a versão do comitê sugeriu a versão “Meus melhores amigos amam a Deus tanto quanto ou mais que eu”, quatro respondentes afirmaram que não poderiam saber se os amigos amam a Deus mais que eles, e um deles sugeriu que poderia observar, mas não afirmar categoricamente isso. Após a devolução para comitê, a versão final ficou assim: “Observo que meus melhores amigos amam a Deus tanto quanto ou mais que eu”.

Na questão 43, a versão do comitê era “Deus tem dado tudo que é necessário para restaurar a Sua imagem nas pessoas, quando Jesus voltar”. Alguns respondentes ficaram confusos quanto ao verdadeiro sentido da frase, e outros questionaram o verbo “dar” no início da questão. Após discussão com o comitê, para a versão final, a questão ficou escrita da seguinte maneira: “Deus tem providenciado tudo quanto é necessário para restaurar a Sua imagem nas pessoas até a volta de Jesus”.

A versão da questão 56 antes do pré-teste era: “Deus enviou mensagens proféticas a Ellen White para ajudar a Igreja Adventista do Sétimo Dia a compartilhar a verdade sobre Deus”. Após o pré-teste, onde os participantes pertenciam a diferentes grupos religiosos, optou-se pela seguinte frase “Deus deu mensagens proféticas para compartilhar a verdade sobre Ele”. Retirou-se da afirmativa as questões envolvendo a Igreja Adventista do Sétimo Dia e Ellen Golden White, considerada profetisa da Igreja Adventista, uma vez que o objetivo é deixar o inventário aplicável para diferentes comunidades religiosas, inclusive pessoas que não professam nenhuma religião.

Foram apenas as questões 10, 43 e 56 que sofreram alterações após o pré-teste. A análise das propriedades psicométricas mostrou-se robusta a confiabilidade do instrumento, uma vez que a versão brasileira do GDI apresentou um valor do alfa de Cronbach de 0.87. Dessa forma, é possível notar que os valores do alfa de Cronbach da versão adaptada ficaram muito próximos dos valores da versão original, que foi em média 0.92.

Confiabilidade e Análise Fatorial Confirmatória

A versão ajustada, foi aplicada para 845 indivíduos, e as respostas foram inseridas no software JASP 14.1, obtendo-se o resultado no teste de confiabilidade apresentado na tabela 1. A confiabilidade foi avaliada através da análise de consistência interna, utilizando o ômega (ω) de McDonald. Pesquisas mais recentes apontam que este índice é mais sensível que o alpha (α) de Cronbach, para avaliar a acurácia dos resultados entre os fatores (GARCIA-CADENA et al. 2021; ŞIMŞEK; NOYAN 2013; ZINBARG et al. 2006). Os valores próximos a 1, indicaram uma boa consistência interna do instrumento (GADERMANN et al., 2012). Os critérios de tolerância de Nunally e Bernstein (NUNNALLY; BERNSTEIN, 1994) foram adotados para os coeficientes de alpha ≥ .70), e de ≥ .80 de Raykov e Hancock (RAYKOV; HANCOCK , 2005) para o coeficiente de omega de McDonald (MCDONALD, 1999).

Tabela 1
Estatísticas de confiabilidade da escala

Fonte: Dados da Pesquisa, extraídos do software JASP 14.1

A análise da versão brasileira realizada no software JASP 14.1, foi colocada como prerrogativa, com 4 fatores na análise fatorial exploratória (AFE), sendo eles CONNECTING, UNDERSTANDING, MINISTERING e EQUIPPING.

O valor de KMO foi considerado satisfatório (0.97) e o teste de esfericidade de Bartlett foi significativo (p=.001), o que demonstra que os itens da escala apresentaram uma variância comum adequada para a utilização da análise fatorial (TABACHNICK; FIDELL, 2006). Ao analisar o gráfico de screeplots e as cargas fatoriais, os resultados mostraram que três fatores foram a melhor solução apresentada pelas análises foi a estrutura fatorial. O valor do RMSEA foi 0.056, indicando o ajuste do modelo.

A rotação utilizada na AFE foi a oblíqua, oblimin, que segundo Field, Miles e Field (2012), é a mais adequada para pesquisas da área de Ciências Humanas e Sociais. Após a rotação, foi obtido as cargas fatoriais. Decidiu-se manter apenas as questões com carga fatorial superior ou igual a 040, de acordo com indicação da literatura (HINKIN, 1995; MATOS; RODRIGUES 2019). Nessa etapa, foi excluída a questão 11 (Sou gentil com os vizinhos, não importa a idade, cultura ou religião), por apresentar carga de saturação inadequada (< 0.40) (HAND, 1994). Para prosseguir com a Análise Fatorial Confirmatória (AFC), as questões que se adequaram a mais de um fator foram colocadas no fator que se ajustou com maior valor.

Análise Fatorial Confirmatória

A AFC foi realizada no software JASP 14.1. Foram selecionadas as medidas adicionais de ajuste do modelo, e a metodologia RDWLS (Robust Diagonally Weighted Least Squares), mais adequada para escalas tipo Likert com amostras menores (abaixo de 1000) (DISTEFANO et al. 2019; SHI; MAYDEU-OLIVARES 2020; XIA; YANG, 2019).

Os valores obtidos nas medidas de ajuste foram: Comparative Fit Index (CFI) = 0.986, Tucker-Lewis Index (TLI) = 0.985, Goodness of it Index (GFI) = 0.975. O valor de RMSEA foi de 0.033, sendo limite superior de 0.032 e inferior 0.034, os dois com 90% do intervalo de confiança. Esses valores demonstram a adequação do modelo fatorial (GOUVEIA et al., 2009; REZENDE et al., 2021; SILVA; FARO, 2021).

As cargas fatoriais variaram de 0.381 a 0.864, sendo que 88% dos itens apresentaram valores acima de 0.501, com apenas 9 itens com carga inferior a 0.50. Foram, portanto, mantidos 83 itens na versão brasileira do GDI (tabela 2). A questão 11 foi descartada por não aderir a nenhum fator, e a 84 por ser uma questão aberta foi mantida, mas não foi analisada.

Tabela 2
Fatores e as respectivas cargas fatoriais

Fonte: Elaborado pelos autores

Na versão brasileira do GDI, o fator 1 ficou 51 itens, o fator 2 com 23 itens e o fator 3 com 8 itens. Ao analisar o modelo da versão brasileira, que se ajustou em três fatores, as questões do fator 1 englobaram a maioria das questões dos fatores 1 e 3 da versão original. Sendo assim, o fator 1 da versão brasileira foi denominado de “Conexão e Ministério”, o fator 2 de “Compreensão”, e o fator 3 de “Fortalecimento”

Discussão

O presente estudo teve como objetivo adaptar o inventário do Growing Disciples Inventory (GDI) de Bradfield (2011) para a população brasileira e apresentar as evidências de validade deste instrumento. A proposta do intrumento é avaliar a percepção do sujeito sobre seu desenvolvimento espiritual.

A adaptação cultural requer uma metodologia bem estabelecida, para que o instrumento seja reconhecido em qualquer país diferente do qual foi criado. Adaptar uma escala, portanto, é bastante complexo, uma vez que existe a barreira da língua materna que deve ser traduzida sem que haja perdas para a língua do país interessado no uso da escala. Estes cuidados devem ser bem desenvolvidos e observados para que se mantenha a validade do conteúdo da escala original (ALEXANDRE; BRITO GUIRARDELLO, 2002; STELKO-PEREIRAI et al., 2019; VALADAS et al., 2018).

A primeira etapa da adaptação cultural foi composta por traduções, sínteses das traduções e retro traduções, e ocorreram sem problemas. As retro-traduções mostraram a qualidade da versão sintetizada das traduções iniciais. Todo o material, com todas as versões, foi enviado ao comitê de especialistas, que propôs algumas alterações semânticas e culturais (VIANA et al., 2012; VIANA; GUIRARDELLO; MADRUGA, 2010; VIANA; GUIMARÃES, 2022).

A reunião com os especialistas proporcionou uma discussão aprofundada sobre o instrumento em si, incluindo seus objetivos, formas de preenchimento e obtenção de uma linguagem clara e acessível. A padronização das questões de gênero foi uma importante decisão, uma vez que, geralmente, os instrumentos deixam as afirmativas e perguntas no masculino, mesmo para aplicação para diferentes gêneros. As 23 questões foram adaptadas às equivalências semânticas, cultural ou conceitual pelo comitê, gerando um protocolo mais adequado e claro para ser aplicado na etapa do pré-teste. A troca de dados com a autora do inventário permitiu que alterações fossem incorporadas sem perder o objetivo original do inventário.

Durante as entrevistas, foram identificados alguns questionamentos por parte dos entrevistados, que foram modificados após a devolução dos mesmos ao comitê de especialistas. Os participantes contribuíram para melhorar a clareza do inventário, e o tempo médio de aplicação do mesmo que variou entre 45 minutos a uma hora. O inventário mostrou-se de fácil compreensão, mas bastante longo, podendo ser cansativo para ser aplicado em uma única sessão. Essa também foi a percepção detectada no estudo original (BRADFIELD, 2014). O nome adotado na versão em língua portuguesa foi “GDI - Inventário de discípulos em crescimento”.

A confiabilidade do instrumento foi comprovada pelos valores próximos de 1, do Ômega de Mac Donald e Alpha de Cronbach (CANET-JURIC; GARCÍA-CONI; INTROZZI 2021; ŞIMŞEK; NOYAN 2013; ZINBARG et al. 2006). Nas análises fatoriais, os dados foram elaborados para compor os 4 fatores propostos pela versão original, mas os itens se ajustaram mais adequadamente a 3 fatores, um deles unindo a maioria das questões de dois fatores da versão original. O primeiro fator da versão brasileira (Conexão e ministério), que tratou de questões sobre a conexão com a espiritualidade e ministério, mostra a ligação entre esses dois construtos, também discutido por outros estudos (FLEISCHER, 2006; HILGEMAN, 2010; KENNETH, 2007; PARRETI, 1999).

Estudos sobre espiritualidade e educação têm sido realizados em diferentes níveis da educação formal, em diferentes países e com diferentes perspectivas religiosas, mas todos eles costumam enfatizar a importância do desenvolvimento espiritual para o indivíduo (BUCK et al., 2021; CHANIFAH et al., 2021; FRASER-PEARCE, 2022; MEMARYAN et al., 2015; NAHARDANI et al., 2019; ZHANG, 2014).

A questão da religião nas escolas públicas e privadas não confessionais é delicada. Os atores que atuam na escola, como diretores, professores e outros funcionários professam diferentes religiões ou até mesmo se assumem ateus. Mas atuar trabalhando valores importantes trazidos pelas religiões, sejam elas cristãs ou não, requer conhecimento cultural e sensibilidade para que os estudantes possam receber formação valiosa para o desenvolvimento de seu caráter, sem serem influenciados para uma ou outra crença religiosa, e sendo respeitados dentro das crenças familiares (WILLIANS; KATES, 2022).

Trabalhar com a espiritualidade nas escolas pode trazer grandes benefícios aos estudantes, pois ela é a força de caráter mais associada à felicidade, diminuindo o bullying entre os colegas. À medida que a espiritualidade aumenta, a prática de bullying entre colegas diminui. A literatura aponta que um indivíduo fraco espiritualmente, causa danos a sua existência e ao meio no qual está inserido (GÜLBAHAR; SARI, 2022). Além disso, a espiritualidade no ambiente de trabalho, seja uma empresa ou uma instituição educacional, pode trazer diversos benefícios, aumentando a confiança e melhorando os relacionamentos interpessoais, as interconexões entre as pessoas e direcionando o desempenho organizacional como um todo (AĞALDAY, 2022).

Características como ética, crença em uma força superior, integridade, confiança, gentileza, respeito, senso de comunidade e paz nas organizações, funcionários inspirados, humanizados e cheios de compaixão, criam um paradigma que é chamado espiritualidade no local de trabalho (AĞALDAY, 2022; ASLAM et al., 2022). Dessa forma, importância é possível notar a relevância de se trabalhar a espiritualidade no ambiente escolar, que é onde o indivíduo permanece por longos anos antes de ingressar no mercado de trabalho. A escola pode proporcionar um desenvolvimento completo desse estudante, inclusive tratando das questões dos valores trazidos pela espiritualidade. É importante conhecer o aluno, e o que este pensa a respeito dessas questões, para planejar como trabalhar a espiritualidade e seus desdobramentos.

Considerações finais

O processo de tradução e adaptação cultural do Growing Disciples Inventory (GDI) para a cultura brasileira seguiu as etapas recomendadas internacionalmente e foi bem-sucedido. A metodologia recomendada internacionalmente para esse tipo de estudo foi seguida de forma rigorosa em todas as suas etapas: tradução para o idioma alvo, tradução de volta para o idioma de origem, avaliação por um grupo de juízes e pré-teste. O presente estudo, portanto, demonstra que o GDI é confiável e um instrumento válido para avaliar os aspectos subjetivos do crescimento espiritual, uma vez que se trata de um inventário onde o sujeito avalia a sua própria percepção sobre espiritualidade. Sugerimos que o a versão brasileira do GDI seja usado com estudantes de ensino médio e superior, aonde é importante pesquisar as correlações da espiritualidade dos alunos com outras variáveis, bem como nas comunidades que desejam melhorar os níveis de espiritualidade de seus participantes.

Logo, é possível supor que o inventário apresentado neste estudo será de grande utilidade para todas as investigações que se concentram em avaliar a influência da espiritualidade no desenvolvimento dos comportamentos pró-sociais e antisociais de jovens adultos e pessoas de meia-idade. A partir dos resultados, futuras pesquisas na área educacional e teológica poderão replicar os mesmo achados em diferentes amostras de participantes em outras regiões do Brasil.

Apesar de já existirem outras escalas sobre espiritualidade validadas para uso no Brasil (LUCCHETTI; GRANERO LUCCHETTI; VALLADA, 2013; SILVA et al., 2019; MARQUES; SARRIERA; DELL'AGLIO, 2009; PANZINI; BANDEIRA, 2005; SILVA; MARTINS, 2022, TAUNAY, 2012), o foco da maior parte delas é na saúde, e duas dessas que foram aplicadas no campo educacional, ainda necessitam de mais estudos psicométricos. Dessa forma, esperamos que este estudo de adaptação cultural do GDI, possibilite mais pesquisas sobre as temáticas da espiritualidade.

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CRediT Author Statement

8 Reconhecimentos: Não se aplica.
4 A Paideia é entendida como formação geral que dará ao homem a forma humana, e o construirá como cidadão. A Paideia, traz, portanto, o seguinte conceito: "É pelo caráter natural e universal que os gregos atribuem a educação um sentido moral e prático, preocupados com a formação integral do homem, apresentam o humanismo como pincípio” (BORTOLINI; NUNES, 2018, p. 28).
5 Mais informações sobre a metodologia COSMIN, podem ser encontradas em: https://www.cosmin.nl/tools/cosmin-taxonomy-measurement-properties/. Acesso em: 04 abr. 2023.
9 Financiamento: Não se aplica.
10 Conflitos de interesse: Não há conflitos de interesse.
11 Aprovação ética: Esse trabalho foi aprovado pelo comitê de ética do UNASP.
12 Disponibilidade de dados e material: Os dados coletados estão em posse do pesquisador.
13 Contribuições dos autores: Esse trabalho foi um projeto desenvolvido em parceria com a Andrews University, nos Estados Unidos, cuja autora do instrumento original, nos autorizou formalmente a realizar a adaptação cultural para uso na língua portuguesa do Brasil. Helena Brandão Viana => coletou os dados durante dois anos de desenvolvimento do projeto e escreveu uma boa porcentagem deste trabalho. Gildene do Ouro Lopes Silva => Contribuiu com seu conhecimento para o direcionamento da metodologia desenvolvida, corrigiu esse artigo e fez contribuições literárias e escreveu uma parte desse texto. Germana Ponce de Leon Ramírez => ajudou a coletar os dados durante um ano de desenvolvimento do projeto e escreveu uma porcentagem deste trabalho.
14 Como referenciar este artigo: VIANA, H. B.; SILVA, G. O. L.; RAMÍREZ, G. P. L. Adaptação Cultural do Growing Disciples Inventory (GDI) para a Língua Portuguesa do Brasil: Uma perspectiva para a educação integral. Rev. EntreLinguas, Araraquara, v. 9, n. 00, e023013, 2023. e-ISSN: 2447-3529. DOI: https://doi.org/10.29051/el.v9i00.18030
15 Processamento e editoração: Editora Ibero-Americana de Educação. Revisão, formatação, normalização e tradução.

Autor notes

Editora: Profa. Dra. Rosangela Sanches da Silveira Gileno
Editor Adjunto Executivo: Prof. Dr. José Anderson Santos Cruz


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